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Punta del Este

Seguimos caminhando até o centro para pegarmos o carro na locadora.No caminho, paramos num Mc Donalds para tomar café da manhã. Duas medialunas e um café por R$4,20.

Chegamos na Localiza por volta de 10 da manhã e o processo para retirar o carro levou quase uma hora.

Começamos nossa viagem à Punta lá pelas 11 da manhã, mas pelo que tínhamos pesquisado teríamos tempo suficiente. Estávamos com a rota traçada no GPS do tablet do Loedi, mas nem seria necessário pois o caminho para Punta del Este é facílimo e bem sinalizado.

A orientação do rapaz da locadora foi para que seguíssemos pela Rambla, pois a paisagem compensaria os poucos quilômetros a mais. E foi esse o caminho que fizemos.

Realmente achamos que valeu a pena seguirmos pela orla até à placa que indica para pegar a rodovia para Punta del Este. Pudemos passar por outros bairros nobres de Montevidéu, sempre tendo a vista do Rio da Prata para o lado direito.

Os 140 km de Montevidéu à Punta del Leste são de pista dupla, em perfeito estado de conservação e cheio de polícia para fiscalizar a velocidade que varia muito em todo o trajeto: de 60 km/h a 110 km/h.

Não se assuste ao colocar o trecho no Google Maps e ver que levará mais de 2 horas para a viagem, pois é isso mesmo. Nessa estrada, e deveria ser assim em todas as outras, não dá para passar dos limites de velocidade, pois a multa será certa.

Levamos 2 horas e meia para avistar a primeira placa de “Bem-vindos à Punta del Este”

Quando você começa a ver o mar (ou rio, rs) e a península cheia de prédios, você tem a sensação de estar num país bem diferente de Montevidéu.

Ao começar a ver as mansões e condomínios logo na entrada da cidade, você tem certeza de que está chegando à um local premium. Tudo muito grandioso e bonito, algo que faz bem aos olhos.

Como já tinha passado da hora do almoço, nem paramos na parte de entrada da cidade para tirarmos foto. Seguimos pela orla em busca de um ponto de apoio ao turismo para conseguirmos um mapa.

No caminho, nos assustamos com a calmaria da cidade, que fora de temporada fica desse jeito. Restaurantes e lojas todos fechados. Pouco movimento, poucas pessoas nas ruas.

Ao chegarmos à região do porto foi que começamos a ver algum movimento. Mas mesmo ali o ponto de atendimento ao turista estava fechado.

Na busca por um lugar para almoçar e do mapa, achamos um ponto aberto e lá conseguimos nosso mapa. Logo ali perto achamos um posto de gasolina com lanchonete aberta e lá mesmo que almoçamos.

Tínhamos lido que os preços em Punta eram salgados, mas por estarmos fora de temporada não achávamos que seria tanto. Pedimos uns pedaços de torta salgada e um refrigerante e pensamos que sairia barato. Engano nosso! Por essa comidinha simples pagamos 33 reais!!! Aproveitamos a parada para analisarmos o mapa e decidir por onde começar.

Após almoçarmos seguimos em direção à orla, onde tiramos as primeiras fotos da paisagem. E as palmeiras que eu tanto gosto, estão presentes em toda a beiramar de Punta del Este, dando mais charme ainda à cidade.

Estávamos perto do porto e foi por lá que começamos. Ao contrário de todos os portos que já visitamos, o porto de Punta del Este é bem bonito e preparado para receber turistas.

Outra atração do porto são os leões e lobos marinhos que ficam por ali esperando os restos de peixe que os pescadores jogam no mar. Claro que nós fomos lá perto para conferir a briga entre eles e as gaivotas pelos pedacinhos de peixe.

Além dos bichinhos, outra atração ali do porto é observar o estacionamento de iates. Caminhar por ali e olhar por dentro as embarcações te faz pensar o quanto de dinheiro está parado ali. E claro, no quanto os proprietários devem ser ricos.

