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Aquatica: nossa primeira vez em um parque aquático de Orlando

Em nosso planejamento final, acabamos não incluindo nenhum parque aquático por já termos gasto muito dinheiro com parques nessa viagem. Porém, como o calor estava delicioso e já tínhamos cumprido nossos programas prioritários, acabamos decidindo de última hora ir até o Aquatica, que pertence ao grupo Seaworld. Lembro de ter ficado horas pesquisando sobre todos os parques aquáticos da cidade antes de decidir por esse e o principal motivo foi o menor preço, hehe. Pagamos mais caro por não termos comprado com antecedência e também por não termos feito o combo Seaworld+Aquatica, mas mesmo assim resolvemos encarar.

Compramos o ingresso na portaria e ao passarmos pela entrada barraram nossos sanduíches (para nossa tristeza 😦 ), porém nos deixaram entrar com biscoitos menores e alguns suquinhos para a Camila. Ficamos bem bravos, porém regras são regras e jogamos fora nossos pães com mortadela que nos fariam economizar bons dólares.

Logo na entrada passamos pelo tanque onde ficam os golfinhos de Commerson (que Camila logo de cara confundiu com baleias por causa da cor deles), um dos principais destaques do parque junto com o toboágua transparente que permite ver os bichinhos durante a queda. Nos impressionamos com a beleza e cuidado do parque e instintivamente começamos a comparar com o Beach Park que havíamos visitado há pouco tempo. A boa notícia é que desde então começamos a notar que o parque brasileiro não perde em nada 🙂

Resolvemos começar pela área infantil e deixar a Camila bem instalada tendo como escolha o Kata’s Kookaburra Cove. Foi fácil encontrarmos cadeiras e nos sentimos seguros em deixar nossas coisas enquanto acompanhávamos a baixinha na piscina. Nesse primeiro momento demos conta de que havíamos esquecido nossa capa de proteção para o celular e que seria bem arriscado tentarmos registrar momentos do dia sem esse acessório. A decisão que tivemos que tomar foi gastar 29 dólares comprando a capinha ou ficar sem fotos do parque, e é claro que ficamos com a primeira opção.

O legal desse parque para a Camila é que tem toboáguas um pouco mais “radicais” para a idade dela e também um em que podíamos ir na bóia juntos e foi bem divertido. Um item que nos chamou a atenção no Aquatica é que em praticamente todos os brinquedos há muitos coletes salva-vidas disponíveis para todos os tamanhos.

Nós adultos estávamos mais na vibe de ficarmos de boa, apenas curtindo o calor e o fim das férias, mas mesmo assim encaramos algumas atrações. Eu fazia questão de ir no toboágua com a parte transparente que dá pra ver os golfinhos (Dolphin Plunge) e encarei a fila. Achei legal, consegui ver rapidamente os bichinhos (apesar da velocidade da descida), mas não acho que seja atração imperdível. Gostei bem mais do Taumata Racer, que é um brinquedo onde as pessoas “apostam” corrida num toboágua com tapetes. Esse sim achei que valeu o tempo de fila. O Loedi foi apenas no Ihu’s Breakaway Falls. que é igual ao do Beach Park onde você entra numa cápsula e quando menos espera despenca (literalmente) pelo escorregador.Em família fomos no clássico rio de correnteza com bóia e também em um rio de correnteza que você vai de colete salva-vidas e que achei o máximo. Nós 3 demos muitas gargalhadas e super recomendo essa atração também.

Outro lugar que a Camila curtiu bastante foi a piscina com ondas, onde nos revezamos na espera enquanto íamos nos brinquedos de adultos. Até tentamos ficar um pouco na clássica atração de parque aquáticos que é o “baldão”, mas a baixinha odeia os esguichos de água e de jeito nenhum conseguimos convencê-la de ficar por ali, apesar de acharmos a área linda e colorida, rsrsr.

Para terminar o dia, ficamos um pouco observando os golfinhos no aquário enquanto a Camila se deliciava com um pacote de pipocas sem a menor pressa.

O dia foi bem relax e valeu a pena termos ido, mas confesso que não achei um parque imperdível. Pode ser que ainda estivéssemos muito com a cabeça no Beach Park e a nossa percepção é de que a atração brasileira é mais interessante. Como comparações nunca são legais quando falamos de viagem, concluo esse post dizendo que se tiver dias sobrando em Orlando e conciliar com o ingresso do Sea World ou Busch Gardens,  o Aquatica vale a pena. Se nunca foi num parque aquático grande, também pode ser uma boa opção. E se estiver a fim de ir sem muita expectativa assim como nós fomos, encaixe no roteiro e divirta-se 🙂

 

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Arquivado em América do Norte, Estados Unidos, Orlando

Universal Studios com criança de 2/3 anos: outro parque muito legal para essa idade

O Universal Studios era o último parque que havíamos programado em nossa viagem e o principal motivo seria ir na Rip Ride Hollywwod Rock It, uma montanha-russa que estava parada para manutenção em nossa última visita. Chegamos cedo, compramos o ingresso na bilheteria e estávamos ansiosos para mais um dia de aventura.

Para já ficarmos livres de nossa missão, corremos para a fila da atração que queríamos e nos revezamos na montanha-russa. Enquanto isso, íamos analisando o mapa do parque e traçando qual seria nossa estratégia de visita.

