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Turquia – Éfeso, Kusadasi e Pamukkale

Antes de viajar para a Turquia, muitas foram as pessoas que me perguntavam: o que você vai fazer na Turquia. Como escrevi num post anterior, a minha vontade de pisar em solo turco se deu devido à um e-mail que recebi com as fotos de Pamukkale. E não é que o tão esperado dia se aproxima?

Partimos de Istambul rumo à Izmir (cidade com aeroporto mais próxima de nossos destinos). Voamos com a companhia Atlasjet, que nunca tínhamos ouvido falar. Avião meia boca, com serviço de bordo no mesmo nível.

Maridinho lendo em turco
E nós também.

Depois de 1 hora de voo, pousamos em Izmir onde havia um senhor nos aguardando para nos levar a Denzili, a cidade de onde partiria o passeio do primeiro dia a Éfeso. O tiozinho não falava na-da in English… kkkk.

Ir a  Éfeso, não estava em meus planos, mas o Loedi, como amante de história, fazia questão. Para quem está boiando, como eu boiei ao ouvir falar pela primeira vez deste lugar, segue uma breve descrição da Wikipedia:

Éfeso foi uma cidade grecoromana da Antiguidade situada na costa ocidental da Ásia Menor, próxima à atual Selçukprovíncia de Esmirna, na Turquia. Foi uma das doze cidades da Liga Jônia durante operíodo clássico grego. Durante o período romano, foi por muitos anos a segunda maior cidade do Império Romano, apenas atrás deRoma, a capital do império. Tinha uma população de 250.000 no século I a.C., o que também fazia dela a segunda maior cidade do mundo na época.A cidade era célebre pelo Templo de Ártemis, construído por volta de 550 a.C., uma das Sete Maravilhas do Mundo.”

Encontramos o restante do grupo que faria o passeio e seguimos para a nossa primeira parada: a casa da Virgem Maria.

Diz a lenda que Maria havia fugido para esta casa após a morte de Jesus… nada comprovado cientificamente.

Achei o passeio totalmente sem graça por 2 motivos: 1 que não me apego a coisas religiosas e muito menos por não haver fatos científicos que comprovem. O outro motivo é que da possível casa não existe nada, apenas uma réplica. Portanto, pra mim esse passeio poderia ter sido dispensado. Mas como estava no pacote f oi super rápido, nem me aborreci.

Réplica da possível casa de Maria

De lá seguimos para Éfeso debaixo de um sol escaldante e um calor muito forte. E sem esquecer que continuávamos num país muçulmano e precisávamos estar vestidas de acordo.

Ao ver as primeiras ruínas de Éfeso, comecei a achar legal o passeio. Principalmente quando começava a imaginar que tudo aquilo ali um dia foi um grande centro mundial e que atualmente só se tem restos…. Além disso, ouvir todas as explicações em inglês estava sendo um bônus para a viagem     ( é, adoro estudar inglês!).

O percurso é enorme e não há banheiros, nem lugar para tomar água.. imagine como foi sobreviver sem água, visto que o tanto que tínhamos foi rapidamente devido ao calor.

Pessoal tentando se proteger do calor com sombrinhas

A cada construção que via, achava mais interessante o passeio. Ver como eram as ruas de antigamente, os banheiros, as bibliotecas, foi sensacional!

Biblioteca de Celso, uma das maiores do mundo antigo

A última atração de Éfeso também surpreende: o teatro de Éfeso que comportava 25 mil pessoas….

Na reta final do passeio, avistamos umas barraquinhas vendendo água e banheiros…. corri para um lado e o Loedi pro outro… rs. Hummm, acho que foi a água mais merecida de nossas vidas!

O almoço estava incluso no passeio e saímos de Éfeso direto ao restaurante. De lá, seguimos para o local onde ficava o Templo de Artemis, uma das 7 maravilhas do mundo antigo. No lugar, não resta nada além de alguns pedaços de colunas que compunham o famoso templo.

De lá, seguimos para Kusadasi, onde seria nosso pernoite para no dia seguinte seguirmos a Pamukkale.

Kusadasi é uma cidade litorânea point. A maioria dos cruzeiros pelas Ilhas Gregas passam por ali. Uma cidade com um clima agradável e hospitaleiro.

Apesar do dia intenso que tivemos – lembre-se que acordamos às4 da manhã- não perdemos o pique e fomos dar um rolê na praia.

