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TV Blog: Cingapura

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Changi Airport Cingapura: como é o melhor aeroporto do mundo

Nosso voo para Dubai só partiria à meia-noite, mas como o tempo não estava colaborando, resolvemos ir cedo para o aeroporto e aproveitar a chance de conhecer o melhor aeroporto do mundo segundo a pesquisa da Skytrax. Já tínhamos nos impressionado no desembarque, e agora queríamos ver como seria a nossa percepção não só no embarque mas tendo que esperar mais de 8 horas pelo horário de nosso voo. Antes de explorar o aeroporto, tínhamos que nos livrar da bagagem e logo fomos procurar o guichê da Emirates para despachá-las. No quesito sinalização, nota 10!

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E que tal o piso e o paisagismo do aeroporto? E os trens que ligam um terminal a outro, cheios de placas para ajudar qualquer perdido ou distraído?

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Facilmente encontramos o checkin da Emirates, que foi bem rápido e assim começamos a desbravar o aeroporto. A primeira obra que nos chamou a atenção foi um combinado de bolinhas que ficavam se mexendo e formando variadas formas, com uma música suave ao fundo. Bem interessante para você se distrair por alguns minutos.

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Pegamos o mapa do aeroporto (sim, é necessário!) e fomos ver as opções de entretenimento disponíveis em cada um dos terminais. Fizemos questão de conhecer os três, mas não pudemos conhecer todas as atrações porque a maioria delas fica na área de embarque 😦

O primeiro lugar que estávamos procurando era a galeria da aviação, onde poderíamos conhecer um pouco da história do aeroporto. No caminho, muitas e muitas lojas e várias opções de lanchonetes e restaurantes. Precisei ir ao banheiro e não resisti a tirar umas fotos para contar aqui no blog. Os ambientes além de limpos e bonitos, têm uma pessoa responsável e que você pode avaliar a situação ao final do uso. Fui várias vezes e sempre estavam impecáveis (que sonho para Guarulhos e Galeão!).

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Logo achamos a galeria interativa e o que mais nos surpreendeu foi saber que naquele instante haviam mais de 57 mil passageiros no aeroporto naquele momento. Cadê o tumulto, estresse, filas???

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Após a visita à galeria continuamos andando e nos surpreendendo com o aeroporto. Eram inevitáveis as comparações com os aeroportos brasileiros 😦

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Dentre as opções de lazer do Changi, a que mais estava curiosa pra ver era o tobogã por onde os passageiros podem escorregar de um nível a outro de graça. Uma maneira bem divertida de passar o tempo. Achamos o local com facilidade, mas para nossa frustração estava em manutenção. Aaaaaaaa!

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Fazer o quê? O jeito era continuar conhecendo o aeroporto e tirando foto do que chamasse a atenção, como as lixeiras estilizadas para lixo reciclável , o estande fazendo propaganda do turismo na Suiça ou do restaurante que exibe em sua vitrine uma imitação de seus pratos.

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As outras opções de lazer do aeroporto como cinemas, aparelhos de video-game e outros jogos ficavam em lugares que não teríamos acesso. Sendo assim, decidimos entrar na área de embarque de nosso terminal e ver o que havia por lá.

Passamos pela imigração, onde pela primeira vez na vida vejo balinhas à disposição dos passageiros, e logo demos de cara com a Social Tree que nada mais é que uma árvore digital onde você tira e posta sua foto na hora! O barato da atração é você ficar aguardando a publicação de seu retrato. Muito legal!

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É impressionante como quem administra ou criou o aeroporto pensa em opções para fazer o tempo passar mais rápido quando você tem que esperar horas e horas, como era o nosso caso.

Como sabíamos que o aeroporto era top, nos planejamos para tomar banho por lá após um dia intenso de atividades. Como já tinha anoitecido, fomos procurar o local indicado e facilmente achamos. Pagamos o valor de 11 dólares e recebemos nosso kit ducha. Os banheiros eram limpíssimos e o atendimento impecável. O ticket também nos dava direito à um drink à beira da piscina (sim, sim, dentro do aeroporto, na área de embarque!).

