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Carnaval em Buenos Aires: parte 4 – Tigre e Parque de la Costa

Existem cidades que vivem de seus arredores, como as capitais do nordeste brasileiro, por exemplo. Existem outras que se garantem sozinhas, como é o caso de Buenos Aires, que tem atrações inéditas e deliciosas para vários dias sem que haja a necessidade de se fazer day trips para preencher a agenda.

A day trip mais famosa partindo da capital argentina é para a cidadezinha de Tigre, que fica a menos de uma hora de Buenos Aires. A pouca distância somada à facilidade de transporte  é um convite para esse passeio.

Existem várias maneiras de se chegar até lá: trem convencional, trem turístico, carro ou ônibus. Nós optamos pelo Trem de La Costa que é o turístico devido ao tamanho da fila que havia para o trem tradicional, que é mais barato.

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Os trens que vão para Tigre partem da estação Retiro. Para pegar o Tren de la Costa é necessário ir até a estação Mitre e lá seguir para Maipu, que é o ponto inicial.  Super fácil!

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Ao chegar em Mitre, é só seguir as placas para o guichê de vendas de tickets. Prepare-se para ver uma estação muito louca, cheia de quinquilharias, antiguidades e cheiro de museu.

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Logo o trem chegou e garantimos lugares sentados para nossa viagem. Felizmente havia ar condicionado para minimizar o calorão.

Em menos de 40 minutos chegamos ao ponto final, que fica bem na entrada do Parque de la Costa, que seria a primeira atração que iríamos visitar. Adoro parque de diversões e por isso tive a coragem de encarar a enorme fila debaixo do sol escaldante de Tigre. Lá estava mais quente que em Buenos Aires, urgh!

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Se a fila da entrada estava assim, imagina a dos brinquedos. Para nossa sorte, lá dentro

não estava tão cheio. Pelo menos as atrações mais radicais não tinham tanta fila.

De cara já fomos na maior montanha-russa, que é igual à Fire Whip do Beto Carrero.

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Após esse brinquedo, descobrimos que tinham poucas atrações que nos interessavam. Fomos em mais alguns e logo estávamos de saco cheio. O calorão, as filas e os altíssimo preços de comidas e bebidas contribuíram pra isso. Um parque mais simples que o Beto Carrero, é o que se pode esperar do Parque de la Costa.

Saímos de lá e fomos caminhar na beira do rio Tigre, de onde partem os passeios de barco que são a principal atração da cidade e que nós não quisemos fazer. Apenas caminhamos observando a linda orla da cidadezinha lotada de gente.

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Olho para as fotos de lá e só consigo me lembrar do calor insuportável! Procuramos por todas as sombras possíveis para que conseguíssemos ir para outra atração imperdível de Tigre: o Puerto de Frutos, que é uma mistura de feira de artesanato, com praça de alimentação e vários tipos de lojinhas.

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Tomamos um suco refrescante por ali e seguimos para a estação de trem para retornarmos à Buenos Aires antes que a multidão resolvesse ter a mesma ideia. Era feriado e tudo estava muito cheio, portanto o melhor seria antecipar a volta.

Adoramos a cidadezinha de Tigre e recomendamos a visita caso já tenha visto tudo que Buenos Aires tem pra oferecer. Em relação ao Parque de la Costa, acho que custa muito caro para o que oferece.

Esse era nosso último dia em Buenos Aires e chegamos ao fim da viagem tendo certeza de que essa segunda visita à cidade valeu muito a pena, principalmente pelo fato de se fazer tudo com muito mais calma.

O nosso voo de volta, direto para Curitiba (aeeeeeee!) saia do aeroporto de Ezeiza, que tantos reclamam tanto da distância. Optamos pelo Mini Ezeiza Bus, que tem bom preço e é rápido. Confesso que não achei tão longe quanto as pessoas dizem…

Mais uma viagem chegava ao fim, infelizmente. Mas o bom é que sempre que termina uma, já começamos a pensar na próxima, hehe.

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Carnaval em Buenos Aires: parte 3

Para continuar nossa peregrinação por Buenos Aires, fomos conhecer o bairro de Belgrano e a Chinatown em nosso terceiro dia. Pegamos o metrô até a Avenida Belgrano e de lá seguimos caminhando pela bonita região.

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Um bairro residencial, com bastante locais passeando e cuidando da vida. Uma Buenos Aires bem diferente da que vemos no centro, assim é Belgrano.

Andamos algumas quadras, atravessamos a linha do trem e lá estava o portal da Chinatown portenha.

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Para quem já conhece outras Chinatowns, vá sem muita expectativa. O bairro chinês de Buenos Aires se restringe a poucas quadras e sem muitos atrativos, mas mesmo assim eu acho legal o passeio. O que irá encontrar por ali? Lojas cheias de badulaques, decoração ao estilo oriental e alguns supermercados com produtos típicos.