Após as crianças maiores terem se divertido, fomos em busca da aparição de personagens que é bem frequente no parque. Camila ama a Dora Aventureira, o Botas e o Diego, mais até que os “amiguinhos” da Disney e por isso estávamos bem curiosos para mais esses encontros. O que nos deixou mais feliz, é que ali na Universal eles aparecem muitas vezes ao longo do dia e sem muita fila para tirar fotos. Esse momento foi maravilhoso e nós curtimos um montão. A melhor parte foi a Camila abraçar o Botas e dizer: “eu tenho você na minha casa”, referindo-se ao bichinho de pelúcia, rsrsrs.

Continuando na vibe de personagens, entramos na rápida fila para fotos com o Shrek e o Burro, que nos fez dar muitas risadas com o improviso do português. A baixinha dava gargalhadas ao interagir com eles e também foi bem bacana.

E já que estávamos por ali, aproveitamos para ir no cinema 4D do Shrek lembrando que tínhamos achado o máximo essa atração em nossa visita anterior à esse parque. A fila demorou um pouquinho, mas valeu a pena. Estávamos mais uma vez receosos de como seria a reação da Camila e dessa vez ela não ficou boazinha o tempo todo, rsrsr. Estava tudo indo bem até aparecer uma mega aranha em 3D, kkkkk. Tive que pegá-la no colo e acalmá-la, porém apesar disso o saldo foi positivo e ela curtiu.

Como a experiência terminou bem, atravessamos a rua e entramos em outro “cineminha”,  dessa vez o dos Minions. Como a Camila não tinha altura para o simulador, entramos da fila para a atração sem movimentos, apenas com os óculos e foi bem rapidinho. Claro que com a simulação deve ser bem mais legal, porém nos divertimos muito e a baixinha não parava de dar risada. Foi sensacional!

Nossa próxima parada foi numa área dedicada aos pequeninos, onde há alguns playgrounds e também a montanha-russa do Pica-Pau, da qual fiz muita propaganda antes de embacarmos para Orlando. Chegamos e logo foi nossa vez, não havia nenhuma fila, uhuuu!

Esse é o pedaço do parque destinado aos pequeninos´e há vários playgrounds por ali: para quem quer se molhar, para quem quer ar condicionado ou para quem quer ficar ao ar livre. Área perfeita para sentar, descansar e deixar as crianças se divertindo muito. E foi bem isso que fi, pois nem lembrei de tirar muitas fotos por ali, hehe.

Ficamos por ali o tempo que restava para o próximo show do Barney e quando faltavam 5 minutinhos nos dirigimos pra lá. Há toda uma encenação fora do teatro antes do início da apresentação e mesmo sem entender nada, Camila deu muita risada com tudo que aconteceu. Ao abrir as portas, percebemos como o parque estava vazio, pois o show tinha pouco público e nós achamos o máximo. Apesar de ficar escuro em alguns momentos, a baixinha não sentiu medo e se divertiu muito com as lindas musiquinhas que ele cantou. Eu achei maravilhoso o show para essa idade e amei a atração. Pudemos tirar várias fotos com o Barney tanto no teatro como depois no lindo parquinho que fica na saída. Super recomendo esse show da Universal!

E já que estávamos ali mesmo, resolvemos conhecer o simulador no Harry Potter e a área que não havíamos visto em nossa visita anterior. Loedi foi primeiro e enquanto isso eu fui em mais um brinquedo com a Camila. Depois chegou minha vez de curtir a deliciosa atração. Usamos a fila de Single Rider e foi bem rápido.

E como tínhamos tempo de sobra, eu fui no simulador dos Simpsons, que havia amado da outra vez, enquanto o Loedi ficou tirando fotos com o Patrick e com o Bob Esponja, rsrs.

Estava se aproximando o horário da parada do parque e logo corremos para garantir um lugar na sombra e sentados. Conseguimos nos acomodar e logo começou o fraquinho desfile. Bem sem graça e rápido, essa foi nossa definição. Uma vez mais, a Camila – que estava sem expectativa- curtiu um monte.

Após a parada, ainda fomos no brinquedo do ET e no show dos cachorrinhos, duas atrações que ficam bem próximas. Com todas as missões concluídas, fomos caminhando em direção ao estacionamento algumas horas antes do fechamento do parque. Saímos com a sensação de sobra de tempo e nos lembramos que em nossa ida anterior conseguimos conciliar os dois parques num dia só. Não quisemos fazer isso dessa vez e achamos bom também pois pudemos fazer tudo com bastante calma, sem correria.

Escolhemos ir à esse parque por nossa causa, mas foi uma excelente escolha para a diversão da Camila também. Amamos o Universal Studios com criança de 2/3 anos porque:

  • é muito fácil encontrar e tirar fotos com personagens
  • o parque não é tão grande e as atrações para pequeninos estão concentradas
  • o show do Barney é muito fofo
  • a turma da Dora é o desenho favorito da Camila
  • tem simuladores muito legais para os adultos

 

Fechamos assim os parques que havíamos planejado para essa viagem, mas do nada resolvemos incluir mais um que será o tema do próximo post: o parque Acquatica!

 

 

 

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Arquivado em América do Norte, Estados Unidos, Orlando

Magic Kingdom com criança de 2/3 anos: a primeira “idade perfeita” para conhecer o parque

Sem dúvida nenhuma, o parque que mais nos gerava expectativa nessa viagem com a Camila era o Magic Kingdom, que para muitos aqui no Brasil é sinônimo de Disney. Com certeza é o lugar que mais faz parte do imaginário de quem vai para Orlando e conosco não era diferente. Para dar um gostinho especial de espera, o deixamos em terceiro lugar em nossa ordem de visitação principalmente para coincidir com um dia de semana, onde teoricamente haveria menos gente que num final de semana.

