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Aquário de São Paulo

Continuando nosso roteiro por São Paulo, incluímos a visita ao Aquário da cidade na manhã do sábado. Ao chegarmos, ficamos bem desconfiados com a aparência do local e ao comprarmos os ingressos pensamos seriamente se o passeio valeria a pena, pois o valor era alto e a primeira impressão não foi das melhores. Ao visitarmos as galerias iniciais, eu já estava frustrada pois os aquários eram minúsculos e as espécies muito comuns.

O que eu não sabia até então é que essa primeira parte do Aquário é a mais antiga e que suas principais atrações se encontram nas exposições seguintes. Chegamos em um espaço que simula a área de embarque de um aeroporto e ali sim comecei a achar o passeio interessante.

Aliás, dali pra frente comecei a achar tudo muito legal! São áreas que representam a fauna de diferentes regiões do mundo, começando pela África, passando pela Indonésia e Austrália. Vimos vários bichos que nunca tínhamos visto na vida e a experiência foi interessante. Tudo bem cuidado, animais com bom espaço para circulação e decoração temática em cada ambiente.

Outra atração muito legal são os ursos polares, que dão um show de fofurice na última parada do passeio pelo aquário.

Outra coisa que nos surpreendeu no Aquário de São Paulo foi a organizada e ampla praça de alimentação, localizada próxima aos ursos polares. Por ali há também algumas atrações pagas para quem busca mais diversão ainda.

Mas o que a Camila mais queria ver estava no final do passeio…. de tudo que havíamos contado para ela antes de irmos ao Aquário, o que mais tinha chamado a atenção era o mergulho da sereia. Chegamos na saída e lá estava ela! Para nós adultos é algo bem sem graça, mas os pequeninos entram com tudo no mundo da fantasia. A baixinha achou o máximo poder ver uma sereia “de verdade”.

Como mencionei anteriormente, achei que o passeio não valeria a pena no início, porém no final das contas o Aquário de São Paulo atingiu nossas expectativas. As áreas temáticas são muito bonitas e trazem animais exóticos de diferentes partes do mundo. Apesar de os animais marinhos não terem sido o destaque, o conjunto das atrações fez o ingresso valer a pena.

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Parque da Mônica

Desde quando eu era pequena tinha vontade de conhecer o Parque da Mônica e assim não poderia deixá-lo de fora nessa nossa viagem à São Paulo. Quando pesquisei o preço do ingresso na internet quase caí pra trás de tão caro que é, mas mesmo assim resolvemos encarar. Outra preocupação que tínhamos era sobre a lotação do parque por estarmos indo em um feriado prolongado, porém com algumas dicas que lemos deu tudo certo.

Saímos bem cedinho na sexta-feira do feriado prolongado para o deslocamento ao Shopping SP Market, onde se localiza o parque. Chegamos uma hora da antes da abertura (dica de ouro para feriados), compramos os ingressos e ficamos aguardando a liberação das catracas, que aconteceu 30 minutos antes do previsto.

O Parque da Mônica é pequeno e possui poucas atrações, o que faz gerar longas filas quando está lotado. Para driblar esse ponto, priorizamos os brinquedos mais concorridos, o do Horácio e do Astronauta, e andamos nos dois sem precisar aguardar pois ainda não havia fila. Como são bem rápidos, no período vazio do parque (antes das 13 horas) pudemos ir em tudo que a Camila queria sem ficar muito tempo esperando. Usamos essa estratégia também para tirar fotos com alguns personagens (horários disponíveis na programação do dia).

A equipe do parque é atenciosa e sempre que precisamos de alguma informação os funcionários foram prestativos. A estrutura é linda e bem cuidada, tudo com cara de novo. Os banheiros são espaçosos e há também área baby equipada. Há várias lojinhas que vendem desde frutas até guloseimas e lanches rápidos. Lá dentro também tem um Mc Donald´s. e algumas mesas para as refeições. Nós optamos por sair e almoçar na praça de alimentação do shopping uma vez que já tínhamos ido em quase todos os brinquedos. Para sair, basta pegar um carimbo na mão e apresentá-lo no retorno.

