Egito – parte 1

Após nossa primeira aventura num país muçulmano, chega a hora de seguirmos rumo ao Oriente Médio, especificamente – Egito.
Quando o comandante anunciou que veríamos as pirâmides lá de cima, foi emocionante…pena que a poluição atrapalhou a foto.
Na hora de pousar, a tensão aumentou  pois no aeroporto do Cairo existe um cemitério de aviões….. cena horrível de se ver quando você está à bordo de um avião….
 

Depois de tudo que lemos sobre as malandragens, golpes e outras coisas ruins que acontecem por lá, chegamos ao aeroporto bem atentos.

A primeira impressão foi excelente, pois o aeroporto do Cairo é novinho e super moderno. Mas foi sairmos do desembarque para começarmos a perceber que, conforme dizia o Luciano, ali o bagulho era doido!

Como sempre fazemos ao desembarcar, fomos procurar um balcão de informações para conseguirmos um mapa. Eis nossa primeira tentativa frustrada. O moço das informações disse que não tinha mapa e que era pra gente pegar no nosso hotel. Sinistro….

Felizmente havíamos reservado um transfer para nosso hotel, o que nos poupou de pegar um dos muitos taxistas que ficam te abordando na saída do aeroporto. Reservamos o shuttle por $25 dólares através do site http://www.cairoshuttlebus.com/ e só efetuamos o pagamento lá.

Logo na saída do aeroporto, um fato estranho. O carro que nos levava, mais um com um motorista que nada falava de inglês, parou na “portaria” do aeroporto. Lá estava um guarda todo vestido de branco, com uma baita metralhadora na mão – parecia cena de filme, rsrs. Esse homem entregou um caderno para o Loedi, que estava no banco da frente, e pediu para que ele assinasse. Com a cara fechada do senhor e com aquela arma em mãos, não houve alternativa. O Loedi assinou sem ter a menor idéia do que fosse aquilo….ainda bem que não houve nenhuma pergunta! Ao ver que estava assinado, o guardinha liberou nossa passagem.

A saída do aeroporto é muito bonita. Naquela imensidão de areia, plantaram grandes palmeiras que contrastam com a falta de cor da paisagem. Nesse caminho, observamos atentamente tudo… as placas de trânsito em árabe, os trajes das pessoas, os carros caindo aos pedaços, as casas sem pinturas, enfim… começamos a formar nossa imagem do que seria o Cairo.

Escolhemos nos hospedar em Giza, que é uma cidade na região metropolitana do Cairo onde ficam as pirâmides. Trata-se da região mais turística e por isso resolvemos ficar por lá. Do aeroporto até nosso hotel eram 40km de distância e para percorrer este percurso levamos quase 1 hora. Ainda bem que o carro tinha ar condicionado….

Não tem como não ficar tenso andando pelas ruas do Egito. O trânsito é caótico, a paisagem não é nada deslumbrante, vê-se areia por todo o lado…..Mas, quando avistamos as pirâmides pela primeira vez em solo, é outra história. Primeiro o encantamento de pensar: caraca, meu sonho era estar aqui e cá estou!!!, e em segundo lugar o alívio do motorista ter ido pro lugar certo, rsrsrs.

E lá no fundo, as pirâmides…
Ao descermos do carro, sentimos o calor absurdo que faz por lá e perguntamos a temperatura naquele dia: 47 graus. Com certeza a maior temperatura que já tínhamos sentido na vida. O Loedi resolveu perguntar se à noite costumava esfriar, por ser clima de deserto. O moço logo corrigiu num tom áspero. Como teríamos clima de deserto se o deserto está muito longe daqui? É pessoal, pra quem sempre pensou que as pirâmides ficavam num deserto, errado!
Mas que parece, parece! rs

A primeira surpresa ao entrarmos no hotel, foi o raio-x logo na entrada e aqueles guardinhas com metralhadoras estavam por lá também. Entramos no saguão do hotel, com o ar condicionado no último e fomos fazer nosso check-in.

Já tínhamos feito a reserva pela internet, portanto não precisamos pagar nada por lá. Fomos recepcionados pelo “guest relations” do hotel, um cara super gente boa e com inglês ótimo. A receptividade foi nota 10.