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De banho tomado, fomos conhecer esse pedaço da área de embarque que também oferece academia, a piscina e uma jacuzzi, além de um bar que serve todo o complexo.

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Demos um tempo ali mas logo saímos pois o calor estava de matar. Fomos jantar e em seguida ficamos aguardando nosso voo. Para relaxar, existem as relax areas que oferecem espreguiçadeiras para você tirar um cochilinho antes do embarque. Nosso último mimo do Changi antes de entrarmos no avião rumo à Dubai foram os massageadores de pés que ficam disponíveis gratuitamente para os passageiros. Que delícia!

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Essas longas horas que passamos no Changi realmente nos fizeram ter certeza de que esse é um dos melhores aeroportos do mundo mesmo. Foi uma excelente experiência e um exemplo a ser copiado mundo afora. Um aeroporto totalmente focado no conforto do passageiro. Se nossa impressão de Cingapura já tinha sido perfeita, o aeroporto só complementou isso.

Chegava a hora de partir, as férias estavam acabando, mas ainda tínhamos Dubai para explorar. Até lá!

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Cingapura: Gardens by the Bay

Nosso terceiro e último dia em Cingapura amanheceu chuvoso e nossos planos de ficar na piscina pela manhã foram literalmente por água abaixo. Sendo assim, resolvemos antecipar nosso checkout e seguirmos para o Gardens by the Bay, que era a atração que estava faltando conhecermos e que fica bem na frente do Marina Bay Sands. Pagamos a altíssima conta do hotel (com dor no bolso, mas feliz por ter tido essa experiência) e fomos para os jardins. Ao chegar, não pudemos perder a chance de fotografar um outro ângulo do hotel, rsrs.

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Para entrar no Gardens by the Bay, não é necessário pagar ingresso. Você paga apenas pelas atrações que quiser visitar. Logo na entrada, pegamos um mapa para nos localizarmos e a moça logo nos disse: aproveitem enquanto a chuva não piora 😦

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O parque é enorme e existem exposições de diversas floras do mundo todo. Eu não estava com muito saco pra ficar vendo plantas naquele tempo horroroso, mas queria muito andar na passarela entre as “árvores gigantes”

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Mas, como a chuva apertou em seguida, a passarela fechou e o jeito foi nos abrigarmos numa área coberta até o tempo melhorar.

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Esperamos, 10, 15 minutos e nada da chuva parar. Sendo assim, como tínhamos nossas capas de chuva na mochila resolvemos encarar uma volta pelos jardins mesmo com o tempo daquela maneira. Fomos andando e achando no mapa as áreas que mais nos interessavam. A que mais queria ver era a de frutas e flores, onde pudemos conhecer um pouco mais sobre as espécies do mundo.

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Esperamos, esperamos e nada de abrir a passarela. A chuva parecia que nunca mais ia parar 😦

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Aproveitamos para tirar mais algumas fotos do local e em seguida achar um outro local para visitarmos após o almoço.

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Resolvemos pegar o metrô e ir até o shopping Suntec e ver a maior fonte do mundo: a Fountain of Wealth. Nossos planos era passar em algum lugar para comermos no caminho. Ao avistar a fonte, ficamos frustrados, pois não achamos nada demais. Ela não estava ligada, mas mesmo se tivesse acho que não seria algo imperdível perto das demais atrações de Cingapura.

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Lembramos de um Popeye’s que ficava perto da Singapore Flyer e pra lá seguimos almoçar. Enrolamos um bom tempo lá e aproveitamos para tirar mais umas fotos com o Gardens by the Bay ao fundo.

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A chuva resolveu dar uma trégua e adivinha pra onde resolvemos voltar? Pro Gardens by the Bay, é claro! Não podia ir embora de Cingapura sem andar naquelas passarelas. Lá estávamos nós de novo 🙂

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Para nossa alegria, agora as passarelas estavam abertas. Compramos nossos ingressos e rapidinho estávamos lá em cima. Eu achei super legal a caminhada, já o Loedi achou furadaça, hahahaha.

