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TV Blog: Cingapura

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Segundo dia em Dubai

Nosso último dia em Dubai era uma sexta-feira e nós, desavisados, fomos para a estação do metrô para seguirmos para o Burj al Khalifa. A dica para a visita é comprar pela internet e agendar horário, pois sai menos da metade do preço. Mas, como a sexta é o dia sagrado deles, demos de cara com a estação fechada 😦 Duas simpáticas moças nos explicaram que somente após as rezas é que o sistema volta a funcionar. Como nosso horário era para a manhã, corremos para pegar um táxi (achamos seguro e barato).

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A entrada do shopping estava aberta, pois é por lá que se chega à bilheteria do Burj al Khalifa. Porém, todas as lojas estavam fechadas e os corredores praticamente vazios. Aproveitamos para ir observando os luxuosos espaços do Dubai Mall.

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Como tínhamos tempo, trocamos nossos ingressos e fomos tirar umas fotos lá fora. O lugar que estava lotado na noite anterior, encontrava-se quase deserto na manhã da sexta-feira/domingo. Ficamos lá observando os 828 metros de altura do arranha-céu e pensando no trabalhão que deu para construí-lo.

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No horário marcado, voltamos para a entrada do Burj al Khalifa e chegava a hora de vermos Dubai do alto.

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É claro que antes  de subir há todo aquele cenário contando dados e fatos e a história da construção. E por ali, não poderia faltar a foto do Sheik Mohammed bin Rashid Al Maktoum, atual primeiro ministro dos Emirados Árabes Unidos.

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Há também um painel interativo onde você consegue ver na imagem como ficaria o Burj al Khalifa em diversas paisagens mundo afora.

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Pegamos o elevador e rapidamente estávamos lá: no terraço do prédio mais alto do mundo, uhuuuuuuuu!

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Já disse várias outras vezes sobre o quanto não acho legal subir nos super-prédios mas que sempre subo, hehe. Porém, nesse de Dubai achei legal pois lá de cima é possível ver bem a ousadia da proposta da cidade. Olhando a paisagem é impossível você não tirar o chapéu para os idealizadores do local. Demais!!!!

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Aproveitamos que estávamos ali e fomos dar uns rolês no shopping, passando pela pista de patinação no gelo e pelo Aquário de Dubai.

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Almoçamos por lá e como chegava a hora do metrô abrir, seguimos para a longa caminhada até a estação e de lá seguirmos para o Mercado de Ouro de Dubai.

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Para nossa sorte, a maior parte das lojas da região dos mercados de ouro de Dubai estava fechada. Digo isso porque eu realmente não estava mais na vibe daquela encheção de saco de vendedores querendo te empurrar algo. Mesmo com pouco movimento, fomos muito abordados. O local é cheio de lojinhas que vendem ouro e também bugigangas e lembrancinhas de Dubai. Aproveitamos para comprar nossos souvenirs por ali.

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Passamos também pela parte das pimentas e temperos, mas o pessoal enchia tanto o saco que nem me animei em tirar fotos. Me lembro que antes de pegarmos o metrô de volta,  sentados num banquinho tomando uma coca-zero bem gelada, comecei a pensar na possibilidade de estar grávida 🙂 Comentei com o Loedi, mas logo pensamos que podia ser só coisa de nossa imaginação (mal sabíamos que nossa bonequinha já estava a bordo)

A estação do metrô que chega até a região dos souks (mercados) é linda e super moderna. Olhem como é o banheiro deste lugar público.

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No trajeto de volta, decidimos curtir nossas últimas horas em Dubai caminhando pela avenida principal no meio de mais arranha-céus lindíssimos.

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Não pudemos resistir a uma paradinha no Tim Hortons para comermos um delicioso cinnamon roll (ninguém é de ferro,rsrs)

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Para terminar nossas pernadas em Dubai, passamos no Mall of Emirates onde queríamos pelo menos ver a tão famosa pista de ski indoor, que vemos passar em todos os programas de TV que falam sobre a cidade. O shopping não é tão grande e luxuoso como o Dubai Mall, mas também vale a visita. Não me perguntem sobre preços, pois como eu já estava com viagem marcada para os EUA no final do ano, nem olhei nada.

