Bangkok: segundo dia

Tomamos café da manhã no hotel e seguimos para a primeira atração do dia e uma das mais famosas de Bangkok: o Grand Palace. No caminho, mais uma delícia da Tailândia: suco de romã.

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Passamos também por mais trezentas lojas de budas, monges e outras estátuas religiosas.

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Fomos abordados por várias pessoas nos dizendo que do jeito que estávamos vestidos não poderíamos entrar no palácio e mais umas conversinhas fiadas cheirando golpe. Estávamos informados e sabíamos que na entrada do templo eles disponibilizavam gratuitamente trajes adequados e assim nem demos ouvido para os que tentaram nos enganar. Estando na Tailândia não acredite em ninguém nas ruas, é melhor se prevenir. Se vierem com papo mole, vá até onde quer ir e veja se é verdade. Antes de chegarmos ao nosso destino, passamos por outras bonitas construções.

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Por ali aproveitei para tirar foto com os lindos táxis e ônibus pink de Bangkok.

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Na calçada do Grand Palace existem alto falantes avisando os turistas que o local está aberto, pois muitos tentam enganar os turistas com a mesma conversinha que vieram pro nosso lado na Golden Mountain. Nós vimos vários grupo sendo abordados e alguns quase caindo, mas eu não resisti e fiz sinal dizendo que era mentira…. Nossa! Os tiozinhos começaram a me xingar muito quando perceberam que eu estava arruinando os negócios deles e logo o Loedi disse pra eu ficar quieta, rsrsr. Avisei um grupo de turistas só, que em seguida veio me dizer muito obrigada por tê-los tirado de uma fria.

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Tinha tentado ir vestida de maneira comportada, mas mesmo assim tive que pegar os trajes. Achava que estar de joelhos e ombros cobertos era suficiente, mas não foi. O duro foi vestir aqueles modelitos com o calorão que fazia, mas não teve jeito: nós dois tivemos que encarar.

Lembre-se: os trajes são emprestados gratuitamente. Você deixa um caução e quando devolve as roupas eles te dão o dinheiro de volta. Não caia na conversa fiada dos golpistas lá fora.

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O palácio é enorme e estava cheio de gente. Sendo assim não tínhamos a pretensão de conhecê-lo por inteiro, até porque com o tempo vai ficando tudo muito igual. Tudo muito lindo e dourado, mas juro que estava sem paciência pra ficar curtindo os mínimos detalhes e estava quase passando mal de tanto calor com aquela roupa. Por alguns instantes tentei tirá-la, mas rapidamente era abordada por algum local me obrigando a colocar de volta. Ainda bem que algumas fotos em consegui tirar sem estar me sentindo a rainha da cafonice, rsrsrsr

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A nossa próxima parada seria o Temple of Dawn, que ficava do outro lado do rio. E agora? Como chegar até lá? Estávamos muito receosos de pedir informação pras pesssoas na rua com medo de golpe e decidimos descobrir por conta própria como chegar até lá apenas seguindo o mapa. Mas qual barco deveríamos pegar para atravessar o rio? Não havia nenhuma placa informando e vários turistas perdidos.  Víamos onde queríamos chegar mas não sabíamos como :S

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Eis que andando de um lado pro outro, encontramos um barco público que atravessava o rio. Pensamos, se é público não tem golpe e como era baratinho resolvemos embarcar.

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Respiramos aliviados quando o barco parou do outro lado do rio. Mas e agora? Por onde seguir? Andamos, andamos e nada do templo que procurávamos. Além disso estávamos numa área nada turística, o que nos deixava mais apreensivos.

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Só dissemos ufa quando avistamos a primeira placa nos dizendo que estávamos no caminho certo.

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O Temple of Dawn chama a atenção por ser bem diferente de todos os outros templos que havíamos visitado em Bangkok. Por aqui, menos dourado e mais detalhes.

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E após subir a enorme escadaria, um presente: a linda vista lá de cima!

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Outro fato que me fez gostar muito desse templo é que foi o único que não estava lotado, assim pudemos tirar quantas fotos quiséssemos sem ninguém esbarrando.

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Para voltarmos ao outro lado do rio, descobrimos um píer bem na frente do templo e a volta foi bem mais fácil. Aproveitamos para tirar mais umas fotos da construção durante a travessia.

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O clima dos piers é caótico! Barraquinhas de comida, vendedores ambulantes, gente empilhada por todo o lado, mas acaba sendo divertido. É claro que também tem a foto do rei 🙂

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Logo na saída do píer, achamos a entrada do próximo e último templo que iríamos visitar: o templo do Buda Reclinado.

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Para visitar a grande atração do templo, é necessário tirar o calçado mas eles fornecem uma sacolinha pra você embalá-lo.