E por falar em gente rica, não tem como visitar Punta e não pensar nisso, pois por todos os lados a ostentação está presente. Imagine na alta temporada como deve ser….

Saímos do porto e seguimos para a atração mais famosa de Punta del Este, a Mão do Afogado do escultor chileno Mario Irarrazabal.

A atração não está em bom estado de conservação, mas não há como negar de que é muito bacana, principalmente pela ideia do obra. Mesmo em baixa temporada, tirar foto ali é bem concorrido.

Como se vê, a escultura fica na areia. Aproveitamos esse momento para olhar a Praia Brava, que é onde a atração se localiza e vimos o quanto a praia é sem graça. Aliás, a beleza das praias não é o forte de Punta del Este, pois o mar não é azulzinho, a água é gelada e a areia é comum. O bacana de Punta está muito além do mar e das praias.

Seguimos pela orla para a próxima atração que queríamos conhecer: a Ponte Ondulada. No caminho, ficamos contemplando os luxuosos condomínios e casas. A região nos lembrou muito Jurerê Internacional de Florianópolis e a pergunta que naturalmente surgia era: se essa é a casa de praia, imagina a casa de “verdade” do cara… hahaha.

A maioria das construções estava vazia e em algumas delas pudemos ver jardineiros, pintores e outros profissionais deixando tudo em ordem para a temporada que logo se inicia. Outro detalhe é que cada casa tem um nome, sinalizado através de charmosas plaquinhas logo na entrada.

Para acharmos a ponte foi bem fácil. Foi só seguir reto pela Rambla. Se fosse uma ponte reta, não chamaria nenhuma atenção. O que atrai é seu design diferente. Um lugar para ir, tirar foto e tchau!

Com nossa ida à ponte, finalizamos os pontos que queríamos ver em Punta. Faltava apenas a Casa Pueblo, que ficava na saída para voltarmos à Montevidéu.

Seguimos pela rambla e logo estávamos no caminho para a Casa Pueblo, em Punta Ballena. Próximo dali tem um mirante com vista para Punta del Este. Ficamos pouco por ali pois estava ventando muiiiiito…

Estacionamos o carro numa entradinha e seguimos caminhando para podermos fotografar a Casa Pueblo do melhor ângulo. Nós não visitamos o museu que funciona lá, apenas queríamos ver por fora e achamos tudo muito lindo, tanto a construção em si como a magnífica vista que se tem dali.

Com estas fotos, terminamos nossa visita express a Punta del Este. Mais uma cidade que mesmo sem muitos atrativos especiais tornou-se um dos mais famosos balneários das Américas. Voltamos pensando em todo o glamour de Punta e em quanto dinheiro deve rolar ali na temporada e o quanto isso faz bem ao turismo no Uruguai.

Entretanto, como para os que acompanham o blog já devem ter lido, meu conceito de praia é mar bonito, água quente e pouca muvuca, Punta jamais seria um destino de praia para mim. E como também não gosto muito de lugares com preços absurdos, também não seria um destino para apenas desfrutar o charme da cidade. Resumindo, Punta del Este é linda e glamourosa, mas estas poucas horas que passamos por lá já foram suficientes para mim. No meu conceito, um lugar imperdível para se conhecer, contudo não é um lugar para o qual voltaria.

Chegamos em Montevidéu quase 8 horas da noite, fomos para o hotel ajeitar nossas coisas pois no outro dia às 6 horas da manhã partiríamos rumo ao Brasil. As lembranças que trouxemos do Uruguai foram muito boas e a única coisa da qual não gostamos foram dos preços.

Visitamos apenas a capital e Punta del Este, mas quem quer saber mais sobre outros destinos uruguaios, um bom começo é acessar o site do Ministério do Turismo Uruguaio. Recomendamos a todos conhecer mais esse país vizinho, a poucas horas do Brasil e que tem muita coisa boa para oferecer.