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E assim acabava nossa estadia em Dubai. Um lugar que gostamos bastante e onde achamos 2 dias suficientes para conhecer os highlights. Apesar de ser uma cidade fantástica, não acho que as 14 horas de voo que separam o Brasil dos Emirados Árabes Unidos valham férias só por ali. Vejo mais como um lugar de parada na ida ou na volta de algum trecho mais longo, uma vez que a Emirates conecta o Brasil com todos os outros cantos do mundo.

Neste dia, só voltamos para o hotel, ajeitamos nossas malas e nos preparamos para voltar para o Brasil. Nossa maratona pela Ásia foi incrível e Dubai fechou com chave de ouro. Uma pergunta que me fiz várias vezes antes de comprar as passagens finalmente ganhou a resposta: valeu a pena pagar mais caro para ir para a Ásia via Dubai? Com certeza!!!! Pagaria cada centavo novamente para ter o privilégio de conhecer essa cidade 🙂 🙂

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Primeiro dia em Dubai

Optamos por começar nosso passeio pela Marina de Dubai, uma vez que parecia ser a estação do metrô mais próxima de nosso hotel. Ao começar a andar pela cidade, você percebe de que ela não foi projetada para pedestres, mas sim para os carros. As vias são largas e expressas, mas não é em todo lugar que tem calçada.

O calor estava intenso (como era de se esperar, hehe), mas assim que entramos no metrô o ar condicionado era delicioso. As estações e os trens são super modernos, mas pelo tamanho da cidade não cobre muitos locais. Para nós turistas, nos levou onde precisávamos, portanto achamos ok. Há algumas coisas interessantes no metrô de Dubai, como a Gold Class que é uma espécie de primeira classe do vagão onde se paga um pouco mais caro para ter mais conforto e direito à vista panorâmica. Existem também os vagões exclusivos para crianças e mulheres, e alguns que só têm restrição para esse público em horário de pico. Outro fato que você precisa saber, é que o “domingo” deles é na sexta-feira e o metrô só abre depois das orações, ao meio-dia.

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Desembarcamos na estação da Marina e logo ficamos boquiabertos com os altíssimos arranha-céus da região. Nos impressionamos também com a quantidade de restaurantes internacionais na região. Tudo muito bonito e organizado, assim como imaginávamos Dubai.

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Andando por ali, ficamos pensando no tanto de gente que participou da construção desta megacidade no meio do deserto e como seriam as condições de trabalho com as altíssimas temperaturas e o sol forte que faz por lá. Como obras estão por todo o lado, esse foi um pensamento constante.

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Após andar um pouco pela região, ficamos bem perdidos para saber como faríamos para ir até o outro ponto turístico que queríamos: o Burj al Arab. Resolvemos pedir ajuda para um rapaz na rua e descobrimos que deveríamos pegar um ônibus para chegar até lá. Como tínhamos comprado o passe de um dia, caso errássemos não ficaríamos no prejuízo. Para nossa alegria, havia um mapa com a rota do ônibus e assim foi moleza 🙂

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Nos ônibus também existem espaços reservados apenas para mulheres e crianças, mas no horário que pegamos estava vazio e conseguimos ir sentadinhos observando a paisagem.

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Assim que avistamos um dos prédios mais famosos de Dubai, resolvemos descer do ônibus. Lá estava ele, o Burj al Arab, um dos hotéis mais chiques do mundo.

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O que nós não percebemos é que ainda estávamos muito longe dele e que caminhar naquele sol e calor acima dos 40 graus não era tarefa fácil.

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Para nossa sorte, bem onde paramos havia um ponto de ônibus com ar condicionado e lá entramos para refrescar um pouco.

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Embarcamos no próximo ônibus que passou e descemos mais próximos do hotel e também da praia. Como disse no post de planejamento, queria muito molhar os pés nas águas ferventes (segundo Carol Guelber) do mar do Golfo Pérsico. Chegamos, vimos o mar azulzinho, as placas cheias de restrições e não sei o que aconteceu comigo que esqueci de tirar fotos (arghhhhhh!) Meu palpite é que o calorão tenha me deixado meio boba a ponto de esquecer desse “pequeno” detalhe. Pelo menos um vídeozinho molhando os pés eu tenho, ufa!

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Da praia seguimos para a entrada do Burj al Arab, para conseguirmos um ângulo melhor para tirarmos fotos de um dos ícones arquitetônicos do mundo. A entrada do hotel é disputadíssima por turistas que tentam um bom clique, mas a missão não é fácil, rsrs. Ficamos uns bons minutos por ali até conseguirmos ângulos razoáveis e sem gente atrapalhando.

