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Hot Park com criança de 3 anos

Se em nossa primeira ida ao parque a Camila (que estava com 1 ano e 10 meses) aproveitou muito, estávamos mais uma vez curiosos para saber como seria a visita agora com 3 anos. Após o café da manhã no hotel encaramos a subida com o carrinho e lá fomos nós para o Hot Park. Havíamos comprado online o ingresso para 2 dias e mesmo assim tivemos que encarar uma longa fila. Sorte que a área é coberta para amenizar o sol , os funcionários bem atenciosos e no final das contas até que andou rápido.

Achamos que nessa idade a área favorita seria o Hotibum, mas nos enganamos. Ela tem medo do baldão e nem quis chegar perto dos toboáguas de lá. Assim, decidimos ir para o Clubinho das Crianças onde ela se sentiu bem mais à vontade. Por ali passamos boa parte de nossos dois dias 🙂

Ali é bom porque é bem rasinho, a água estava mais quente que em outras piscinas e assim pudemos deixá-la bem à vontade. Acho que ficamos tão relaxados que até esqueci de tirar mais fotos, rsrsr. Depois dali seguimos para a Praia do Cerrado para aproveitar um pouco mais já que na vez anterior mal passamos por lá. Com certeza é a área que aparenta estar mais cheia no parque, porém resolvemos encarar e até umas cadeiras encontramos. Começamos pelo cantinho onde tem a Praia da Marina, a personagem tartaruga do Hot Park.

O restaurante por kg do parque fica ali e aproveitamos para dar almoço para a Camila. Pouca opções e preço bem salgadinho, mas um ambiente bem gostoso para sentar e descansar um pouco.

E como o almoço nos dois dias foi nesse restaurante, era nesse horário que aproveitávamos a Praia do Cerrado. Porém como era o período de sol mais forte ficávamos apenas o tempo suficiente para a Camila pular uma ondas, brincar um pouco na areia e logo íamos para outra área.

Estávamos de olho nos horários de aparições da Turma do Cerrado lá no Hotibum efomos pra lá aguardar o encontro com os personagens. Como a área na frente do palco tem vários brinquedinhos e é coberta, era bem fácil sentarmos e observar a baixinha brincando enquanto esperávamos os bichinhos aparecem.

Nessa época do ano (junho), apesar das águas quentinhas e do calor há um ventinho gelado que nos fazia sentir frio quando saíamos da água. Nossa estratégia então foi buscar as piscinas com água mais quente que eram as de fundo de areia. O roupão que levamos pra Camila foi mais útil dessa vez justamente por esse fato, e eu senti falta de ter um pra mim 🙂 O jeito era aproveitar a deliciosa água quentinha dessas piscinas e correr pra se secar ao sair. Como a Camila faz natação agora e já sabe se virar na água, essa atração foi bem divertida pra todos nós.

Outra atração que continua fazendo sucesso com a baixinha é o Lazy River, onde também demos muitas risadas em família.

E assim passamos mais dois dias maravilhosos no Hot Park! Um destino bem legal para as crianças e relaxante para os papais. É claro que com a Camila maiorzinha ela aproveitou bem mais e não dormiu à tarde nenhum dos dias, mas capotava no carrinho na volta para o hotel. A única coisa que foi melhor da outra vez foi a época (fomos em abril) pois o vento não era tão geladinho e não me lembro de termos sentido tanto frio ao sair das piscinas. Com certeza voltaremos muitas outras vezes para o maior parque aquático do mundo e a cada fase a aventura será diferente. Mal posso esperar para ir nos toboáguas mais radicais com nossa baixinha 🙂

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Rio Quente versão econômica: vale a pena?