Acordamos bem cedo para chegarmos logo na abertura do parque, porém calculamos mal esse período e não conseguimos cumprir essa tarefa. Tirando o fato de termos perdido o showzinho de abertura, essa falha no planejamento não comprometeu em nada nosso dia. Passamos pelo lindo e mágico portal da felicidade e estávamos prontos para um intenso e divertido dia em família.

Havíamos comprado o ingresso online para podermos agendar os Fast Pass com um mês de antecedência, evitamos fila na entrada porém pegamos bastante fila para embarcar no monorail. Finalmente entramos e começamos nossa aventura pelo Reino Mágico.

Como planejamos nosso dia?

Se você buscar no Google, encontrará muitas dicas e sugestões de roteiro para o Magic Kingdom, com ideias para 1, 2 e até 3 dias de visitas. Porém, eu não usei nenhum plano infalível para aproveitar o parque pois na minha cabeça já tinha certinho os brinquedos que considerava imperdíveis para a idade da Camila. Apesar dessa ser nossa terceira vez lá, lembrei agora que nem nas visitas anteriores eu fiz um planejamento muito detalhado , porque para mim só estar ali já vale a pena. Não fico naquela pira de ter que ir em tudo pra sentir que a missão foi cumprida. Com isso em mente, a primeira coisa que fizemos foi escolher para quais atrações escolheríamos o Fast Pass e decidimos por:

  • Princesa Elena e Rapunzel (Camila estava e ainda está muito na fase das princesas)
  • Princesa Tiana e Cinderela
  • Montanha-Russa dos 7 anões

Por essas escolhas fica bem claro que nosso foco era na baixinha e em seu momento de vida mágico de acreditar nos personagens. Incluímos a montanha-russa por ser uma das atrações mais recentes e concorridas do parque e que ainda não tínhamos experimentado. E o melhor de tudo é que a Camila já tinha altura para aproveitar conosco.

Os horários agendados ficaram bem espaçados o que era bom pelo lado de podermos ir em outras atrações nos intervalos, porém ruim pois não conseguimos agendar outros FP durante o dia, uma vez que você precisa utilizar os 3 para adquirir outros.

Com o plano dos FP pronto, nosso esquema foi ir seguindo a localização dos brinquedos que queríamos numa sequência que economizasse pernada, rsrs. Baixamos o app My Disney Experience e usamos o mapa no celular, que foi uma verdadeira mão na roda.

Em quais atrações fomos?

1- Mickey Mouse

Começamos encarando a fila para encontrar o Mickey, logo na entrada do parque. O bom dessa fila é que é coberta e protege do sol, porém não foi fácil segurar a baixinha por quase 1 hora perguntando de 5 em 5 minutos: cadê o Mickey? Porém só me lembrei disso agora e para relatar aqui no blog, porque a lembrança que realmente tenho desse momento é da carinha dela ao se encontrar com o ratinho mais famoso do planeta. Foi sensacional! Lindo, maravilhoso, de valer cada centavo 🙂

Camila tremia de felicidade e se a visita ao Magic Kingdom tivesse sido só esse encontro já teria valido a pena. Foi muito bom termos começado por essa atração pois já pudemos sentir o gostinho de quão incrível seria nosso dia.

2- Ariel

O segundo brinquedo que fomos foi o da Ariel, onde acontece um passeio pelo fundo do mar com um lindo e colorido cenário. Nos preparativos da viagem eu contava muito sobre essa atração com a Camila e é claro que ela lembrou. Atração que geralmente tem fila rápida e agrada muito aos pequeninos.

3- Montanha-russa do Pateta (The Barnstormer)

Momento marcante da viagem também, pois foi a primeira vez que nossa filhota encarou uma montanha-russa. Ela adorou os friozinhos na barriga e gritava de tanta alegria. Foi bem divertido e com uma fila bem rápida também.

4- Dumbo

Eis aqui outra atração que falamos e mostramos para ela antes de viajarmos e assim que avistou já disse: oba, encontramos o Dumbo! Esse brinquedo é um dos clássicos do parque e costuma ter filas maiores. A vantagem é que a partir de determinado momento da fila as crianças entram em um parquinho, os pais recebem uma senha eletrônica que avisa quando é a hora de seu filho brincar. Uma super ideia e que funciona muito bem!

Com a Camila brincando no parquinho, o tempo passou super rápido e logo chegou nossa vez. Pelas fotos vocês podem imaginar a alegria em que estava a pequena.

5) Encontro com as Princesas Elena e Cinderella (usando Fastpass)

Pena que só é possível utilizar 3 FP, pois a experiência é top demais. Para essa atração, você já entra cara a cara com as princesas e é óbvio que já diminui um monte a ansiedade dos pequenos. Camila ainda na fila já vibrava de alegria ao ver as lindas e simpáticas princesas. E o melhor de tudo é que são 2 personagens de uma vez só, ou seja, fila única.

Antes de ir essa vez ao Magic Kingdom, nunca tinha ouvido falar da princesa Elena de Avalor e ao reservar esse FP minha primeira ação foi começar a “apresentá-la” para a Camila mostrando vídeos e desenhos para torná-la familiar (dica muito valiosa que estou repetindo várias vezes por aqui, pois senão seria como encontrar um estranho e perderia toda a magia do momento). Já a Cinderella é uma das princesas que ela mais adora e que não foi necessário nenhuma “propaganda” prévia, rsrsrsr

O encontro foi mágico e mesmo com elas falando em inglês, Camila curtiu muito e fez umas carinhas lindas. Nossa sensação foi de que ela não acreditava que estava ali frente a frente com quem faz parte de seu lindo imaginário. Foi demais!