Uma praia sem nada demais, mas com um ambiente bem diferente das praias brasileiras. Diferente em que sentido? Por exemplo: sentamos num bar à beira-mar para bebermos uma cerveja e não conseguimos pois é lei em Kusadasi que não se pode ver bebidas alcoólicas na praia para evitar a violência….

Ok, se não pode, não pode. O engraçado é que pegar a cerveja e levar pra sentar na beira da praia para tomar é permitido.

Demos uma volta pelo centro de Kusadasi, sentamos no centro e ficamos observando a movimentação… já era hora de jantar e voltamos para o hotel, onde a refeição estava inclusa. Logo fomos dormir, pois no dia seguinte sairíamos cedo rumo à Pamukkale.

De Kusadasi à Pamukkale, foram aproximadamente 4 horas de viagem e nem vi passar… dormi direto! Ao chegarmos, antes de irmos para o parque, paramos para almoçar – também estava incluso. Era meio-dia mais ou menos e o sol era de rachar! Ainda bem que por ali biquínis eram tolerados…

Pamukkale, em turco, significa “Castelo de Algodão”. Lá do restaurante já era possível avistar o “castelo de algodão” e a expectativa só aumentava. Confesso que tinha alguns receios em relação à Pamukkale. Um deles era me decepcionar com tanta expectativa, ainda mais que nas últimas reportagens que havia lido sobre o local, muitos eram os relatos de visitantes que encontraram as piscinas secas. Imagina? Ir até lá e não ver as piscinas? Seria extremamente frustrante.

Quem tinha escolhido esse passeio fomos nós, a Tati e o Lu toparam sem nunca nem ter ouvido falar do lugar.. A responsa era grande.

Pois bem, a hora de conhecer Pamukkale chegou, num dia em que os termômetros marcavam 42 graus na sombra….

Entramos no parque, que em sua entrada tem algumas ruínas, mas nem demos bola. Queríamos chegar logo no protagonista do parque….

Andamos por uma trilha arborizada por uns 10 minutos e já avistamos as piscinas. A frase do guia foi: “Considerem-se pessoas de sorte por verem as piscinas com água!”

A cada viagem que faço, tenho mais ideia de que fotos são só fotos….vivenciar a paisagem é muito melhor! Me lembro como se fosse hoje do momento em que cheguei pertinho das piscinas….

Do sonho para a realidade – 1

Minha vontade nesse primeiro momento era ficar ali, tirando fotos e mais fotos… Calma, disse o Loedi. Você tem o dia inteiro para tirar fotos! E o melhor é que era verdade!

Acompanhamos o guia até as piscinas de águas termais que existem em Pamukkale apenas para tirarmos algumas fotos e em seguida nos dirigimos ao “Castelo de Algodão”.

Piscinas termais

Estava muito quente e não hesitei em tirar a blusa e ficar só de biquíni. O primeiro lugar que fomos foi o canto direito das formações, de onde queríamos tirar foto lá de cima.

Em seguida, fomos para o Pamukkale. Para entrar lá, é necessário tirar qualquer calçado. A formação de Pamukkale deve-se às fontes termais que existem por baixo do monte, que provocam o derrame de carbonato de cálcio que depois se solidifica como mármore travertino. Portanto, pisar ali com calçado pode danificar seriamente a beleza do local.

Mais uma vez, a minha curiosidade era tocar na água… e lá fui eu, como criança, pisar nas piscinas. Água quentinha e azul, naquela imensidão branca.

Outra curiosidade que tínhamos era tocar nas partes brancas para saber como era. Olhando as fotos, os paredões pareciam nuvens, algodão doce, neve, gelo…. Aliás, quando postamos as primeiras fotos no orkut, muita gente também tinha curiosidade. Parece frustrante dizer, mas é como pedra… simplesmente pedras….É claro que o efeito paisagístico das pedras é outra história! Pedras não, formações calcáreas, rs.

Se já estava calor antes de chegarmos as piscinas, imagine a temperatura que devia estar com o reflexo do sol em toda aquela imensidão branca.