Quem acompanhou os posts do ano passado sobre esse destino sabe o tanto que gostamos de lá, e assim é claro que planejamos outra ida em 2017 para desfrutarmos mais um pouquinho dessa deliciosa região do Brasil. Como já sabíamos da “logística” do local e estávamos mais seguros do que íamos encontrar, dessa vez resolvemos ir numa opção mais econômica, sem escolher um dos hotéis do Complexo Rio Quente Resorts que são caríssimos e na minha opinião não valem tanto assim, uma vez que nossa intenção era passar o dia inteiro no Hot Park. A única coisa que não abrimos mão foi de voarmos até Caldas Novas, que fica à meia hora de Rio Quente porém tem voos bem mais caros do que Goiânia. Eu odeio viajar de carro e por isso prefiro gastar um pouquinho mais no trecho aéreo do que encarar as 2 horas de transfer da capital goiana para lá. A Gol só tem voos para Caldas Novas às quinta-feiras e domingos, e por isso que escolhemos um feriadinho que encaixasse nesse período. Chegamos ao destino final no horário do almoço e já tínhamos o transfer estava nos aguardando na saída do aeroporto.

Nossa opção de hospedagem foi o hotel IMG Águas da Serra. Chegamos, fizemos o check-in e fomos para a rua principal encontrar um restaurante para almoçarmos. Para nossa surpresa, na quadra da frente achamos comida caseira bem gostosa por R$35 o quilo. Voltamos e fomos curtir a estrutura do hotel, uma vez que era essa a programação que tínhamos para nosso primeiro dia por lá. Começamos indo curtir o rio de águas mornas que passa atrás do hotel, onde pudemos relaxar e curtir a linda paisagem.

Depois de brincarmos bastante na água, fomos para a piscina de águas também quentinhas onde pudemos deixar a baixinha brincando à vontade e achando o máximo estar naquele lugar.

Outra vantagem de termos escolhido esse hotel, além do preço bem mais em conta, é essa área de lazer que faz toda a diferença quando se viaja com crianças. No IMG tem o rio, as piscinas, parquinho e um lindo “quintal” muito bem cuidado.

A opção de tarifa que escolhemos tinha café da manhã incluído (delicioso, por sinal) e assim íamos bem alimentados para o Hot Park, que só abre às nove e meia, levávamos alguns belisquetes para passarmos o dia, Camila almoçava no restaurante por quilo do parque e jantávamos em algum restaurante da esplanada do Rio Quente. Nessa opção mais econòmica, gastamos metade do que havíamos gasto da outra vez que nos hospedamos na opção mais barata dos hotéis do complexo.

A ideia desse post é apresentar um comparativo de preços enter as opções “independentes” de hospedagem versus a hospedagem nos hotéis do Complexo do Rio Quente para quem gastar menos no destino. Meu critério de comparação será com o IMG que usei e aprovei, mas tenha em mente que ainda há opções mais em conta na região. Para essa análise, verifiquei a opção mais barata dentre as opções de hospedagem do RQ Resorts que é o hotel Giardino (fora do parque, mas com transfer de 15 em 15 minutos para lá). Para o almoço, considerei a opção de comer por kg no restaurante em frente à Praia do Cerrado, mas se você tiver pique dá pra sair almoçar fora do parque e voltar (apesar de eu achar que se perde muito tempo nesse deslocamento, vi várias pessoas fazendo isso). Outra possibilidade é você caprichar no café da manhã e comer alguns petiscos no parque.

Independente de suas escolhas, a conta é bem clara! Você gastará muito menos ficando fora dos hotéis do complexo e terá apenas as seguintes desvantagens: caminhar até ao Hot Park (10 minutos na subida), não ter acesso ao Parque das Fontes (ou pagar pelo Resort Pass que custa mais caro e tem essa opção) e não ter almoço incluso na hospedagem. Veja o resultado financeiro e avalie…

Quero deixar claro que não estou desmerecendo os hotéis do Rio Quente Resorts, mas sim mostrando que é possível desfrutar do destino sem um investimento tão alto. Como nosso maior foco em Rio Quente é curtir o Hot Park e ficar no hotel apenas para dormir, não acho que valha a pena gastar 3 vezes mais para pouco desfrutar da hospedagem. Fica a dica para quem quer curtir essa região do Brasil gastando menos 🙂

 

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Rio Quente: dá pra gastar menos em hospedagem?