Nos instalamos no hotel, tomamos um banho e fomos conversar com o guest relations para ver se ele tinha um mapa e também para ver quais as recomendações de passeios.

Como estávamos bastante inseguros em relação ao Egito, ainda não sabíamos qual seria a melhor forma de nos aventurarmos por lá.

No hotel, havia uma tabela de preços e principais passeios oferecidos pelos taxistas que ficam por lá, porém, a dica de nosso guest relations era não contratar os serviços dali pois sairiam muito mais caros.

Investimos nosso tempo naquela tarde para planejarmos os nossos 3 dias em terras egípcias.
Nós no saguão do hotel fazendo o planejamento dos passeios
Planos feitos, fomos conhecer a estrutura do hotel: piscina, terraço com vista para as pirâmides, jardins, lanchonete, loja de conveniências. Brincávamos que quando entrávamos no hotel, passávamos por um portal. Do calor e do caos, ao ar fresco e comforto em apenas alguns segundos…
O hotel que escolhemos é meio antigo, porém a comodidade que se tem vale cada centavo. Se tem uma pessoa que não é adepta a gastar com hotel em viagens, sou eu. Porém, no Egito, acho que vale a pena sim, até porque é barato. Nada como você ter um dia muito louco e voltar para um abrigo ” normal” para nossos padrões.


Nossa primeira aventura estava decidida: ir ao show de luzes nas pirâmides, à noite. Segundo nosso guru, era possível ir andando. Vestimos calçados confortáveis e fomos… 

O calor mesmo com o anoitecer era muito intenso. A garrafa de água era companhia inseparável.

Já na frente do hotel, pudemos notar o caos do trânsito. Todo mundo buzinando, sem sinaleiros,  ônibus sem portas, com pessoas penduradas… uma verdadeira zona e nós lá, tentando atravessar a rua… rsrrsrs.

Bem na frente do hotel, era possível ver as pirâmides por isso acreditamos com o rapaz nos disse que era possível irmos à pé. O que não imaginávamos, era o tamanho do parque das pirâmides…. enorme. Mas tudo bem.. resolvemos curtir a aventura.

Conforme a gente caminhava, mais coisas estranhas a gente via…. e isso acabou sendo bem divertido. Até que a gente já tinha camelado tanto que ficamos com medo de estar indo pro lugar errado. Sendo assim, resolvemos perguntar para alguém.

Por nossa sorte, perguntamos para um senhor muito simpático que ao perceber que éramos brasileiros começou a falar espanhol. Estávamos no caminho certo, porém bem distantes do nosso destino final.

Até essa parte do caminho, estava achando tudo tranqüilo, mas quando começamos a andar por uma rua pararela comecei a sentir um medinho. Já estava escuro, mas a rua estava cheia de gente, um trânsito muito louco e nada da gente ver as pirâmides. Depois de andar mais um pouco, finalmente encontramos uma placa indicativa.

Nesse caminho, tinham várias crianças brincando na rua.. e eu, toda ingênua, cai na besteira de responder os “Hellos” delas… Pra que…. foi só dizer Hello e uma cambada de crianças correu atrás de mim pedindo dinheiro. Fiquei bem assustada cm a cena, que pelo jeito é comum em terras egípcias. As crianças são educadas desde cedo a pedir dinheiro a turistas. Alguma semelhança com nosso país?

Depois de camelarmos um monte, finalmente chegamos ao “Pyramids Sound and Lights” e entramos na sessão já iniciada em língua inglesa.

As cadeiras ficam ao ar livre, com a narração da história das pirâmides.. com o desenrolar da narrativa, as pirâmides são iluminadas com luzes coloridas.

Nenhuma foto prestou.. 😦

O espetáculo em si, não achei grande coisa. Contudo, a sensação de você estar ali, com uma leve brisa no rosto e vendo as pirâmides à sua frente, compensa o valor do ingresso. Mal podíamos esperar para vê-las durante o dia….

