Arquivo da categoria: Nova Iorque

Um rolê pela Chinatown de Nova Iorque

A véspera de Natal em Nova Iorque começou gelada. Para compensar o frio, o dia estava lindo com sol e céu azul. Nos agasalhamos bem e lá fomos nós para mais uma Chinatown pós-China.

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Logo que saímos da estação do metrô, fomos abordados por vendedores ambulantes nos oferecendo watches, watches, e logo tivemos certeza de que estávamos na Chinatown mesmo.

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Como em qualquer bairro chinês pelo mundo, por ali encontramos muitas e muitas lojinhas vendendo de tudo que se possa imaginar. Demos umas voltas para ver se iríamos sentir o cheirão de noodle que era característico da China, mas não notamos. Ficamos apenas andando de bobeira curtindo o clima da Chinatown.

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Aproveitamos que estávamos por ali e fomos tirar foto no portal de Manhattan Bridge, outro ponto turístico da região.

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Andamos mais algumas quadras e logo estávamos em outra região étnica: a Little Italy, cheia de restaurantes oferecendo os mais autênticos pratos italianos.

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Estávamos com muito frio e para nos aquecer, demos uma parada num Mc Donald’s pra tomar um café quente antes de continuarmos nosso passeio. A próxima parada foi a travessia no Staten Island Ferry, que além de grátis proporciona uma linda vista da Estátua da Liberdade. Conto se valeu a pena no próximo post 🙂

 

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Museu de História Natural de Nova Iorque

O domingo em Nova Iorque amanheceu chuvoso e mais frio que os dias anteriores. Esse então seria o dia perfeito para conhecermos um dos mais famosos museus da cidade. É claro que além de nós, outras milhares de pessoas tiveram a mesma ideia, mas como o local é enorme sabíamos que a multidão estaria dispersa.

Assim que entramos, vimos a longa fila para a compra de ingressos e várias máquinas de auto-atendimento vazias. A diferença é que nesse museu você pode escolher quanto vai pagar se enfrentar a fila e caso compre na máquina pagará o valor integral que é de 22 dólares. É claro que resolvemos encarar a fila e assim pagamos 10 dólares cada. Simples assim, se quiser pagar 1 dólar ninguém fará cara feia. Basta ter paciência para esperar 🙂

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Vocês já sabem que não sou muito fã de museu e que meu lindo maridinho ama. Nesse dia carreguei minha dose extra de paciência, mas meus hormônios da gravidez não colaboraram muito. Nesse quarto dia de viagem me senti extremamente cansada ( o museu pode ter contribuído pra isso 🙂 ). Porém, não quis atrapalhar a diversão do Loedi e tentei curtir as atrações entre uma sentada e outra – santos bancos! Ele estudou direitinho o mapa e elegeu as principais seções que queria conhecer, pois já sabe que mesmo em meus dias de mais disposição encaro conhecer um museu de cabo a rabo.

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Juro que queria poder contar pra vocês sobre as várias seções que visitamos, mas não estava na vibe aquele dia. Nem mesmo a parte dos dinossauros que muito idolatram me chamou muito a atenção. Tiramos algumas fotos e pronto. Na verdade, se o Loedi fosse escrever este post teria muito pra contar,  pois passamos umas 3 horas por lá.

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Os apreciadores passariam horas e horas só vendo os vários dinossauros do museu….

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Saímos do museu debaixo de chuva, achamos um Mc Donald’s para almoçar e pegamos o metrô em direção à Union Square. Assim que descemos, encontramos a feirinha de Natal de lá e demos um rolê. Encontramos Hot Apple e naquele friozinho não resistimos.

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Aquecidos, destinamos o resto de nosso dia chuvoso às compras na imensa Burlington que tinha ali na praça. Fizemos ótimos negócios e voltamos cheios de sacolas para o hotel.

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Quarto dia em Nova Iorque

Em nosso quarto dia em Nova Iorque, começamos nosso passeio investindo algumas horinhas numa outra loja que amo por lá: Bed, Bath and Beyond. Na verdade descobri que amo nessa visita, pois da outra vez a correria não nos permitiu explorar a loja como ela merece. Você encontra de tudo por lá e quem é consumista vai ao delírio. O motivo de nossa ida era comprar aqueles sacos de armazenamento à vácuo, pois já estávamos bem preocupados com o volume de nossas bagagens e sabíamos que dali pra frente só aumentaria 🙂 Aproveitamos para conhecer todos os andares e setores e assim a marca se tornará visita obrigatória nas próximas visitas aos States.