Quem acompanhou os posts sobre Rio Quente percebeu o quanto amamos esse destino. Desde nosso primeiro dia por lá já dissemos que nossa vontade seria voltar todo ano para passar uns dias nesse paraíso. Dessa forma, começamos já nessa viagem a pensar na próxima e assim imaginar como faríamos da próxima vez.

Apesar de nossa experiência no Suíte & Flat I, que faz parte da rede Rio Quente Resorts, ter sido extremamente positiva não ficaria outra vez em hotéis da rede por duas simples razões: a primeira é o preço (muitoooo caro para somente passar a noite e fazer as refeições) e a segunda é que não vi nenhum benefício extra nos parques sendo hóspedes.

Fizemos as contas e poderíamos ter gasto metade do que gastamos se tivéssemos ficado em um outro hotel em Rio Quente, mesmo tendo que pagar os ingressos para o Hot Park e Parque das Fontes (hóspedes do complexo não pagam ingresso).

O parque fica bem próximo ao centrinho e é possível ir caminhando de qualquer hotel para a entrada do complexo. Há várias opções de restaurantes e comércio no centrinho. Ou seja, não vimos vantagem em ficar num hotel da rede Rio Quente, apesar do atendimento impecável que lá recebemos.

Em nossa próxima viagem para este destino vamos testar esse esquema e tenho certeza que nos divertiremos da mesma maneira gastando bem menos. Se você está planejando ir pra lá e quer gastar menos, escolher um hotel mais barato em Rio Quente é uma excelente opção. Faça a comparação dos preços e veja a diferença que dá! #ficaadica

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Rio Quente: Hot Park

Se já tínhamos amado o Parque das Fontes, mal podia esperar para conhecer o parque mais famoso da região. Fizemos o mesmo ritual matinal e seguimos com toda nossa tralha para o Hot Park. Na noite anterior, passeando pelo centrinho, Camila ficou fascinada com a quantidade de bóias vendidas nas lojas e acabamos comprando uma pra ela. Pensem numa criança feliz 🙂 E assim fomos nós, mais o carrinho e mais o “bote”para embarcar no busão.

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A entrada do parque é bem bonita, e logo por ali está a área infantil chamada de Hot Bum, uma das mais disputadas do parque, pois também tem alguns toboáguas para gente grande.

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Para mim essa é a área mais linda do parque! Super colorida, com muitas atrações e um lugar onde pais e filhos se divertem juntos. A Camila se assustou com o baldão que despenca água e por isso não quis ficar muito tempo por ali no primeiro dia que fomos. Já no segundo ela se divertiu um monte. Sempre tive vontade de ir num parque aquático e pra mim o Hot Bum já bastaria. Dei muita risada descendo pelos toboáguas junto com a criançada 🙂

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Logo ao lado do Hot Bum, há uma área protegida do sol e com água bem rasinha para os pequeninos. Lá sim a Camila se sentiu em casa. Muito bom poder deixá-la solta, se divertindo e nós dois batendo papo bem sossegados.

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Outra área maravilhosa para os pequenos é o Clubinho da Criança, com mais piscinas e escorregadores próprios para os bebês. E todas as áreas são rodeadas de cadeiras, onde largávamos tudo. Outro fator positivo do parque é a segurança. Nos sentimos muito seguros em  todos os lugares e saíamos de perto de nossas coisas sem a menor preocupação. Minha pergunta até o momento era: porque ainda não conhecíamos esse lugar tão legal?

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De tempos em tempos, eu e o Loedi nos revezávamos para também poder aproveitar as atrações para adultos, porém como estávamos sozinhos nem tiramos fotos para registrar. Uma atração muito legal para a família toda é o Lazy River, onde dá pra todo mundo curtir a correnteza à bordo de uma bóia. Demos muitas risadas nessa atração e tenho certeza que recordaremos para sempre da reação da Camila ao ser surpreendida por uma “cachoeira” no meio do trajeto.

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Mesmo tendo várias atrações para adultos, acredito que o Hot Park foi feito sob medida para crianças e famílias Além de tudo que já contei, ainda tem mais as piscinas de água quentinha, os personagens da Turma do Cerrado que de tempos em tempos aparecem para tirar fotos com a galerinha na praça em frente ao Hot Bum.