Saímos do show e fomos jantar num Pizza Hut quase na frente do lugar do espetáculo. Com a barriga cheia, pegamos um táxi muuuuuuito velho para voltar ao hotel. Preço: 20 libras egípcias = 5 reais Caraca, se soubéssemos o preço do táxi, não teríamos camelado tanto na ida.

Depois desta aventura inicial, fomos dormir para aproveitar bem o dia de conhecer uma das 7 maravilhas do mundo antigo.

O dia de conhecer as pirâmides:

Uma dica que o guest relations tinha nos dado era sobre o horário para visitar o Parque das Pirâmides. Deveríamos chegar lá no máximo às 10 horas da manhã por causa do sol e do calor, que após este período torna-se extremamente perigoso. É claro que seguimos o conselho. Outras dicas imprescidíveis pra o Egito são: abusar do protetor solar, usar chapéu a toda hora e sempre ter água, muita água.

Mesmo com aquele baita calor, fomos à pé até as pirâmides, mas dessa vez o caminho era mais curto, ufa!

Chegamos lá e entramos n fila para comprar os ingressos. Compramos a entrada para o parque e também  para visitar o interior de uma das pirâmides. As visitas ao interior são limitadas. Quando chegamos, só havia disponibilidade para a menor.

Na compra dos ingressos, primeiro golpe. Um malandrinho, carinhosamente apelidado de Mister M, fez sumir algumas notas do troco do Luciano.Argh número 1!

Ingressos em mãos, lá fomos nós.

 

Ao entrar no parque, já nos deparamos com a imponente Quéops, a maior das pirâmides.. Por mais que já tivesse visto esse monumento diversas vezes na televisão e em fotos, nunca imaginei que a real fosse daquele tamanho: enorme!

E eu, que levo o apelido carinhoso do meu maridinho de “louca da foto”, não conseguia parar de fotografar.

Se existia um golpe que queríamos evitar, era o golpe do camelo, sobre o qual tínhamos lido várias e várias dicas. Havíamos lido vários blogs e sites que tratavam desse assunto e ao chegar nas pirâmides estávamos certos de que não cairíamos neste golpe….

O que é o golpe do camelo? Bem, por mais que tivéssemos certeza de que não seríamos pegos, infelizmente fomos. Portanto, conto para vocês, da pior forma possível o que é esse golpe… Conto como vítima 😦

Estávamos nos fotografando as pirâmides quanto um nativo, vestido como árabe, se aproxima e pede para ver nosso ingresso. Eu, toda ingênua, peguei o tíquete e mostrei. Ele disse ok, e logo colocou seu turbante na minha cabeça e se ofereceu para tirar uma foto. Não tive tempo de dizer não… quando vimos ele estava tirando foto minha, do Loedi, fazendo truques de fotografia com as pirâmides. Não parava de tirar fotos e começou a andar com a câmera em direção aos camelos.


Dissemos, não, não e não … mas o cara insistia muito e resolvemos ir direto ao ponto. Perguntamos: quanto vai custar pra tirar foto com o camelo? E aí veio a resposta de malandragem: “Don’t worry! You happy, I’ m happy” Foi com esse inglês tupiniquim que começamos a pensar que estávamos caindo no golpe…Não saímos correndo porque o cara continuava com nossa câmera em mãos.. e pior, agora ele estava com um comparsa….E lá estávamos nós com o camelo do lado.
Tentei usar outro argumento – disse que tinha medo do camelo e que não ia subir. Também não funcionou e quando percebi.. lá estava eu em cima do camelo!! Argh número 2! Cara, foi tudo tão rápido, tão sorrateiro, que até hoje não consigo entender como caímos no golpe tão falado e comentado, mesmo sabendo de toda a dinâmica.
 

Depois dele tirar uma foto minha e do Loedi em cima do camelo, veio a efetivação do golpe… Me deixaram em cima do camelo e um dos caras foi conversando comigo e me arrastando para o lado.

O cara me arrastando pro outro lado.. argh!

