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TV Blog: Bangkok

Aqui estão os melhores momentos em vídeo de nossa visita à Bangkok. O de Phi Phi já sai do forno 🙂

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Bangkok: segundo dia

Tomamos café da manhã no hotel e seguimos para a primeira atração do dia e uma das mais famosas de Bangkok: o Grand Palace. No caminho, mais uma delícia da Tailândia: suco de romã.

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Passamos também por mais trezentas lojas de budas, monges e outras estátuas religiosas.

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Fomos abordados por várias pessoas nos dizendo que do jeito que estávamos vestidos não poderíamos entrar no palácio e mais umas conversinhas fiadas cheirando golpe. Estávamos informados e sabíamos que na entrada do templo eles disponibilizavam gratuitamente trajes adequados e assim nem demos ouvido para os que tentaram nos enganar. Estando na Tailândia não acredite em ninguém nas ruas, é melhor se prevenir. Se vierem com papo mole, vá até onde quer ir e veja se é verdade. Antes de chegarmos ao nosso destino, passamos por outras bonitas construções.

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Por ali aproveitei para tirar foto com os lindos táxis e ônibus pink de Bangkok.

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Na calçada do Grand Palace existem alto falantes avisando os turistas que o local está aberto, pois muitos tentam enganar os turistas com a mesma conversinha que vieram pro nosso lado na Golden Mountain. Nós vimos vários grupo sendo abordados e alguns quase caindo, mas eu não resisti e fiz sinal dizendo que era mentira…. Nossa! Os tiozinhos começaram a me xingar muito quando perceberam que eu estava arruinando os negócios deles e logo o Loedi disse pra eu ficar quieta, rsrsr. Avisei um grupo de turistas só, que em seguida veio me dizer muito obrigada por tê-los tirado de uma fria.

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Tinha tentado ir vestida de maneira comportada, mas mesmo assim tive que pegar os trajes. Achava que estar de joelhos e ombros cobertos era suficiente, mas não foi. O duro foi vestir aqueles modelitos com o calorão que fazia, mas não teve jeito: nós dois tivemos que encarar.

Lembre-se: os trajes são emprestados gratuitamente. Você deixa um caução e quando devolve as roupas eles te dão o dinheiro de volta. Não caia na conversa fiada dos golpistas lá fora.

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O palácio é enorme e estava cheio de gente. Sendo assim não tínhamos a pretensão de conhecê-lo por inteiro, até porque com o tempo vai ficando tudo muito igual. Tudo muito lindo e dourado, mas juro que estava sem paciência pra ficar curtindo os mínimos detalhes e estava quase passando mal de tanto calor com aquela roupa. Por alguns instantes tentei tirá-la, mas rapidamente era abordada por algum local me obrigando a colocar de volta. Ainda bem que algumas fotos em consegui tirar sem estar me sentindo a rainha da cafonice, rsrsrsr

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A nossa próxima parada seria o Temple of Dawn, que ficava do outro lado do rio. E agora? Como chegar até lá? Estávamos muito receosos de pedir informação pras pesssoas na rua com medo de golpe e decidimos descobrir por conta própria como chegar até lá apenas seguindo o mapa. Mas qual barco deveríamos pegar para atravessar o rio? Não havia nenhuma placa informando e vários turistas perdidos.  Víamos onde queríamos chegar mas não sabíamos como :S

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Eis que andando de um lado pro outro, encontramos um barco público que atravessava o rio. Pensamos, se é público não tem golpe e como era baratinho resolvemos embarcar.

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Respiramos aliviados quando o barco parou do outro lado do rio. Mas e agora? Por onde seguir? Andamos, andamos e nada do templo que procurávamos. Além disso estávamos numa área nada turística, o que nos deixava mais apreensivos.

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Só dissemos ufa quando avistamos a primeira placa nos dizendo que estávamos no caminho certo.

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O Temple of Dawn chama a atenção por ser bem diferente de todos os outros templos que havíamos visitado em Bangkok. Por aqui, menos dourado e mais detalhes.

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E após subir a enorme escadaria, um presente: a linda vista lá de cima!

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Outro fato que me fez gostar muito desse templo é que foi o único que não estava lotado, assim pudemos tirar quantas fotos quiséssemos sem ninguém esbarrando.