Após o almoço, levamos a baixinha em mais alguns brinquedos e aguardamos até a hora do show do parque, que conta uma historinha bem bonita sobre a diversidade e inclusão das pessoas com deficiência. Chegamos uns minutos antes para sentarmos em um bom lugar, compramos um algodão doce e logo o espetáculo começou.

Mesmo sendo feriado e horário de pico do parque, conseguimos ir em mais brinquedos sem muita fila, inclusive repetir a montanha-russa do astronauta. De todas as atrações, apenas a do Horácio estava com muito tempo de espera. Saímos bem antes do horário de fechamento e com a sensação de termos aproveitado ao máximo o Parque da Mônica. Camila parecia estar na Disney de tão feliz e isso nos fez esquecer completamente do salgado preço do ingresso, hehe. Valeu a pena!

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Começo de nosso feriado em Sampa

Nossa viagem para São Paulo foi inicialmente para assistir o espetáculo Amaluna, do Cirque du Soleil. Como planejamos ir em um feriado (Dia das Crianças), aproveitamos para pesquisar o que mais poderíamos fazer em Sampa para aproveitarmos toda a estadia. E assim surgiram os planos de nossa primeira ida para passear na capital paulista. Nos hospedamos em um apartamento via Airbnb próximo ao Parque Villa Lobos, local onde estava instalado o circo e alugamos um carro para nossos deslocamentos.

A viagem já começou com uma feliz coincidência ao saber que a Carol Guelber, do blog Vícios de Viagem,  estava bem pertinho da gente e não pudemos deixar a oportunidade passar. Nos falamos e logo nos encontramos em um boteco bem bacana. Apesar de corrido, nosso encontro foi muito legal!

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Conforme o planejado, na quinta-feira fomos ao Cirque du Soleil e Camila aproveitou bastante. No começo do espetáculo ficou com medo por causa do som alto e pouca luz, mas depois se soltou e curtiu a apresentação.

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Para os próximos dias planejamos ir ao Parque da Mônica e também ao Aquário de São Paulo, além de encontrar amigos nossos para colocarmos o papo em dia. Contarei nos próximos posts como foram essas experiências.

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Hot Park com criança de 3 anos

Se em nossa primeira ida ao parque a Camila (que estava com 1 ano e 10 meses) aproveitou muito, estávamos mais uma vez curiosos para saber como seria a visita agora com 3 anos. Após o café da manhã no hotel encaramos a subida com o carrinho e lá fomos nós para o Hot Park. Havíamos comprado online o ingresso para 2 dias e mesmo assim tivemos que encarar uma longa fila. Sorte que a área é coberta para amenizar o sol , os funcionários bem atenciosos e no final das contas até que andou rápido.

Achamos que nessa idade a área favorita seria o Hotibum, mas nos enganamos. Ela tem medo do baldão e nem quis chegar perto dos toboáguas de lá. Assim, decidimos ir para o Clubinho das Crianças onde ela se sentiu bem mais à vontade. Por ali passamos boa parte de nossos dois dias 🙂

Ali é bom porque é bem rasinho, a água estava mais quente que em outras piscinas e assim pudemos deixá-la bem à vontade. Acho que ficamos tão relaxados que até esqueci de tirar mais fotos, rsrsr. Depois dali seguimos para a Praia do Cerrado para aproveitar um pouco mais já que na vez anterior mal passamos por lá. Com certeza é a área que aparenta estar mais cheia no parque, porém resolvemos encarar e até umas cadeiras encontramos. Começamos pelo cantinho onde tem a Praia da Marina, a personagem tartaruga do Hot Park.

O restaurante por kg do parque fica ali e aproveitamos para dar almoço para a Camila. Pouca opções e preço bem salgadinho, mas um ambiente bem gostoso para sentar e descansar um pouco.