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Após tirarmos algumas fotos, voltamos para o metrô e seguimos para Puerto Madero para almoçarmos. Resolvemos abrir a mão e finalmente provar uma parrillada argentina no restaurante Siga la Vaca.

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O esquema do restaurante é buffet livre. Existe uma mesa com saladas e petiscos, eles trazem uma cestinha de pães na mesa, você escolhe qual bebida quer tomar e se serve da variedade de carnes, tudo à vontade. Ah! Também pode escolher a sobremesa.

Chegamos por lá por volta de 14 e 30 e ainda estava bem cheio, mas não enfrentamos fila. As carnes estavam deliciosas, e as demais opções do buffet também. Valeu a pena ter gastado a grana.

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Com a pança cheia, caminhamos por Puerto Madero em direção à estação do metrô para seguirmos para o bairro da Recoleta.

Não existe uma linha de metrô que chegue bem próximo do bairro mais charmoso de Buenos Aires, mas como tínhamos bastante energia pra gastar e um bom mapa em mãos, fomos até a estação mais perto e seguimos caminhando. Nada mal andar por aquela região cheia de praças e prédios bonitos.

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Meio que sem querer, acabamos saindo na rua bem em frente ao Recoleta Mall, onde aproveitamos para ir ao banheiro e dar uma espiada no shopping. Como não estávamos no clima de compras, logo saímos e seguimos para a feirinha da Recoleta.

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Esse foi o primeiro passeio repetido que fizemos em Buenos Aires, mas foi legal do mesmo jeito. A igreja, a feirinha e a grande quantidade de pessoas aproveitando o domingo de sol formavam o cenário típico da Recoleta.

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Estava rolando um show de humor no palco da pracinha e nos sentamos ali para apreciar os rapazes e descansar nossas pernas.

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O sol já estava se pondo e resolvemos tomar o caminho de volta, que era longo até a estação do metrô. Fomos com bastante calma, observando todos os detalhes e quando menos esperávamos já tínhamos alcançado nosso destino.

Mais uma vez passamos no mercado, garantimos nosso jantar e voltamos para o hotel. Fim do terceiro dia em Buenos Aires 🙂

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Carnaval em Buenos Aires: parte 2

Após uma noite mal dormida por causa do som alto bem em frente ao hotel, dormimos até tarde em nosso segundo dia do feriadão. Tomamos café no hotel e começamos nosso passeio pelo Jardim Botânico de Buenos Aires.

Logo na entrada já percebemos que o local era abandonado e que há anos não passa por uma revitalização.

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Mesmo com o abandono do local, resolvemos passear por ali para contarmos com o ar fresco e a sombra das árvores, visto que o calorão portenho continuava beirando o insuportável.

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O Jardim Botânico parece ser mais frequentado por locais, que buscam um lugar para ler, descansar e esquecer da vida. Vimos várias pessoas largadas debaixo das árvores.

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Saindo dali, nossa ideia era visitar o Zoológico mas desistimos por causa do preço. Sendo assim, seguimos para a próxima atração: os lagos de Palermo e o Rosedal. Ainda bem que encontramos bastante sombra para seguirmos caminhando.

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Ao contrário do Jardim Botânico, ao entrarmos no Rosedal nos surpreendemos com a conservação e beleza do local. Flores, lagos, árvores e fontes formam uma paisagem linda.

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Mesmo antes de termos visto as rosas, que são a atração principal do parque, já estávamos achando tudo muito bonito. Mas ao avistarmos as primeiras roseiras ficamos boquiabertos com a beleza e variedade das espécies, sem falar do delicioso cheiro que elas exalam.

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Brancas, cor-de-rosa, vermelhas, amarelas, e até mescladas. Difícil de escolher qual a tonalidade mais bonita.

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Continuamos andando pelo parque, observando os lagos, os pedalinhos e a ponte branquinha que é disputadíssima para tirar fotos.

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Para nos protegermos do sol e descansarmos um pouco, escolhemos uma sombra à beira do lago e ficamos um tempo olhando os patinhos e os malucos que encararam o calorão e foram andar de pedalinho.

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Mesmo sendo horário de almoço e sol do meio-dia, o parque estava cheio de gente correndo, andando de patins ou de bicicleta. Por lá ficam várias barraquinhas de comidas, sorvetes e outras guloseimas. Um típico parque onde os portenhos aproveitam suas horas de lazer.

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A poucos metros do parque, fica o planetário de Buenos Aires. Fomos até lá checar o preço e como era barato, resolvemos aguardar a próxima sessão. Sentamos numa sombra e aguardamos cerca de 1 hora.