6) Tapete Mágico do Aladdin (The Magic Carpets of Alladin)

Outro brinquedo estilo Dumbo que fica girando, subindo e descendo. Fila um pouco demorada, mas foi bacana a experiência, principalmente quando o camelo acertou água na gente dando uma refrescada no calor da hora do almoço.

7) A Parada

Para garantirmos um bom lugar, chegamos com meia hora de antecedência para a parada. Realmente conseguimos sentar bem no começo da Main Street, porém foi tenso aguentar o sol e calor por tanto tempo. Pusemos boné na Camila, cuidamos com a hidratação e ainda aproveitamos para tirar umas fotos com o castelo ao fundo.

E o desfile também foi um dos pontos altos do dia, junto com outras paradas menores que havíamos participado antes onde a Camila dançava, cantava, ria e se divertia muito. Foi maravilhoso ver as expressões dela a cada carro ou personagem que passava. Valeu muito ter garantido nosso lugar ao sol, literalmente.

8) Encontro com Rapunzel e Tiana

Após toda a euforia do desfile, chegou a hora de usarmos mais um Fast Pass e encontrarmos mais duas princesas. Mais uma vez a Camila ficou encantada ao vê-las durante a fila e mais ainda quando chegou a sua vez de interagir com as personagens. Dentre todas as quatro que encontramos, Tiana, que é do desenho A Princesa e o Sapo (um dos favoritos da baixinha) foi a mais simpática e nos fez ter certeza de que valeu muito à pena ter reservado esse FP.

9) It´s a Small World

Essa atração clássica do Magic Kingdom não poderia ficar de fora de nosso roteiro pela quantidade de detalhes e o bacana passeio de barquinho. A fila demorou um pouco mas valeu a pena. Camila mal piscava para não perder nenhum detalhe.

10) Philharmagic

Entramos com um pouco de receio nesse “cinema” 3D por causa do escuro, som alto e até mesmo do óculos. Como a fila é sempre rápida pensamos que se a Camila surtasse, não teríamos perdido tanto tempo e resolvemos arriscar. Para nossa surpresa, ela amou demais o filminho e não parava de gargalhar, rsrsr. Além disso, foi lindo vê-la tentar pegar os objetos como se fossem reais. Até hoje ela fala bastante do “cinema do Donald”.

11) Monsters Inc. Laugh Floor

Já que a atração anterior havia agradado, resolvemos ir em outro showzinho para ver como seria. Porém esse não foi tão legal porque dependia muito de entender inglês para ser divertido e até nós boiamos em algumas piadas. O importante foi que mesmo sem entender bulhufas, Camila se matava de rir quando ouvia o público rindo. E é claro que para nós essa foi a parte mais divertida, hehehe.

11) Encontro com Pluto e Pato Donald

Já que estávamos curtindo a vibe de tirar fotos com os personagens, resolvemos encarar a fila e aproveitarmos a dupla de personagens masculinos. Foi chato e difícil controlar a Camila por todo o tempo na fila, mas a foto tirada pelo fotógrafo da Disney comprova que o esforço não foi em vão. Foi muito bacana esse momento também!

12) As Aventuras do Ursinho Pooh (The many adventures of Winnie the Pooh)

Como nosso último Fast Pass estava agendado para 19:40h, tínhamos ainda um tempinho para aproveitar antes e escolhemos ir nesse brinquedo que achei bem fraquinho em nossa última ida, porém achamos que Camila iria curtir. Muita fila para pouca atração, esse foi nosso sentimento. Mesmo contando com alguns brinquedinhos na fila, a espera não valeu.

13) Seven Dwarfs Mine Train

Nosso último FP e brinquedo do dia foi a atração mais concorrida do Magic Kingdom, que é a montanha-russa dos 7 anões. Confesso que eu estava com um certo medinho de como seria para a Camila, mas deu tudo certo. Enquanto eu tentava segurá-la nas descidas, ela erguia o braço e gritava uhuuuu. Não poderíamos ter escolhido melhor forma para terminar a maratona do dia, pois foi sensacional!!!

Após sairmos de lá, nosso desafio era encontrar um lugar para jantar para que pudéssemos estar prontos para assistir ao show de fogos. Optamos pela praça de alimentação da Tomorrowland, que era mais próximo ao castelo e corremos para que desse tempo. Foi tudo cronometrado e às 21 horas estávamos a postos.

No começo Camilinha teve um pouquinho de medo, mas logo se soltou e passou a curtir. Fiquei ali observando os fogos e pensando no quão feliz estávamos. Meus olhos encheram de lágrimas ao pensar que estava proporcionando momentos tão especiais para nossa pequenina, que olhava tentando entender como surgiam os fogos. Ao fim do espetáculo, seguimos para o estacionamento para assim finalizar o dia mais mágico de nossas vidas.

Camila aguentou 15 horas de diversão, sem nenhum cochilo e com um humor invejável. Assim que andamos um pouco com o carrinho para pegar o ferry boat rumo ao estacionamento, ela capotou. Ai que vontade de ter um carrinho pra mim também, rsrsrsr.

Seguimos para nosso apartamento exaustos, porém ainda encantados com tudo que vivenciamos nesse dia. Aproveitamos muito, e é claro que já saímos de lá pensando qual será a próxima idade da Camila em que voltaremos ao Magic Kingdom.