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O Buda é enorme mesmo e impressiona. O duro é conseguir tirar fotos no meio da multidão.

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Pra quem é supersticioso e quer atrair boa sorte, na saída da visita existem os potes para a colocação de moedas. Vimos várias pessoas colocando moedinhas em todos eles.

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Já que estávamos ali, fomos tirar algumas fotos no exterior do templo, mas a verdade é que já estávamos achando tudo muito igual, rsrs.

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Já passava das duas horas da tarde e consideramos nossa missão em Bangkok cumprida. Voltamos para a Khao San Road para almoçar e no caminho conseguimos fotografar os típicos monges que vemos aos montes pelas ruas de Bangkok.

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Almoçamos e voltamos para o hotel para buscarmos nossas malas e também para tomarmos um banho para seguirmos ao aeroporto. E assim levamos o último golpe em Bangkok: argh!!!! Sempre pedimos nos hotéis em que ficamos para tomarmos um banho quando temos voos muito tarde. Lá no Baan Noopawong, a moça da recepção nos disse que seria possível também. Suados que estávamos, ficamos felizes da vida ao poder tomar um banho fresco e assim seguirmos cheirosinhos para o aeroporto. O que não esperávamos era que após isso a moça viesse e nos dissesse que devíamos 500 bahts pelo banho!!!!! Argh! Que ódio! Custava ter avisado antes? Teríamos pago sem problemas, pois nosso conforto valeria os 50 reais. O problema foi a sensação de otários, pois ela poderia ter cobrado o que quisesse, uma vez que não nos disse antes quanto custaria. É claro que nós falhamos de não termos perguntado, mas como em todos os lugares anteriores que nos hospedamos o banho foi grátis, nem nos atentamos pra isso. E o pior nem era isso! Ficamos apavorados em levar outro golpe uma vez que foi a mesma mocinha que agendou o táxi para nos levar até a estação do metrô de onde pegaríamos o metrô para seguirmos ao aeroporto.

O taxista chegou e eles começaram a conversar em tailandês. É claro que não entendíamos nada, mas por causa de nosso receio, invocamos que eles estavam combinando de nos levar ao aeroporto. Ao entrarmos no táxi, ficamos aliviados de ter taxímetro, mas fizemos questão de repetir Pattaya Station várias vezes ao motorista. A tensão só aumentava quando no caminho notávamos várias placas em direção ao aeroporto. Eu, inquieta, perguntava se já estava chegando, e o motorista dizia que sim. O intenso trânsito de Bangkok nos deixava com mais medo ainda, pois parece que nunca chegava a tal estação. Só respiramos aliviados quando chegamos e felizmente o motorista nos cobrou o valor do taxímetro mais a taxa de agendamento que é cobrada por lá. Ufa! Ao descermos do táxi ficamos 20 quilos mais leves e tendo certeza de que não levaríamos mais nenhum golpe em Bangkok. Seguimos de metrô para o aeroporto de onde pegaríamos nosso voo rumo à Phuket.

Bangkok vale muito a pena visitar, desde que você esteja atento o tempo todo para os pequenos golpes e mentiras que tentam te aplicar. Li vários relatos antes de ir de pessoas que passaram pelas mesmas situações, o que me faz crer que é algo meio comum por lá. O segredo é estar preparado e curtir muito a cidade, sem deixar esses picaretas atrapalharem suas férias.

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4 Comentários

Arquivado em Ásia, Bangkok, Tailândia

4 Respostas para “Bangkok: segundo dia

  1. Flavia

    As vezes a gente deixa de ir a lugares legais por causa dessas coisas,, é ruim vc ter que ficar o tempo todo ligado, acaba não curtindo o passeio.
    Me senti assim em Salvador, eu não volto não.
    Adorei os templos, lindos demais!

  2. Que chato esse “golpe”! Também tivemos problemas em uma ilha perto de Phi Phi… eu tinha ouvido que era 100Bahts pra entrar na ilha e quando chegamos veio um fiscal e cobrou 200! Fiquei super chateada…. não pelo valor, que é super baixo…mas pela sensação mesmo! Por sorte encontramos os 200bahts na rua depois….acho que “Deixaram” pra nós! rs

    Sobre o banho, fica a dica de procurar hostels… nosso último dia no Sudeste Asiatico foi em Bkk… fechamos o hotel e deixamos as malas na agência de turismo na Khao San Road ( pq o hotel queria cobrar) , dai quando chegamos as 15h00 fomos rodando pra ver como faríamos e alguns hostels disseram que se tivessemos toalha e sabonete não cobravam nada pelo banho e alguns cobraram de 30-50Bahts. No final escolhemos uma casa de massagem no fundo da agência e por fazermos massagem com óleo ganhamos o vale ducha! rs

    Abraços

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