E como o almoço nos dois dias foi nesse restaurante, era nesse horário que aproveitávamos a Praia do Cerrado. Porém como era o período de sol mais forte ficávamos apenas o tempo suficiente para a Camila pular uma ondas, brincar um pouco na areia e logo íamos para outra área.

Estávamos de olho nos horários de aparições da Turma do Cerrado lá no Hotibum efomos pra lá aguardar o encontro com os personagens. Como a área na frente do palco tem vários brinquedinhos e é coberta, era bem fácil sentarmos e observar a baixinha brincando enquanto esperávamos os bichinhos aparecem.

Nessa época do ano (junho), apesar das águas quentinhas e do calor há um ventinho gelado que nos fazia sentir frio quando saíamos da água. Nossa estratégia então foi buscar as piscinas com água mais quente que eram as de fundo de areia. O roupão que levamos pra Camila foi mais útil dessa vez justamente por esse fato, e eu senti falta de ter um pra mim 🙂 O jeito era aproveitar a deliciosa água quentinha dessas piscinas e correr pra se secar ao sair. Como a Camila faz natação agora e já sabe se virar na água, essa atração foi bem divertida pra todos nós.

Outra atração que continua fazendo sucesso com a baixinha é o Lazy River, onde também demos muitas risadas em família.

E assim passamos mais dois dias maravilhosos no Hot Park! Um destino bem legal para as crianças e relaxante para os papais. É claro que com a Camila maiorzinha ela aproveitou bem mais e não dormiu à tarde nenhum dos dias, mas capotava no carrinho na volta para o hotel. A única coisa que foi melhor da outra vez foi a época (fomos em abril) pois o vento não era tão geladinho e não me lembro de termos sentido tanto frio ao sair das piscinas. Com certeza voltaremos muitas outras vezes para o maior parque aquático do mundo e a cada fase a aventura será diferente. Mal posso esperar para ir nos toboáguas mais radicais com nossa baixinha 🙂

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Rio Quente versão econômica: vale a pena?

Quem acompanhou os posts do ano passado sobre esse destino sabe o tanto que gostamos de lá, e assim é claro que planejamos outra ida em 2017 para desfrutarmos mais um pouquinho dessa deliciosa região do Brasil. Como já sabíamos da “logística” do local e estávamos mais seguros do que íamos encontrar, dessa vez resolvemos ir numa opção mais econômica, sem escolher um dos hotéis do Complexo Rio Quente Resorts que são caríssimos e na minha opinião não valem tanto assim, uma vez que nossa intenção era passar o dia inteiro no Hot Park. A única coisa que não abrimos mão foi de voarmos até Caldas Novas, que fica à meia hora de Rio Quente porém tem voos bem mais caros do que Goiânia. Eu odeio viajar de carro e por isso prefiro gastar um pouquinho mais no trecho aéreo do que encarar as 2 horas de transfer da capital goiana para lá. A Gol só tem voos para Caldas Novas às quinta-feiras e domingos, e por isso que escolhemos um feriadinho que encaixasse nesse período. Chegamos ao destino final no horário do almoço e já tínhamos o transfer estava nos aguardando na saída do aeroporto.

Nossa opção de hospedagem foi o hotel IMG Águas da Serra. Chegamos, fizemos o check-in e fomos para a rua principal encontrar um restaurante para almoçarmos. Para nossa surpresa, na quadra da frente achamos comida caseira bem gostosa por R$35 o quilo. Voltamos e fomos curtir a estrutura do hotel, uma vez que era essa a programação que tínhamos para nosso primeiro dia por lá. Começamos indo curtir o rio de águas mornas que passa atrás do hotel, onde pudemos relaxar e curtir a linda paisagem.

Depois de brincarmos bastante na água, fomos para a piscina de águas também quentinhas onde pudemos deixar a baixinha brincando à vontade e achando o máximo estar naquele lugar.