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Mesmo sendo feriado, conseguimos aproveitar tudo que queríamos no Hot Park. Estava cheio, mas tudo muito organizado. O público mais comum que encontramos foram famílias com filhos, o que nos deixou bem felizes. Além disso, acho que unca fomos num lugar com tantos bebês e achamos isso bem legal. Guardadas as devidas proporções, me senti como num parque da Disney, doidinha pra aproveitar até o último minuto. A única que não usufruimos foi a linda Praia do Cerrado, na qual apenas demos uma passada. Ela fica bem afastada das demais atrações e quando fomos não encontramos nenhum lugar na sombra para ficar, por isso nem uma fotinho tiramos (fica para a próxima).

Indo como crianças pequenas? Não se esqueça do carrinho, pois as pernadas são grandes. Camila se divertiu um monte em nossas idas e vindas entre o Hot Park e Parque das Fontes.

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Para quem quer mais diversão, há várias atrações pagas como tirolesa, mergulho, caiaque entre outras que acontecem no lindo lago de águas quentes.

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O que posso dizer do Hot Park? Que superou e muito minhas expectativas, não só pela estrutura mas principalmente pelo atendimento e pelo clima família do local. Tenho certeza que voltaremos lá outras vezes e no próximo post contarei o que farei de diferente em nossa próxima visita.

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Rio Quente: Parque das Fontes

Uma das vantagens de ficar hospedado num hotel da rede Rio Quente Resorts é a entrada ilimitada nos parques (das Fontes e Hot Park) e também o transfer entre os hotéis e as entradas dos parques que está disponível 24h. Começamos a entender o funcionamento das coisas ao embarcarmos no busão e seguir em direção ao Parque das Fontes.

Eles chamam os parques + alguns hotéis da rede de “Complexo Rio Quente Resorts”. Isso que eu não conseguia entender bem antes de estar lá. A rede RQR tem hotéis dentro e fora do complexo, e para os que estão fora (Giardino, Suite e Flat I e III) há o ônibus para levar até lá. Ou seja, nós ficamos hospedados fora do complexo, mas estávamos no “centrinho” de Rio Quente, rodeados de lojas, restaurantes, supermercados e é claro, outros hotéis. Foi aí que começamos a perceber de que existe sim uma forma mais econômica de aproveitar a região, mas deixarei esse tema para um post específico.

Chegamos ao Parque das Fontes e logo fomos em busca da Piscina do Sapo que é a atração mais disputada pelas crianças. Como nosso dia havia começado bem cedo, nada mais justo do que deixar a baixinha brincar bastante para compensar :). Como queria ter conseguido registrar a carinha dela ao ver aquele local!!! Vários brinquedos para os pequenos, com várias espreguiçadeiras na sombra para os papais descansarem… um verdadeiro paraíso após uma semana intensa de trabalho.

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Brincamos um monte por ali até que resolvemos dar uma volta para conhecer mais do parque, que fica localizado no meio da mata, com uma paisagem que inspira tranquilidade pura.

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Só a paisagem já valeria a pena, mas o melhor ainda estava por vir! Ao entrarmos numa piscina e perceber a deliciosa sensação de relaxamento proporcionado pelas águas com temperatura de 37 graus, já tivemos certeza de que voltaremos a esse destino muitas vezes mais. Muito boa a sensação de curtir a água deliciosamente quente!

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E pra quem quem relaxar ainda mais, tem as “duchas” de água bem forte e quentinha, para fazer aquela massagem nas costas.

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São várias piscinas nesse formato, muitas delas com bares molhados que costumam ser os lugares mais disputados. Todas contam com infraestrutura em volta, como espreguiçadeiras, banheiros e lanchonetes. Durante os 3 dias que ficamos lá, fomos ao Parque das Fontes todos os dias pois lá era o melhor lugar para o soninho da Camila (e do Loedi também, rs)

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Antes das 17h (horário em que fecha o vizinho Hot Park) , o Parque das Fontes é bem tranquilo. Mesmo no feriado não notamos grandes fluxos de pessoas. A lotação aumenta muito após às 17h, quando todos vêm aproveitar a atração que permanece aberta até tarde da noite. Nada mal ficar curtindo as águas quentinhas e iluminadas durante a noite.