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De lá, pegamos o ônibus de volta e seguimos para a estação do metrô que estava bem longinho dali.

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Já era final de tarde e como queríamos ver o outro cartão-postal de Dubai à noite, resolvemos ir em direção ao Dubai Mall e lá conhecer o prédio mais alto do mundo: o Burj al Khalifa. Da estação do metrô até o shopping é uma longa caminhada. Acho que se leva mais de 20 minutos andando pelas passarelas até você encontrar a entrada do maior shopping do mundo. Aliás, Dubai é a terra dos superlativos e estando lá você nota isso em cada esquina.

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Quando saímos do shopping, nos espantamos com a quantidade de gente ali parada para assistir à grande atração do local: o show de águas na fonte que fica em frente ao Dubai Mall.

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Mesmo com a multidão, fomos em busca de nosso cantinho para registrarmos o momento, vermos o iluminado Burj al Khalifa e também para aguardar a próxima exibição das águas dançantes.

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Assistimos o show de águas e gostamos muito, só achei um pouco rápido demais. De qualquer forma, é atração imperdível (e grátis) em Dubai. Logo em seguida, decidimos finalizar as atividades e voltar para o hotel.

Nosso primeiro dia em Dubai foi excelente e nos fez pensar em muitas coisas, mas principalmente na ideia fantástica dos sheiks de transformarem de uma hora pra outra a cidade em um super destino turístico. O que chama a atenção em Dubai são atrações feitas pelos homens, sem nenhuma ajuda da natureza. A ousadia e atitude de quem visualizou esta realidade pra cidade é digna de muita admiração. Ver toda aquela beleza arquitetônica no meio de um mar de areia nos faz ter certeza de que quem quer faz, e quem não quer arruma uma desculpa. Ficamos imaginando do que eles seriam capazes se tivessem todos os recursos naturais e paisagens que temos no Brasil….

Continue acompanhando no próximo post como foi o nosso segundo e último dia em Dubai 🙂

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Chegando em Dubai

Estávamos tão cansados que nem vimos passar as longas horas de voo entre Cingapura e nosso destino. Quando nos demos conta já tínhamos chegado ao lindo e organizado aeroporto de Dubai. Após nossas experiências no Egito, que foi o primeiro país de maioria muçulmana que visitamos, estava com um pouco de receio de chegar de bermuda por lá. Mas, como o calor falou mais alto, resolvi arriscar tendo o cuidado de estar com ombros e joelhos cobertos. Respeito o modo de pensar e agir desta religião, porém assumo que fico chocada ao ver as mulheres mostrando apenas os olhos. Para minha surpresa, ninguém me olhou feio no aeroporto por causa de minha roupa e assim já passei a ter certeza de que Dubai realmente é uma cidade mais aberta visto que grande parte de sua população é estrangeira.

Para chegarmos ao hotel, optamos por ir de metrô. Há uma estação no aeroporto e é super fácil de comprar o bilhete. Por ali, tudo escrito em inglês e os atendentes também dominam o idioma. Tivemos que esperar um pouco, mas logo o trem chegou. Os vagões já estavam cheios e fomos com as malas e as mochilas em pé. E no decorrer da viagem, a coisa foi piorando pois era início da manhã e todos estavam indo trabalhar. Mesmo com o metrô lotadaço, me senti segura no meio da maioria masculina. Cerca de 1 hora após o embarque, finalmente chegamos na estação onde deveríamos descer.

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Já havíamos pesquisado o trajeto no Google Maps e foi bem fácil achar o Akas Inn Hotel. Fizemos o checkin e adivinhem? O terceiro upgrade da viagem, uhuuuuuu! Claro que nem se compara com os anteriores, pois essa era uma hospedagem bem mais simples. Mas mesmo assim, a notícia sempre é boa. Acabamos pegando uma apartamento com sala, cozinha e um baita quarto.

