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TV Blog: Phi Phi Island

E pra quem quer curtir mais um pouquinho do paraíso, segue o vídeo 🙂

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TV Blog: Bangkok

Aqui estão os melhores momentos em vídeo de nossa visita à Bangkok. O de Phi Phi já sai do forno 🙂

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Último dia em Phi Phi

Como sabíamos que para ir pra praia de verdade em Phi Phi é necessário barco, acordamos em nosso terceiro dia dispostos a pagar um serviço de táxi boat na ilha para passarmos um dia inteiro na praia. Quando fomos na recepção do hotel reservar o serviço, fomos informados de que a maré estava alta demais e que os barcos não estavam saindo, mas que poderíamos seguir andando até a Long Beach. Ok, ok! Pelo que a moça disse, seriam 20 minutos de caminhada e assim pegamos o rumo da trilha.

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É claro que fomos bem devagar e aproveitando todos os cenários para tirar fotos em nosso último dia por lá.

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Até certo pedaço, a trilha é bem sinalizada e asfaltadinha. Mas é claro que cheia de escadas morro acima e morro abaixo.

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E de repente estávamos do ladinho do mar ou no meio de um hotel fincado no meio da mata. Como as placas começavam a ficar escassas, queríamos acreditar que estávamos no caminho certo.

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A trilha já ficou selvagem e só respirávamos aliviados quando víamos uma placa perdida.

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Após quase meia hora de caminhada e muitos sobes e desces, avistamos a lindíssima Long Beach!

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Lá nos instalamos e ficamos curtindo o visual, a paz e tranquilidade daquele lugar. Praia do jeito que eu gosto, com água azul, quente e sem ondas.

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E a praia estava tão vazia que podíamos tirar todas as fotos que quiséssemos com aquela cenário só pra gente. O melhor ângulo é ver as formações rochosas de Maya Bay bem ali no meio do mar.

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Podíamos dormir sem ninguém incomodar e aqui penso que isso é curtir praia pra mim! Pena que num lugar tão longe….E nesse pique, de dormir, nadar e curtir o ócio, chegou o momento de almoçar e felizmente em Long Beach tem até restaurante. Foi por ali mesmo que resolvemos comer, mais uma vez com direito a um lindo visu 🙂

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E se de manhã a praia estava boa, de tarde com a maré baixa ficou melhor ainda. A água ficou mais calminha e transparente, super convidativa para o snorkel que foi a atividade extra da tarde!

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E como dizem que quando está tudo maravilhoso o tempo passa mais rápido, quando menos imaginamos o dia já estava caindo. Como não queríamos pegar a trilha no escuro, resolvemos comprar mais uma super garrafa de água e tomar o rumo da volta.

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Como nessas alturas a maré estava baixíssima, o caminho da volta ficou mais curto, pois pudemos a partir de um trecho seguir caminhando pela areia, sem subidas e descidas. Mesmo esse sendo nosso terceiro dia por lá, ainda nos impressionamos com a mudança na paisagem que a maré causa.

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Logo chegamos no hotel e chegava a hora chata de arrumarmos nossas coisas para partirmos no dia seguinte para Phuket e de lá pegar nosso voo para a Malásia: Kuala Lumpur. Logo cedo estávamos no pier, tirando nossas últimas fotos em Phi Phi.

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Compramos antes de embarcar o transfer do pier de Phuket para o aeroporto e eu recomendo esse serviço para que não caia em nenhum golpe por lá (trauma!!!) . Nos deram o selo específico e embarcamos. Esse barco que pegamos era menor e a maré estava alta. Tinha certeza de que iria passar mal e resolvi tomar o comprimidinho que eles oferecem. Ainda bem que tomei, pois a viagem de volta foi cheia de emoção! Até o Loedi que é forte para este tipo de mal estar quase vomitou. Minha dica é: na dúvida tome o remédio e durma a viagem toda, rsrs.