Outra vantagem de termos escolhido esse hotel, além do preço bem mais em conta, é essa área de lazer que faz toda a diferença quando se viaja com crianças. No IMG tem o rio, as piscinas, parquinho e um lindo “quintal” muito bem cuidado.

A opção de tarifa que escolhemos tinha café da manhã incluído (delicioso, por sinal) e assim íamos bem alimentados para o Hot Park, que só abre às nove e meia, levávamos alguns belisquetes para passarmos o dia, Camila almoçava no restaurante por quilo do parque e jantávamos em algum restaurante da esplanada do Rio Quente. Nessa opção mais econòmica, gastamos metade do que havíamos gasto da outra vez que nos hospedamos na opção mais barata dos hotéis do complexo.

A ideia desse post é apresentar um comparativo de preços enter as opções “independentes” de hospedagem versus a hospedagem nos hotéis do Complexo do Rio Quente para quem gastar menos no destino. Meu critério de comparação será com o IMG que usei e aprovei, mas tenha em mente que ainda há opções mais em conta na região. Para essa análise, verifiquei a opção mais barata dentre as opções de hospedagem do RQ Resorts que é o hotel Giardino (fora do parque, mas com transfer de 15 em 15 minutos para lá). Para o almoço, considerei a opção de comer por kg no restaurante em frente à Praia do Cerrado, mas se você tiver pique dá pra sair almoçar fora do parque e voltar (apesar de eu achar que se perde muito tempo nesse deslocamento, vi várias pessoas fazendo isso). Outra possibilidade é você caprichar no café da manhã e comer alguns petiscos no parque.

Independente de suas escolhas, a conta é bem clara! Você gastará muito menos ficando fora dos hotéis do complexo e terá apenas as seguintes desvantagens: caminhar até ao Hot Park (10 minutos na subida), não ter acesso ao Parque das Fontes (ou pagar pelo Resort Pass que custa mais caro e tem essa opção) e não ter almoço incluso na hospedagem. Veja o resultado financeiro e avalie…

Quero deixar claro que não estou desmerecendo os hotéis do Rio Quente Resorts, mas sim mostrando que é possível desfrutar do destino sem um investimento tão alto. Como nosso maior foco em Rio Quente é curtir o Hot Park e ficar no hotel apenas para dormir, não acho que valha a pena gastar 3 vezes mais para pouco desfrutar da hospedagem. Fica a dica para quem quer curtir essa região do Brasil gastando menos 🙂

 

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Beach Park com criança

Já tínhamos ido algumas vezes à capital cearense, porém ainda não conhecíamos uma de suas principais atrações. Quando estávamos pesquisando sobre nosso destino para o Carnaval de 2017 não pensamos duas vezes em escolher Fortaleza e o Beach Park. Já estávamos com tudo planejado desde agosto/2016, mas ainda não sabíamos  se ficaríamos apenas no parque ou iríamos para a praia também.

Após pesquisar bastante, vimos que na região não há praias próximas com o mar calminho do jeito que gostamos e assim decidimos comprar o ingresso de 3 dias consecutivos e aproveitar ao máximo o parque aquático mais famoso do Brasil.

Chegamos à Fortaleza quase meia-noite e até pegarmos o carro e chegar ao apartamento que alugamos já era mais de 2 horas da madrugada. Camila ficou agitadíssima no voo e dessa vez decidimos que na próxima viagem apelaremos ao Dramin (para mantermos nossa sanidade mental, rsrsrsr). Para nossa sorte, chegou e dormiu rapidamente. E por falar em sono, essa foi a primeira vez que não solicitamos berço e ela se adaptou super bem a dormir em um colchão no chão com várias almofadas de proteção em volta.

Como o horário de funcionamento do parque é das 11:00 às 17:00h, pudemos acordar, tomar café com calma e assim seguir sem pressa para nosso primeiro dia por lá. Havíamos comprado o ingresso online com medo de grandes filas por causa do feriado, porém a bilheteria estava bem tranquila. O ingresso de 3 dias custou R$310,00 por pessoa e crianças com menos de 1m não pagam. Camila está com 95 cm e assim entrou de graça.