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Com nossa última missão cumprida em Cingapura, chegava a hora de nos despedirmos de uma das cidades mais incríveis que já visitamos. Repeti várias vezes nesses três dias que facilmente moraria por lá, na Ásia que não parece Ásia. É fantástico pensar que esse lugar um dia foi subdesenvolvido e que a rigidez das leis e regras contribuiu para transformá-lo num dos mais organizados que já conhecemos.

Pegamos nossas malas e seguimos para o melhor aeroporto do mundo, que será o assunto do último post sobre Cingapura.

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Cingapura: Clarke Quay e Singapore Flyer

Após finalizarmos nossos passeios étnicos por Cingapura, fomos conhecer a região do Clarke Quay que é o centro do agito noturno de Cingapura, mas que também é parada obrigatória durante o dia. A região em torno do Singapore River antigamente era um centro comercial dos pescadores, mas atualmente define-se como um lugar para “wine, dine and good times”.

Ao ver a fachada do lugar, você realmente sente a vibe de “good times”, seja pelo colorido das construções, pela harmonia da arquitetura dos bares e restaurantes, ou pela paz dos barquinhos navegando pelo rio.

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Mas é claro que pro passeio ficar completo, é necessário atravessar a ponte e ir lá do outro lado. Por ali, você já começa a ver a maior estrutura de ar condicionado ao ar livre do mundo, construído para amenizar o forte calor da cidade e permitir que as pessoas não sofram por causa da temperatura num lugar voltado ao entretenimento.

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Ao pisarmos embaixo da estrutura, já sentimos o frescor delicioso e pensamos: que boa ideia! Além das super coberturas, no centro do Clarke Quay também existem fontes que saem direto do chão para refrescar os mais encalorados. Isso sem contar os charmosos e ecléticos restaurantes e bares por ali instalados.

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Mesmo sendo horário de almoço, Clarke Quay estava vazio. Sabíamos que o forte dali era à noite e é claro que nos programamos para voltar. Passamos num pequeno shopping para almoçar e dar um tempo. O calor estava judiando da gente (e acredito que o início da gravidez também) e resolvemos fazer tudo com muita calma no período da tarde.

Nosso passeio foi pela beira do rio, observando as bem cuidadas construções, os arranha-céus e todo o charme da região. O ritmo era de alguns passos e algumas sentadas nos bancos ali disponíveis, tudo sem muita pressa.

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E mesmo com passos vagarosos, logo estávamos de novo próximos ao Merlion Park. Atravessamos a praça e após alguns bons minutos de caminhada estávamos na próxima atração do dia: a Singapore Flyer, que é a roda-gigante mais alta do mundo. Compramos os ingressos pela internet e a entrada foi bem rápida.

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É claro que antes do embarque tem todo aquele ritual de contar a história da construção, da cidade e etc. Mas essa parte não foi muito demorada e logo estávamos pertinho da cabine.

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A vista é incrível! Tivemos a chance de ver as arquibancadas e camarotes da Fórmula 1, o Gardens by the Bay, a baía e claro, o Marina Bay Sands visto lá do alto.

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Após andarmos na atração, tomamos um sorvetinho e voltamos andando para a “orla” da baía, onde nos sentamos e ficamos aguardando o pôr-do-sol pois queríamos ver a skyline de noite.

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Assim que a noite começou a cair, a quantidade de pessoas por ali aumentou muito rapidamente. Todos querendo ver o cartão-postal de Cingapura com cenário noturno.

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Colocamos nosso tripé em ação e conseguimos tirar as fotos que queríamos sem a multidão atrapalhar.

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Após mais essa missão cumprida, ainda tínhamos que voltar até o Clarke Quay para vermos o agito noturno. E como resolvemos voltar? Andando, é claro 🙂 Mesmo nosso dia tendo começado cedo lá na Little India, ainda tivemos pique para encarar a volta. O calor menos intenso e a linda paisagem foram nossos encorajadores.

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Esse dia era uma segunda-feira, mas mesmo assim todos os lugares estavam cheios de gente. Os idiomas variados que ouvimos não deixa a menor dúvida de que Cingapura tem gente do mundo todo. A caminhada foi tão agradável que quando menos percebemos já tínhamos chegado ao Clarke Quay novamente.

