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TV Blog: Hong Kong

E para finalizar a série de posts de Hong Kong, é claro que está faltando o vídeo desta parte da viagem. Me divirto tanto fazendo essa parte que vocês nem imaginam, rsrsr. E mais, é uma delícia reviver os momentos através dos vídeos, que expressam muito mais que as fotografias….

 

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Mercados de rua em Hong Kong: Ladies and Goldfish Market

Se eu postasse essa foto e pedisse pra você me dizer que dia da semana é, poucos diriam domingo. Mas como citei nos posts anteriores, por aquelas bandas não há distinção entre os segunda, terça, quarta ou domingo.

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A região de Kowloon é famosa por seu comércio de rua e nas quadras mais populares fica o chamado “Ladies Market” que nada mais é uma feira de rua em que você encontra de tudo. E claro que o esquema é de negócio da China, como expliquei neste post.

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Estava disposta a comprar uma bolsa, lembrancinhas para minha mãe e nosso imã de geladeira para a coleção. Mesmo sendo poucos itens, o estresse foi grande, pois bastava se aproximar da barraca pros vendedores grudarem em você. Estava com a paciência curta, mas pelo menos consegui comprar o que precisava. Saímos da rua das barracas e andamos pelos arredores, mas tudo estava lotado de gente. O comércio fervendo em pleno domingão.

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Um outro mercado que queríamos conhecer era o Gold Fish Market, que na verdade são algumas ruas dedicadas ao bichinho que logo avistamos.

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E por ali encontramos peixes e acessórios de todos os tipos: plantas, algas, aquários, enfeites, rações e muito mais.

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Procura algo mais exótico? Tem sim senhor! Que tal umas tartaruguinhas ou filhotinhos de rã, sapo ou sabe deus o que era isso, rsrsrs

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E assim são várias quadras com peixes e mais peixes, expostos de várias maneiras.

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Nosso último dia na China e em Hong Kong foi demais como todos os outros. Hong Kong como já disse é um lugar que escolheria para morar, de tanto que gostamos. Agora nos cabia arrumar as malas e no dia seguinte partir para a Tailândia, que foi nosso próximo destino das férias 2013. Vamos junto?

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O Grande Buda de Hong Kong

Para nosso último dia em HK, reservamos a ida à ilha de Lantau, onde fica o Po Lin Monastery e o maior buda sentado ao ar livre do mundo. Na onda dos superlativos, é lá que está também o maior teleférico do mundo, mas no dia em que fomos estava em manutenção e não pudemos conhecê-lo.

O metrô de HK te leva até lá. A viagem é longa até a Tung Chung Station e de lá ainda tem mais uma hora a bordo de um ônibus, na ausência do teleférico.

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Estávamos nós na fila do ônibus quando encontramos colegas de trabalho do Loedi na fila. Inacreditável!!!! Nós do outro lado do mundo encontrarmos conhecidos. Meu marido bateu todos os recordes de popularidade, rsrsrs.

Após o longo trajeto sinuoso morro acima e com belas vistas, chegamos ao monastério e foi só seguir as placas após desembarcarmos do ônibus.

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A primeira impressão do local foi muito boa. Tudo ajeitadinho e bem conservado, e na entrada um lindo portal.

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O sol estava bastante forte e ao vermos o tamanho da escadaria para chegarmos no Buda, resolvemos comprar dose extra de água!

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O que vale ao chegar ao final da escadaria é a vista. O local fica bem no alto da montanha, rodeado de verde. O local transmite muita paz.

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O Buda em si, nem achei tão grande. Deve ser por isso que o título é bem específico: maior buda sentado, ao ar livre. Devem ter outros maiores em pé, e em ambiente coberto, haha.

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Como diz o ditado, pra descer todo santo ajuda, mas mesmo assim fomos fazendo paradas por causa do intenso calor.

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Descemos e fomos andar por ali, observando os grandes queimadores de incenso e a fé do povo chinês.

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Antes de ir embora, passamos na vilinha de Ngong Ping, que é bem charmosa. Na saída, há uma exposição de cabines de teleférico e não é que achamos uma do Brasil ( do bondinho de Balneário Camboriú)?

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Seguimos as placas para o terminal de ônibus e seguimos de volta para a estação de metrô.

