Canadá: Montreal – parte 2

Como nosso segundo dia em Montreal seria o dia em que iríamos assistir ao espetáculo do Cirque du Soleil em sua sede, logo pela manhã fomos checar o caminho e passear pela região. Nosso hotel era bem próximo e fomos caminhando. Ao vermos a estrutura montada já ficamos super empolgados.

Seguimos passeando pela região do porto velho de Montreal que tem belos jardins e boas pistas para caminhadas.

Por ali também se encontra a Catedral de Notre Dame de Montreal e vários outros lindos prédios históricos.

Passamos também pelo marco zero da cidade e de lá seguimos para o centro onde iríamos encontrar um amigo do Loedi que estava morando na cidade.

Era quase hora do almoço e começou a chover. Se já estava frio com o tempo seco, a temperatura ficou pior ainda com a chuva. Encontramos o Breda e logo seguimos para um barzinho tanto para almoçarmos quanto para nos protegermos do clima. Entramos num pub e lá colocamos a conversa em dia e soubemos um pouco mais sobre a cidade.

Criamos coragem e resolvemos encarar a chuva para conhecermos outro ponto turístico de Montreal, o Oratório de São José que além de ser uma bonita construção proporciona uma bela vista da cidade.

E para subir a escadaria, você escolhe se sobe da maneira tradicional ou de joelhos….É claro que não quisemos pagar promessa naquela chuvinha chata, rsrrs.

Ficamos por lá conhecendo o local e logo partimos pois estávamos longe do hotel e queríamos tomar um banho quentinho antes de seguirmos para o Cirque du Soleil. Nos despedimos do Breda, passamos no hotel, nos arrumamos e logo fomos para a margem do rio conhecermos o Centro de Ciência de Montreal.

O local funciona como um centro de entretenimento com IMAX, exposições, simuladores, video games de última geração e muitas outras atividades. Nós entramos apenas para conhecer, mas achamos o local superinteressante e interativo.

O tempo lá fora continuava feio e como já era quase hora do espetáculo, lá fomos nós!

A entrada já era permitida e nós não perdemos tempo para podermos conhecer a lojinha. Aproveitamos também para tirarmos algumas fotos enquanto era permitido. O espetáculo em cartaz era Ovo, da coreógrafa brasileira Deborah Colker.

Lá dentro não era permitido tirar fotos, infelizmente. Mas mesmo que fosse possível, tenho certeza de que nenhuma foto consegue descrever o que é assistir ao Cirque du Soleil. Um espetáculo com poucas palavras, mas que emociona do início ao fim devido a perfeição de cada detalhe. Chorei de tanta emoção e saí de lá tendo certeza de que valeu cada centavo. Ma-ra-vi-lho-so!!!! A viagem já estava perfeita e após essa noite ficou melhor ainda.

Quando o espetáculo acabou, o frio estava mais intenso que nunca. Deslumbrados, corremos de volta para o hotel para estarmos preparados para as aventuras do dia seguinte…

Próxima parada em Montreal: parque La Ronde, assunto do próximo post 🙂

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Arquivado em América do Norte, Canadá, Montreal

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