Logo que chegamos, já passamos nos guichês eletrônicos para carregar o cartão de consumo que é a única “moeda” aceita no parque. Você pode colocar quanto quiser, recarregar depois se necessário e também receber de volta caso não utilize todo o valor.

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O complexo do Beach Park conta com vários hoteis, o parque aquático e também um bar na praia, com um visual bem bonito e agradável. Logo na entrada notamos a simpatia e cordialidade dos funcionários e estávamos certos que tínhamos escolhido um destino perfeito para curtir esses dias de folga.

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Já havia mostrado alguns vídeos do local para a Camila e assim que ela chegou disse que queria ir na “piscina da baleia” e foi pra lá que iniciamos o desbravamento do parque. Ela ficou eufórica com tanta água e sentiu-se livre e solta por ali. O que também nos surpreendeu positivamente em nossos primeiros momentos foi a quantidade de salva-vidas presentes em todas as atrações.

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Durante os 3 dias, nos revezamos entre 4 partes do parque: a Arca de Noé, o Acqua Circo, a Ilha do Tesouro e a Piscina de Ondas, todas perfeitas para os pequeninos. Mesmo sendo feriado, encontramos cadeiras facilmente para sentarmos, curtir o delicioso calorão e deixar a Camila brincar até acabar todas as baterias.

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Não alugamos locker porque nos sentimos muito seguros em deixar as coisas nas cadeiras, como vimos várias pessoas fazerem. Que delícia podermos descansar sem ter que ficar correndo atrás da baixinha, rsrsr.

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A única atração que conseguimos ir juntos é a Correnteza Encantada, que a Camila ama! Mas nem por isso deixamos de aproveitar tudo o que queríamos. Para irmos nas atrações mais radicais, nos revezávamos e conseguimos curtir muito os inúmeros toboáguas. Não dava pra saber qual de nós estava curtindo mais o parque, de tanto que gostamos da experiência.

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Assim como em qualquer parque de diversões, os preços dentro do Beach Park são altíssimos, porém há muita variedade de belisquetes, sanduíches e também um buffet por quilo para quem não abre mão de almoçar de verdade. No sábado, nós 3 almoçamos no Grill, porém devido ao alto valor (R$89,00 o kg) nos demais dias levamos sanduíches para nós e mantivemos a opção do buffet pra Camila. Também levamos frutas cortadas no pote para ela ir beliscando antes do almoço e algumas bolachinhas pra fome da tarde.

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Além de todas as atrações aquáticas, durante o dia acontecem dois shows voltados para os pequenos: o da Turma do Parque e o dos Pira Piratas. Conseguimos ver os 2 e a Camila ficava sem piscar observando tudo. Os Amigos do Parque aparecem várias vezes durante o dia para o delírio da criançada e sempre param para tirar fotografias com o público.

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Uma outra área voltada para crianças é o Acqua Show, que tem o famoso baldão que derruba a água de tempos em tempos. A Camila não gostou muito porque há muita água caindo para todo lado, porém descobrimos no último dia que ali estão os únicos toboáguas do parque onde é possível ir com as crianças com menos de 1m no colo. Fomos e adoramos, porém ficamos frustrados de termos descoberto isso apenas em nossas últimas horas no parque. Portanto, fica a dica pra quem vai com os pequenos.

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O parque é enorme e o carrinho foi fundamental para nos deslocarmos de um lado para outro. E foi essencial também para a hora em que íamos embora, que era o momento em que a Camila não aguentava mais e se rendia ao soninho restaurador.

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Nossa experiência no Beach Park foi incrível e já não vejo a hora de voltar! Tudo muito limpo, seguro, organizado e com excelente atendimento. O ingresso pode parecer caro, mas achei que valeu cada centavo. Já estamos cogitando a possibilidade de voltar todos os anos.