Olha o Sundown no bolso!rs

Fomos descendo o monte, descendo e quando vimos estávamos exaustos. Para descansar um pouco, sentamos na beiradinha do lugar por onde escorria uma água maravilhosa que aproveitamos como se fosse uma hidromassagem para nossos pés. Ficamos ali observando algumas coisas bizarras, como mulheres andando só com shorts e sutiãs, as mulheres todas cobertas com burcas pretas ( se eu que estava de biquíni estava derretendo, imaginem elas), as piriguetes fazendo poses pra lá de sensuais, enfim, observando a movimentação local.

Será que estavam cansados?
Descanso para nossos pés

Para descer, todo santo ajuda! E como nos restava subir ainda, após nossa merecida pausa, fomos retornando bem lentamente, tirando mais algumas fotos e torcendo para que nossos chinelos estivessem lá quando chegássemos.E estavam…

Nossa missão agora era encontrar água bem gelada para refrescarmos um pouco. Conseguimos achar numa lanchonete uma garrafa de 1 litro congelada. Hummmm… detonamos a água, que descongelou em menos de 5 minutos.

E lá atrás, a lanchonete…

Re-hidratados, fomos até um mirante que não tínhamos visitado, tiramos mais fotos e partimos ao encontro do guia para seguirmos nosso caminho de volta.

Pegamos o ônibus rumo a Izmir, onde pegaríamos nosso voo de retorno à Istambul para dormir e partir rumo ao Egito.

Ter estado em Pamukkale foi uma das maiores emoções de minha vida.  Lindo! Lindo! Lindo! Completamente diferente de tudo que já havia visto na vida….

Fica a dica pra você que nunca tinha ouvido falar deste lugar extraordinário…

Trouxemos uma ótima lembrança da Turquia e dos turcos.. um país incrível, com uma singular mistura de culturas, cheio de história e belezas naturais.

A única coisa que teria feito diferente seria incluir a Capadócia no roteiro… me arrependo profundamente de não ter ido. Mas quer saber? É só um motivo a mais para voltar à Turquia em breve!

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Preparativos para Egito, Grécia e Turquia – planejamento

Se tem uma coisa que sempre faço é mal voltar de férias e já estar pensando nas próximas. Encaro isso como algo positivo, pois é o que nos permite sonhar e viajar cada vez mais longe. E não foi diferente quando voltávamos de férias do Canadá em 2009…

Voltamos pensando se seria possível fazermos mais uma viagem dos sonhos, mais dessa vez os planos eram mais ousados : visitar 3 continentes de uma vez só.

E lá fomos nós, unir nossa vontade de conhecer as pirâmides no Egito, visitar um lugar chamado Pamukkale na Turquia e visitar as tão faladas Ilhas Gregas. O porquê destes destinos? Bem, o Egito dispensa comentários. A Turquia entrou no roteiro pois uma vez recebemos um e-mail destes que a gente sempre recebe com belas paisagens, e achamos que o tal do Pamukkale era lindo demais. Lembro-me perfeitamente de neste dia ter dito: um dia vou pra lá! E a Grécia? Ah! Tem coisa mais chique do que visitar as Ihas Gregas?rs.

Sonho 1

Sonho 2

Sonho 3

Não adianta nada sonhar e não fazer nada. Desembarcamos do Canadá e já pedi uma cotação de passagem para a Fernanda da Interlaken Turismo para saber se estávamos sonhando alto demais…. quando recebi a resposta com o preço, percebi que mais esse destino seria possível.

Estávamos em junho de 2009 , mas já pensamos que queríamos viajar em agosto de 2010, pois além de visitar estes 3 países, queríamos aproveitar e ir ao casamento de nossa amiga Sabrina, que mora na Alemanha 🙂

Até então, tudo estava bem indefinido…. mas pelo menos sabíamos pra onde ir e já começamos a comentar com nossos amigos pra ver se alguém tinha alguma dica para nos dar .E não é que em uma conversa, encontramos dois parceiros para a viagem? A Tati e o Luciano toparam o convite e decidiram ir juntos! Opa, mais gente para o projeto dos 3 continentes!

Ok, ok, hora de ver como planejamos tudo…..vamos por partes:

Parte 1 – definição da data do casamento da Sabrina.

Hahaha… tínhamos certeza que queríamos muito participar do casamento da Sabrina com o Martin e também voltar à Alemanha. A data do casamento era imprescindível para comprarmos as passagens e fecharmos o roteiro. Porém, um casamento envolve uma série de coisas e o da Sabrina não foi diferente. Só tivemos a definição da data em Maio/2010. Lembro-me da Sabrina mandando um scrap no orkut com a data do casório: 21/08/2010.