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Agora sim o local mostrava seu lado agitado, com bares lotados e muita gente aproveitando a vida. Um lugar delicioso para se passar horas e horas batendo papo e curtindo a night. Nós escolhemos um restaurante mexicano e lá jantamos e aproveitamos o restinho da noite em Clarke Quay.

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Pagamos a salgada conta e fomos em busca do metrô nesse dia que foi longo e muito diversificado em Cingapura. Estávamos podres e para nosso azar erramos o lado do metrô na volta para o hotel, arghhhh! Com a rota corrigida, felizmente chegava a hora de descansar, mas antes tínhamos que arrumar nossas malas pois no dia seguinte partiríamos para Dubai. Como nosso voo só seria de noite, ainda tem mais post sobre Cingapura pra sair do forno. Em breve, aqui no Próximos Destinos 🙂 🙂

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Cingapura: como foi visitar uma Chinatown após ter conhecido a China

Sempre declarei em meus posts a minha fascinação às Chinatowns pelo mundo afora. Já passamos pela de Londres, Vancouver, Washington, Buenos Aires, Toronto e mais algumas que talvez não me lembre agora, mas conhecer a Chinatown de Cingapura tinha um gostinho especial: seria a primeira que visitaríamos após ter conhecido a China 🙂 Num primeiro momento, o Loedi relutou enchendo o saco sobre o que iríamos fazer lá se já tínhamos visitado a “original”. O argumento de convencimento foi um post da Carol Guelber no facebook, dizendo que seria lá que encontraríamos a cerveja mais gelada de Cingapura, hehe. Ok, ok, com o aval do marido fomos conhecer um pedacinho da China na organizadíssima Cingapura.

Assim que saímos da estação do metrô, já vimos a decoração e o portal que nos confirmava o acerto da parada.

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Nos primeiros passos por ali, já percebemos que essa era a Chinatown menos bagunçada que visitávamos. Assim como tudo em Cingapura, o pedacinho chinês da cidade também exibe organização em tudo. Decidimos que seria ali que compraríamos nosso imã e também as lembrancinhas da viagem e com certeza essa foi uma excelente escolha pois a região é cheia de lojinhas de bugigangas, como toda boa Chinatown que se preze.

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A região da Chinatown não é tão grande, mas dá pra você perder um bom tempo por ali devido à diversidade de produtos nas lojas e também com as variadas opções de restaurantes. Para amenizar o calorão e cumprir a promessa pro maridinho, paramos num bar pra tomar algo gelado e descansar um pouco.

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Continuando nossa andança, além de vermos algumas construções tipicamente chinesas, também encontramos mais um templo indiano.

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O Sri Mariamman Temple chama a atenção pela quantidade de detalhes em sua fachada. Para entrar e fotografar, além de tirar os sapatos é necessário pagar uma taxa. Mais uma vez optamos por ver apenas do lado de fora.

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Encontramos tudo que procurávamos na Chinatown e nos divertimos muito vendo a criatividade dos imãs ali expostos, que na maioria das vezes tiram sarro das proibições e multas da cidade, que estão por todo o lado. Aproveitamos para comprar miniaturas de merlions e várias bugigangas para nossas mães.

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Ao sair de lá e partirmos para a próxima parada, tive certeza absoluta de que mesmo conhecendo a China, sempre que tiver no mapa uma Chinatown eu irei visitar, pois elas continuam sendo um lugar muito divertido pra mim. E o melhor de tudo é que não têm o cheirão de noodle lá da China, hahaha.

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Cingapura: Little India

Começamos nosso segundo dia de passeio em Cingapura conhecendo a sua Little India. Para explorarmos o bairro, seguimos o roteiro do Guia de Cingapura para uma visita rápida à região. Ao sairmos da estação do metrô, já nos deparamos com várias lojinhas de temperos e ervas, que exalavam um cheiro muito gostoso.

