Gotemburgo, Suécia: parte final

No último dia de reuniões, o nosso almoço foi no famoso restaurante Heaven 23, que fica no vigésimo terceiro andar do hotel Gothia Towers, que era o mesmo onde estava hospedada. O local é famoso por ter a melhor vista da cidade de Gotemburgo e eu aproveitei o dia de céu limpo para tirar algumas fotos.

O restaurante é super aconchegante, com um atendimento impecável e tudo muito bem ajeitadinho. Não posso opinar sobre o cardápio pois me dei mal,  o prato servido foi pato e não gostei muito da carne… Pelo menos a aparência era bem bonita!

Na sexta-feira, as reuniões de trabalho acabaram cedo e lá fui eu bater perna mais uma vez pela cidade. O frio continuava intenso e pra amenizar, apertei a passada da caminhada rumo ao centro. No caminho, já pude perceber a diferença da paisagem. As folhas amarelas já haviam caído e as árvores sem folhas estavam mais comuns.

Minha primeira parada foi no Tradgardforeningen (ufa!) que é um parque bem no meio da cidade. Havia visto belas fotos na internet do lugar e resolvi ir checar. Pena que ao chegar lá percebi que o outono não é a melhor época para visitar, pois a paisagem de flores e canteiros bem coloridos não existe, é óbvio. Mesmo assim, achei o lugar super agradável e com bons ângulos pra fotos.

A principal atração do parque é a Palm House, que é uma estufa de vidro que abriga várias espécies de palmeiras e é aberta à visitação do público. Porém, a construção estava em obras…

Achei um outro portão de saída do parque e fui sair bem próximo da Estação Central de Gotemburgo. O dia já estava indo embora e a qualidade das fotos já não era tão boa.

De lá, segui para o outro lado da Avenyn, onde queria ver o Hotel Barco Viking, e a Ópera de Gotemburgo. Aproveitei para tirar as últimas fotos enquanto havia um pouco de luz.

Já estava anoitecendo e com isso o frio piorando. Na volta para o hotel, passei num supermercado, comprei alguns chocolates e fui jantar no Burger King. Mal podia esperar para dormir, acordar e chegar o dia de vir embora.

No sábado, fui até o Museu Volvo e fiquei por lá até a hora do almoço.

Estava fazendo 3 graus negativos e isso somado à minha vontade de ir embora não me fez ter muita vontade de passear mais. Por outro lado, queria me cansar bastante para conseguir dormir no voo. Dei mais uma caminhada  nas proximidades do hotel, almocei e logo quis partir em direção ao aeroporto para iniciar minha jornada de volta.

Fiquei esperando a hora do meu voo no aeroporto e pensando sobre a minha experiência na Suécia…. Além de ter sido algo fantástico profissionalmente,  e dolorido pelo lado pessoal, foi a oportunidade que tive de conhecer o país de primeiro mundo mesmo. Já estive em vários países assim classificados, mas a Suécia foi o que mais me impressionou.

Um dos dados que contribuem para isso é a baixa desigualdade social existente por lá. Para vocês terem ideia, a diferença entre o salário minimo  do país e a renda de um presidente de empresa não chega a 1o vezes. Além disso, a educação das pessoas, a qualidade da internet, o transporte público, as pessoas bilíngues e muitos outros itens me  chamaram a atenção por lá, mesmo já tendo muitas outras boas referências em meu repertório de viagens. Se não fosse o frio de lascar e a pouca quantidade de luz, diria que seria um país no qual gostaria de morar…

Após  muitos pensamentos, vejo o sol se por e a hora de embarcar rumo à Munique se aproximava. Após duas horas de voo, desembarquei por lá e para minha surpresa, neve!

Nunca havia estado no aeroporto de Munique, mas sabia que era grande. Corri para checar meu portão de embarque na televisão e lá estava portão H14.  Foi só seguir as placas e logo encontrei. Achei interessante essa placa, que mostra o tempo que se leva entre os portões.

Esperei bem pouco e a hora de embarque se aproximava. Como a neve estava caindo lá fora, o avião teve que ser limpo antes de partir, o que acabou gerando um atraso de 1 hora.

Dormi muito pouco e a viagem foi super cansativa. Cheguei em São Paulo às 7 horas e 9 e 30 parti finalmente para Curitiba. Ver meu maridinho me esperando no aeroporto foi a cena mais feliz da viagem 🙂

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Arquivado em Europa, Suécia

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