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Deixamos nossas coisas no quarto, tomamos café da manhã no hotel e fomos dormir mais um pouco antes de começarmos as andanças pela cidade. Nos próximos posts conto como foram nossos dias em Dubai 🙂

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Changi Airport Cingapura: como é o melhor aeroporto do mundo

Nosso voo para Dubai só partiria à meia-noite, mas como o tempo não estava colaborando, resolvemos ir cedo para o aeroporto e aproveitar a chance de conhecer o melhor aeroporto do mundo segundo a pesquisa da Skytrax. Já tínhamos nos impressionado no desembarque, e agora queríamos ver como seria a nossa percepção não só no embarque mas tendo que esperar mais de 8 horas pelo horário de nosso voo. Antes de explorar o aeroporto, tínhamos que nos livrar da bagagem e logo fomos procurar o guichê da Emirates para despachá-las. No quesito sinalização, nota 10!

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E que tal o piso e o paisagismo do aeroporto? E os trens que ligam um terminal a outro, cheios de placas para ajudar qualquer perdido ou distraído?

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Facilmente encontramos o checkin da Emirates, que foi bem rápido e assim começamos a desbravar o aeroporto. A primeira obra que nos chamou a atenção foi um combinado de bolinhas que ficavam se mexendo e formando variadas formas, com uma música suave ao fundo. Bem interessante para você se distrair por alguns minutos.

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Pegamos o mapa do aeroporto (sim, é necessário!) e fomos ver as opções de entretenimento disponíveis em cada um dos terminais. Fizemos questão de conhecer os três, mas não pudemos conhecer todas as atrações porque a maioria delas fica na área de embarque 😦

O primeiro lugar que estávamos procurando era a galeria da aviação, onde poderíamos conhecer um pouco da história do aeroporto. No caminho, muitas e muitas lojas e várias opções de lanchonetes e restaurantes. Precisei ir ao banheiro e não resisti a tirar umas fotos para contar aqui no blog. Os ambientes além de limpos e bonitos, têm uma pessoa responsável e que você pode avaliar a situação ao final do uso. Fui várias vezes e sempre estavam impecáveis (que sonho para Guarulhos e Galeão!).

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Logo achamos a galeria interativa e o que mais nos surpreendeu foi saber que naquele instante haviam mais de 57 mil passageiros no aeroporto naquele momento. Cadê o tumulto, estresse, filas???

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Após a visita à galeria continuamos andando e nos surpreendendo com o aeroporto. Eram inevitáveis as comparações com os aeroportos brasileiros 😦

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Dentre as opções de lazer do Changi, a que mais estava curiosa pra ver era o tobogã por onde os passageiros podem escorregar de um nível a outro de graça. Uma maneira bem divertida de passar o tempo. Achamos o local com facilidade, mas para nossa frustração estava em manutenção. Aaaaaaaa!

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Fazer o quê? O jeito era continuar conhecendo o aeroporto e tirando foto do que chamasse a atenção, como as lixeiras estilizadas para lixo reciclável , o estande fazendo propaganda do turismo na Suiça ou do restaurante que exibe em sua vitrine uma imitação de seus pratos.

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As outras opções de lazer do aeroporto como cinemas, aparelhos de video-game e outros jogos ficavam em lugares que não teríamos acesso. Sendo assim, decidimos entrar na área de embarque de nosso terminal e ver o que havia por lá.

Passamos pela imigração, onde pela primeira vez na vida vejo balinhas à disposição dos passageiros, e logo demos de cara com a Social Tree que nada mais é que uma árvore digital onde você tira e posta sua foto na hora! O barato da atração é você ficar aguardando a publicação de seu retrato. Muito legal!

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É impressionante como quem administra ou criou o aeroporto pensa em opções para fazer o tempo passar mais rápido quando você tem que esperar horas e horas, como era o nosso caso.

Como sabíamos que o aeroporto era top, nos planejamos para tomar banho por lá após um dia intenso de atividades. Como já tinha anoitecido, fomos procurar o local indicado e facilmente achamos. Pagamos o valor de 11 dólares e recebemos nosso kit ducha. Os banheiros eram limpíssimos e o atendimento impecável. O ticket também nos dava direito à um drink à beira da piscina (sim, sim, dentro do aeroporto, na área de embarque!).

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De banho tomado, fomos conhecer esse pedaço da área de embarque que também oferece academia, a piscina e uma jacuzzi, além de um bar que serve todo o complexo.

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Demos um tempo ali mas logo saímos pois o calor estava de matar. Fomos jantar e em seguida ficamos aguardando nosso voo. Para relaxar, existem as relax areas que oferecem espreguiçadeiras para você tirar um cochilinho antes do embarque. Nosso último mimo do Changi antes de entrarmos no avião rumo à Dubai foram os massageadores de pés que ficam disponíveis gratuitamente para os passageiros. Que delícia!

