Gotemburgo, Suécia : parte 2

Para minha salvação, minha mala chegou no hotel domingo à noite e assim pude dormir tranquila. Acordei por volta das 08 da manhã na segunda e me assustei ao ver que estava noite ainda lá fora. A sensação é muito estranha! Tomei café da manhã e segui para a reunião. Por lá fiquei até 19 e 30 e nesse dia nem saí do hotel.

Os efeitos do jetlag me pegaram, principalmente a falta de sono e de apetite. Horrível você ver um monte de comida na sua frente e simplesmente não ter vontade. Comi para me manter saudável, mas não porque quisesse. Vivo em dieta e querendo emagrecer, mas confesso que não gostei de me sentir assim.

Na terça-feira, a reunião acabou por volta de 16 horas e eu não pensei duas vezes em vestir todas as minhas roupas e encarar o frio na rua. Lá fui eu rumo à Avenyn novamente.

O fim da avenida (ou seria o começo?)  é no Museu de Artes de Gotemburgo, onde parei para tirar algumas fotos. A tática foi encontrar lugares planos para que eu colocasse a máquina no modo automático, hehe.

Continuei andando sem rumo, procurando lugares bonitos para fotografar. Encontrei uma igreja bem bacaninha e não pude deixar de tirar a foto dela com a linda árvore com folhas amarelas.

Nesse momento, já havia me aquecido com a caminhada e já não estava com tanto frio. Voltei para a Avenyn e por lá mais algumas contruções e paisagens me chamaram a atenção.

A luz do dia já estava quase no fim, e tirar boas fotos já não era algo garantido. Mesmo assim, consegui mais algumas que prestaram, rs.

O povo sueco é muito simpático e acolhedor. Já conhecia um pouco da cultura por receber bastante deles lá na empresa, mas me surpreendi positivamente com tudo que tenho visto por aqui.  Observando o povo e o jeito de viver das pessoas, continuei minha maratona sem nenhuma pressa.

Por voltas das 17 horas já estava quase noite e mesmo que quisesse não conseguiria bater mais fotos porque acabou a bateria da minha câmera. Fui bater perna no shopping, jantei e voltei para o hotel.

Na quarta fui jantar com o pessoal da empresa num restaurante italiano aqui pertinho do hotel, mas ainda estava sem apetite. Quinta-feira à noite, foi a primeira vez que finalmente senti fome por aqui. Porém, esse também foi o dia mais frio da semana, inclusive vi cair neve à tarde. Mesmo assim tive a coragem de encarar os 2 graus negativos que fazia lá fora para jantar. Viajo bastante a trabalho mas ainda acho muito muito triste jantar sozinha. Aqui na Suécia foi pior ainda, pois a maioria dos restaurantes é bem ajeitadinho, bem decorado e quase todos contam com luz de vela. A solidão pesou para comer uma pizza….

Outra descoberta que fiz nessa viagem é que não é por causa do preço somente que como fast food nas minhas viagens a passeio. Notei é que realmente não gosto de experimentar coisas novas que não tenho certeza se vou gostar. Nessa viagem tenho um bom valor para refeições, mas mesmo assim não quis encarar nada de pratos novos. Fazer o que se sou assim?

Voltei para o hotel, liguei o aquecedor no último, tomei banho e deitei embaixo das cobertas. Mesmo já sendo quinta-feira, ainda não consegui dormir direito….

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4 Comentários

Arquivado em Europa, Suécia

4 Respostas para “Gotemburgo, Suécia : parte 2

  1. Oi, Thaís! Que bom que sua mala chegou no hotel! Chato isso de atraso de bagagem, né?
    Essa coisa da falta de luz é estranha mesmo… Lembro de quando passei 15 dias no Canadá no inverno: o sol nascia depois das 8h e as 16h já estava escuro! Dá uma sensação esquisita, sentimos mais sono!
    Quantas horas à frente do Brasil você está? Dizem que o nosso corpo demora no mínimo 4 dias para se livrar do jat lag.. Você não se animou a entrar no museu ou ele já estava fechado? O ruim de viagem a trabalho é que você passa o dia inteiro trabalhando e no final do dia nem dá para aproveitar tanto assim, né?
    Eu amo viajar sozinha, comer sozinha, escolher pratos diferentes sozinha… Mas isso é uma questão da gente se trabalhar, né não? Antes eu detestava almoçar sozinha até mesmo na hora de almoço na faculdade ou no trabalho, depois descobri que sou uma ótima companhia para mim mesma! Heheheh…
    Beijinhos,
    Lidia.

    • Olá, Lidia! Já respondo direto da minha casinha, felizmente. O jetlag me pegou de jeito e acho que foi por causa de ficar o dia inteiro trancada numa sala, sem se acostumar com a claridade do dia. Tudo foi muito corrido, nem deu tempo de entrar no museu. Quis aproveitar o restinho de luz do dia para tirar algumas fotos. O pior já passou, e hoje vejo que essa foi uma experiência fantástica em minha vida. Adorei a Suécia! Beijinhos 🙂

  2. Ronald Wanzeller Batista

    Uma cidade fantástica.Tive a felicidade de conhecer

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