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Montevidéu: parte 2

Acordamos no domingo bem descansados após muitas horas de sono. Nosso primeiro destino para o dia seria a feira de Tristán Narvaja, que é um dos lugares mais visitados pelos turistas e moradores de Montevidéu.

Olhamos no mapa, vimos que era perto do hotel e seguimos caminhando. Paramos num supermercado para comprarmos algo para comer e lá fomos nós pra feira seguindo pela avenida 18 de Julho.

Observar o centro de Montevidéu não é algo que encha os olhos, pois as ruas são sujas, os prédios são velhos e em muitos pontos têm mal cheiro. O bacana de passear por ali é observar o povo uruguaio tomando mate a todo tempo e em todo lugar, as velhinhas saindo da igreja no dia de missa, o jeito deles levarem a vida. Quando mal percebemos já estávamos na esquina da Tristán Narvaja, o local da feira.

Imagine uma feira onde se vendem frutas, verduras, galinhas vivas, pássaros, roupas, artesanato, eletrônicos, peixes, plantas e muito mais.

Este é o estilo da feira, que é lotada de gente. Eu não gosto muito desse tipo de lugar pois perco a paciência facilmente no meio da multidão. Sendo assim, apenas demos uma rápida passada e vazamos.

Como ainda não tínhamos achado o carregador para nossa câmera, seguimos andando até o Shopping Tres Cruces, que pelo que o rapaz tinha nos dito lá no outro shopping seria onde iríamos encontrar. A camelada foi grande, mas finalmente chegamos e encontramos o carregador. Problema câmera: resolvido!

De lá pegamos um ônibus e seguimos para a parte chamada Ciudad Vieja, que é o principal destino turístico de Montevidéu e tem como ponto de partida a Plaza Independencia.

Realmente a praça é um lugar fotogênico, e abriga os prédios que provavelmente você vê como referência de imagem da capital uruguaia.

No centro desta praça fica o mausoléu do militar Artigas, que é considerado um herói para o Uruguai. Ali também está localizada a sede do poder uruguaio e o Palácio Salvo. Tem também a porta da cidadela.

Montevidéu tem o charme de contar com quiosques estilizados que sinalizam os nomes das praças. Por todos os cantos da cidade que andamos pudemos notá-los. Funcionam como vendinhas de balas e guloseimas, mas servem acima de tudo para dar um toque especial. Eles são verdes com as informações em vermelho, não tem como não notar!

A poucos passos da Plaza Independencia, fica o Teatro Solis que é outro cartão postal de Montevidéu. Impressiona pela beleza externa e deve ser muito bacana internamente. Há passeios agendados com guias em português por 4 reais, mas nós não fizemos. Nos contentamos em fotografar por fora.

Saindo da Plaza Independencia, há um calcadão que deve ferver nos dias úteis. Como era domingo, encontramos poucas pessoas passeando por ali e seguimos caminhando até o Mercado do Porto, que seria nossa próxima parada.

No caminho, prédios antigos, lojas fechadas, igrejas, algumas praças e claro, muitos uruguaios apreciando mate 🙂

Ao se aproximar do Mercado del Puerto, o cheiro de carne já te faz sentir aquela fome. Hummmm! E ao entrar no lugar o desejo de apreciar a carne uruguaia só aumenta.

Demos uma andada lá dentro para pesquisarmos os preços e percebemos que quase não mudam: são caríssimos em todos os restaurantes! Mas ir até lá e não provar a tão falada carne uruguaia seria um vacilo.

Você tem duas opções para almoçar: sentados em mesinhas comuns de restaurante, ou sentar no balcão e fazer seu pedido.