Parte 2 – compra das passagens overseas

Eu e o Loedi tínhamos 30 dias de férias. Luciano e Tati tinham 15. Sendo assim, desde o início já sabíamos que a viagem de ida e de volta não seria no mesmo vôo.

As 3 capitais pelas quais poderíamos começar a viagem eram:

Cairo – sem vôo direto do Brasil

Atenas – sem vôo direto do Brasil

Istambul – com vôo direto do Brasil pela Turkish Airlines

Os preços para os 4 lugares não variavam muito: 1400 dólares. Nossa primeira dúvida foi: por onde começar e por onde terminar?

Eu particularmente queria deixar a Grécia por último, pois era o lugar que tinha maior expectativa. Sabe aquela história de deixar o mais gostoso pro final? Porém, como a viagem era em grupo, tudo tivemos que decidir em consenso.

No final das contas, todos concordamos com a ideia pois além da questão expectativa, como eles tinham menos tempo de férias, a opção para a Grécia seria um cruzeiro pelas ilhas – algo que não estava em nossos planos.

Uma das questões estava respondida, faltava apenas saber por onde começar…

Pensamento Thaís e Loedi: como vamos para o casamento da Sabrina no final da viagem, é melhor optarmos por um voo direto da Alemanha, no caso – Frankfurt.

Pensamento Tati e Luciano (eu acho, rs): como o preço da Turkish está melhor com a cotação que fizeram, é melhor pegar um vôo direto na ida e com conexão na volta.

E assim fechamos as passagens: nós indo para Istambul pela TAM com conexão em Frankfurt e voltando direto de lá para o Brasil, e eles indo direto para Istambul com a Turkish e voltando com conexão para o Brasil.

Para aproveitar ao máximo, compramos as passagens saindo na sexta-feira do Brasil…

Parte 3 – definição do roteiro

Uma vez que já tínhamos data de ida e volta definida, chega o momento de decidir o roteiro. Quem nos ajudou neste momento? Internet… mais uma vez.

Nessa parte do planejamento é fundamental saber quais as atrações que existem no lugar para onde você está indo e quais você não abre mão de visitar. Ainda mais nesse plano, que envolvia 3 países e 3 continentes.

E uma dica aqui é: vá sempre do mais fácil para o mais difícil…. como assim? Por exemplo, é muito mais fácil você achar dicas das Ilhas Gregas – destino famoso – do que de Pamukkale – muitas pessoas nem sabem do que se trata.

Então resolva tudo que é fácil primeiro e deixe o mais complicado para depois…

Seguindo este passo, lá fomos nós:

Ilhas Gregas – 7 dias.

Atenas – 2 dias.

Cairo – 3 dias.

Istambul – 3 dias.

Pamukkale e Éfeso – 2 dias

E, para nós, mais 4 dias na Alemanha.

Viagem 2010 – link para a planilha

Pedacinho de nossa super planilha de planejamento

Mas ainda tinha outro passo importante… dentre as mais de 200 ilhas gregas, quais devíamos visitar? Eita pergunta difícil…..

Foram alguns dias de exaustivas pesquisas para nos decidirmos por: Rhodes – por toda sua história, Santorini – pelas famosas paisagens de casinhas brancas, Mykonos – por ser o point das ilhas, e Milos – considerada por muitos dos internautas como a mais linda das ilhas…

Mas não era só isso… ainda tínhamos que saber se existia transporte entre estas ilhas, quais seriam os horários de barcos, se tinha avião, qual a melhor ordem de visitação, etc, etc e etc. Resumindo: investimos nesta parte 15 dias de planejamento…

E assim seguimos….

Uma coisa que sempre me perguntam é: como que você faz para decidir esta parte? A resposta que sempre dou é que sou maria-vai-com-as-outras neste sentido. Mas levo em conta muuuuuuuitas “Marias” do orkut, principalmente a comunidade “Dicas Imperdíveis de Viagens”.

O que geralmente faço é ler todas as mensagens do tópico e “filtrar” as informações de acordo com meus interesses. Confio muito na opinião de quem escreve por lá e nunca me dei mal por isso… Além do orkut, pesquiso no Trip Advisor, no Mochileiros.com, nos guias on-line das cidades que acho no Google.