Chegamos em Phuket e o serviço de transfer já estava nos aguardando. Passamos quase o dia inteiro no aeroporto, mas felizmente nosso voo para a Malásia partiu no horário. A Tailândia e principalmente Phi Phi foi incrível, valeria ter vindo à Asia só por causa desse lugar. Vale cada minuto das inúmeras horas de voo que separam o Brasil desse paraíso! Para finalizar, em seguida posto os vídeos para que vocês sintam mais um gostinho do que é esse país: amazing! 🙂

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Maya Beach e outras praias de Phi Phi

Sabíamos que Maya era o local mais disputado de Phi Phi, principalmente após o filme “A Praia”, com o Leonardo di Caprio. Para evitarmos as multidões disputando cada metro quadrado de lá, resolvemos que saíriamos com o barqueiro 07 e 30 da manhã e fazer nossa primeira parada lá. Pegamos um long tail boat só pra nós dois, para um passeio de 6 horas (que já aviso que não recomendo esse tempo todo).

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Os vinte minutos de barco que separam Phi Phi da Maya Bay já traz lindas paisagens, mas o momento mais mágico é quando você entra no meio daqueles paredões, e vê a cor da água que é impossível de dizer a cor.

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A nossa surpresa foi quando o barco parou e o nosso barqueiro disse: agora vocês vão nadando! Ahnnn??? Eu logo pensei na câmera. Como faríamos para levar? Ele nos deu um saco impermeável e falou que ali poderíamos levar nossos pertences. Que medo!!!!! Não consegui fotografar, mas era um trechinho considerável que tínhamos que nadar até uma escadinha de corda para você subir. Mas se era essa a única maneira de conhecer “a” praia, íamos fazer o que senão confiar no que o cara estava dizendo? Lá fomos nós!

Passamos por um trecho de mata fechada, com algumas barracas de pessoas que acampam por lá. Há também um tiozinho que fica por ali cobrando a taxa de visitação. E sim, a câmera sobreviveu ao saco impermeável (ufa)!!!

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Um pouco mais a frente, a primeira plaquinha com o nome do local. Mesmo sem ainda ter visto a praia, já estava me sentindo realizada de conhecer um lugar que sempre fez parte de minha imaginação.

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Caminhamos mais um pouquinho no meio da mata e a curiosidade para ver a praia só aumentava.

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Eis que de repente, lá estava ela: a lindíssima Maya Beach!!!

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Assim que chegamos, não tinha tanta gente por lá e aproveitamos para tirar o quanto de fotos que nos desse vontade. O lugar é daqueles que não dá vontade de parar de tirar fotos… Tínhamos a certeza de estar num dos lugares mais lindos do mundo novamente!

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Ficamos por lá cerca de uma hora e pouco a pouco a quantidade de pessoas e lanchas ia aumentando. Assim pensamos que valeu muito a pena termos acordado cedo.

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Com a sensação de não termos conseguido registrar tudo em fotos, decidimos seguir nosso passeio. A faixa de areia de lá é estreita, o que faz parecer uma praia meio “apertada” para a quantidade de gente que passa por ali. Dessa forma, não vi Maya Beach como um lugar para se passar o dia.

Não gosto de comparações entre lugares, mas como ouvi muito essa pergunta vou escrever: Maya é a praia mais linda que já visitamos? Em que lugar do ranking de praias ficaria? Hehe… Respondo sempre dizendo que a praia tailandesa fica em segundo lugar no meu ranking de praias. Perde apenas para Kenepa Grandi, em Curaçao.

Nadamos o trecho de volta para o barco, e fomos para outra parada para fazermos snorkel. Muita variedade de peixes, água quentinha e transparente. Mas como a maré estava alta e balançava muito, comecei a passar mal após nadar com os peixinhos. Voltamos para o barco e pedimos para o barqueiro continuar o passeio que incluia mais um monte de praias. E aí começo a explicar o porquê não recomendo esse passeio de 6 horas.