Nós optamos pela opção menos comum pra gente: comer no balcão. O cardápio pode te deixar bem confuso na hora de fazer o pedido pois são muitas opções. Um ponto para prestar atenção é no tamanho das carnes. Nós pedimos a versão “petit”e mesmo assim era generosa. Como é cara e deliciosa, melhor fazer o pedido certo para evitar desperdício. Nossa escolha foi um petit lomo e um petit bife de ancho que pode ser acompanhado por arroz, purê, salada ou batatas fritas. Além disso eles servem uma porção de pães para acompanhamento.

O sabor da carne é incomparável! Muito boa, mesmo o almoço tendo custado 82 reais (uia!) Paga-se pela experiência e uma vez ou outra abrir a mão vale a pena!

Após almoçarmos, demos uma volta pelo mercado que além de restaurantes tem algumas lojinhas de artesanato e artigos típicos do Uruguai.

Saímos pela outra entrada onde acontecia um pequena feira de artesanato.

Passeando por lá fomos abordados por uma simpática loirinha uruguaia fazendo propaganda de uma loja de artesanatos e que naquele dia estava oferecendo transporte grátis para os visitantes. Como queríamos comprar presentinhos para mãe e sogra e estávamos com preguiça de voltarmos andando para o hotel, aproveitamos a van para nos deslocarmos.

Compramos só as lembrancinhas e seguimos para a Avenida 18 de Julho que estava próxima dali. Como estava bastante calor, aproveitamos para tomar um sorvetinho.

Seguimos pela avenida até chegarmos até outra atração de Montevidéu: a Fonte dos Cadeados, onde apaixonados do mundo todo prendem cadeados para que nunca se separem.

Continuamos andando até chegarmos à Plaza del Entrevero, que apesar de mal conservada é ainda bem charmosa.

Ficamos sentados um tempo por ali observando o mapa e vendo onde mais poderíamos ir, visto que era por volta de 3 da tarde. Chegamos à conclusão de que não tínhamos mais nada para fazer em Montevidéu. Sendo assim, apenas passamos no supermercado para comprarmos umas coisinhas para jantarmos e voltamos para o hotel.

Largamos as coisas lá e fomos ver o dia passar sentados à beira do Rio da Prata, assim como fazem os uruguaios.

Ficamos um tempinho lá sentados observando as pessoas aproveitando o dia de sol na orla.

Já no sábado tínhamos notado que em Montevidéu não teríamos o que fazer por 3 dias. Dessa forma, resolvemos incluir nos planos uma visita à Punta del Este, que é a cidade queridinha de ricos, famosos e brasileiros.

Como não estávamos no clima de aventura de ônibus e tínhamos que estar no aeroporto de madrugada para voltar ao Brasil, resolvemos alugar um carro para fazer este passeio pois o custo acabaria compensando.

Fizemos a reserva pela internet na Localiza e optamos por pegarmos o carro no centro e devolvermos no aeroporto. Valor da diária: 55 dólares. Nem fizemos pesquisa em outras locadoras, pois precisávamos desta comodidade.

E já que tínhamos estes planos, não esperamos pelo pôr-do-sol à beira do rio. Voltamos para o hotel antes disso para estudarmos o que faríamos no dia seguinte no bate-volta à Punta del Este – assunto do próximo post aqui no blog. 🙂

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Montevidéu: parte 1

Sair da chuvosa e fria Curitiba no sábado foi um alívio, mesmo tendo que acordar às 4 horas da manhã. Voos no horário foram outra alegria para o início da viagem ao Uruguai. Ver que finalmente foi colocado um painel eletrônico avisando os guichês disponíveis na Polícia Federal em Guarulhos foi outra coisa boa. Em todas as minhas viagens anteriores achava um absurdo ver as atendentes berrando inutilmente- próximo, próximo, próximo… argh! Ufa, resolveram pelo menos esse problema por lá.

Aterrissamos em Montevidéu ao meio-dia e ao desembarcarmos já fiquei impressionada com o aeroporto. Aliás, ao chegar lá fiquei pensando o quanto os primeiros passos em aeroportos marcam minha memória. Não sei porque, mas a ansiedade de estar num lugar diferente me faz pensar que o desembarque é um momento especial, pois é a certeza de que finalmente cheguei onde estava esperando há tempos.