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Eu nunca tinha visitado um planetário e nem sabia o que ia encontrar lá dentro. Quando entramos, além do alívio do ar condicionado, me surpreendi ao ver uma sala novinha, em formato redondo e com cadeiras reclináveis.

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De repente as luzes se apagaram e entrou uma senhorita contando vários fatos interessantes sobre as estrelas e num piscar de olhos tínhamos o ” lindo cielo estrellado” de Buenos Aires sobre a gente. A sessão dura quase uma hora e eu achei uma experiência fantástica! Para quem tem tempo de sobra e nunca visitou um planetário eu recomendo a visita.

Saímos de lá, almoçamos num Burger King e de lá fomos caminhando até a feirinha de Palermo, que é um dos bairros mais charmosos de Buenos Aires. Conta com ruas arborizadas e cheias de barzinhos, além de lojas cheias de estilo.

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Demos um rolê na feirinha e voltamos caminhando sem pressa por outras ruas do bairro, apenas apreciando o “way of life” dos argentinos.

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Pegamos o metrô e tomamos o rumo do hotel, passando pelo supermercado, é claro, rsrs. Sentamos na sacada e ficamos lá tomando Coca-Light para amenizar o calor. Felizmente caiu uma forte chuva para dar uma refrescada no clima.

Finalizamos mais um dia delicioso em Buenos Aires e já fomos pesquisar o que faríamos no dia seguinte. Até o momento conseguimos realizar apenas passeios inéditos, provando que a capital argentina tem muito mais atrações do que imaginamos. E sem pressa para bater cartão nos pontos mais turísticos a viagem fica bem mais light 🙂

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Carnaval em Buenos Aires: parte 1

Madrugamos no sábado para podermos chegar no aeroporto de Curitiba às 5 e 30 para embarcarmos rumo à Buenos Aires. O voo saiu no horário e só atrasou um pouco a chegada porque o aeroporto de Guarulhos estava com muito tráfego aéreo. Porém, ao nos dirigirmos ao embarque internacional quase tivemos um troço ao vermos o tamanho da fila. Absurdamente enorme e o desespero bateu ao vermos no painel de voos que já estava anunciada última chamada para o nosso. Tentei falar com a TAM e nada, só disseram para aguardar.

Ficamos 1 hora e meia na fila, angustiados e já pensando nas piores possibilidades. Pelo menos notamos que nosso voo era pro Aeroparque e não para o Ezeiza como havíamos imaginado. Felizmente a TAM nos aguardou e embarcamos rumo à Buenos Aires com apenas 40 minutos de atraso.

Chegamos no Aeroparque e nossa intenção era pegarmos o ônibus para seguirmos para o centro. Porém, como só são aceitas moedas para esse transporte, não conseguimos trocar e tivemos que pegar um táxi que saiu 60 pesos.

Chegamos no hotel e decidimos dormir um pouco antes de sairmos, pois estávamos podres de cansaço. Após 2 horas de soninho revitalizante, saímos caminhando pela Av de 25 de Mayo em busca de algo para almoçar. Estava muito calor, como jamais imaginei que fizesse em Buenos Aires.

Já nos primeiros passos, relembrei o quanto é gostoso caminhar pelas ruas arborizadas de Buenos Aires. Acho uma delícia!

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Passamos em frente ao famoso Café Tortoni, que não tínhamos visto em nossa última visita.

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A parada para nosso almoço foi no Mc Donald’s. De lá seguimos para a Casa Rosada, que com céu azul de fundo fica bem mais charmosa. Tiramos algumas fotos por ali e resolvemos entrar lá, visto que em nossa visita anterior ela estava em reforma.

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Descobrimos que havia visita guiada grátis e é claro que fomos pegar nossa senha. Os grupos partem de 10 em 10  minutos e o tour dura 1 hora. A guia explicava em espanhol e em inglês.

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O primeiro salão a ser visitado foi o salão azul, com as cores da bandeira argentina.

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Em seguida, subindo as escadas, fomos para o salão das mulheres argentinas e para a galeria dos famosos. Que eu conhecia, tinha o Maradona, o Messi e a Mafalda 🙂

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A visita também passa pelo salão Eva Perón de onde é possível passar  pela sacada da Casa Rosada e ver exposto um vestido usado por Evita.

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O momento “uau” da visita é quando se chega ao salão branco, o ponto mais bonito da Casa Rosada. Bem conservado, impressiona pela beleza e bom gosto da decoração.Eu e o Loedi ficamos na porta observando a surpresa das pessoas ao entrar.

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A visita é muito legal e eu recomendo! A guia era extremamente simpática e atenciosa, respondendo a todas as dúvidas dos visitantes. Pontos para a hospitalidade argentina.

De lá, seguimos para a região de Puerto Madero, que foi um dos lugares que mais gostamos na visita anterior. E com sol, ficou mais bonito ainda.