As ilhotas e praias de Phi Phi não são muito próximas para a velocidade que o long boat anda. Sendo assim, nesse passeio você acaba passando mais tempo no barco do que nas praias. E imaginem eu passando mal, já grávida sem saber, e ficando quase uma hora no sobe e desce do barquinho nas ondas. Juro que eu não via a hora do passeio acabar. Passamos por praias bem bonitas, como a Bamboo Beach, mas ela era muito longe e só de pensar no trajeto eu já dizia: só pare para tirarmos algumas fotos e vamos seguir viagem.

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De lá, fomos para a Monkey Beach que o próprio nome já diz: cheia de macaquinhos nas árvores que ficam fazendo gracinhas para os turistas. A maré alta escondia a faixa de areia, dessa forma a diversão por ali era ficar no barco e tentar ver os bichinhos.

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O Loedi estava fisicamente bem, mas também estava achando uma chatice ficar tanto tempo no barco. Sendo assim, como ainda tínhamos umas horas de passeio, pedimos para o barqueiro parar numa praia calminha que queríamos deitar e dormir um pouco curtindo o clima de paz das praias tailandesas. Ele escolheu uma praia que não lembro o nome, mas que também era bem bonita.

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Estendemos nossas toalhas na areia e lá tiramos uma deliciosa soneca para recompor minhas energias…. A praia estava deserta do jeito que queríamos.

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Nosso sossego só acabou quando parou por ali um barco cheio de turistas barulhentos, rsrsrs. Ainda bem que tinha dado tempo de recuperar minhas energias e o tempo do passeio já estava acabando.

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Achamos nosso barqueiro e partimos de volta para Phi Phi. Felizmente eu já me sentia uma outra pessoa 🙂

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Chegamos por lá por volta de 13 e 30h e já era hora de almoçar. Pensando agora no que eu teria feito diferente no passeio de barco, acho que a melhor opção teria sido pegar num dia um passeio de barco de 3 horas pela manhã e programar para o outro dia a visita a outras praias. Para mim 6 horas de passeio foi muito. Por outro lado, como de tarde a maré baixa muito, não há praia “nadável” na ilha principal. E ficamos sem opção de praia para o resto do dia. Se tivéssemos feito o passeio de 3 horas, ficaríamos com mais horas ainda… mas quer saber? Tudo valeu muito a pena e esses comentários apenas são superexigências minhas, haha. Quando você está num lugar paradisíaco, o simples fato de observar a paisagem já é demais.

Almoçamos mais uma vez com vista para o mar e na companhia de várias pimentas tailandesas.

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Passamos o resto do dia na praia (seca) da ilha mesmo, curtindo o calor, a tranquilidade e a delícia de não se fazer nada.

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Após cansarmos de morcegar, voltamos no final da tarde para o hotel e depois saímos para jantar. Escolhemos um restaurante-cinema, que exibe grandes sucessos em seu telão. O filme do dia não poderia ser outro: A Praia, haha.

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Após alguns dias provando as delícias locais, nesse tivemos que voltar para nossa vontade ocidental e devorarmos uma pizza.

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Demos mais uns rolês pela vila e logo estávamos no hotel. Assim foi nosso segundo dia nesse paraíso chamado: Phi Phi Island, o destino dos sonhos finalmente se tornou realidade 🙂 🙂

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Phi Phi Island: o destino dos sonhos se tornando realidade

Antes de chegar em Phi Phi, eu procurava ler na internet blogs e depoimentos sobre o local, mas parece que nunca conseguia saber ao certo como seriam as coisas por lá. Ao dar os primeiros passos pela ilha isso fica muito claro: não é possível descrever como é a vibe daquele lugar. Juro que vou tentar ao máximo, mas tenho quase certeza de que você só saberá o que é Phi Phi pisando por lá.

Prepare-se para andar por ruelas de areia, cheias de gente do mundo todo e onde o inglês é falado por quase todos os locais. Sinta os mais variados cheiros do mundo, desde o da deliciosa comida tailandesa até o da fruta mais fedida do mundo, a durian, que se faz presente em quase todas as esquinas de Phi Phi.

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Prepare-se para ver um mar de uma cor que você nunca viu na vida: nem azul Caribe, nem verde Maceió. É uma cor única, linda e especial!