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O domingo estava com temperaturas mais agradáveis e assim decidimos caminhar mais um pouco em direção à Quinta Avenida, que estava lotadíssima.

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Nem mesmo a enorme fila nos fez desistir de entrar na famosa loja de brinquedos FAO Schwarz. E dessa vez nem foi pra comprar brinquedinhos pra Camila, mas sim para os marmanjos aqui verem o famoso Big Piano, do filme Quero ser Grande. Só não entrei para brincar porque a fila era grande, rsrsrs.

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De lá, seguimos para conhecer um dos prédios mais famosos de Nova Iorque e que nós ainda não conhecíamos: o Flatiron, que foi um dos primeiros arranha-céus da cidade e que leva esse nome por lembrar a forma de um ferro de passar roupa. A construção é bem bonita, o difícil foi encontrar um bom ângulo para fotografá-lo. O que ajuda é que bem à sua frente tem uma pracinha que facilita um pouco a tarefa de parar e observar o local.

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A região também é bem bacana e passamos um tempinho por ali observando a multidão aproveitando o último domingo antes do natal.

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A nossa próxima parada foi a travessia da ponte do Brooklyn, mas isso conto num post exclusivo 😉

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Tentando ver Nova Iorque iluminada para o Natal

Após várias atrações inéditas em um dia, quando escureceu resolvemos ir à Times Square para revisitar um dos locais mais famosos do mundo. O que não imaginávamos, inocentemente, é que o lugar que já ferve normalmente estaria completamente intransitável em época de final de ano. Parecia um verdadeiro formigueiro humano!!!

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Num primeiro momento, grudei na mão do Loedi e decidimos encarar a multidão para pelo menos visitar a loja da Disney, que amo de paixão. Porém, além de fila para entrar, os funcionários ficavam fazendo você andar o tempo todo para não travar o fluxo e assim nem dava pra parar e ficar babando nos produtos, como adoro fazer.  Dessa forma, resolvemos sair de lá o mais rápido possível. Nos contentamos em apenas registrar em poucas fotos a nossa visita e sair o mais breve possível daquele congestionamento.

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Jantamos por ali e resolvemos ir até à pista de patinação do Rockfeller para vermos o local iluminado, uma vez que as luzinhas de Natal ali na região estavam por todos os lados.

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Se chegar à Times Square estava difícil, conseguir aproximar-se do Rockfeller parecia missão impossível 🙂 Chegamos próximos mas resolvemos desistir, porque tinha muuiiita gente com a mesma ideia que a nossa.

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Ao menos conseguimos ver uma parte da região iluminada. Estava tudo tão lindo que parecia que estávamos dentro de um cenário de filme. Demaisssssssss!!!!

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Mesmo com todo esse agito, esse nosso passeio noturno foi delicioso! Não foi do jeito que imaginamos, mas nos fez mais uma vez afirmar que Nova Iorque em época de Natal é imperdível. E o melhor de tudo, em momento algum nos lembramos do frio da época.

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Nova Iorque: Chelsea Market e High Line Park

Em nosso terceiro dia na Big Apple, ainda conseguimos achar mais programas inéditos para fazermos (acredito que mesmo na décima vez em NY isso seja possível 🙂 ). Vimos vários comentários positivos sobre o Chelsea Market e foi pra lá que decidimos ir. Descemos numa estação do metrô que era um pouco longe do mercado, mas a caminhada até lá foi uma atração à parte. O bairro é super descolado, cheio de restaurantes, com um clima muito agradável. Sem ver o tempo passar, logo avistamos o prédio e já estávamos lá dentro.

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Ainda bem que não estávamos com fome, pois o local é uma perdição! Restaurantes, lanchonetes, cafeterias, frutarias e tudo mais que você possa imaginar. Mesmo sem provar nada, fomos bisbilhotar tudo.