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Caminhamos bastante por ali, observando os muitos turistas desfrutando do sábado de sol. Como não somos de ferro, paramos na clássica sorveteria Freddo para tomarmos o sorvete mais caro do mundo, hehe. Mas valeu a pena!

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Dessa vez, fomos andar pelo outro lado do rio que é mais moderno e parece ser mais comercial.

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Atravessamos a linda Ponte de la Mujer e nos sentamos numa vendinha para nos hidratarmos.

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Eram quase 6 da tarde e o sol ainda estava bem forte. Demos mais uma passeada por Puerto Madero mas o cansaço+calor venceram e decidimos encerrar nosso passeio.

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Como queríamos passar no supermercado, fomos caminhando em direção ao metrô e seguimos para a região em que ficamos hospedados da outra vez onde sabíamos que tinha um Carrefour. Passamos, compramos o que precisávamos e logo voltamos para o hotel.

Para uma tarde, aproveitamos bem nossos momentos iniciais na capital argentina e conseguimos ver várias coisas novas na cidade. O que nos assustou nesse primeiro dia, além do calor, foram os preços das coisas. Parece que tudo está tudo mais caro do que em nossa primeira visita.

Jantamos no hotel e fomos dormir bem cedo.

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Carnaval em Buenos Aires: planejamento

Primeiramente, peço licença aos leitores que estão aguardando os demais posts de Aruba e Curaçao. As viagens de férias, natal e carnaval foram muito próximas (felizmente, hehe) e ainda não estou em dia com os relatos, mas tudo se ajeitará antes da Páscoa, prometo.

Resolvemos ir de novo para Buenos Aires devido aos altíssimos preços de hotéis no Brasil nessa época do ano. Temos certeza de que iremos gastar bem menos indo para o charmoso país vizinho.

Para quem ainda não acompanhava o blog, fomos para a capital argentina em família com direito às nossas mães, minha irmã e meu cunhado. A viagem foi maravilhosa e pudemos conhecer os principais pontos turísticos de lá. Portanto, quem já quer informações de lá é só clicar aqui e acompanhar os posts da viagem passada.

Voos:

Compramos nossa passagem de ida com milhas da TAM (os absurdos 20 mil pontos) e vamos por Guarulhos. Já a volta compramos com milhas da Gol (os justos 10 mil pontos) para um voo direto de Buenos Aires para Curitiba – aeeeee, voo direto finalmente. Dessa vez, vamos para o aeroporto de Ezeiza que é o mais distante e iremos usar o transporte público para chegar até o centro pois é a opção mais barata.

Vamos no sábado e voltaremos na quarta-feira, portanto teremos praticamente 4 dias para aproveitar, com calma, a cidade.

Hotel:

Nossa hospedagem será no Loft&Arte Apart Boutique, reservado através do Booking.

Planos:

Por ser a segunda visita à cidade, não planejamos detalhadamente o que queremos fazer. Essa será uma viagem mais light, sem a necessidade de bater ponto na Casa Rosada, por exemplo. Apesar de na primeira vez termos feito muita coisa, não fizemos todos os programas icônicos de Buenos Aires. O show de tango é um exemplo de programa que só iremos fazer agora. Comer a típica carne argentina também ficou de fora da primeira vez. O passeio à Tigre, às montanhas-russas do Parque de la Costa e o chocolate quente branco da Havana ainda estão pendentes em nosso check-list. Enfim, Buenos Aires é o tipo de cidade que sempre terá algo novo para oferecer aos viajantes que passam por lá.

Vamos sem planos, mas temos certeza de que ocuparemos muito bem nosso tempo por lá. Linda Buenos Aires, amanhã estaremos por aí 😉

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Buenos Aires – parte 2

Depois das boas surpresas do primeiro dia em Buenos Aires, continuamos nossos passeios pela capital argentina.

Sexta-feira – Zoo Lujan, Jardim Japonês, Floralis Generica e Recoleta

Havíamos lido na Internet que era melhor chegar ao Zoo Lujan bem cedo para evitar filas. Como nossa opção para chegar lá era de ônibus de linha, tivemos que acordar bem cedo visto que a viagem teria a duração de 2 horas.

Acordamos 06 e 30, tomamos café no apartamento e seguimos para o metrô para nos dirigirmos à Plaza Italia, lugar de onde partia o ônibus. Ao chegarmos na estação, descobrimos que devido ao feriado o metrô abriria apenas as 8 horas. Dessa forma, tivemos que seguir de táxi até a Plaza Italia.

Chegando na Plaza Italia, compramos por 20 pesos (menos de 10 reais) o bilhete de ida e volta ao Zoo Lujan. É importante lembrar que esse é um ônibus utilizado pelos argentinos para se locomover às cidades próximas de Buenos Aires e não um ônibus que só vai ao zoológico. Desta forma, o melhor é pedir ao motorista para indicar em qual ponto você deve descer, até porque não há indicação nenhuma.