Não gosto muito destes guias impressos, pois acho que eles indicam muitos lugares que só vão turistas… Prefiro fazer viagens mais autênticas.

Parte 4 – como se deslocar de um lugar para outro

Capitais:

Após a definição do roteiro, partimos para a compra de passagens aéreas entre os locais escolhidos. Fizemos pela internet os seguintes trechos aéreos:

– Istambul – Cairo – pela Turkish Airlines

– Cairo – Atenas – pela Aegean Airlines.

Pamukkale e Éfeso:

Pamukkale fica a mais ou menos 500 km de Istambul… para irmos para lá tivemos que gastar um valor alto pois ficamos com medo de ir por conta  porque é um lugar no interior da Turquia, com placas em turco e sabe-se lá se algum ser fala inglês… preferimos não arriscar e fechar um pacote com a OneNation Tours ( pagamos metade através de cartão de crédito aqui no Brasil e o restante lá) – valor: 350 euros por pessoa com tudo incluso, inclusive aéreo.

Ilhas Gregas:

Nossa locomoção entre as ilhas

Compramos alguns trechos aéreos pela Internet e os bilhetes de ferries também foram comprados online pelos sites da Blue Star, Seajets e Hellenic Seaways.

Parte 5 – onde se hospedar?

O principal fator para escolher hotel nesta viagem com certeza era localização. Imagina ter que se virar em subúrbios com placas em turco, árabe e grego? No way…

Sendo assim, pesquisamos um monte e fechamos os hotéis assim:

Istambul: fechamos com a mesma agência que nos vendeu o pacote para Pamukkale – hotel Q-Inn. Localização: Sultanahmet – pertinho de tudo. Só pagamos lá – valor: 80 euros a diária.

Cairo: conforme recomendações, preferimos ficar na área turística, em Gizé – hotel Mercure Le Sphinx. Fizemos pagamento adiantado pela Internet – valor: 112 dólares a diária

Atenas: ficamos perto de uma estação de Metrô, no hotel Novotel. Próximo a supermercados, padarias… Pegamos uma tarifa super boa pela Internet – 69 euros a diária.

Ilhas Gregas: aqui o buraco foi mais embaixo.. rsrrs as indicações que achamos em nossas pesquisas eram caras. Arriscamos e fomos pelos comentários do site Booking.com (que hoje em dia é nosso favorito graças às barbadas que encontramos para esta viagem) para nos hospedarmos em locais baratos (ou melhor, menos caros)

Rhodes – Hotel Nathalie, 40 euros a diária.

Santorini – Pension George, 70 euros a diária.

Milos- Dyonisis Hotel, 75 euros a diária

Mykonos – Andriani’s Guest House, 100 euros a diária

Parte 6 – que dinheiro levar?

Como passaríamos por 3 diferentes continentes, optamos mais uma vez por fazer o VTM – Visa Travel Money que permite realizar saques em moeda local.

Levamos alguns euros em espécie para garantir.

Além disso, levamos nosso cartão do banco que permite saques internacionais.

Parte 7 – vistos,vacinas, seguros

De todos os lugares que passaríamos, apenas o Egito solicita visto para brasileiros e que, inclusive, pode ser emitido lá no aeroporto do Cairo mesmo.

Preferimos não arriscar e pedimos o visto aqui no Brasil. Mandamos os documentos necessários para o Consulado do Egito em Brasília e em menos de 15 dias estávamos com os vistos em mãos. Custou 80 reais.

Visto em mãos!

Para tirar o visto é necessário o Certificado Internacional de Vacinação contra a Febre Amarela. Tomamos a vacina de graça num posto de saúde aqui de Curitiba. Prepare-se, a danadinha é dolorida 😉

Para viajar para países da Comunidade Europeia, é necessário seguro com cobertura do Tratado de Schengen. Como compramos nossas passagens com o cartão de crédito, tivemos a apólice de seguro gratuitamente…

Considerações gerais:

O que aprendemos com esses planos? Muita coisa! Mas, principalmente que dá trabalho você querer ir para lugares que fujam dos mais comuns. O importante é que conseguir fazer tudo isso acontecer, e ainda por cima ser maravilhoso, é a melhor recompensa.

Acompanhe nos próximos posts o desenrolar da viagem aos 3 continentes!

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