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Tivemos certeza de estarmos no lugar certo ao avistar o primeiro mapa e também as plaquinhas típicas com  os nomes de ruas.

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A primeira atração pela qual passamos foi a colorida House of Tang Teng Niah, um comerciante chinês que teve bem sucedidos negócios na região de Little India. A construção de 1900 chama a atenção por sua arquitetura e as várias cores de sua fachada.

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Dali fomos seguindo pelo interior do bairro e vendo vários templos que não estavam no roteiro, mas que chamavam a atenção no meio das demais construções.

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Alguns templos que estavam no roteiro nós não encontramos, e assim resolvemos voltar para a avenida principal e ali fotografar as típicas casinhas.

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Era por ali também que deveríamos encontrar o templo hindu Sri Veeramakaliamman Temple. Logo o achamos, mas estava em reformas…Muito parecido com o que havíamos visto em Kuala Lumpur.

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Seguindo as indicações do roteiro, nossa próxima parada foi dar uma espiada no Wanderlust Hotel, construção de 1920 mas que foi totalmente restaurada. Como recomendado, entramos para espiar o bar e achamos bem legal o local.

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A próxima parada foi na mesquita Abdul Gafoor, que é uma bela construção em tons de amarelo e verde. Ficamos com preguiça de tirarmos os sapatos para conhecê-la por dentro e nos contentamos com fotos de seu exterior.

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Para finalizar nosso roteiro, passamos no Little India Arcade que é um centro comercial cheio de lojinhas. Demos um rolê rápido, pois a abordagem dos vendedores insistentes é de tirar a paciência. Cuidado ao manusear os produtos por lá, vimos dois casos em que os atendentes queriam obrigar os clientes a comprarem uma mercadoria por simplesmente terem tocado.

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De lá, voltamos caminhando até a estação do metrô e registrando mais alguns detalhes da Little India.

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Nunca tive vontade de ir à Índia, exceto para conhecer o Taj Mahal. As horas que passamos nesse bairro étnico de Cingapura nos proporcionou experimentar um pouquinho do que é a cultura deste país. Viva a diversidade cultural da Ásia!

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Cingapura: o Merlion Park

É certo que o motivo maior da inclusão de Cingapura em nosso roteiro das férias foi o fabuloso hotel, mas como disse anteriormente a cidade tem muitos outros motivos para ser visitada.  Após darmos uma espiada na construção, fomos andar pelas redondezas para conhecermos os demais pontos turísticos.

Logo na frente do hotel, a linda baía de Cingapura com seus arranha-céus e duas construções imponentes que completam o complexo do Marina Bay Sands, uma luxuosa loja da Louis Vitton e o Art Science Museum.

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Pegamos o metrô e seguimos em direção à um dos ícones de Cingapura, o Merlion Park, onde fica aquele leão-peixe (o Merlion) que fica jorrando água da boca. O corpo de peixe remete à origem do local como uma vila de pescadores e a cabeça de leão representa a origem da palavra Cingapura como terra do leão. No caminho, passamos pelas ainda montadas estruturas da Fórmula 1 que tinha acontecido no dia anterior.

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Ao chegarmos no Merlion Park, já demos de cara com a vista mais linda e icônica de Cingapura: a baía com o Marina Bay Sands e a Singapore Flyer ao fundo. Incrível!!!!

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Mas a melhor vista do conjunto fica pertinho do Merlion. E é claro que é por lá que ficam as muitas pessoas que têm o mesmo interesse que o seu: conseguir muitas e muitas fotos num dos cartões-postais do mundo 🙂

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Se estar no Marina Bay Sands impressiona, vê-lo de longe é mais bacana ainda. Uma perfeição da arquitetura, lindo demais!

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Com o calor assustador da cidade, aproveitamos para tomar um sorvetinho apreciando aquela vista e também para ir nos acostumando com os salgados preços da cidade. Em Cingapura, a máxima de quem converte não se diverte vale ao extremo.

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Demos um tempo por ali e logo voltamos para o hotel para conhecermos a piscina mais incrível do mundo, que já contei como foi anteriormente. Nosso primeiro dia em Cingapura foi demais!

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