Com quase duas horas de viagem, o motorista nos avisa onde devíamos descer e qual direção teríamos que seguir. Ao chegarmos, por volta das 10 horas da manhã, não encontramos uma portaria como estávamos imaginando… Encontramos uma moça e era ela que organizava as entradas. Preço do zoo Luján: 50 pesos (menos de 25 reais).

Se você está pensando em ir para Lujan, é melhor que saiba desde já que o zoológico não é nenhuma “Disney” dos animais, nem tampouco um zoo de São Paulo ou de outra cidade brasileira. Está mais para um sítio do que para um lugar turístico. Nós já sabíamos disso…

O que espanta logo na entrada é a quantidade de tratores velhos expostos… o meu sentimento foi de espanto, mas minha mãe achou o máximo e não parava de fotografar. Cada um, cada um… rsrsr

A próxima parada é um guichê que vende alimentos para os animais por 10 pesos. Nós compramos, mas não vale a pena pois os únicos que podem comer essa comida são os gansos, patos, jegues e galinhas que ficam soltos por ali. Achei chato porque é só você dar comida pra um que vem o bando todo atrás… e outra, é só você bobear com o saquinho na mão para que se assuste com a bicada de algum dos bichinhos.

O que mais queríamos ver eram os tigres e foram essas as placas que seguimos. Logo na entrada já pudemos ver alguns felinos enjaulados e com possibilidade de interação. Porém, os funcionários do zoo ainda se preparavam para a chegada dos visitantes e tivemos que esperar.

O primeiro bichinho que encontramos pronto para interagir foi um chimpanzé. Chegamos bem pertilho da jaula e pudemos dar um aperto de mão, ganhar beijos e brincar com o macaco. Muito assanhadinho, ela deu mais bola para as mulheres do que para os homens, rs.

Saindo de lá, fomos ver as duas elefantas do zoo. Para a interação ser mais divertida, os tratadores deixam maçãs cortadas disponíveis para que você possa alimentá-las. E elas vêm com tudo…

Mesmo com trauma dos camelos do Egito, nossa próxima parada foi nos dromedários, onde pudemos dar uma voltinha.

Depois do primo do camelo, chega a hora tão esperada: pegar no colo os filhotinhos de leão de apenas 3 meses… Ohhhhhh, que coisinha mais fofa! Para que os animais sejam mansos desde pequenos, os felinos são criados desde pequenininhos com cachorros, para falicitar a domesticação.

É uma sensação única você ter um bichinho destes no colo e ouvir o instrutor dizer: “Pegue como um bebezinho…” Que vontade de levar pra casa! rsrs

Se já tínhamos sentido a emoção de estar com os felinos pequenos, chega-se a hora de entrar na jaula com os tigres maiores…. Juro pra vocês que eles parecem tão mansos que nem dá medo! Olha o bocão que ele abriu pra mim….

Logo ao lado, fomos fazer carinho nos tigres que estavam tirando um cochilinho matinal.

A próxima atração continuava sendo os felinos. Entramos em outra jaula com um tigrão!

Passada a curiosidade sobre tigres, fomos visitar o urso. Compramos um pacotinho de doce de batatas por 5 pesos e fomos alimentá-lo. Coisa mais fofa! Que vontade de abraçar a criatura! (pena que não é permitido).

Para nossa missão estar cumprida no Lujan, faltava apenas entrar na jaula com o leão adulto e lá fomos nós.

Além destes animais, também há tartarugas, leões marinhos (você pode alimentá-los com pedaços de peixes), lhamas, pôneis, pumas e outros bichos. A visita ao zoo, na minha opinião, vale apenas pela interação com os bichos que é algo único e totalmente diferente. Se não fosse interativo, não teria graça nenhuma.

Saímos de lá com as expectativas atingidas! Estávamos na metade do dia e aguardamos o ônibus para voltarmos a Buenos Aires e aproveitar o resto da sexta-feira santa.

Como tínhamos acordado muito cedo, dormimos a volta toda e parece que levou menos de 10 minutos, rsrsrs. Descemos na Plaza Italia, almoçamos no Burger King e fomos caminhando até o Jardim Japonês, nossa próxima atração a ser visitada. Entrada: 8 pesos.

Logo na entrada, a beleza do local já se impõe. Tudo muito bem cuidado, grama aparada, plantas lindas e um lago cheio de grandes carpas coloridas. É um daqueles locais que não passa a vontade de tirar mais e mais fotos. A estrela principal das fotos é a ponte vermelha em estilo japonês.