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Essas longas horas que passamos no Changi realmente nos fizeram ter certeza de que esse é um dos melhores aeroportos do mundo mesmo. Foi uma excelente experiência e um exemplo a ser copiado mundo afora. Um aeroporto totalmente focado no conforto do passageiro. Se nossa impressão de Cingapura já tinha sido perfeita, o aeroporto só complementou isso.

Chegava a hora de partir, as férias estavam acabando, mas ainda tínhamos Dubai para explorar. Até lá!

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Cingapura: Gardens by the Bay

Nosso terceiro e último dia em Cingapura amanheceu chuvoso e nossos planos de ficar na piscina pela manhã foram literalmente por água abaixo. Sendo assim, resolvemos antecipar nosso checkout e seguirmos para o Gardens by the Bay, que era a atração que estava faltando conhecermos e que fica bem na frente do Marina Bay Sands. Pagamos a altíssima conta do hotel (com dor no bolso, mas feliz por ter tido essa experiência) e fomos para os jardins. Ao chegar, não pudemos perder a chance de fotografar um outro ângulo do hotel, rsrs.

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Para entrar no Gardens by the Bay, não é necessário pagar ingresso. Você paga apenas pelas atrações que quiser visitar. Logo na entrada, pegamos um mapa para nos localizarmos e a moça logo nos disse: aproveitem enquanto a chuva não piora 😦

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O parque é enorme e existem exposições de diversas floras do mundo todo. Eu não estava com muito saco pra ficar vendo plantas naquele tempo horroroso, mas queria muito andar na passarela entre as “árvores gigantes”

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Mas, como a chuva apertou em seguida, a passarela fechou e o jeito foi nos abrigarmos numa área coberta até o tempo melhorar.

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Esperamos, 10, 15 minutos e nada da chuva parar. Sendo assim, como tínhamos nossas capas de chuva na mochila resolvemos encarar uma volta pelos jardins mesmo com o tempo daquela maneira. Fomos andando e achando no mapa as áreas que mais nos interessavam. A que mais queria ver era a de frutas e flores, onde pudemos conhecer um pouco mais sobre as espécies do mundo.

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Esperamos, esperamos e nada de abrir a passarela. A chuva parecia que nunca mais ia parar 😦

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Aproveitamos para tirar mais algumas fotos do local e em seguida achar um outro local para visitarmos após o almoço.

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Resolvemos pegar o metrô e ir até o shopping Suntec e ver a maior fonte do mundo: a Fountain of Wealth. Nossos planos era passar em algum lugar para comermos no caminho. Ao avistar a fonte, ficamos frustrados, pois não achamos nada demais. Ela não estava ligada, mas mesmo se tivesse acho que não seria algo imperdível perto das demais atrações de Cingapura.

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Lembramos de um Popeye’s que ficava perto da Singapore Flyer e pra lá seguimos almoçar. Enrolamos um bom tempo lá e aproveitamos para tirar mais umas fotos com o Gardens by the Bay ao fundo.

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A chuva resolveu dar uma trégua e adivinha pra onde resolvemos voltar? Pro Gardens by the Bay, é claro! Não podia ir embora de Cingapura sem andar naquelas passarelas. Lá estávamos nós de novo 🙂

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Para nossa alegria, agora as passarelas estavam abertas. Compramos nossos ingressos e rapidinho estávamos lá em cima. Eu achei super legal a caminhada, já o Loedi achou furadaça, hahahaha.

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Com nossa última missão cumprida em Cingapura, chegava a hora de nos despedirmos de uma das cidades mais incríveis que já visitamos. Repeti várias vezes nesses três dias que facilmente moraria por lá, na Ásia que não parece Ásia. É fantástico pensar que esse lugar um dia foi subdesenvolvido e que a rigidez das leis e regras contribuiu para transformá-lo num dos mais organizados que já conhecemos.

Pegamos nossas malas e seguimos para o melhor aeroporto do mundo, que será o assunto do último post sobre Cingapura.

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Cingapura: Clarke Quay e Singapore Flyer

Após finalizarmos nossos passeios étnicos por Cingapura, fomos conhecer a região do Clarke Quay que é o centro do agito noturno de Cingapura, mas que também é parada obrigatória durante o dia. A região em torno do Singapore River antigamente era um centro comercial dos pescadores, mas atualmente define-se como um lugar para “wine, dine and good times”.