A pergunta que mais ouvi depois que voltamos foi se valia a pena ir à Disney nessa idade e compartilho minha resposta aqui com vocês. Para mim, essa é uma primeira das “idades perfeitas” para conhecer o parque, pois o nível de fantasia da criança nesse período é altíssimo e isso faz toda a diferença. Apesar de essa ser nossa quinta experiência em parques da Disney, nós nunca tínhamos percebido os detalhes com o olhar de uma criança de 2/3 anos e esse fato fez cada momento ser diferente. Além disso, fizemos todo o roteiro baseado em atrações totalmente voltadas para ela, o que tornou o dia ainda mais especial. Portanto, sim!!! A criança aproveitará muito o parque nessa fase e os papais também.

Obs: já se passaram 3 meses de nossa viagem e já estou doidinha para voltar 🙂

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Legoland Florida: um parque perfeito para os pequeninos

Já tínhamos ouvido falar muito dos parques da Lego, porém nunca tínhamos tido vontade de conhecê-los pois não somos aficcionados por esse brinquedo. Como dessa vez estávamos com a Camila maiorzinha e ela ama montar Legos, resolvemos incluir em nosso roteiro esse parque da Flórida que pelo que havíamos pesquisado seria perfeito para a idade dela.

O Legoland Florida fica na cidade de Winter Heaven, cerca de 1 hora de Kissimmee, onde estávamos hospedados. A estrada é bem boa e sinalizada e chegar até lá foi muito fácil. Tentamos comprar o ingresso online para ter desconto, mas não estava habilitada essa opção para dias de semana e assim tivemos que comprar na entrada mesmo. Fomos em uma segunda-feira e logo no estacionamento percebemos que o parque estava bem tranquilo e já ficamos felizes por termos feito dessa forma nosso planejamento.

O portal de entrada do parque é lindo e colorido, e uma parada para foto é obrigatória por ali, ainda mais que há fotógrafos oficiais posicionados no melhor ângulo possível.

Um detalhe que achei bem interessante logo nesses primeiros momentos são os locais cheios de Lego para as crianças brincarem enquanto os pais aguardam na fila. Algo simples que facilita muito a vida dos adultos.

Após a catraca, já é possível começar a se divertir com todo tipo de personagens, animais e o que mais você possa imaginar feito de Lego. Se tivesse só isso o parque já valeria a visita, mesmo para quem não é fanático pela marca. Agora quem ama Lego deve ir ao delírio ao ver tanta variedade e pecinhas montadas das mais diferentes maneiras.

O parque é bem grandinho e pegar um mapa na entrada ajuda muito a decidir por onde começar. Há versões disponíveis em português.

Seguimos pelo caminho central e a primeira atração que vimos foi o carrossel de 2 andares, onde logo entramos na fila para que a baixinha pudesse andar. Os funcionários são muito atenciosos com as crianças e passam checando uma por uma nos cavalinhos, mesmo que estejam acompanhadas dos pais. Isso é super positivo, porém leva um tempão e faz com que a checagem de segurança leve mais tempo do que as voltinhas do carrossel, hehe. Mas isso é encanação de adulto, a Camila amou a experiência e poder escolher em qual animalzinho iria sentar.

Dali seguimos para o mundo em réplica de Lego, onde há várias cidades e pontos turísticos montados com as pecinhas coloridas. Além da beleza, muitas paisagens contam com “efeitos especiais” como sirenes, jatos de água e outras surpresinhas. Impressionante a riqueza de detalhes dessa área do parque.

A partir dali começamos nosso dia de voltarmos a ser pequeninos e encarar os brinquedos com a Camila. Começamos com um mini safári em um jipinho com direito à vários animais de Lego pelo caminho.

A próxima atração foi um barquinho na água, que tem uma fila um pouco demorada mesmo em dias de parque vazio. O que ajuda mais uma vez é a área em que os pequenos podem ficar aguardando até chegar a vez. Camila amou esse brinquedo e valeu a pena ter esperado.

O brinquedo seguinte foi um super legal, que não sei bem como definir, rsrsr. É algo que gira e voa na medida em que os participantes pedalam. Camila e Loedi acharam o máximo, ainda mais que não tinha nenhuma fila para andar.

Nessa altura do dia, chegava a hora do almoço e então fizemos uma pausa para dar a comida para a Camila. Após o susto do preço do almoço no Seaworld, dessa vez resolvemos levar sanduíches para economizarmos e foi uma excelente opção gastar apenas com a bebida.

Nesse tempinho, eu e o Loedi aproveitamos para ir numa montanha-russa bem light que há no parque enquanto a pequena se divertia num dos muitos parquinhos de Lego que estão espalhados no parque.

Dali seguimos para a atração mais divertida do parque em minha opinião: uma escolinha de bombeiros onde há competição entre famílias para ver quem apaga o incêndio antes. A missão é dirigir o carrinho, apagar o fogo de mentirinha e voltar. Nesse todos de divertem, porém são os adultos que mais aproveitam, hehe.

Após muitas risadas, chegava a hora do show dos piratas e nos dirigimos para o auditório à beira do lago. Apesar de estar fazendo muito calor, por ali ventava muito gelado. Sorte que tínhamos um casaquinho na mochila! O show acontece no palco e na água, mas achei bem fraquinho. A Camila se divertiu mesmo não entendendo nada, contudo não acho que seja algo imperdível.

Após o término do show fomos em mais alguns brinquedos infantis que encontramos no caminho e como o parque estava bem tranquilo era chegar e entrar. Dá-lhe ficar girando em diferentes atrações….

