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Canadá: Montreal – parte 3

Completando minha vontade de encarar brinquedos radicais, programamos para nosso terceiro dia em Montreal a visita ao parque da rede Six Flags, La Ronde. Só não contávamos que bem esse dia seria o dia mais frio de toda nossa vida, hehe. Mas, como quem está na chuva é pra se molhar, não pensamos duas vezes e fomos encarar a aventura.

Começamos com a montanha-russa em que você vai em pé, fomos pela primeira vez numa montanha-russa vertical e em outra de ré.

Nessas alturas do campeonato, a adrenalina das atrações era o mais gostoso. O duro estava sendo encarar as filas naquele frio de lascar. Eu amo parques e queria aproveitar de tudo um pouco, mas confesso que estava com uma vontade louca de voltar pra debaixo das cobertas. Mas, pensando bem, tínhamos que fazer valer o dinheiro da entrada e assim continuamos em busca de aventura no parque. Fomos em mais algumas montanhas e resolvemos encarar a maior de todas: a Goliath, que era a maior e mais alta montanha-russa do Canadá antes do Wonderland construir a Behemoth.

Enfrentar os 53 metros de altura naquele frio foi demais! Fui gritar na descida e minha garganta quase congelou com o ar gelado, rsrsrsr. Olha a situação que fiquei após a ida na Goliath…

Após essa, já não tínhamos mais condições de enfrentar a baixa temperatura. Almoçamos num Mc Donald’s ali dentro e seguimos para algum lugar quentinho. Estávamos até meio zonzos depois de tantos brinquedos. Pegamos um ônibus e seguimos para um shopping, onde nos divertimos no resto da tarde.

Estávamos meio traumatizados com o frio, e após passearmos no shopping, passamos num mercado ali mesmo e levamos comida para o hotel. Fizemos nosso lanchinho por lá mesmo…

Chegava a hora de nos despedirmos de Montreal e arrumar nossas coisas para partirmos rumo à mais uma cidade do lado francês do Canadá: Quebec.

Montreal nos surpreendeu positivamente em todos os sentidos e o Canadá continuava a surpreender…. A experiência de estarmos num lugar em que tudo é escrito e falado em francês e ao mesmo tempo todas as pessoas conseguem virar a “chavinha” para o inglês é surpreendente… Os traços europeus misturados à modernidade das Américas também é muito interessante. A mistura das etnias, sotaques e culturas é a principal marca desta linda cidade canadense que com certeza deixou saudades.

Mas, felizmente, mais boas surpresas aconteceram nessa viagem que ainda estava na metade. Continue acompanhando como continuou  aqui no Próximos Destinos!

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Arquivado em América do Norte, Canadá, Montreal

Canadá: Montreal – parte 2

Como nosso segundo dia em Montreal seria o dia em que iríamos assistir ao espetáculo do Cirque du Soleil em sua sede, logo pela manhã fomos checar o caminho e passear pela região. Nosso hotel era bem próximo e fomos caminhando. Ao vermos a estrutura montada já ficamos super empolgados.

Seguimos passeando pela região do porto velho de Montreal que tem belos jardins e boas pistas para caminhadas.

Por ali também se encontra a Catedral de Notre Dame de Montreal e vários outros lindos prédios históricos.

Passamos também pelo marco zero da cidade e de lá seguimos para o centro onde iríamos encontrar um amigo do Loedi que estava morando na cidade.

Era quase hora do almoço e começou a chover. Se já estava frio com o tempo seco, a temperatura ficou pior ainda com a chuva. Encontramos o Breda e logo seguimos para um barzinho tanto para almoçarmos quanto para nos protegermos do clima. Entramos num pub e lá colocamos a conversa em dia e soubemos um pouco mais sobre a cidade.

Criamos coragem e resolvemos encarar a chuva para conhecermos outro ponto turístico de Montreal, o Oratório de São José que além de ser uma bonita construção proporciona uma bela vista da cidade.

E para subir a escadaria, você escolhe se sobe da maneira tradicional ou de joelhos….É claro que não quisemos pagar promessa naquela chuvinha chata, rsrrs.

Ficamos por lá conhecendo o local e logo partimos pois estávamos longe do hotel e queríamos tomar um banho quentinho antes de seguirmos para o Cirque du Soleil. Nos despedimos do Breda, passamos no hotel, nos arrumamos e logo fomos para a margem do rio conhecermos o Centro de Ciência de Montreal.

O local funciona como um centro de entretenimento com IMAX, exposições, simuladores, video games de última geração e muitas outras atividades. Nós entramos apenas para conhecer, mas achamos o local superinteressante e interativo.

O tempo lá fora continuava feio e como já era quase hora do espetáculo, lá fomos nós!

A entrada já era permitida e nós não perdemos tempo para podermos conhecer a lojinha. Aproveitamos também para tirarmos algumas fotos enquanto era permitido. O espetáculo em cartaz era Ovo, da coreógrafa brasileira Deborah Colker.

Lá dentro não era permitido tirar fotos, infelizmente. Mas mesmo que fosse possível, tenho certeza de que nenhuma foto consegue descrever o que é assistir ao Cirque du Soleil. Um espetáculo com poucas palavras, mas que emociona do início ao fim devido a perfeição de cada detalhe. Chorei de tanta emoção e saí de lá tendo certeza de que valeu cada centavo. Ma-ra-vi-lho-so!!!! A viagem já estava perfeita e após essa noite ficou melhor ainda.