Enquanto isso, o outro camarada começou a assediar o Loedi e pedir dinheiro. Extorsão pura! Ao ver que o Loedi tinha dólares na carteira, teve a capacidade de pedir pelas fotos 400 libras egípcias – cerca de 110 reais. O Loedi disse que não ia pagar tudo isso, mas a caca maior foi o golpista ter visto os dólares na carteira.
Imagine a situação do Loedi num lugar estranho, com os caras sinistros e me vendo ser levada por outro cara em cima do camelo. Eles pensam no cenário perfeito para explorar os turistas, e com casal é mais propício ainda. 

Enfim, depois de muita encheção de saco com o Loedi, eles levaram 100 libras egípcias e 40 dólares, ou seja cerca de 100 reais na mamata. Argh número 3!  Com certeza essas foram as fotos mais caras de nossas vidas!!!!!!

O Loedi voltou me buscar no camelo puto da cara, e não é que o cara que estava me segurando resolveu pedir dinheiro também? Furioso, o Loedi deu um chega pra lá nele e saímos andando muito irritados com a situação.

Nesse momento, você pode estar pensando? Mas por que você não pulou do camelo? Por que isso? Por que aquilo? Digo pra vocês que eu também não consigo entender como deixamos isso acontecer mesmo sendo previsível… E pior! A Tati e o Luciano também passaram pela mesma situação… Por favor, não seja o próximo! A sensação é muito ruim!

Passado este fato, não podíamos deixar que a picaretagem dos egípcios atrapalhasse nosso passeio Afinal de contas, estávamos num dos destinos mais visitados e intrigantes do mundo. Respiramos fundo e seguimos nosso passeio para ver de pertinho Mykerinos, Quéfren e a Esfinge, as demais pirâmides.

 

Estava muito calor e mesmo estando coberta nas principais partes do corpo, era normal os homens mexerem comigo e com a Tati. O Loedi e o Luciano ouviram várias vezes a frase “Lucky guy!” Para quem é ciumento, não é um bom lugar rsrs.

Como tínhamos comprado ingresso para entrar na pirâmide, lá fomos nós  Eu estava meio indecisa se entraria ou não, pois ao observar a situação das pessoas que saíam de dentro da pirâmide me dava agonia Os turistas saíam pingando literalmente. Eu ficava imaginando o calor que devia estar lá dentro.

Como não era possível entrar com mochila, nós decidimos revezar com a Tati e o Lu e entramos primeiro.

Para entrar na pirâmide, você tem que se abaixar e ficar de 4 para engatinhar Há uma fila que entra e outra que sai. Pensando em minha proteção, o Loedi foi na frente, porém a estratégia não funcionou.. Logo na entrada, estava eu descendo com o maior cuidado, quando um infeliz de um egípcio apertou meus peitos Argh número 4! Isso mesmo, o mané se aproveitou da minha posição frágil para tirar uma casquinha… Com muito ódio, gritei para o Loedi e resolvi dar meia-volta. Não queria arriscar mais esse tipo de abuso por ali…..

Voltei, avisei a Tati para se proteger, e fiquei lá fora esperando eles voltarem.

Mesmo com tantos desapontamentos, o passeio pelas pirâmides estava sendo muito legal. Poderia ter sido bem melhor caso nada dessas coisas tivesse acontecido…mas, fazer o quê?

Após muitas e muitas fotos das 3 pirâmides, seguimos rumo à Esfinge, que fica quase na saída do parque. Com aquele calor infernal, caminhar não era nada agradável… a opção era ir de camelo.. hahaha. Mas quem disse que queríamos chegar perto de um bicho destes depois de tudo que passamos? Nem a pau!

 

Se nós estávamos derretendo, imagine as tias de burca!

Abastecidos com muita água, chegamos à Esfinge.Uma coisa muito interessante é que tomamos neste passeio uns 2 litros de água cada um pois estava muito quente, porém, ninguém teve vontade de fazer xixi. Lá no Egito é assim.. por mais que você tome água, o corpo não elimina…

À caminho da Esfinge..

Caramba, ver a Esfinge também é algo singular. É uma figura tão presente em livros de história, em cenas da televisão, que quando você vê ali, bem de pertinho, milhares de coisas passam por sua cabeça.