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E nesse clima de ambientação com a ilha, paramos num dos inúmeros restaurantes que você encontra na rua principal para almoçar. Quase todos eles têm vista para o mar, o que torna qualquer refeição muito mais legal. De lá, resolvemos ir para o View Point, para entendermos melhor a geografia do local e também para termos a vista do alto.

O calor estava intenso e nós estávamos meio perdidos. Seguimos uma placa inicial, mas depois de camelar muito não tínhamos certeza de estar no rumo certo. Só andávamos morro acima (literalmente) e nada de saber onde ficava o view point.

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Já estávamos prestes a desistir de encontrá-lo, quando felizmente encontramos essa placa no meio do nada. Opa! Pelo menos era esse o caminho 🙂

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Andamos mais um monte e nada de achar o mirante. Encontramos um grupo de turistas e perguntamos pra eles se estávamos no caminho certo e eles confirmaram. Ufa! Mal pudemos acreditar quando vimos essa outra placa, que quantificava o tempo que ainda teríamos de caminhada.

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Logo encontramos a “bilheteria” do view point, pagamos a entrada e alguns passos depois estávamos frente a frente com essa linda vista.

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É um lugar pra você ir sem pressa. Sentar e apreciar a beleza do lugar e bater muitas fotos.

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O mirante também é um ponto pra você observar a ilha e lembrar que ela foi devastada pela tsunami em 2004. Há até uma foto mostrando como tudo por ali ficou após a tragédia que acabou com a região e matou muitas pessoas.

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Ficamos um tempo por ali apenas curtindo o momento antes de decidirmos descer o morro. Optamos por voltar por outro caminho, que tinha escadas e facilitava a descida. Por lá encontramos vários locais levando alimentos e outras coisas para a área mais agitada da cidade. Se nós estávamos cansados, imagina a tia toda carregada.

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Resolvemos procurar uma praia para passarmos o resto da tarde, mas descobrimos que a maré baixa muito por lá e nesse período não há mar como estamos acostumados a ver. Muito engraçado você ver tudo cheio de água de manhã e sequinho à tarde.

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Sendo assim, o jeito foi aproveitarmos a piscina do hotel com alguns petiscos e o delicioso abacaxi da Tailândia.

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Assim acabou nosso primeiro dia em Phi Phi e para fechar, fomos dar uma volta na vila à noite para jantarmos. Quem gosta de frutos do mar, faz a festa por lá. Vários restaurantes exibem seus pratos frescos ou vivos para o freguês escolher.

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Andando pela vila outra coisa bastante comum é você ser abordados pelas várias massagistas oferecendo: thai massage, thai massage! Como o preço é tentador, é claro que não resistimos e lá fomos provar a deliciosa massagem tailandesa.

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Antes de jantarmos, fomos caminhar e observar o agito da noite de Phi Phi. Lojas abertas, restaurantes cheios e uma torre de Babel de turistas por todos os lados.

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Após darmos uma volta, escolhemos um restaurante e lá fomos nós provar mais da comida tailandesa. Eu fui de pad thai e o Loedi experimentou o arroz no abacaxi, que não me lembro o nome. Por lá, todos os cardápios estão em inglês, para nossa alegria.

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Aproveitamos também para reservar nosso passeio de barco para o próximo dia. Existem vários barqueiros na vila que ficam te abordando, escolhemos um deles e pronto! Marcado para às 07 e 30 da manhã nossa ida à Maya Beach, a Praia do Leonardo di Caprio e o maior cartão-postal de Phi Phi. Mal podia esperar pelo dia seguinte….

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De Bangkok para Phuket rumo à Phi Phi Island

Fomos de avião de Bangkok até Phuket e felizmente já tínhamos reservado o transfer do aeroporto para o hotel. Felizmente porque estávamos com tanto receio após nossas experiências na capital tailandesa, que eu não queria mais emoção na viagem, ainda mais perto da meia-noite que foi a hora que desembarcamos em Phuket.

