Pequim parte 6: a Cidade Proibida

Começamos nosso segundo dia na China tentando pegar um táxi para irmos para a Cidade Proibida, mas mais uma vez não fomos bem sucedidos pois nenhum deles parava pra gente. Como estávamos hospedados bem próximos de lá, resolvemos ir andando.

Para nossa frustração, estávamos próximos da saída da atração e ela é tão grande que não teríamos perna suficiente para caminharmos até a entrada. Nessa parte da Cidade Proibida não encontramos uma santa alma que falasse inglês. Só tinham por ali vários “motoristas” de riquixá nos dizendo que era longe e que precisávamos deles para ir até lá. O que nos deu uma noção do que deveríamos fazer era um mapa que tinha por ali sinalizando que haviam 2 ônibus que faziam o trajeto.

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Muito perdidos, andamos mais um pouco até achar um ponto de ônibus e decidimos que iríamos pegar qualquer um que fosse para aquele lado, uma vez que a passagem só custava algo como R$0,30. Para nossa sorte, o busão que pegamos foi pro lado que queríamos e finalmente estávamos próximos da entrada da Cidade Proibida.

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Começamos o passeio pela Tiannamen Square, ou Praça da Paz Celestial, que é o coração simbólico do país para os chineses e que fica bem em frente à Cidade Proibida. Desde nossa chegada na China, acho que foi ali que caiu minha ficha de estar no país mais populoso do mundo. Eu acho que nunca vi tanta gente por metro quadrado! O local estava lotado de grupos de turistas chineses e bem pouco ocidentais.

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E foi ali que se concretizou uma das histórias que o povo conta sobre a China: fomos abordados para tirar fotos com os chineses. A abordagem é super natural, eles fazem mímica, e se você não está preparado num primeiro momento entende que eles estão querendo que você tire foto deles. Mas logo você percebe que não é isso que eles querem.

Confesso que a cena é super engraçada e não tem como não pensar no que eles vão dizer quando mostrarem aquela foto para os conhecidos, hahaha. Mas nós nos divertimos muito com a situação e atendemos a todos os pedidos 🙂

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Nós estávamos tão interessados em irmos para a Cidade Proibida que nem desbravamos a praça, que é uma das maiores do mundo.

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Passamos pelo túnel e chegamos do outro lado. Agora sim estávamos cara a cara com um dos principais cartões postais da China. Eu não resisti e comprei uma bandeirinha, de tão feliz que estava por estar nesse país.

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A fachada principal estava em reforma, mas logo já estávamos no primeiro pátio onde tudo estava sem andaimes e tapumes.

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No meio da multidão, estávamos perdidinhos e não foi fácil acharmos onde comprar o ingresso de entrada. Um fato que não sabíamos é que a Cidade Proibida deixou de ser chamada assim e que nome utilizado é Palace Museum. Quando vimos a placa para o “museu” pensamos que não era pra lá que queríamos ir e esse foi um dos motivos de termos perdido tanto tempo até achar a bilheteria. Quando achamos, descobrimos que às segundas-feiras o local fecha ao meio-dia, ou seja, tínhamos pouquíssimo tempo para conhecer a atração. Com o ticket em mãos, lá fomos nós!

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O título de Cidade Proibida surgiu pelo fato de somente o imperador, sua família e empregados terem a permissão para entrar no palácio. A título de curiosidade, é o maior palácio do mundo e diz a lenda que tem 9.999 cômodos. Aliás, o número 9 tem significado positivo para a cultura chinesa e se você prestar a atenção nos detalhes, verá que tudo tem algo a ver com 9 no palácio.

Como não tínhamos muito tempo, anotamos os principais locais que queríamos ver e iniciamos a maratona no meio da enorme multidão.

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Gostaria de contar sobre todas as partes da visita, mas eu realmente não me lembro de todos os detalhes. Os prédios, altares, tronos e galerias eram muito bonitos, mas no final da visita já pareciam todos iguais.

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O que é impressionante por lá é você pensar em tudo que já passou por ali e como a história da China teve alguns de seus episódios decididos nesse local. Os detalhes são muitos e para os amantes de história acredito que um dia seja pouco para conhecê-lo a fundo.

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Mesmo no nosso caso que não tínhamos esse objetivo, levamos quase 3 horas por lá. Após ouvirmos os anúncios de que o local fecharia em instantes, procuramos a saída e lá fomos nós enfrentar a galera para sairmos.

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A saída era para o local onde tínhamos estado pela manhã, bem em frente ao parque Jingshan, de onde se tem a melhor vista da Cidade Proibida.

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E já que estávamos ali, já aproveitamos para comprar o ingresso e entrar.

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Alguns degraus depois, lá estávamos nós no alto da Colina do Carvão, no parque Jingshan. A vista realmente vale a subida, apesar de a poluição atrapalhar muito a nitidez.

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O calor era intenso e lá em cima estava um vento bem gostoso. Sentamos por lá e demos um tempo para descansar nossas pernas.

Com energias recarregadas, descemos e fomos procurar a melhor maneira de se chegar ao Templo do Céu, outra atração imperdível de Pequim que será assunto do próximo post 🙂

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Arquivado em Ásia, China, Pequim

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