Ao ver a fachada do lugar, você realmente sente a vibe de “good times”, seja pelo colorido das construções, pela harmonia da arquitetura dos bares e restaurantes, ou pela paz dos barquinhos navegando pelo rio.

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Mas é claro que pro passeio ficar completo, é necessário atravessar a ponte e ir lá do outro lado. Por ali, você já começa a ver a maior estrutura de ar condicionado ao ar livre do mundo, construído para amenizar o forte calor da cidade e permitir que as pessoas não sofram por causa da temperatura num lugar voltado ao entretenimento.

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Ao pisarmos embaixo da estrutura, já sentimos o frescor delicioso e pensamos: que boa ideia! Além das super coberturas, no centro do Clarke Quay também existem fontes que saem direto do chão para refrescar os mais encalorados. Isso sem contar os charmosos e ecléticos restaurantes e bares por ali instalados.

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Mesmo sendo horário de almoço, Clarke Quay estava vazio. Sabíamos que o forte dali era à noite e é claro que nos programamos para voltar. Passamos num pequeno shopping para almoçar e dar um tempo. O calor estava judiando da gente (e acredito que o início da gravidez também) e resolvemos fazer tudo com muita calma no período da tarde.

Nosso passeio foi pela beira do rio, observando as bem cuidadas construções, os arranha-céus e todo o charme da região. O ritmo era de alguns passos e algumas sentadas nos bancos ali disponíveis, tudo sem muita pressa.

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E mesmo com passos vagarosos, logo estávamos de novo próximos ao Merlion Park. Atravessamos a praça e após alguns bons minutos de caminhada estávamos na próxima atração do dia: a Singapore Flyer, que é a roda-gigante mais alta do mundo. Compramos os ingressos pela internet e a entrada foi bem rápida.

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É claro que antes do embarque tem todo aquele ritual de contar a história da construção, da cidade e etc. Mas essa parte não foi muito demorada e logo estávamos pertinho da cabine.

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A vista é incrível! Tivemos a chance de ver as arquibancadas e camarotes da Fórmula 1, o Gardens by the Bay, a baía e claro, o Marina Bay Sands visto lá do alto.

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Após andarmos na atração, tomamos um sorvetinho e voltamos andando para a “orla” da baía, onde nos sentamos e ficamos aguardando o pôr-do-sol pois queríamos ver a skyline de noite.

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Assim que a noite começou a cair, a quantidade de pessoas por ali aumentou muito rapidamente. Todos querendo ver o cartão-postal de Cingapura com cenário noturno.

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Colocamos nosso tripé em ação e conseguimos tirar as fotos que queríamos sem a multidão atrapalhar.

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Após mais essa missão cumprida, ainda tínhamos que voltar até o Clarke Quay para vermos o agito noturno. E como resolvemos voltar? Andando, é claro 🙂 Mesmo nosso dia tendo começado cedo lá na Little India, ainda tivemos pique para encarar a volta. O calor menos intenso e a linda paisagem foram nossos encorajadores.

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Esse dia era uma segunda-feira, mas mesmo assim todos os lugares estavam cheios de gente. Os idiomas variados que ouvimos não deixa a menor dúvida de que Cingapura tem gente do mundo todo. A caminhada foi tão agradável que quando menos percebemos já tínhamos chegado ao Clarke Quay novamente.

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Agora sim o local mostrava seu lado agitado, com bares lotados e muita gente aproveitando a vida. Um lugar delicioso para se passar horas e horas batendo papo e curtindo a night. Nós escolhemos um restaurante mexicano e lá jantamos e aproveitamos o restinho da noite em Clarke Quay.

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Pagamos a salgada conta e fomos em busca do metrô nesse dia que foi longo e muito diversificado em Cingapura. Estávamos podres e para nosso azar erramos o lado do metrô na volta para o hotel, arghhhh! Com a rota corrigida, felizmente chegava a hora de descansar, mas antes tínhamos que arrumar nossas malas pois no dia seguinte partiríamos para Dubai. Como nosso voo só seria de noite, ainda tem mais post sobre Cingapura pra sair do forno. Em breve, aqui no Próximos Destinos 🙂 🙂

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