Mas mesmo o tiozinho da agência estando nos aguardando com a plaquinha informando o nome do Loedi, ao entrar no carrão que nos aguardava, me deu um gelo na barriga. E pra piorar a história, o senhor quis puxar papo demais, nos fazendo diversas perguntas. Aiaiai, pensava eu: o que esse tiozinho vai querer em troca de tanta simpatia?

Comecei a falar pro Loedi como agiríamos caso fosse golpe, iria fingir ligar pra agência, pra polícia, sei lá. No meio da madrugada milhares de planos infalíveis começaram a passar por minha cabeça. E o carro andava, andava e nada de chegar. O tempo parecia ser eterno com tanto medo que tomava conta de mim. O Loedi tentava permanecer calmo, respondendo todas as perguntas do motorista que iam desde saber se no Brasil tem anaconda, até falar sobre o futebol tailandês. Eu não estava a fim de papo, apenas queria chegar em paz no hotel.

Quando finalmente o motorista nos avisou que estávamos chegando e eu avistei a placa do hotel, respirei aliviada. Mas só sosseguei mesmo quando ele tirou nossas bagagens e não nos pediu nada mais em troca. Ufa!!! Ficamos no Lub Sbuy Guest House que eu recomendo para pernoite em Phuket. A única dica é não agendar táxi direto com o hotel para seguir ao píer pois eles superfaturam.

Acordamos bem cedinho e fomos tentar achar um táxi nas proximidades do hotel e rapidamente encontramos. Para evitar qualquer surpresa, perguntamos quanto sairia a corrida e combinamos o preço. Ali a corrida foi rápida e sem muitas emoções.

Outro ponto que achei fundamental foi ter comprado os tickets via internet. A encheção de saco de vendedores tentando te empurrar bilhetes é tão grande no porto, que me cheirou golpe na certa. Nem quis saber se paguei mais caro ou mais barato do que estavam vendendo ali, pelo menos estava com meus tickets em mãos e não precisei falar com ninguém. Apenas levamos nossos comprovantes impressos na agência, eles nos deram aos adesivos de embarque e lá estávamos nós no barco rumo ao destino de nossos sonhos: Phi Phi Island.

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Os assentos não são marcados, mas como chegamos cedo garantimos bons lugares. Aproveitamos também as cortesias do barco como café, chá, pãezinhos e outras bebidas. Pra quem passa mal, eles também fornecem remedinhos anti-enjôo.

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As malas são colocadas na parte traseira do barco, e para quem quer ir curtindo a paisagem há o deck superior onde é permitido viajar.

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Nós só resolvemos subir quando estávamos quase chegando. Começar a ver aquelas montanhas de pedra no meio do mar azul-esverdeado foi emocionante.

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Nesse momento meus olhos encheram de lágrimas, de tanta alegria de estar chegando a um destino que sempre sonhei. Uma paisagem difícil de ser descrita! Eu só tinha uma certeza: estava chegando num dos lugares mais lindos do mundo!!!!!

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Quando pegamos nossas malas e demos os primeiros passos na ilha tive vontade de me beliscar para ver se era verdade… mais um sonho se tornando realidade em nossas vidas!

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Pagamos a taxa de turismo e logo estávamos vendo a placa que sempre quisemos ver…

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O bell boy do nosso hotel estava nos aguardando no pier com um carrinho para levar a bagagem. Já nos primeiros passos pudemos ter certeza de estar chegando ao paraíso cheio de gente prestativa, simpática e sorridente. Esquecemos todos os perrengues de Bangkok em segundos, pois notamos que a vibe ali era outra.

No caminho para o hotel, a vontade de tirar fotos era maior que de seguir o mocinho, mas não podia me perder e só clicava quando dava.

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Em cerca de 20 minutos, chegamos ao nosso hotel onde fomos recebidos com uma toalhinha gelada para limpar nosso suor e um suco bem gelado.

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Após o check-in, deixamos nossa bagagem no quarto e logo fomos procurar um lugar para almoçar. Mal podíamos esperar para começar a explorar esse paraíso na terra. Conto tudo nos próximos posts!