O que faríamos de diferente na próxima viagem? Com certeza numa próxima vez escolheremos uma opção de hospedagem mais próxima ao parque. Dessa vez ficamos na Beira Mar de Fortaleza num super apartamento, porém tivemos que encarar mais de 1 hora pra ir e quase esse tempo para voltar. Falhamos nesse planejamento por só termos decidido ficar apenas no Beach Park poucas semanas antes de embarcar. É claro que esse fato não atrapalhou em nada nossa viagem, mas sabemos que a aventura pode ficar melhor ainda se nos planejarmos melhor nas próximas vezes.

Pra terminar, repito mais uma vez que o Beach Park é um excelente destino para famílias e principalmente para papais e mamãe que querem curtir um pouco de paz vendo os pequenos brincarem sem perigo algum. Como ficamos tanto tempo sem conhecer esse paraíso em terras cearenses?

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Campos do Jordão: Ducha de Prata, Floresta Encantada e Lenz Zoo

Nosso passeio do sábado começou pela Ducha de Prata, que é um ponto turístico de Campos do Jordão onde foram construídas algumas quedas artificiais de água e nas redondezas há um monte de lojinhas. Achei tão sem graça o lugar que nem lembrei de tirar fotos, rsrsrs. A parte mais divertida foram as molduras de madeira para tirar fotos no “buraquinho”, como dizia a Camila.

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De lá, seguimos para atrações dedicadas aos pequenos e começamos pelo Parque da Floresta Encantada, onde há um monte de miniaturas de casinhas dedicadas a vários personagens.

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A proposta do local é bem interessante, porém o estado de conservação deixa a desejar. A Camila adorou correr na grama, ir no balanço e dar uma espiada na Casa do Coelho, das bonecas e da Branca de Neve, porém nós achamos bem fraquinho. O legal é que pudemos deixar a baixinha livre e desbravando todas as novidades.

Havia algumas meninas fantasiadas, mas a Camila ficou bem desconfiada e foi difícil conseguirmos uma fotinho com a Branca de Neve.

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Nossa próxima parada foi do outro lado da cidade, no Lenz Zoo, que fica no Lenz Gourmet, que é como se fosse um sítio com um restaurante, vários mirantes e bichinhos em meio à linda paisagem. Antes de passear por lá, Camila almoçou e nós ficamos curtindo o aconhegante clima do local. Nós preferimos não almoçar, pois apesar de ser famoso por sua culinária, nada do cardápio do Lenz Gourmet nos agradou.

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Com a energia da baixinha reposta, lá fomos nós ver os patos, porcos, ovelhas, vacas, cavalos e mais um monte de bichinhos. Além disso, fomos fazer uma trilha em direção ao mirante e a diversão foi completa!

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Após caminharmos um montão por lá, pegamos o carro e voltamos para a cidade. Camila capotou no carro, nós paramos para almoçar e decidimos ir até a Vila Capivari uma vez mais para dar adeus ao feriado. Chegamos no final da tarde e tudo estava absurdamente lotado. Nós só demos um rápido rolê e voltamos para o hotel arrumar nossas coisas pois pretendíamos sair cedinho no domingo para evitar congestionamento.

Nosso trajeto foi bem tranquilo e chegamos com bastante folga no aeroporto de Guarulhos, pensando que essas viagens próximas à São Paulo podem começar a fazer parte de nossos planos, pois a experiência foi bem positiva.

O que achamos de Campos de Jordão? Achamos legal, hehe. Na verdade achei um destino meio estranho, onde as pessoas parecem querer ser o que não são (ou são?). Fugimos bastante do circuito da ostentação, mas mesmo assim não foi um lugar que morri de amores. Na minha lista é um destino daqueles que viu, tá visto.

Apesar desse detalhe, meu mantra continua valendo: cada lugar novo é mágico e poder aproveitar momentos maravilhosos em família é sempre uma gostosura. Que venham logo nossos próximos destinos 🙂 🙂

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