Para terminar nosso passeio no parque, fomos para a área que a Camila mais amou – o Duplo Valley. Esse pedaço é perfeito para crianças na idade dela (2 anos e 10 meses na época) e também menorzinhas. Para os dias mais quentes, há várias opções para se molharem fazendo bagunça na água. Tem mini-fazenda, trenzinho, miniaturas de animais, Legos grandes com botões para apertar e ouvir os sons dos animais expostos em um cenário lindíssimo e colorido. Nessa área também há um completo Baby Care Center , um parquinho coberto e com ar condicionado para refresco de todos e sossego absoluto dos pais. Camila foi umas mil vezes em cada escorregador e foi difícil convencê-la a sair dali.

Após ficarmos bastante tempo no Duplo Valley, chegava a hora de pegarmos a estrada e voltarmos para Kissimmee. Fomos para o estacionamento comentando sobre a beleza do parque e as vantagens de termos escolhido um dia super calmo para visitarmos.

Muita gente me perguntou: vale a pena incluir a Legoland no roteiro? Minha resposta é que se estiverem viajando com crianças até uns 7 anos de idade eu acredito que valha muito a pena pois o parque é totalmente planejado para esse público. Citei aqui apenas as atrações que fomos de acordo com o que a altura da Camila permitia, mas há uns brinquedos um pouco mais legais para que tem mais alguns centímetros. O que não tem são atrações radicais e essa expectativa precisa estar bem alinhada. Outra pergunta que recebi foi se eu iria sem criança e minha resposta seria não, a menos que fosse uma Legolover. Apesar do complexo ser lindíssimo, novinho, colorido, contar com banheiros maravilhosos e limpos, contar com jardins extremamente bem cuidados e ter todo o charme de ter várias coisas feitas com Lego, eu não acho que pagaria quase 100 dólares somente por isso.

Agora se o seu planejamento de viagem inclui os pequeninos, pense bem em incluir o Legoland Florida em seu roteiro pois será uma experiência muito legal para toda a família.

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Arquivado em América do Norte, Estados Unidos, Orlando

Sea World com criança de 2/3 anos

Ao chegar em Orlando, a maior vontade que tenho é de correr para um parque, de tanto que amo esse tipo de atração. Felizmente programamos para o sábado nossa ida ao Sea World e apesar de estar com um pouco de receio da lotação, resolvi encarar mesmo assim. Compramos nosso ingresso online já com estacionamento incluso e então foi só encontrar uma vaga, parar o carro e entrar. Chegamos bem no horário de abertura do parque e demos de cara com a fofa Shamu recepcionando os visitantes do dia.

Nas 3 vezes que fomos ao Seaworld, preferimos fazer tudo de um lado e depois ir para o outro para economizar pernada, e dessa vez não foi diferente. Essa é a primeira decisão que você deve tomar em seu planejamento para esse parque, de acordo com as prioridades que estabeleceu. Como nossa prioridade absoluta era ir na Mako, programamos fazer essa atração primeiro e depois seguir o roteiro.

E eis aqui um ponto bem importante para pensar antes de ir ao Sea World: quais são suas prioridades. O parque é enorme, tem alguns shows interessantes e também 3 atrações radicais super legais, além da Mako tem a Manta e o Journey of Atlantis, já que a Kraken está sendo reformada. E quando falamos de crianças, tem a área da Shamu destinada especialmente a elas. Uma coisa era certa, não conseguiríamos fazer tudo e assim tivemos que escolher.

Nossas prioridades foram os shows, reservar um bom tempo para o Harbor da Shamu e claro, dar mais uma voltinha na Manta para matar a saudade, hehe. O ponto de atenção para as atrações radicais é o tempo que se leva nos revezamentos para quem está com filho pequeno. Por mais que as filas estivessem no máximo de 10 minutos, até irmos, voltarmos e o outro ir levávamos quase 1 hora. Ou seja, para podermos ir em 2 montanhas russas levamos quase 2 horas. Aí tem mais o horário para parar para comer e quando você vê, já se foram 3 horas de parque. E se o parque estiver lotado, essa atenção ao tempo deve ser mais especial ainda. É claro que com um bom planejamento dá tudo certo e ter o app ou mapa em mãos ajuda muito nessa hora. A principal dica é: cheque os horários dos shows que quer ver, os localize no mapa, marque as atrações que não abre mão e comece a aventura. Se eu puder dar uma única dica é: deixe o show das baleias por último 🙂

Com os planos definidos, corremos para a área da Mako, a mais nova montanha-russa do parque e principal motivo de nossa volta, porém essa parte só começa a funcionar às 10h. Sendo assim, resolvemos começar pela atração dos pinguins na área da Antártida. Sorte que havíamos levado um casaquinho para a Camila, pois lá dentro faz bastante frio. Fomos na opção compatível com a altura da baixinha e tivemos o azar do brinquedo parar de funcionar bem na parte mais escura. Ficamos uns 15 minutos parados e rezando para que ela não surtasse. Felizmente deu tudo certo, mas após o susto a atração perdeu o encanto pra gente. Quando pudemos ver os pinguins bem de pertinho o frio era tanto que eu só queria sair correndo dali.

Após esse brinquedo, já havia dado o horário e corremos pra Mako. Pegamos a atração praticamente sem fila e foi demais! Para quem curte adrenalina, super recomendo. É claro que tivemos que nos revezar, mas para a Camila tudo era festa. Muita gente me pergunta se não perde a graça ir sozinho nas atrações e a resposta que sempre dou é que mesmo antes da Camila nascer nós já éramos super fãs das single riders e por isso não sentimos tanto impacto com essa mudança. Outra pergunta que recebo frequentemente é se não gostamos de usar o Child Swap, que é a possibilidade de os papais aguardarem na fila juntos e alternar o cuidado da criança quando chegar a vez. Nunca nem tentamos usar essa opção devido ao fato de ser uma chatice aguardar na fila.Prefiro mil vezes deixá-la livre e solta correndo no parque do que paradinha aguardando.