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Para voltarmos ao outro lado do rio, descobrimos um píer bem na frente do templo e a volta foi bem mais fácil. Aproveitamos para tirar mais umas fotos da construção durante a travessia.

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O clima dos piers é caótico! Barraquinhas de comida, vendedores ambulantes, gente empilhada por todo o lado, mas acaba sendo divertido. É claro que também tem a foto do rei 🙂

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Logo na saída do píer, achamos a entrada do próximo e último templo que iríamos visitar: o templo do Buda Reclinado.

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Para visitar a grande atração do templo, é necessário tirar o calçado mas eles fornecem uma sacolinha pra você embalá-lo.

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O Buda é enorme mesmo e impressiona. O duro é conseguir tirar fotos no meio da multidão.

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Pra quem é supersticioso e quer atrair boa sorte, na saída da visita existem os potes para a colocação de moedas. Vimos várias pessoas colocando moedinhas em todos eles.

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Já que estávamos ali, fomos tirar algumas fotos no exterior do templo, mas a verdade é que já estávamos achando tudo muito igual, rsrs.

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Já passava das duas horas da tarde e consideramos nossa missão em Bangkok cumprida. Voltamos para a Khao San Road para almoçar e no caminho conseguimos fotografar os típicos monges que vemos aos montes pelas ruas de Bangkok.

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Almoçamos e voltamos para o hotel para buscarmos nossas malas e também para tomarmos um banho para seguirmos ao aeroporto. E assim levamos o último golpe em Bangkok: argh!!!! Sempre pedimos nos hotéis em que ficamos para tomarmos um banho quando temos voos muito tarde. Lá no Baan Noopawong, a moça da recepção nos disse que seria possível também. Suados que estávamos, ficamos felizes da vida ao poder tomar um banho fresco e assim seguirmos cheirosinhos para o aeroporto. O que não esperávamos era que após isso a moça viesse e nos dissesse que devíamos 500 bahts pelo banho!!!!! Argh! Que ódio! Custava ter avisado antes? Teríamos pago sem problemas, pois nosso conforto valeria os 50 reais. O problema foi a sensação de otários, pois ela poderia ter cobrado o que quisesse, uma vez que não nos disse antes quanto custaria. É claro que nós falhamos de não termos perguntado, mas como em todos os lugares anteriores que nos hospedamos o banho foi grátis, nem nos atentamos pra isso. E o pior nem era isso! Ficamos apavorados em levar outro golpe uma vez que foi a mesma mocinha que agendou o táxi para nos levar até a estação do metrô de onde pegaríamos o metrô para seguirmos ao aeroporto.

O taxista chegou e eles começaram a conversar em tailandês. É claro que não entendíamos nada, mas por causa de nosso receio, invocamos que eles estavam combinando de nos levar ao aeroporto. Ao entrarmos no táxi, ficamos aliviados de ter taxímetro, mas fizemos questão de repetir Pattaya Station várias vezes ao motorista. A tensão só aumentava quando no caminho notávamos várias placas em direção ao aeroporto. Eu, inquieta, perguntava se já estava chegando, e o motorista dizia que sim. O intenso trânsito de Bangkok nos deixava com mais medo ainda, pois parece que nunca chegava a tal estação. Só respiramos aliviados quando chegamos e felizmente o motorista nos cobrou o valor do taxímetro mais a taxa de agendamento que é cobrada por lá. Ufa! Ao descermos do táxi ficamos 20 quilos mais leves e tendo certeza de que não levaríamos mais nenhum golpe em Bangkok. Seguimos de metrô para o aeroporto de onde pegaríamos nosso voo rumo à Phuket.

Bangkok vale muito a pena visitar, desde que você esteja atento o tempo todo para os pequenos golpes e mentiras que tentam te aplicar. Li vários relatos antes de ir de pessoas que passaram pelas mesmas situações, o que me faz crer que é algo meio comum por lá. O segredo é estar preparado e curtir muito a cidade, sem deixar esses picaretas atrapalharem suas férias.