Andamos por todo o recinto quando começa a chover :(. Nos escondemos ali mesmo num pavilhão até a chuva parar. Sorte que foi só uma chuvinha rápida!

De lá, seguimos andando pelas belas ruas de Buenos Aires rumo à Floralis Generica. Até chegarmos lá, apreciamos o charme das ruas do bairro Recoleta…

A escultura é imponente e linda. Para completar a harmonia da obra, um espelho d’água que reflete a Floralis Generica.

Já era fim de tarde eestávamos bem cansados. Saindo da Floralis, fomos para a Recoleta. Como precisávamos sacar dinheiro, entramos num shopping onde sentamos para tomar um café e descansar. Ficamos lá um tempo e não tivemos pique para passear pela feirinha da Recoleta.

Apenas passamos no supermercado, compramos os ingredientes para o jantar e fomos embora. O Fernando preparou um delicioso macarrão aos 4 queijos, hummm. Depois da janta, fomos dormir depois de um dia repleto de atividades.

Sábado – Caminito, La Boca e Unicenter

No sábado de manhã, pegamos o metrô até a Praça da Constituição de de lá pegamos o ônibus para a região de La Boca onde fica o Caminito e a Bombonera – estádio do Boca Juniors. Para pegar ônibus em Buenos Aires é necessário o pagamento em moedas. Assim como nos países desenvolvidos que visitamos, não existe a figura inútil do cobrador como temos no Brasil. Lá o próprio motorista controla o pagamento dos passageiros.

Se você não tiver as moedas, uma alternativa é trocar suas cédulas com os cobradores das estações de metrô – eles têm os pacotes prontinhos!

Pegamos o ônibus e seguimos até nosso destino.Chegamos ao Caminito bem cedo, e o movimento ainda estava calmo. É um lugar super artístico, cheio de dançarinos de tango querendo tirar fotos, expositores de telas, quadros, artesanato.

Outra coisa que chama atenção são os restaurantes todo arrumadinhos, com mesas impecáveis e bem convidativas.

Batemos perna por lá, compramos algumas lembrancinhas e seguimos rumo à Bombonera.

Entramos na loja e um rapaz nos abordou dizendo que se a gente tirasse fotos com os jogadores, pagaríamos 20 pesos para entrar. Como esse era o preço da entrada mesmo, resolvemos tirar a tal da foto.

Não achei grandes coisas o museu nem a Bombonera, mas acho que valeu a pena pelo preço. Tiramos algumas fotos lá e vazamos.

Como o Fernando e a Paula queriam fazer compras, resolvemos ir até um dos maiores shoppings de Buenos Aires – o Unicenter. Almoçamos e passamos a tarde por lá, apenas andando e vendo o agito pois os preços eram bem salgados. Na volta, passamos mais uma vez na Calle Florida para comprar umas bugigangas e especialmente para a Paula comprar 12458 bonequinhos dançando tango e echarpes por 10 pesos.. rsrsrrsrs. Batemos muitaaaa perna mais uma vez.

Na volta, minha mãe agitou a galera para ir ao show de tango. E não é que eles foram? Reservaram no Madero Tango em cima da hora e conseguiram por 60 dólares cada. Tiveram a sorte de pegar um taxista camarada que conseguiu baixar para 40 dólares.

Eu e o Loedi não tivemos tanta disposição assim e fomos dormir.

Domingo – nosso último dia

O domingo já seria nosso dia de volta 😦 . Logo cedo, fomos ver o Obelisco, um dos principais cartões postais de Buenos Aires  que estava bem pertinho de nosso apartamento.

Tentamos arriscar a sorte e ir até à rua Córdoba para ver os preços dos outlets, mas estava tudo fechado.

Aproveitamos a ida para passar num supermercado e comprar caixas e caixas de alfajores argentinos com preços bem mais em conta.

Para trazer de presente para alguns amigos, achamos que a melhor marca é a Cachafaz, hummmm. Os brasileiros têm mania de se acabar de comprar o Havana, que acho meio sem graça e batido, por isso optamos pela Cachafaz.

Como tivemos problemas em nosso embarque, resolvemos ir bem cedo para o aeroporto para já tentarmos resolver se houvesse algum problema. Felizmente estava tudo certo com nosso voo. Ufa!

Sendo assim, tivemos tempo para dar uma voltinha na frente do Aeroparque e e ver de pertinho o Rio da Prata. O vento por ali é bem forte….

Na hora prevista, embarcamos para Porto Alegre onde teríamos que aguardar pela nossa conexão à Curitiba.

Chegamos em casa por volta da meia-noite, exaustos porém com as energias renovadas para mais um início de semana.

O que pensamos sobre Buenos Aires?