Esse parque não é tão grande, mas é uma delícia. É perfeito para quem quer descansar em meio à natureza. As atrações são as piscinas, as fontes, os bares e a Piscina do Sapo. Para nós foi um perfeito complemento ao agito do Hot Park, que é o assunto do próximo post.

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Chegando em Rio Quente – GO

Sempre tivemos vontade de conhecer a famosa região de Rio Quente, em Goiás e seus famosos parques de águas quentes. O que nos fazia adiar nossa ida era a dificuldade para chegar até lá num feriado. Eis que um dia descobri que a Gol tinha voos diretos para Caldas Novas às quintas e domingos, e assim começamos a idealizar essa viagem. Como o 21 de abril caiu numa quinta-feira, foi essa data que escolhemos para comprar nossas passagens no site da companhia aérea e assim concretizar mais um plano viajístico.

O próximo passo foi começar a pesquisar hotéis em Rio Quente, que seria o foco de nossa viagem. Li e reli muitos relatos, porém nenhum me ajudou a entender bem como funcionavam as coisas por lá. Valeria a pena ficar nos hotéis da rede Rio Quente Resorts? (a mais famosa da região) Como seria entrar nos parques sem estar hospedados nos hotéis credenciados? E pra comer? Como faríamos? E assim, para muitas dúvidas não consegui encontrar resposta concreta na internet. Se você está na mesma, acredito que poderei ajudar bastante no planejamento da viagem.

Em meio à esta falta de informações, acabamos decidindo cometer uma extravagância e optar por nos hospedar no Suíte e Flat I, a opção menos cara dentre as opções do RQR (Rio Quente Resorts) devido ao acesso ilimitado ao parque e meia-pensão inclusa (café e almoço).

Saímos na quinta-feira bem cedinho de Curitiba, e Camila acordou super feliz de ir viajar de avião.

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Apesar de ser feriado, nossa conexão em Congonhas foi super tranquila e antes do meio-dia já tínhamos pousado em Caldas Novas. Para seguirmos de lá até o Rio Quente, contratamos o transfer via internet com a empresa Valetur. Pesquisamos bastante, mas o valor da viagem é padrão entre as operadoras. Assim que pegamos nossa bagagem já avistamos nosso nome na plaquinha do motorista.

O percurso leva meia hora numa estrada razoavelmente boa. Chegamos ao hotel e fomos surpreendidos positivamente com o excelente atendimento na recepção e também com o quarto em que ficamos. O Suite e Flat I está passando por reformas, e nós ficamos num apartamento novinho em folha, com 2 quartos separados (que achamos ótimo!).

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Como o quarto tinha 2 quartos, acomodamos o berço da Camila em um e ficamos no outro. Achamos o máximo porque ela dorme bem cedo e quando ficamos no mesmo quarto temos que seguir o padrão dela. Já ali, podíamos colocá-la pra dormir e ficar assistindo televisão no outro quarto.

Logo após ajeitarmos nossas coisas, fomos almoçar no hotel da frente, uma vez que o restaurante do nosso estava em reforma. Chegamos e demos de cara com uma galera aguardando também, então resolvemos sentar à beira da piscina e aguardar. Nosso feriadinho estava apenas começando 🙂

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O almoço foi no hotel Giardino e a comida era deliciosa, apesar de poucas opções de legumes para a Camila. As sobremesas também merecem destaque (hummmm!). Porém, o que mais gostei mesmo foi da bebida estar incluída (refri e suco).

Com as energias repostas, ajeitamos nossas coisas, caprichamos no protetor solar e fomos direto ao ponto do ônibus do resort para seguirmos ao Parque das Fontes passar a tarde. Até aqui já tinha sido tão legal, que mal podíamos esperar pelo que vinha pela frente 🙂 🙂

Acompanhem os próximos posts onde contarei sobre os parques e também sobre quais as nossas conclusões sobre a melhor (e mais econômica) forma de aproveitar essa linda região do Brasil!

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