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Bangkok: primeiro dia

Pegamos o mapa na recepção e vimos que estávamos realmente muito próximos de todos os templos, que são as principais atrações da cidade. Começamos nossa caminhada e logo nos primeiros passos notamos que ao contrário da China, na Tailândia os cheiros de comida na rua eram deliciosos. Paramos pra comprar bebidas bem geladas para amenizar o calor e o povo nos pareceu bastante simpático, mas mesmo assim não nos sentíamos totalmente seguros.

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Em menos de 10 minutos chegamos ao primeiro templo que visitamos, e de cara nos impressionamos com a arquitetura e quantidade de dourado presente nele. Para gravar os nomes, fui tirando foto das plaquinhas pois tinha certeza absoluta de que não lembraria de cabeça para contar pra vocês.

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Nos chamou a atenção também a quantidade de Budas por todos os lados, de todos os tamanhos e inclusive com pessoas cuidando dos mínimos detalhes. Nas proximidades do templo, muitas lojas dedicadas exclusivamente a venda das estátuas desde miniaturas até enormes. Muito interessante de se observar!

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De lá resolvemos seguir para a Golden Mountain, que é outro cartão postal da cidade. No caminho, achamos mais alguns templos que não estavam no mapa, mas mesmo assim resolvemos entrar pra ver qual era.

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Nesses primeiros passos pela cidade, já notamos a quantidade de tuc-tuc por todos os lados (motinhos para transportar pessoas – cuidado com os golpistas!!!) e também a presença de vários vendedores de frutas prontas para comer. Você não pode deixar de provar, hummm! Não podia ver alguém vendendo abacaxi que comprava pois era um delícia e bem baratinho.

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Passamos também por uma bonita praça e de onde já começamos a poder notar as fotos do rei e da rainha presentes por todos os cantos, um marco da Tailândia.

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A Carol já tinha nos avisado que a Tailândia era cheia de pagadinhas e que vira e mexe tentariam nos enganar dizendo que os templos estariam fechados ou outras desculpas para te levarem para outro lugar. Mesmo atentos a isso, fomos abordados por um tiozinho quando estávamos chegando na Golden Mountain nos dizendo que o templo estava fechado porque os monges estavam rezando, mas que poderia fazer um passeio de tuc-tuc conosco onde passaríamos por não sei quantos tipos de Buda pagando apenas 10 bahts (aproximadamente 1 real). Sabiamos que era golpe, mas também queríamos andar de tuc-tuc. Nos certificamos várias vezes do preço, achando que o golpe estaria ai, mas eles repetiam conosco 10 baths por pessoa, vocês 2 sairá por 20. Ok, ok! Eu e o Loedi ficamos pensando o que de mal eles poderiam fazer conosco: nos deixar num lugar perigoso, cobrar a mais, sei lá… mas mesmo assim resolvemos arriscar, mas tendo o cuidado de prestar atenção no caminho caso esse fosse o golpe.

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Primeira parada, ok! Segunda parada, ok! Tiramos várias fotos com os Budas de todo jeito, rsrsrs.

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Quando já estávamos achando que não seria golpe, veio o tiozinho falar conosco que nos tínhamos concordado que seriam 200 bahts para voltar até onde tinha nos pegado e que o senhor que negociou o pacote teria anotado isso no mapa e nós tínhamos dito ok, ok. A questão é que não entendemos nada do que estava escrito no mapa e mesmo assim ele nos mostrava querendo dizer que tínhamos concordado com o valor. Haha! Para o susto do tiozinho, como tínhamos prestado bem a atenção no caminho e nem estávamos tão longe de onde partimos, simplesmente dissemos: não vamos pagar esse valor e saímos andando sem dar a mínima bola pro cara. Hahahaha! Foi muito engraçado vê-lo gritar:  you pay, you pay! Nós simplesmente demos os 20 baths e dissemos um sonoro bye! Esse foi o golpe mais mequetrefe que tentaram nos dar. Um super golpe de 2 reais que no máximo viraria 20, rsrsrs. Como estávamos prevenidos, não caímos no golpe e voltamos calmamente andando para a Golden Mountain, mas claro que indignados com a situação.

Agora sim fomos para a atração, sem sermos abordados por mais nenhum espertinho. Pagamos o ingresso e subimos a escadaria.

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O ambiente é bastante mistíco, com uma musiquinha suave tocando, fumacinha de água saindo e claro, vários Budas. Também existem vários sinos e bumbos no caminho e é claro que os turistas não resistem e os tocam.