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Bem ao lado da estação do metrô, fica o City Gate Outlet, um dos maiores de HK. Não resistimos e passamos um bom tempo por lá em busca de bons negócios. O Loedi encontrou algumas coisas, mas eu fique só na vontade 🙂

De lá, voltamos para Kowloon onde iríamos conhecer o famoso Ladies Market, por onde continuo no próximo post.

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Bate-volta de Hong Kong à Macau

Quando estudava história na escola (há muito tempo atrás), e ouvia falar das colônias portuguesas pelo mundo jamais imaginava que um dia poderia estar naquela que se chamava Macau, e que eu nem tinha ideia de onde ficava. Estando ali do ladinho, em Hong Kong, eu não poderia deixar a oportunidade passar.

É muito fácil e rápido ir de HK para Macau, mas não é barato! Os horários e preços do ferry podem ser conferidos aqui.

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E se o ferry não é barato, imagine ir de helicóptero e em 15 minutos estar em Macau? Nem cheguei a ver quanto custava pois já sabia que não seria pro nosso bico, haha.

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O terminal de ferry para Macau conta com várias opções de restaurantes e também tem bastante lojinhas. Por ali, você já começa a entrar no clima de Portugal, com placas em nossa língua e até mesmo iguarias tipicamente portuguesas sendo vendidas.

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Imaginem como ficaram nossos olhos quando vimos essas lindas empadas de frango, estando há dias comendo só fast food. Não pensamos duas vezes e compramos com água na boca. Porém, a decepção foi enorme! A empada era horrível, com massa sem gosto e recheio mole de frango adocicado.

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Não compramos ali o pastel de belém, mas provamos no Burger King e esse sim lembra o doce português. Não satisfeitos com a empada, fomos almoçar no KFC antes de seguirmos para a área de embarque.

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Para ir para Macau, você precisa passar pela imigração e preencher o formulário. Aguardamos um pouco e logo embarcamos.

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A viagem dura cerca de 1 hora e como dormimos o trajeto todo, nem vimos passar. Quando mal percebemos já estávamos frente a frente com as plaquinhas escritas em português.

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Não se empolgue achando que encontrará várias pessoas falando nossa língua em Macau. Menos de 5% da população fala português e as placas só são mantidas por causa de um acordo feito com Portugal. Mas isso não faz a menor diferença, pois o legal é ver as plaquinhas em chinês e português juntos, mesmo que nenhum local entenda nada da língua de Camões.

Pegamos um ônibus para irmos até o centro histórico, e para nosso azar fomos pro lado errado. Acho que a confiança foi tanta por causa do português, que entramos no primeiro ônibus que vimos sem perguntar nada pra ninguém e é claro que deu errado. A nossa sorte é que tínhamos pego um mapa lá no terminal do ferry e assim pudemos nos localizar. Tivemos certeza de estar no lugar certo quando vimos as primeiras plaquinhas que indicavam no bom português o caminho das principais atrações da cidade.

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Era um sábado e a cidade estava lotadíssima. Além disso, o calor estava infernal. Mas já que estávamos lá, tínhamos que aproveitar. Começamos pelo Largo do Senado, onde fica a Santa Casa de Misericórdia e outros prédios em estilo português. Ao chegar ali, se não fossem os enfeites de decoração chineses, daria para acreditar que estávamos em Portugal.

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Bem próximo dali, ficam as ruínas de São Paulo – um dos cartões-postais de Macau.

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Por ali, fomos abordados por um simpático chinesinho que estava aprendendo inglês e que pediu para entrevistar o Loedi para fazer um trabalho pra escola.

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Mas o forte de Macau não é essa parte da cidade, mas sim seus cassinos e hotéis que a fazem levar a fama de ser a Las Vegas asiática. Nem eu nem o Loedi gostamos de cassino, portanto não tínhamos a intenção de jogar. O que queríamos era ver os hotéis iluminados e foi pra lá que caminhamos.

Como ainda estava dia, aproveitamos para tirar fotos e dar umas voltas pelos hotéis. Até show de águas tem no hotel Wynn!

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Enquanto não escurecia, demos uma andada pelas ruas da região observando a cultura chinesa e seus altares para Buda na porta dos estabelecimentos, as vitrines com bichos vivos e até barbatana de tubarão à venda.

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Pouco depois, a noite caiu e pudemos ver alguns hotéis iluminados. Já estávamos de saco cheio de ficar por ali, pois não tínhamos achado tanta graça. Sendo assim, só batemos algumas fotos e vazamos.