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Bangkok: segundo dia

Tomamos café da manhã no hotel e seguimos para a primeira atração do dia e uma das mais famosas de Bangkok: o Grand Palace. No caminho, mais uma delícia da Tailândia: suco de romã.

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Passamos também por mais trezentas lojas de budas, monges e outras estátuas religiosas.

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Fomos abordados por várias pessoas nos dizendo que do jeito que estávamos vestidos não poderíamos entrar no palácio e mais umas conversinhas fiadas cheirando golpe. Estávamos informados e sabíamos que na entrada do templo eles disponibilizavam gratuitamente trajes adequados e assim nem demos ouvido para os que tentaram nos enganar. Estando na Tailândia não acredite em ninguém nas ruas, é melhor se prevenir. Se vierem com papo mole, vá até onde quer ir e veja se é verdade. Antes de chegarmos ao nosso destino, passamos por outras bonitas construções.

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Por ali aproveitei para tirar foto com os lindos táxis e ônibus pink de Bangkok.

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Na calçada do Grand Palace existem alto falantes avisando os turistas que o local está aberto, pois muitos tentam enganar os turistas com a mesma conversinha que vieram pro nosso lado na Golden Mountain. Nós vimos vários grupo sendo abordados e alguns quase caindo, mas eu não resisti e fiz sinal dizendo que era mentira…. Nossa! Os tiozinhos começaram a me xingar muito quando perceberam que eu estava arruinando os negócios deles e logo o Loedi disse pra eu ficar quieta, rsrsr. Avisei um grupo de turistas só, que em seguida veio me dizer muito obrigada por tê-los tirado de uma fria.

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Tinha tentado ir vestida de maneira comportada, mas mesmo assim tive que pegar os trajes. Achava que estar de joelhos e ombros cobertos era suficiente, mas não foi. O duro foi vestir aqueles modelitos com o calorão que fazia, mas não teve jeito: nós dois tivemos que encarar.

Lembre-se: os trajes são emprestados gratuitamente. Você deixa um caução e quando devolve as roupas eles te dão o dinheiro de volta. Não caia na conversa fiada dos golpistas lá fora.

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O palácio é enorme e estava cheio de gente. Sendo assim não tínhamos a pretensão de conhecê-lo por inteiro, até porque com o tempo vai ficando tudo muito igual. Tudo muito lindo e dourado, mas juro que estava sem paciência pra ficar curtindo os mínimos detalhes e estava quase passando mal de tanto calor com aquela roupa. Por alguns instantes tentei tirá-la, mas rapidamente era abordada por algum local me obrigando a colocar de volta. Ainda bem que algumas fotos em consegui tirar sem estar me sentindo a rainha da cafonice, rsrsrsr

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A nossa próxima parada seria o Temple of Dawn, que ficava do outro lado do rio. E agora? Como chegar até lá? Estávamos muito receosos de pedir informação pras pesssoas na rua com medo de golpe e decidimos descobrir por conta própria como chegar até lá apenas seguindo o mapa. Mas qual barco deveríamos pegar para atravessar o rio? Não havia nenhuma placa informando e vários turistas perdidos.  Víamos onde queríamos chegar mas não sabíamos como :S

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Eis que andando de um lado pro outro, encontramos um barco público que atravessava o rio. Pensamos, se é público não tem golpe e como era baratinho resolvemos embarcar.

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Respiramos aliviados quando o barco parou do outro lado do rio. Mas e agora? Por onde seguir? Andamos, andamos e nada do templo que procurávamos. Além disso estávamos numa área nada turística, o que nos deixava mais apreensivos.

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Só dissemos ufa quando avistamos a primeira placa nos dizendo que estávamos no caminho certo.

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O Temple of Dawn chama a atenção por ser bem diferente de todos os outros templos que havíamos visitado em Bangkok. Por aqui, menos dourado e mais detalhes.

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E após subir a enorme escadaria, um presente: a linda vista lá de cima!

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Outro fato que me fez gostar muito desse templo é que foi o único que não estava lotado, assim pudemos tirar quantas fotos quiséssemos sem ninguém esbarrando.