Quando o espetáculo acabou, o frio estava mais intenso que nunca. Deslumbrados, corremos de volta para o hotel para estarmos preparados para as aventuras do dia seguinte…

Próxima parada em Montreal: parque La Ronde, assunto do próximo post 🙂

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Arquivado em América do Norte, Canadá, Montreal

Canadá – Montreal : parte 1

O voo de Toronto para Montreal foi super tranquilo. Desembarcamos, pegamos nossa bagagem e fomos achar o ônibus que deveríamos pegar para seguirmos para o hotel. Logo no embarque, fomos pegos desprevenidos, sem moedas que era a única forma de pagamento do passe.

Ficamos lá na fila sem saber o que fazer (essa ainda era nossa segunda viagem internacional e não tínhamos tanta experiência) quando mais uma simpática canadense nos doou moedas para complementar o valor da passagem para que pudéssemos embarcar naquele ônibus.

Tínhamos que fazer uma conexão para seguirmos ao centro de Montreal e com isso veio a segunda caca em menos de 2 horas na cidade. Entramos no outro ônibus e demorava, demorava, demorava….. ficamos preocupados pois de acordo com nossa pesquisa o trajeto não era tão longo.

Resolvemos perguntar para uma passageira e tivemos a constatação de que tínhamos pego o ônibus para o lado errado 😦 De todos os perrengues que acontecem em viagens, o que mais me irrita é pegar transporte para o lado errado…..

Bem, fazer o quê? A única solução era descer e pegar do lado certo. Descemos num bairro totalmente residencial, sem nenhum comércio por perto.  A sorte é que tínhamos o tíquete para não precisar pagar de novo.

O ônibus demorou para passar e o frio estava intenso, mas finalmente chegou. Seguimos no ônibus até chegarmos ao metrô, onde faríamos mais uma conexão.  O metrô de Montreal é muito bom e por lá foi fácil se localizar.

Nestes primeiros trajetos na cidade de Montreal já eram nítidas as diferenças entre a parte inglesa e a francesa do Canadá. Em Montreal, é raro você ouvir o inglês nas ruas, entretanto basta você falar em inglês que as pessoas “viram a chavinha”. A maioria da população é bilingue, foram poucos os momentos em que não fomos entendidos.

Achamos, logo na chegada, Montreal completamente diferente de Toronto e isso já estava nos fascinando.

Chegamos no hotel, ajeitamos nossas coisas e já fomos bater perna para conhecermos mais da cidade. Já era quase noite a ao chegarmos ao centro não víamos nada aberto e achamos muito estranho. Além disso, vimos alguns tipos estranhos na rua e resolvemos não arriscar. Entramos numa estação do metrô e perguntamos onde poderíamos encontrar algum Mc Donald`s (sempre é o mais fácil!).

Achamos um perto de uma universidade, comemos e voltamos para o hotel. Com nosso próximo dia planejado, fomos dormir.

Primeiro dia:

No hotel que ficamos, o café da manhã não era incluso. Sendo assim, ao sairmos pela manhã e pegarmos o metrô, paramos num Dunkin Donuts para comermos algo.

De lá, seguimos para a primeira parada do dia: Estádio Olímpico de Montreal, uma das mais famosas atrações da cidade. Nossa visita foi apenas para fotos. Não pagamos para subir no funicular que tem lá.

Bem atrás do estádio, fica o Jardim Botânico da cidade e que também é pago. Apenas paramos ali na frente para sentarmos e deixar o tempo passar antes de seguirmos para outra atração.

Quando pegamos o ônibus para voltar, já era hora do almoço e comemos pizza. Nosso programa para a tarde era visitar o Mont Royal, o monte que deu origem ao nome da cidade.

Não sabíamos o que estava acontecendo, mas o ônibus que ia para lá demorou demais….. Ficamos muito tempo esperando, quando finalmente apareceu o bendito…

Descemos onde achamos que devíamos descer, mas fomos surpreendidos pela escadaria que tínhamos pela frente. Ok, ok, no pain, no gain…

Subimos tudo com a certeza de que a vista lá de cima seria recompensadora. E com certeza foi! Lá de cima dá para ver a cidade todinha… um lugar cheio de natureza e paz. Ficamos um bom tempo por ali contemplando tudo.


O parque Mont Royal é enorme e para conhecermos um pouco mais, resolvemos seguir a trilha e descer. Fomos até um dos lagos e lá pudemos observar o quanto os moradores da cidade apreciam um lindo dia de sol. No meio da semana a galera estava lá, estirada na grama aproveitando a vida.

E é óbvio que nós entramos no clima….

Ao passear pelo parque, é difícil não notar a bela vegetação canadense, que ganha um toque especial com as árvores de folhas vermelhas, as Maples.

E também não passa batido a limpeza do local, a conservação, a simpatia do povo canadense…

Ao sairmos do parque, seguimos para o centro para procurarmos um mercadinho e nessa caminhada pudemos observar o contraste dos prédios modernos e antigos, bem como as lindas flores da primavera de Montreal.

Voltamos para o hotel encantados com a cidade e tudo que vimos neste primeiro dia. Pudemos perceber muitos detalhes da França em Montreal e isso a deixa mais charmosa ainda.

Fomos descansar pois mal podíamos esperar pelo próximo dia: o dia em que veríamos o espetáculo Ovo do Cirque du Soleil na sede da companhia. Uau! Nunca pensei que pudesse ter essa oportunidade 🙂

Saiba como foi no próximo post sobre Montreal 😉

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Arquivado em América do Norte, Canadá, Montreal