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Pegamos o ônibus em direção ao terminal e assim voltamos para HK. Para quem não gosta de cassinos, meio dia é suficiente em Macau. Já pra quem gosta, acho que vale a pena até dormir por lá 🙂

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Hong Kong: Nao Lian Garden

Para nosso segundo dia em HK, planejamos ir à Macau, porém como queríamos ver a cidade principalmente à noite, fomos procurar algo para fazermos pela manhã. Eis que pesquisando no Trip Advisor, vimos que uma atração recomendadíssima era o Nao Lian Garden. Demos uma olhada no mapa e vimos que tinha um metrô bem na porta (assim como as principais atrações da cidade) e assim resolvemos começar nosso dia por lá. Era sábado, e o limpo e organizado metrô de HK não estava tão cheio.

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Ao sairmos da estação Diamond Hill, foi só seguir as placas, atravessar a rua e já entrar no jardim (grátis). Ao dar os primeiros passos lá, já tivemos certeza de que valeu a pena. Com árvores modeladas e tão verdes que pareciam de mentira, a entrada do jardim já mostra um pouquinho do que veremos lá dentro.

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Quando você dá mais um passos e enxerga o lago, a casa no estilo chinês e se dá conta de que está no meio de uma das maiores metrópoles do mundo, é impossível não parar para registrar o momento.

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O lago, a construção dourada e as pontes vermelhas formam o cenário mais bonito e fotogênico do Nao Lin. Paramos por ali e ficamos curtindo a musiquinha zen que tocava, observando a “fumacinha” de água que saia dos canteiros pra dar uma refrescada nas plantas e observando os chineses que estavam por ali sentados curtindo a calma do ambiente.

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Continuamos seguindo a trilha do jardim, e nos surpreendendo com o perfeito estado de conservação do local.

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Demos a volta no parque e quando menos percebemos, lá estávamos nós de novo no “point” do jardim. Prometemos tirar a última foto e assim seguimos para a saída.

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Não levamos nem uma hora para visitarmos o Nao Lian Garden, mas foi um lugar que valeu muito a pena. Se tiver um tempinho sobrando em HK, não deixe de visitar.  De lá, seguimos para nossa próxima aventura: visitar Macau, que é o assunto do próximo post 🙂

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O show de luzes de Hong Kong

Tínhamos lido em vários lugares que o show de luzes de Hong Kong era imperdível. Quando chegamos na baía e vimos tudo lotado a expectativa subiu mais ainda. Digo pra vocês que mesmo que não tivesse o show, a vista noturna da baía vale a visita.

Andamos até encontrarmos algum bom lugar, mas como estávamos cansados, não fizemos questão de achar o melhor ângulo. E se realmente o quiséssemos, deveríamos ter chegado mais cedo. Os horários do show podem ser conferido nesse site.

Eis que começa o famoso show, que na verdade no deixou bem frustrados, hahaha. Poucas luzes, umas músicas que não empolgavam e os prédios alternando quais ficavam acesos e quais ficavam apagados. Muito fraquinho ou nossa expectativa era alta demais.

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Mas mesmo assim, é claro que aproveitamos muito a ida noturna até a baía. Esperamos a multidão ir embora e ficamos por lá tirando várias fotos.

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É claro que colocamos nosso tripé em uso para tentarmos algumas fotos noturnas que prestasse, e até que gostamos do resultado. O duro era contar com o bom senso da multidão de não passar na frente da câmera enquanto estávamos nos posicionando, rsrsr. Demos muitas risadas!

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Outra atração é observar os barcos turísticos que oferecem jantar com vista para o show. Eles são todo iluminados e fazem paradas que atrapalham a vista de quem está ali na calçada das estrelas, mas felizmente são rápidas.

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Para completar a beleza do local, de repente o céu deu uma limpada e lá apareceu a lua para completar a paisagem. Estávamos nos sentindo em um momento especial de nossas vidas 🙂

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Com o sorrisão no rosto, apesar de todo o cansaço, voltamos para o hotel para finalmente descansarmos. Apesar da frustração com o show de luzes, estando em HK esta atração é obrigatória – só calibre bem suas expectativas antes. E mesmo que não seja lá essas coisas, a vista da baía à noite vale qualquer pernada 🙂

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Hong Kong e o Victoria Peak

Chegamos em Hong Kong pela estação central, que é enorme e conecta todos aqueles pedaços de terra que formam a região. Diferentemente de Pequim e Xangai, por ali o pedestre tem vez e é respeitado. Também impressionam as super passarelas que facilitam muito a vida de quem está sem carro. E toda aquela modernidade no meio dos super prédios é algo único de se ver.