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E claro que todo o local estava no clima natalino, decorado com muitas e muitas luzes.

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Demos umas voltas por lá e logo saímos. Achei o Chelsea Market apenas ok, nada de excepcional. Pegamos uma outra saída e fomos em busca do tão falado High Line Park.

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O High Line é famosinho por causa da ousadia de seu projeto, pois foi construído onde antes era uma linha férrea. Ou seja, trocaram uma paisagem velha e sem utilidade, por um parque suspenso cheio de charme.

Chegamos na rua que indicava no mapa e por sabermos que seria suspenso, é claro que olhamos pra cima para procurar. Logo achamos placas indicando onde seriam as escadas de acesso.

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O parque nada mais é do que pistas de caminhada, rodeadas por jardins, cadeiras, bancos e até mesmo uma arquibancada pra você para e ficar olhando o movimento. Uma ideia muito simples e que atrai milhares de pessoas diariamente.

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Andamos por boa parte do parque, sempre pensando no quanto ideias simples fazem toda a diferença no urbanismo de uma cidade. Logo em seguida fomos almoçar e encerramos nosso itinerário de atrações inéditas nesse dia. Ah, Nova Iorque!!! A cada dia me surpreendia mais com essa metrópole 🙂 🙂

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A feirinha de Natal do Bryant Park

Se por um lado odeio o frio e os dias curtos de inverno do hemisfério norte, o encanto dos mercados e feiras de Natal neutralizam tudo isso. Essa foi a conclusão que cheguei ao pisar no Bryant Park naquele dia gelado em Nova Iorque.

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O que mais gosto neste tipo de local, são as barraquinhas gastronômicas. Adoro sentir os cheiros diferentes, ver comidas que não estamos acostumados, tentar adivinhar o que são as coisas. Não ligo muito para artesanatos e enfeites de Natal, mas faço questão de dar uma olhada em tudo. Realmente acho um programa muito divertido, mesmo que na maioria das vezes eu saia de mãos vazias, sem comprar nada, rsrsr. Gosto é da vibe das feirinhas 🙂

O local estava lotado, mas isso não atrapalhou em nada. Andamos por tudo, vendo todos os detalhes e lojinhas.

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Eis que dentre tantas opções, encontramos uma barraquinha vendendo Hot Apple, uma bebida que tínhamos amado em Praga mas que nunca mais tínhamos encontrado por aí. Claro que não resistimos e compramos. Hummmm, além de deliciosa contribuiu para nos aquecer 🙂

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Além da feira, as principais atrações do Bryant Park na época de Natal são a árvore e a pista de patinação.

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Prometo que volto pra Nova Iorque no Natal só pra matar minha vontade de patinar naquele cenário, já que nessa vez por causa da gestação tive que ficar só com água na boca 😦

 

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Nova Iorque: Roosevelt Cable Car

Dentre as inúmeras vantagens da segunda visita à cidade, está a possibilidade de você decidir na noite anterior qual será o passeio do dia seguinte. Sem pressa, sem obrigação, sem agenda pra cumprir. Foi assim que descobri essa atração, que eu nem sabia que existia e que dá pra usar com o Metrocard. Foi pelo bondinho que leva à Roosevelt Island que começamos nosso terceiro dia em Nova Iorque.

Chegar até lá foi bem fácil e a estação estava vazia. Por alguns momentos ficamos sozinhos na sala de embarque.

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A grande atração não é andar no cable car, mas sim a vista da ponte e de Manhattan, mas é claro que nos divertimos com o rápido trajeto também.

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Desembarcamos na ilha e ficamos impressionados com a vida calma do local predominantemente residencial. Pensar que do outro lado estávamos no meio do agito foi realmente contrastante.

Demos uma caminhada para tentar achar um bom ângulo para ter como plano de fundo a linda ponte do Queens. Ficamos ali apreciando a paisagem e curtindo a vista.

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Por ser grátis (entenda-se, está incluso no Metrocard) e rápido, acho que o passeio vale a pena. Este é mais um lugar para você se encantar cada vez mais por uma de minhas cidades favoritas do mundo.

Entramos na estação do metrô e seguimos de volta para Manhattan, especificamente para o Bryant Park – assunto do próximo post 🙂

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