Que com certeza é a capital mais charmosa (pelo menos, que conhecemos) da América do Sul. Além disso, voltamos de lá sem entender o porquê da richa de brasileiros e argentinos (é claro que se deixa o futebol de lado, rs) visto que os argentinos que conhecemos foram extremamente simpáticos e prestativos. Outra coisa que se nota é que Buenos Aires realmente não dorme. Um exemplo disso são as inúmeras lojinhas de conveniência chamadas 25 horas. Mais uma vez pensamos sobre o quanto o Brasil precisa melhorar seu transporte urbano. O metrô de Buenos Aires, apesar de velho, te leva aos quatro cantos da cidade.

Buenos Aires é um lugar para se voltar, ainda mais se pensarmos que está a menos de 3 horas de voo da gente. É a chance de vivermos uma outra cultura num feriado ou mesmo final de semana.

Que tal você fazer de Buenos Aires o seu próximo destino? 🙂 🙂 🙂

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Buenos Aires – parte 1

Nosso voo com destino a São Paulo atrasou quase 1 hora. Ficamos tranquilos pois nosso voo lá, estava marcado para às 20:30h. Mal podíamos esperar para embarcar.

Para a minha mãe, minha sogra, minha irmã e meu cunhado, esta seria a primeira viagem internacional, a primeira passagem pelo free shop, o primeiro carimbo no passaporte. Desta forma, é claro que a ansiedade deles estava lá em cima. E porque não a nossa também? Mesmo viajando bastante, a cada viagem sinto um gostinho especial a cada embarque.

Chegamos em São Paulo e corremos para o check-in da Aerolíneas Argentinas, pois a Paula (minha irmã) estava doida para passar horas no tão falado free shop.

Quando chegamos ao guichê da Aerolíneas, a surpresa: voo cancelado! A informação que nos deram é que seríamos acomodados no voo seguinte, que sairia às 23:30h. Ok, ok, fazer o quê?

A fila era gigantesca e não andava. Para fazer o check-in ficamos mais de 2 horas em pé na fila :(. Quando finalmente fizemos o check-in, a atendente disse que não era certeza que o voo sairia e que era pra gente pegar o ticket da companhia e ir jantar para depois termos notícias.

Lá fomos nós, com aquele desânimo, nos alimentar e esperar. Quando voltamos ao guichê, a triste notícia: o voo não sairia.

A comunicação da empresa para os passageiros foi péssima. Primeiro disseram que era greve no aeroporto argentino, depois que era problema na aeronave, falta de tripulação, dentre outras desculpas. O estresse dos passageiros era visível. Imagine 248 pessoas cheias de  planos sabendo que não iriam desfrutar da viagem no tão esperado feriadão…..

Uma das informações que nos deram foi que iríamos para o hotel pernoitar e que nos acomodariam num voo pela manhã, mas que era pra gente aguardar a comunicação da empresa.

Fomos para o hotel sem mala ( não deixaram a gente levar) e nos programamos para acordar às 7 horas. Quando descemos pra tomar café, veio a pior das notícias: a companhia só teria notícias de nosso paradeiro às 13 horas. No-tí-ciaaaas! Imagina que horas o voo sairia.

Quando voltamos o cenário piorou, de 13 passou pra 18 horas !!! Argh! Nem a pau que iríamos perder o feriado inteiro no hotel.

Começamos a ver passagens em outras companhias e também resolvemos ver como estava a situação dos voos da Aerolíneas. Para nossa surpresa, estavam normaizinhos da silva, inclusive o das 7 da manhã havia decolado no horário. Arghhhhhhhhhh! Quando vimos aquilo ficamos irados.

Nosso primeiro passo foi ver que horas era o próximo voo e corremos para o aeroporto dispostos a quebrar tudo para embarcarmos, afinal a empresa estava nos fazendo de i-di-o-tas!!!!!! O pessoal do hotel tentou nos barrar, dizendo que íamos perder tempo indo até lá, mas nós fomos com muito ódio no coração.

Chegando lá, uma simpática moça nos tranquilizou e disse que nos encaixaria no voo das 10 e 45h. Ufa! Pegamos os últimos 6 assentos do voo. O restante do pessoal que estava na mesma situação que a gente teve que ser alocado nos voos mais tarde. E a informação que tínhamos no hotel era que devíamos esperar até às 18 horas, arghhhhhhhhh.

Aliviados, esperamos as 2 horas que faltavam. Quando vimos a aeronave chegando, pudemos respirar tranquilamente e pensar: Sim, vamos para Buenos Aires no feriado! 🙂

Fica aqui a dica: Aerolíneas Argentinas – nunnnnnnnca!!!!!!

Chegando em Buenos Aires

Com 14 horas de atraso, chegamos em Buenos Aires. Depois de tanto transtorno, parecia um sonho chegar lá.

Havia lido vários relatos de golpes de taxistas em Buenos Aires, portanto quando fomos procurar um ficamos bem atentos.