E essa experiência no Uruguai foi fantástica. Se estivesse um pouco sonolenta teria certeza de que estava chegando num país de primeiro mundo, de tão lindo, limpo e organizado que é o aeroporto. Virei para o Loedi e disse: me sinto em Frankfurt, hahahaha. Que choque sair do caótico Guarulhos e desembarcar no harmonioso Carrasco.

E se por dentro ele é lindo, por fora parece obra de Oscar Niemeyer (sou fã dele!). Mas para não menosprezar o artista, fui procurar o verdadeiro autor da obra: Rafael Viñoli, arquiteto uruguaio.

Pegamos nossa mala e fomos sacar dinheiro para pegarmos o ônibus rumo à Montevidéu. Como a aeroporto fica há mais de 20 km do centro, um táxi fica bem caro e nem cogitamos essa possibilidade.

Almoçamos num Mc Donald’s ali mesmo no aeroporto para podermos trocar o dinheiro. Logo em seguida, facilmente encontramos o ponto de ônibus que fica bem na frente da porta do desembarque. Dá pra pegar qualquer ônibus que venha escrito Montevidéu. Custo da passagem: 32 pesos uruguaios, ou 3,20 reais. Para converter para reais lá é só dividir por 10, easy 😉 !

O trajeto é longo. Levamos quase uma hora até o ponto que precisávamos descer, mas por esse preço estava mais que ótimo. Descemos no centro e de lá seguimos para nosso hotel.

Ficamos no hotel Iberia, um hotel simples, duas estrelas e que cumpre o que promete na internet. Gostamos da localização por ser pertinho do centro, de supermercados e de pontos de ônibus. Não me pergunte como é a região à noite, pois nenhum dia cheguei ao hotel após o pôr-do-sol ( que ocorria após 20 e 30h).

Largamos nossas coisas no quarto e já descemos para pegarmos um mapa na recepção e começarmos nosso passeio. Em poucas horas no Uruguai já tínhamos percebido a simpatia do povo com brasileiros e com a moça do hotel não foi diferente.

Nossos planos para este primeiro dia contemplavam a orla de Montevidéu, ou como eles chamam, as Ramblas, que são as largas avenidas que ficam às margens do Rio da Prata.

Nosso hotel ficava há umas três quadras da Rambla, e foi para aquela direção que seguimos. Ao avistar o rio, o primeiro pensamento que me veio à mente foi que a Argentina estava do outro lado, rsrsrs. E também não tem como não pensar na imensidão do rio, que parece não ter fim.

Paramos um pouco por ali e decidimos caminhar até Punta Carretas, que é um dos bairros nobres de Montevidéu. A distância era longa, mas mesmo assim resolvemos encarar.

Em nosso percurso, duas coisas nos chamaram a atenção: a calmaria da cidade, que mesmo sendo a capital do país parecia interior na tarde de sábado; e como as pessoas aproveitam a orla cheia de praias da mistura de rio com mar.

Nas calçadas você vê pessoas praticando esportes, na beira-mar vários pescadores, do outro lado crianças jogando bola, alugando patins ou patinetes. Tudo é válido para aproveitar o dia de sol e calor à beira do rio da Prata.

Após longas pernadas, chegamos à Punta Carretas, que inicia logo após o Parque Rodó. Nessa parte da orla, parece que você mudou de cidade. Tudo fica mais bonito e com outros ares. A Rambla ganha prédios altos e modernos, palmeiras vistosas, clubes, bares e restaurantes charmosos. Uma delícia contemplar essa paisagem!

Não estou de forma alguma comparando Montevideú com o Rio de Janeiro (pois seria muito injusto!), mas caminhar por Punta Carretas e Pocitos (outro bairro nobre da capital uruguaia) lembra os ares da cidade maravilhosa.