Após termos cumprido nossa principal missão do dia, que era andar na Mako, começamos a cumprir o roteiro que havíamos planejado pensando na Camila. Algumas semanas antes de nossa viagem, começamos a mostrar vídeos no Youtube dos shows, para já ir criando a expectativa do que encontraríamos por lá e ela estava super ansiosa para ver as baleias e os golfinhos, porém começamos com outro show que nem estava em nossos planos iniciais.

 O primeiro que fomos foi o do leão-marinho, que era uma atração inédita pra gente e como não coincidia com nenhum outro resolvemos ver. Achei bem legalzinho e a Camila amou, apesar de não entender nada da apresentação ela se divertia muito vendo os bichinhos. Para ela ir entendendo um pouco, nós íamos explicando aquilo que conseguíamos pegar do inglés.

Foi muito lindo ver a carinha de alegria dela e como gravou várias partes da apresentação. Até hoje ela imita o furãozinho que joga lixo no lixo, rsrs. Após o show, fomos passar no túnel e tubarões e visitar o tanque de arraias enquanto não dava o horário do show dos golfinhos.

Aproveitamos esse tempinho para dar o almoço da Camila e também para nós comermos. Havia esquecido o quanto é caro comer nos parques e quase caí pra trás com a conta de 22 dólares por 2 fatias de pizza e um refri.  Mas como dizem, quem converte não se diverte e esse foi o lema para parar de pensar nisso.

Logo nos dirigimos para o local do show dos golfinhos e aguardamos o início. O novo espetáculo dos golfinhos se chama Dolphin Days e como ainda não tínhamos visto esse, estávamos também na expectativa para ver o que tinha mudado. A Camila mal piscava e ao ver os primeiros saltos dos bichinhos foi ao delírio.

Nós achamos o show bem fraquinho comparado ao anterior e por isso que mudei de opinião sobre a ordem dos shows: deixe o das baleias por último para não se frustrar. É claro que como a Camila não tinha expectativa, pra ela foi o máximo e pra fechar a experiência, paramos na saída para tirarmos foto com as araras que também fazem parte do espetáculo.

Para fechar o lado de “cá” do parque fomos na Manta para fechar as atrações radicais e logo começamos a caminhada para o outro lado, onde queríamos ver a baleia beluga, o Happy Harbor da Shamu e finalizar com o show das baleias.

Essa área infantil do Seaworld é muito legal e estava com pouca fila, então pudemos aproveitar bastante enquanto não dava o horário do show. Tem trenzinho, carrossel, um super brinquedão onde os pais podem ir junto, montanha-russa da Shamu e algumas atrações para as crianças que querem se molhar. Foi muito divertido passar algumas horas por ali.

Só foi fácil convencer a Camila a sair dali porque o show das baleias era o que ela mais queria ver no Seaworld. Ao vermos o letreiro na entrada ela já achou o máximo 🙂

Conseguimos um bom lugar no estádio, compramos uma pipoca e ficamos aguardando o início do espetáculo. A carinha que a Camila fez ao ver as baleias me fez chorar, de tão lindo que foi. Esse momento me fez ter mais certeza ainda de que viajar em família é algo muito mágico e que cada centavo vale a pena. Já tínhamos visto duas vezes esse show, mas com certeza essa foi a mais especial.

Fechamos nosso primeiro dia de parque em Orlando com chave de ouro e amamos mais uma vez a experiência. Recomendo muito a ida ao parque com crianças pequenas, aliás acho que esse é um parque para todas as idades pois tem atrações para todos os gostos.

 

 

 

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Primeiro dia em Orlando: Florida Mall e Disney Springs

Chegamos em Orlando na quinta-feira e reservamos a sexta para a “despressurização” pós-viagem. Conhecemos o condomínio, levamos a Camila ao parquinho, fomos ao mercado abastecer nossa geladeira e depois seguimos ao Florida Mall onde queríamos ir à loja da Apple. O foco do dia não era compras, mas sim um passeio mais light. Porém aproveitamos a ida até lá para passearmos no M&Ms World, na Disney Store e também na Crayola, que para mim são atrações mesmo que você não queira comprar nada.

As 3 lojas são uma perdição para crianças e adultos! Tudo muito colorido, músicas altas e milhões de “tranqueiras” para instigar o consumo. A frase que mais usamos foi: é só pra olhar e não pra mexer, rsrsrsr, mas no final das contas foi tudo bem divertido. A Camila é bem tranquila em relação à só mexer, observar e não pedir nada. Na cabecinha dela tudo é da loja e estamos ali só pra olhar as coisas e isso facilita muito esse tipo de passeio. Após esse rolê, almoçamos no shopping mesmo e depois decidimos sentir um “gostinho” de magia no Disney Springs.

O antigo Downtown Disney é um centro de entretenimento com muitas opções de restaurantes, lojas e mais lojas, espetáculos do Cirque du Soleil, cinemas e muitas outras opções. A vibe do lugar é muito boa e com estacionamento grátis fica melhor ainda.

Aproveitamos que a Camila estava dormindo para sentarmos na linda loja da Coca-Cola e curtir o agradável terraço. Ficamos observando a galera provar os variados sabores de Coca, porém preferimos não gastar nossos dólares com a experiência que parece ser o “must” por lá.

Uma outra atração da loja é o encontro com o Urso da Coca-Cola e é claro que fomos conhecer. A Camila ficou com medo e queria sair correndo da salinha, mas nós insistimos e conseguimos tirar pelo menos uma foto.

