Bate-volta de Hong Kong à Macau

Quando estudava história na escola (há muito tempo atrás), e ouvia falar das colônias portuguesas pelo mundo jamais imaginava que um dia poderia estar naquela que se chamava Macau, e que eu nem tinha ideia de onde ficava. Estando ali do ladinho, em Hong Kong, eu não poderia deixar a oportunidade passar.

É muito fácil e rápido ir de HK para Macau, mas não é barato! Os horários e preços do ferry podem ser conferidos aqui.

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E se o ferry não é barato, imagine ir de helicóptero e em 15 minutos estar em Macau? Nem cheguei a ver quanto custava pois já sabia que não seria pro nosso bico, haha.

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O terminal de ferry para Macau conta com várias opções de restaurantes e também tem bastante lojinhas. Por ali, você já começa a entrar no clima de Portugal, com placas em nossa língua e até mesmo iguarias tipicamente portuguesas sendo vendidas.

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Imaginem como ficaram nossos olhos quando vimos essas lindas empadas de frango, estando há dias comendo só fast food. Não pensamos duas vezes e compramos com água na boca. Porém, a decepção foi enorme! A empada era horrível, com massa sem gosto e recheio mole de frango adocicado.

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Não compramos ali o pastel de belém, mas provamos no Burger King e esse sim lembra o doce português. Não satisfeitos com a empada, fomos almoçar no KFC antes de seguirmos para a área de embarque.

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Para ir para Macau, você precisa passar pela imigração e preencher o formulário. Aguardamos um pouco e logo embarcamos.

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A viagem dura cerca de 1 hora e como dormimos o trajeto todo, nem vimos passar. Quando mal percebemos já estávamos frente a frente com as plaquinhas escritas em português.

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Não se empolgue achando que encontrará várias pessoas falando nossa língua em Macau. Menos de 5% da população fala português e as placas só são mantidas por causa de um acordo feito com Portugal. Mas isso não faz a menor diferença, pois o legal é ver as plaquinhas em chinês e português juntos, mesmo que nenhum local entenda nada da língua de Camões.

Pegamos um ônibus para irmos até o centro histórico, e para nosso azar fomos pro lado errado. Acho que a confiança foi tanta por causa do português, que entramos no primeiro ônibus que vimos sem perguntar nada pra ninguém e é claro que deu errado. A nossa sorte é que tínhamos pego um mapa lá no terminal do ferry e assim pudemos nos localizar. Tivemos certeza de estar no lugar certo quando vimos as primeiras plaquinhas que indicavam no bom português o caminho das principais atrações da cidade.

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Era um sábado e a cidade estava lotadíssima. Além disso, o calor estava infernal. Mas já que estávamos lá, tínhamos que aproveitar. Começamos pelo Largo do Senado, onde fica a Santa Casa de Misericórdia e outros prédios em estilo português. Ao chegar ali, se não fossem os enfeites de decoração chineses, daria para acreditar que estávamos em Portugal.

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Bem próximo dali, ficam as ruínas de São Paulo – um dos cartões-postais de Macau.

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Por ali, fomos abordados por um simpático chinesinho que estava aprendendo inglês e que pediu para entrevistar o Loedi para fazer um trabalho pra escola.

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Mas o forte de Macau não é essa parte da cidade, mas sim seus cassinos e hotéis que a fazem levar a fama de ser a Las Vegas asiática. Nem eu nem o Loedi gostamos de cassino, portanto não tínhamos a intenção de jogar. O que queríamos era ver os hotéis iluminados e foi pra lá que caminhamos.

Como ainda estava dia, aproveitamos para tirar fotos e dar umas voltas pelos hotéis. Até show de águas tem no hotel Wynn!

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Enquanto não escurecia, demos uma andada pelas ruas da região observando a cultura chinesa e seus altares para Buda na porta dos estabelecimentos, as vitrines com bichos vivos e até barbatana de tubarão à venda.

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Pouco depois, a noite caiu e pudemos ver alguns hotéis iluminados. Já estávamos de saco cheio de ficar por ali, pois não tínhamos achado tanta graça. Sendo assim, só batemos algumas fotos e vazamos.

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Pegamos o ônibus em direção ao terminal e assim voltamos para HK. Para quem não gosta de cassinos, meio dia é suficiente em Macau. Já pra quem gosta, acho que vale a pena até dormir por lá 🙂

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Arquivado em Ásia, China, Hong Kong, Macau

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