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Dentro da construção, um buda todo dourado, um altar e uma bancada com o buda de cada dia da semana. Mas para mim, o que vale a subida é a vista lá de cima. Muito legal ver as pontinhas dos inúmeros templos da cidade se destacando na paisagem.

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De lá, seguimos caminhando até uma das ruas mais famosas de Bangkok, a Khao San Road. Logo na chegada, várias barraquinhas de frutas e sucos. Dessa vez resolvemos provar a dragonfruit ou pytaia, como é conhecida por aqui.

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A Khao San road tem de tudo: restaurantes, lojas, barraquinhas de comidas, massagens, tatuagens, souvenirs e tudo mais que você possa imaginar. É cheia de gente curtindo a vida noturna de Bangkok.

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Quando vimos a lojinha que oferecia fish massage, não resistimos e fomos fazer. Como tudo é muito barato por lá, achamos que valeria a pena mesmo que não gostássemos da sensação. Dá um medinho de colocar o pé na água, mas após passar a sensação de cócegas com os peixes comendo seus pés, a massagem se torna gostosa. Eu não consegui parar de rir, rsrsrsrs

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Com os pés limpos e relaxados, continuamos curtindo o clima da rua, que fica melhor ainda com os deliciosos cheiros que você sente por lá. Não conseguimos resistir a provar um delicioso pad thai que a tia fazia ali na hora,sem higiene nenhuma, com um toque de mão que ao mesmo tempo pega dinheiro e finaliza o prato, mas estava bom demais! Vocês sabem que não costumo provar comidas locais quando viagem, mas a Tailândia foi uma exceção que valeu a pena.

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Após mais uns rolês, voltamos para o hotel. Assim terminou nosso primeiro dia de passeio por Bangkok, uma cidade muito louca 🙂

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Chegando em Bangkok

Quando estávamos nos acostumando com o mandarim, chegamos em Bangkok e nos deparamos com mais uma alfabeto indecifrável a nossa frente, hehe.

Pegamos a fila da imigração e quando chegou nossa vez descobrimos que brasileiros precisam preencher um formulário de saúde para ingressar no pais e tivemos que voltar lá atrás para conseguir o tal papel. Pegamos nossa bagagem e seguimos para o trem que leva direto até o centro de Bangkok.

As maquininhas tinham informações em inglês e foi super fácil de comprar. Logo estávamos com nossas moedinhas em mãos.

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O metrô que sai do aeroporto te leva até o centro da cidade. Nós optamos por descer na Phaya Thai Station e de lá pegar um táxi, visto que não havia estação perto de nosso hotel.

Se na China nos sentimos seguros o tempo todo, na capital da Tailândia já não podemos dizer o mesmo. Pra nos deixar com mais medo ainda, o nosso hotel não ficava perto de nenhuma estação de metrô e tivemos que pegar um táxi para seguirmos até lá. Os taxistas não sabiam bem ao certo onde ficava nosso hotel e perguntaram para várias pessoas até se entenderem. Nosso medo só aumentava! Quando nos mandaram embarcar, fomos super receosos, mas não tínhamos opção.

Nossas primeiras impressões da cidade não foram boas, mas tentamos nos acalmar e torcer para que tudo desse certo. Conseguimos respirar aliviados quando vimos uma praça que tínhamos pesquisado no Google Maps e que ficava próxima ao hotel. Mas só relaxamos mesmo quando estávamos na frente do Baan Noopawong Hotel.

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Para compensar nosso estresse, nos surpreendemos com a graciosidade do lugar e já começamos a entrar no clima tailandês tendo que tirar os sapatos para entrar na propriedade. Se você está indo pra lá, já saiba que entrar calçado é uma falta de respeito, mas fique tranquilo porque geralmente existem placas informando sobre isso em inglês.

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Como tínhamos pouco tempo na cidade, precisávamos aproveitar cada minuto. Apenas deixamos as coisas em nosso quarto, reforçamos o protetor solar (o calor estava infernal!) e fomos bater perna. Havíamos escolhido este hotel por ele estar a uma distância caminhável das principais atrações, assim não precisaríamos nos aventurar no transporte público de lá.

Assim começa nossa aventura em terras tailandesas, rsrs.

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