Ao contrário das pirâmides, na Esfinge você nota que houve algumas restaurações… a base dela é muito perfeitinha para um monumento construído em 2723 AC (acredita?)

Outra questão que vem a mente é: onde está o nariz da Esfinge? É, essa é uma pergunta sem resposta… Existem apenas suposições.

A Esfinge é a última atração do parque das pirâmides. Logo à sua frente, encontram-se várias barraquinhas vendendo miniaturas e lembrancinhas pelo preço que você quiser pagar. Barganha total! E quando a quantidade é grande, os caras se matam pra poder vender para você.

Fizemos umas comprinhas e voltamos para o hotel tomar um banho e comer algo. Afinal, depois de mais ou menos 3 horas debaixo daquele sol escaldante refletido pela areia, estávamos grudentos…

Pegamos um taxista super gente boa (até então..) que nos cobrou 10 libras egípcias – cerca de R$2,50 para nos levar até o hotel – metade do que o taxista anterior havia cobrado. Achamos o cara sincero, e marcamos os passeios da tarde com ele.

O que mais fizemos no Egito? Confira na parte 2 do post que será publicada em breve 😉

Anúncios

16 Comentários

Arquivado em África, Egito

16 Respostas para “Egito – parte 1

  1. Carol

    Thais, qual hotel vcs ficaram? A localização é boa, digo, perto de tudo?

    • Ficamos no Mercure Le Sphinx que fica perto das pirâmides e só… No Cairo não vale a pena ficar perto de tudo (entenda, centro) pois é um caos só. Como o táxi é barato, compensa ficar hospedado na região de Giza, onde ficam os melhores hotéis com toda a infraestrutura necessária do que se arriscar no centro..

  2. Thaís, pelo que percebi do post do planejamento, vocês foram entre agosto e setembro, foi isso mesmo? Dezembro seria um mês mais ou menos quente?

    Considerando sua resposta à pergunta anterior, posso concluir que você não gostou da localização de seu hotel? Conhece algum outro que possa recomendar?

    • Olá! Estivemos lá em agosto e acredito que todos os meses sejam bem quentes….Em relação à localização, ficamos no lugar mais recomendado para turistas, que é a região de Giza que eu acredito ser melhor do que ficar no centro caótico do Cairo. Os melhores hotéis ficam perto das pirâmides, em Giza. Ficaria de novo no que me hospedei, s[o teria cuidado redobrado com meus pertences (e isso vale para qualquer hotel por lá!).
      Procuramos sim o gerente do hotel para reclamar, porém tivemos 3 fatos contra nós. O primeiro é que o hotel não se responsabiliza por nada deixado fora do cofre e outro que isso ocorreu num dia antes de partirmos. O gerente nos sugeriu ir até a delegacia de turismo, mas nos adiantou que demoraria e que teríamos que fazer nosso relato em árabe. Ou seja, não pudemos fazer nada.

    • Marcela

      (Comentário beeem atrasado pro PêEsse, mas pode servir pra outras pessoas)
      Dezembro é menos quente. De novembro a março as temperaturas são bem mais agradáveis, variando em torno de 25 graus durante o dia e 10 graus a noite.

  3. Meilna

    Olá Thaís, gostaria de saber de vc acha que ainda há alguma espécie de conflito por lá no Cairo. Estava querendo ir passar o reveillon por lá.
    Quanto vale o nosso dinheiro por lá?
    Obrigada
    Melina

    • Olá Melina! Pelas notícias que venho acompanhando, acredito que as coisas tenham se estabilizado no Cairo após a queda do presidente.Nosso dinheiro vale muito comparado à libra egípcia: 1 real vale cerca 3,60 libras egípcias. Ou seja, todo preço que você vir por lá, será dividido por 3 para ter o valor em real. Tudo é absolutamente barato por lá, principalmente táxi.Obrigada pelo comentário!

  4. Shizue Fukuda

    Parece que os egipcios conseguem passar a perna em brasileiro masi do que sobreavisado aiai ja to ate com medo de como sera minha aventura por la

    Adorei sua maneira de contar e viver os imprevistos previstos

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s