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Estávamos morrendo de fome e esperançosos de que numa cidade tão internacional como Hong Kong fossemos encontrar várias opções de comida que não fosse Mc Donald’s e similares que já estávamos tão enjoados de comer. Ainda bem que nossos pensamentos foram certeiros e logo que atravessamos a rua achamos uma rede de fast food que servia macarrão com padrões ocidentais. Hummmm! Após uma semana de viagem, mal podia acreditar que estava comendo um espaguete delicioso no Jolibee.

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Alimentados, seguimos caminhando e observando os detalhes de HK. Um de seus símbolos mais clássicos, logo apareceu: os bondinhos de 2 andares, herança da colonização inglesa. Cada um com um design diferente, chamam muito a atenção.

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Seguindo as placas e o mapa, estávamos em busca de outra atração famosa de HK: a maior escada rolante coberta do mundo, que liga a baía até o alto da montanha. Nos embananamos um pouco, mas logo a achamos e começamos a subir e observar tudo que havia a sua volta.

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Não tem nada demais na atração além de você subir, subir e a escada nunca acabar. Quando percebemos isso já estávamos lá no alto da montanha e como nosso destino final seria o Victoria Peak, achamos que estávamos próximos. Com cara de perdidos, um simpático casal de velhinhos parou para nos oferecer ajuda e nos explicou que era possível ir andando até lá. Nós fomos seguindo o mapa, mas quando nos demos conta do tamanho da subida que teríamos pela frente se fizéssemos o caminho a pé, resolvemos pegar um táxi e seguir até o bondinho que leva até lá. O taxista parou, viu nossa cara de exaustos por estarmos começando a subir e quando dissemos: para o bondinho, por favor – ele deu uma risadinha sarcástica que interpretamos como: haha, pensaram que era fácil chegar até lá à pé, hehehe. Chegamos no bondinho e não havia filas. Compramos nossos ingressos e logo embarcamos.

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O trajeto lembra muito o bondinho do Cristo, no Rio de Janeiro. Inclusive nas partes de mata aberta onde você começa a perceber a vista e todos correm para tirar foto. Quando você compra o ingresso escolhe entre ir só no mirante ou no Sky Terrace, que é aquela construção em formato de U que fica lá no alto.

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Nós ficamos só com a primeira opção. Ao desembarcar do bondinho, passamos pelas galerias cheias de lojinhas antes de ficarmos cara a cara com a vista.

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Nem paramos para olhar nada, pois nosso foco era a vista. Quando saímos ao ar livre, lá estava ela…. toda a cidade de Hong Kong e sua baía aos pés da montanha.

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Estar ali em cima te faz entender bem a distribuição geográfica da cidade e fica mais fácil entender o mapa de HK. O lado negativo de só ir ao mirante é a quantidade de gente tentando tirar foto no mesmo ângulo. Todos querem a foto perfeita e pra isso param com tripé e tiram uma, duas, mil fotos ocupando os poucos lugares que te dão vista totalmente livre. Para conseguimos uma de nós dois sem nenhum papagaio de pirata atrás foi difícil!

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E já que foto estava difícil, ficamos contemplando a linda vista e dizendo mais uma vez que facilmente moraríamos numa cidade tão agradável como HK. Lá no alto há também há um shopping onde existe um outro mirante e fomos lá conferir.

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Contemplamos um pouco mais a vista e fomos procurar por onde iríamos embora. Para descer, a fila estava grande mas não demorou muito para embarcarmos.

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Pegamos o ônibus de volta para o píer e lá ficamos olhando de mais perto os arranha-céus de HK.

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Para voltarmos para Kowloon, optamos mais uma vez pelo ferry e fomos agraciados com as lindas imagens do pôr-do-sol.

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Ao irmos para o hotel, muitas luzes já estavam acesas e foi bem bacana ver as superlojas de grife, os supershoppings e o climão de consumismo rolando solto por HK. E claro, gente, muita gente nas ruas!

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Demos uma rápida passada no hotel e aguardamos dar o horário para irmos de novo para a Avenida das Estrelas, mas dessa vez para ver o famoso show de luzes na baía de HK.  Já sabe o assunto do próximo post, né?

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