Nosso grupo era de 6 pessoas e tivemos que pegar 2 carros para irmos até o apartamento que havíamos alugado. Nenhum de nós teve problema com o táxi – tudo tranquilo. Corrida do Aeroparque ao Centro – 34 pesos (cerca de 16 reais).

No caminho para o apartamento já comecei a ir com a cara de Buenos Aires. Muitos parques, árvores, lindas construções antigas, avenidas largas….

Devido ao atraso que tivemos para chegar, nosso plano era largar as bagagens no apartamento e correr atrás do tempo perdido.

O apartamento era exatamente igual às fotos que haviam no site. A localização também era excelente. Um ótimo negócio!

Acertamos tudo com o proprietário e seguimos rumo ao nosso primeiro dia (ou meio-dia) em Buenos Aires.

Primeiro dia: Plaza de Mayo, Porto Madero, Calle Florida

Com o mapa do metrô em mãos, seguimos para a Plaza de Mayo. Na mesma quadra de nosso apartamento tinha a estação Uruguay do metrô, ou como eles chamam, do Subte.

A passagem de metrô custa 1,10 pesos (cerca de R$0,50), super barato! Compramos um cartão com 10 bilhetes para irmos usando em nossa estadia em Bs As.

Chegando na Plaza de Mayo, demos de cara com um dos principais cartões postais de Buenos Aires: a Casa Rosada.

Contrariando muitos dos relatos que já fiz aqui sobre outros cartões postais , a Casa Rosada nas fotos parece mais bonita do que pessoalmente.. achei meio sem graça, mas nas fotografias ela fica linda!

Para todos os cantos da Plaza de Mayo que você olha, vê prédios lindos.

Depois de muitas fotografias por ali, seguimos rumo à região de Puerto Madero. Seguindo nosso mapa, facilmente achamos o lugar, que é cheio de restaurantes e opções de lazer. Um ótimo lugar para caminhar e sentir o clima portenho.

Uma das principais atrações de Puerto Madero é a Ponte da Mulher, que foi alvo da maioria de nossas fotos por ali.

Caminhamos bastante naquela região e depois fomos para uma estação de metrô para nos dirigirmos à Galeria Pacífico pois o Fernando (meu cunhado) queria ver alguns preços de roupas por lá.

Desembarcamos na Calle Florida e nossa expressão foi: Uauuuuuuuu…. Imagine um calçadão cheio de lojas e com uma feirinha no meio – esta é a rua de compras mais turística de Buenos Aires.

Seguimos rumo à Galeria Pacífico,um shopping muito bonito mas onde achei tudo no mesmo preço do Brasil. Mesmo para quem não tem intenção de compras, recomendo uma visitinha a este local pela beleza de seu interior.

Já que estávamos por ali, aproveitamos para jantar na praça de alimentação. O Loedi e o Fernando optaram pela “Parrilla”, o churrasco dos argentinos por 60 reais para os 2 (cerca de R$15,00). Uma curiosidade é que nas praças de alimentação de Buenos Aires você paga um aluguel de talheres. Você deixa 5 pesos no restaurante como garantia de que devolverá os utensílios.

Parrilla

 Nós, mulheres, optamos pro comer pizza. Pagamos 40 pesos numa pizza de 8 fatias (cerca de R$5,00 para cada uma).

Alimentados, seguimos caminhando pela Florida e aproveitando nossa primeira noite em Buenos Aires. Logo nas primeiras esquinas, encontramos apresentações de tango e é óbvio que paramos para assistir.

Mesmo sem todo o glamour das casas noturnas, ver um casal dançando tango nas ruas é muito interessante. Passamos um bom tempo ali observando os artistas. Um verdadeiro show!

Nessas alturas do campeonato, já eram quase 10 horas da noite. Como no dia seguinte nossos planos eram acordar cedo para seguir ao Zoo Lujan, pegamos o metrô e voltamos para o apartamento.

Metrô de Buenos Aires

No primeiro dia em Buenos Aires, já pude constatar o porquê de tanta gente dizer que é a capital mais “europeia” da América do Sul. Quando eu ouvia isso, confesso que achava que era exagero do povo brasileiro.Após algumas horas na capital argentina, passei a concordar que Buenos Aires lembra sim alguma coisa da Europa. Com esse pensamento em mente, chegamos ao apartamento.

Cansados, só tomamos banho e fomos dormir. O despertador foi programado para às 6:30 do dia seguinte 😦 A sexta-feira estava chegando e junto a hora de conhecer o Zoo Lujan, minha maior expectativa para Buenos Aires.

Confira no próximo post como continuou nossa jornada na terra dos hermanos e se o Lujan agradou ou decepcionou 😉

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Arquivado em América do Sul, Argentina, Buenos Aires