Após quase 4 km de andanças, resolvemos voltar, mas não sem antes tirarmos mais algumas fotos dali.

Caminhamos até o Punta Carretas Shopping, onde tínhamos a missão de comprarmos um carregador para nossa câmera, pois no dia anterior da viagem descobrimos que tínhamos perdido o nosso. Argh!

Não encontramos o que procurávamos, mas tivemos a oportunidade de sabermos como eram os preços no Uruguai e ficamos assustados! Tudo no preço do Brasil ou muito mais caro. Para vocês terem ideia, uma pet de 2 litros de Pepsi num supermercado custa o equivalente a 5 reais. Uia… Devido a este fator, gastamos com alimentação mais que havíamos planejado, mesmo comendo fast food e fazendo compras no supermercado.

E já que os preços não eram nenhum pouco atrativos, apenas jantamos no shopping, pegamos o ônibus urbano que custa 18 pesos uruguaios e voltamos para o hotel. E por falar em ônibus, são frequentes, limpos e abrangem os principais pontos de interesse da cidade, sem falar no precinho camarada.

Após uma noite com apenas 4 horas de sono e um dia com mais de 4 km de caminhada, não nos restava outra opção a não ser dormir cedo para podermos aproveitar os nossos próximos dias em terras uruguaias.

As impressões desse primeiro dia? Ótimas, lembrando sempre de não se comparar a cidade com as demais capitais da América do Sul. Como diria a Cibeli, nada de pensar nas irmãs ricas ao desbravar Montevidéu. Mais detalhes sobre isso na parte 2, em breve por aqui 🙂

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Montevidéu – planejamento

2010 está acabando, mas fico feliz por nesse ano poder ter visitado os principais destinos que queria conhecer na América do Sul. Para finalizar o ano, Montevidéu não poderia ficar de fora.

Há tempos queríamos ir para lá, mas até então não tinha rolado. No meio do ano vimos que teríamos um feriadinho bom em novembro e assim surgiu nossa ideia.

Como nosso saldo de milhas no TAM fidelidade era suficiente para a viagem, por que não aproveitar? Como diria o Rodrigo Purisch, do site Aquela Passagem, milha boa é milha gasta!

Se viajar é bom, de graça é melhor ainda 🙂 Com esse pensamento, nossa viagem para Montevidéu começou a se materializar.

Voos:

Esperamos liberar o período de compra na TAM (3 meses antes) e emitimos nossos bilhetes com ida para dia 12/11/2011 e volta para o dia 15/11/2011.

O período vai ser curtinho, mas o suficiente para conhecermos as principais atrações da capital uruguaia.

Chegaremos no sábado após o almoço e voltaremos na terça à tarde. Vamos ter o domingo e a segunda-feira para aproveitarmos.

Hotel:

Como é de praxe, fizemos nossa pesquisa no Booking e escolhemos um dos hotéis mais baratinhos. A hospedagem por lá é super barata. Reservamos o hotel Iberia onde 3 diárias saíram por 156 dólares.

Seguindo a sugestão da Jussara e de outros leitores do blog, vou colocar nos posts de planejamento os custos da viagem. Segue o de Montevidéu:

Montevidéu – custos

Demais informações:

Como será uma viagem rápida, nem esquentamos muito a cabeça sobre os principais pontos turísticos pois sabemos que não vamos conseguir ver tudo.

Estamos indo bem tranquilos e dispostos a aproveitar tudo o que for possível. Será uma viagem low -cost e com finalidade de podermos espairecer um pouco.

Estou ansiosa para conhecer a tão falada hospitalidade e educação uruguaia, bem como para provar a carne tão famosa de lá. Vamos ver como tudo corre e se teremos nossas expectativas atendidas.

Só nos resta esperar Montevidéu, Uruguai, décimo oitavo país de minha listinha daqui a 27 dias 🙂 🙂 🙂

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