E depois dali, fomos caminhar e descobrir o que mais chamaria a atenção da baixinha. Como tudo é lindo, colorido e bem organizado, foi difícil decidir quais caminhos seguiríamos. Andamos sem rumo, entrando e saindo das lojas, parando para observar os sons e movimentos, tudo sem pressa e sem roteiro!

Nossa tarde foi super agradável por lá e quando vimos o dia já estava acabando. Aproveitamos para tirar mais algumas fotos e logo seguimos para o estacionamento.

A dica que sempre dou sobre o primeiro dia de viagem com bebês e crianças é: reserve um dia para que eles sintam que estão em outro lugar, que comecem a perceber as diferenças de horários, de nascer e pôr-do-sol. É claro que a adaptação não acontece logo na chegada, porém nossa experiência cada vez mais mostra que esse período inicial é fundamental. Em Orlando a diferença de fuso é pequena, porém em outros destinos sempre buscamos seguir os horários locais já no primeiro dia. Esse relax inicial também faz bem aos pais, que sem estar com um roteiro cheio de coisas para fazer, também podem curtir a tranquilidade inicial das férias.

Mas como já tínhamos curtido essa fase de “adaptação ao destino”, eu mal podia esperar pelo agito e andanças dos parques e estava já contando as horas para visitar o Seaworld no dia seguinte: tema do próximo post 🙂

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Aluguel de apartamentos em viagens: nossa experiência em Orlando

Quem nos acompanha há mais tempo no blog sabe que desde que começamos a viajar para o exterior  já optamos várias vezes por apartamentos ao invés de hotéis. Fazendo uma rápida retrospectiva, já usufruímos desse tipo de hospedagem em Paris, Roma, Barcelona, Buenos Aires, Lisboa, Croácia, Eslovênia, Cartagena e mais alguns destinos nacionais. Em 2014, também nos hospedamos em um sobrado em Orlando, porém a diferença dessa vez foi que usamos o aplicativo da moda para fazer a locação: o Airbnb.

É claro que a cada vez que escolhemos um lugar para ficar dá um friozinho na barriga e uma certa ansiedade de pensar: será que é igual às fotos? Será que terá tudo que precisamos? Será que é seguro? E mais um montão de perguntas que rondam nossa cabeça às vésperas de qualquer viagem. Apesar de a maioria absoluta de nossas experiências terem sido positivas, sempre fico um pouco receosa e só sossego quando chego. Para Orlando o medinho era maior pois o apartamento que alugamos não tinha nenhum comentário no Airbnb, hehe.

Ao chegarmos no condomínio, mesmo sendo noite já notamos que tudo era bem organizado, sinalizado e com boa segurança. Um guardinha nos auxiliou a encontrar o bloco de nosso apartamento e logo estávamos com a chave em mãos. Ao abrir a porta já percebemos que tínhamos acertado em cheio na escolha! Uma sala super ampla, com bastante espaço pra Camila sentar e brincar.

Além disso, dois espaçosos quartos, cada um com seu amplo banheiro com banheira e pias enormes para acomodarmos todas as nossas coisas (como sinto falta de pia espaçosa, rsrsr). Por falar em opções de quartos, para mim uma grande vantagem do Airbnb é ter a opção nos filtros do site de quantos quartos você deseja. E agora que a Camila não precisa mais de berço, tudo ficou mais fácil. Basta ter um colchão que o resto nós damos um jeito.

A cozinha era super equipada, com um fogão de 6 bocas, forno, geladeira e freezer. Além disso, havia máquina de lavar louças, lavadora e secadora de roupas. Logo nas primeiros minutos já estávamos bem satisfeitos com nossa escolha. Para quem quer referência, o condomínio se chama Villa del Sol.

Após nos acomodarmos, logo fomos dormir após o intenso dia que começou às 03 da manhã. No dia seguinte, demos uma rolê no condomínio para ver a parte exterior e também para a Camila já ir se familiarizando com nossa “casa” dos próximos dias.

Outras vantagens do aluguel de apartamento via Airbnb: pagamento em reais e parcelado, opções variadas da horário de checkin e checkout (nesse caso era horário flexível para sair do local, o que achamos ótimo!) e chat direto com o proprietário. Para mim foi uma excelente experiência e daqui pra frente será nossa primeira opção de busca.

Vou finalizar citando, em minha opinião, quais as vantagens e desvantagens de optar por aluguel de apartamento ou casa ao invés de hotel, pois essa tem sido uma pergunta frequente tanto pra mim quanto para o Loedi.

Vantagens:

  • menor custo por pessoa comparado com hoteis
  • possibilidade de economia com refeições por contar com cozinha equipada
  • maior espaço para quem viaja com crianças
  • maior comodidade para quem viaja com crianças
  • viver como local por alguns dias (para quem gosta, é claro)
  • maior privacidade, pois ninguém entra em seu quarto (pra quem tem medo de roubo de malas, principalmente)
  • flexibilidade de check-in e check-out (em alguns casos)

Desvantagens:

  • não tem café da manhã (como sinto falta dessa mordomia, rsrs)
  • não tem limpeza de quartos (é um saco ter que dar uma varrida em plenas férias)
  • dependendo da opção, não há amenidades de banho (tem que levar sabonete)

Para mim e para nosso estilo de viajantes, as desvantagens incomodam sim mas as vantagens acabam compensando muito. É claro que às vezes reclamo de ter que cozinhar, lavar a louça ou de dar uma organizada no quarto para ficar habitável, porém sentir-se como se estivesse em uma “casa temporária” é bem legal.

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