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Para voltarmos ao outro lado do rio, descobrimos um píer bem na frente do templo e a volta foi bem mais fácil. Aproveitamos para tirar mais umas fotos da construção durante a travessia.

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O clima dos piers é caótico! Barraquinhas de comida, vendedores ambulantes, gente empilhada por todo o lado, mas acaba sendo divertido. É claro que também tem a foto do rei 🙂

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Logo na saída do píer, achamos a entrada do próximo e último templo que iríamos visitar: o templo do Buda Reclinado.

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Para visitar a grande atração do templo, é necessário tirar o calçado mas eles fornecem uma sacolinha pra você embalá-lo.

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O Buda é enorme mesmo e impressiona. O duro é conseguir tirar fotos no meio da multidão.

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Pra quem é supersticioso e quer atrair boa sorte, na saída da visita existem os potes para a colocação de moedas. Vimos várias pessoas colocando moedinhas em todos eles.

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Já que estávamos ali, fomos tirar algumas fotos no exterior do templo, mas a verdade é que já estávamos achando tudo muito igual, rsrs.

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Já passava das duas horas da tarde e consideramos nossa missão em Bangkok cumprida. Voltamos para a Khao San Road para almoçar e no caminho conseguimos fotografar os típicos monges que vemos aos montes pelas ruas de Bangkok.

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Almoçamos e voltamos para o hotel para buscarmos nossas malas e também para tomarmos um banho para seguirmos ao aeroporto. E assim levamos o último golpe em Bangkok: argh!!!! Sempre pedimos nos hotéis em que ficamos para tomarmos um banho quando temos voos muito tarde. Lá no Baan Noopawong, a moça da recepção nos disse que seria possível também. Suados que estávamos, ficamos felizes da vida ao poder tomar um banho fresco e assim seguirmos cheirosinhos para o aeroporto. O que não esperávamos era que após isso a moça viesse e nos dissesse que devíamos 500 bahts pelo banho!!!!! Argh! Que ódio! Custava ter avisado antes? Teríamos pago sem problemas, pois nosso conforto valeria os 50 reais. O problema foi a sensação de otários, pois ela poderia ter cobrado o que quisesse, uma vez que não nos disse antes quanto custaria. É claro que nós falhamos de não termos perguntado, mas como em todos os lugares anteriores que nos hospedamos o banho foi grátis, nem nos atentamos pra isso. E o pior nem era isso! Ficamos apavorados em levar outro golpe uma vez que foi a mesma mocinha que agendou o táxi para nos levar até a estação do metrô de onde pegaríamos o metrô para seguirmos ao aeroporto.

O taxista chegou e eles começaram a conversar em tailandês. É claro que não entendíamos nada, mas por causa de nosso receio, invocamos que eles estavam combinando de nos levar ao aeroporto. Ao entrarmos no táxi, ficamos aliviados de ter taxímetro, mas fizemos questão de repetir Pattaya Station várias vezes ao motorista. A tensão só aumentava quando no caminho notávamos várias placas em direção ao aeroporto. Eu, inquieta, perguntava se já estava chegando, e o motorista dizia que sim. O intenso trânsito de Bangkok nos deixava com mais medo ainda, pois parece que nunca chegava a tal estação. Só respiramos aliviados quando chegamos e felizmente o motorista nos cobrou o valor do taxímetro mais a taxa de agendamento que é cobrada por lá. Ufa! Ao descermos do táxi ficamos 20 quilos mais leves e tendo certeza de que não levaríamos mais nenhum golpe em Bangkok. Seguimos de metrô para o aeroporto de onde pegaríamos nosso voo rumo à Phuket.

Bangkok vale muito a pena visitar, desde que você esteja atento o tempo todo para os pequenos golpes e mentiras que tentam te aplicar. Li vários relatos antes de ir de pessoas que passaram pelas mesmas situações, o que me faz crer que é algo meio comum por lá. O segredo é estar preparado e curtir muito a cidade, sem deixar esses picaretas atrapalharem suas férias.

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