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Beach Park com criança

Já tínhamos ido algumas vezes à capital cearense, porém ainda não conhecíamos uma de suas principais atrações. Quando estávamos pesquisando sobre nosso destino para o Carnaval de 2017 não pensamos duas vezes em escolher Fortaleza e o Beach Park. Já estávamos com tudo planejado desde agosto/2016, mas ainda não sabíamos  se ficaríamos apenas no parque ou iríamos para a praia também.

Após pesquisar bastante, vimos que na região não há praias próximas com o mar calminho do jeito que gostamos e assim decidimos comprar o ingresso de 3 dias consecutivos e aproveitar ao máximo o parque aquático mais famoso do Brasil.

Chegamos à Fortaleza quase meia-noite e até pegarmos o carro e chegar ao apartamento que alugamos já era mais de 2 horas da madrugada. Camila ficou agitadíssima no voo e dessa vez decidimos que na próxima viagem apelaremos ao Dramin (para mantermos nossa sanidade mental, rsrsrsr). Para nossa sorte, chegou e dormiu rapidamente. E por falar em sono, essa foi a primeira vez que não solicitamos berço e ela se adaptou super bem a dormir em um colchão no chão com várias almofadas de proteção em volta.

Como o horário de funcionamento do parque é das 11:00 às 17:00h, pudemos acordar, tomar café com calma e assim seguir sem pressa para nosso primeiro dia por lá. Havíamos comprado o ingresso online com medo de grandes filas por causa do feriado, porém a bilheteria estava bem tranquila. O ingresso de 3 dias custou R$310,00 por pessoa e crianças com menos de 1m não pagam. Camila está com 95 cm e assim entrou de graça.

Logo que chegamos, já passamos nos guichês eletrônicos para carregar o cartão de consumo que é a única “moeda” aceita no parque. Você pode colocar quanto quiser, recarregar depois se necessário e também receber de volta caso não utilize todo o valor.

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O complexo do Beach Park conta com vários hoteis, o parque aquático e também um bar na praia, com um visual bem bonito e agradável. Logo na entrada notamos a simpatia e cordialidade dos funcionários e estávamos certos que tínhamos escolhido um destino perfeito para curtir esses dias de folga.

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Já havia mostrado alguns vídeos do local para a Camila e assim que ela chegou disse que queria ir na “piscina da baleia” e foi pra lá que iniciamos o desbravamento do parque. Ela ficou eufórica com tanta água e sentiu-se livre e solta por ali. O que também nos surpreendeu positivamente em nossos primeiros momentos foi a quantidade de salva-vidas presentes em todas as atrações.

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Durante os 3 dias, nos revezamos entre 4 partes do parque: a Arca de Noé, o Acqua Circo, a Ilha do Tesouro e a Piscina de Ondas, todas perfeitas para os pequeninos. Mesmo sendo feriado, encontramos cadeiras facilmente para sentarmos, curtir o delicioso calorão e deixar a Camila brincar até acabar todas as baterias.

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Não alugamos locker porque nos sentimos muito seguros em deixar as coisas nas cadeiras, como vimos várias pessoas fazerem. Que delícia podermos descansar sem ter que ficar correndo atrás da baixinha, rsrsr.

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A única atração que conseguimos ir juntos é a Correnteza Encantada, que a Camila ama! Mas nem por isso deixamos de aproveitar tudo o que queríamos. Para irmos nas atrações mais radicais, nos revezávamos e conseguimos curtir muito os inúmeros toboáguas. Não dava pra saber qual de nós estava curtindo mais o parque, de tanto que gostamos da experiência.

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Assim como em qualquer parque de diversões, os preços dentro do Beach Park são altíssimos, porém há muita variedade de belisquetes, sanduíches e também um buffet por quilo para quem não abre mão de almoçar de verdade. No sábado, nós 3 almoçamos no Grill, porém devido ao alto valor (R$89,00 o kg) nos demais dias levamos sanduíches para nós e mantivemos a opção do buffet pra Camila. Também levamos frutas cortadas no pote para ela ir beliscando antes do almoço e algumas bolachinhas pra fome da tarde.

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Além de todas as atrações aquáticas, durante o dia acontecem dois shows voltados para os pequenos: o da Turma do Parque e o dos Pira Piratas. Conseguimos ver os 2 e a Camila ficava sem piscar observando tudo. Os Amigos do Parque aparecem várias vezes durante o dia para o delírio da criançada e sempre param para tirar fotografias com o público.

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Uma outra área voltada para crianças é o Acqua Show, que tem o famoso baldão que derruba a água de tempos em tempos. A Camila não gostou muito porque há muita água caindo para todo lado, porém descobrimos no último dia que ali estão os únicos toboáguas do parque onde é possível ir com as crianças com menos de 1m no colo. Fomos e adoramos, porém ficamos frustrados de termos descoberto isso apenas em nossas últimas horas no parque. Portanto, fica a dica pra quem vai com os pequenos.

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O parque é enorme e o carrinho foi fundamental para nos deslocarmos de um lado para outro. E foi essencial também para a hora em que íamos embora, que era o momento em que a Camila não aguentava mais e se rendia ao soninho restaurador.

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Nossa experiência no Beach Park foi incrível e já não vejo a hora de voltar! Tudo muito limpo, seguro, organizado e com excelente atendimento. O ingresso pode parecer caro, mas achei que valeu cada centavo. Já estamos cogitando a possibilidade de voltar todos os anos.

O que faríamos de diferente na próxima viagem? Com certeza numa próxima vez escolheremos uma opção de hospedagem mais próxima ao parque. Dessa vez ficamos na Beira Mar de Fortaleza num super apartamento, porém tivemos que encarar mais de 1 hora pra ir e quase esse tempo para voltar. Falhamos nesse planejamento por só termos decidido ficar apenas no Beach Park poucas semanas antes de embarcar. É claro que esse fato não atrapalhou em nada nossa viagem, mas sabemos que a aventura pode ficar melhor ainda se nos planejarmos melhor nas próximas vezes.

Pra terminar, repito mais uma vez que o Beach Park é um excelente destino para famílias e principalmente para papais e mamãe que querem curtir um pouco de paz vendo os pequenos brincarem sem perigo algum. Como ficamos tanto tempo sem conhecer esse paraíso em terras cearenses?

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Jericoacoara: parte 3

Após passarmos na pousada, fomos para o centrinho, tomamos sorvete e seguimos para garantir nosso lugar na duna do pôr-do-sol. Foi a primeira vez que vimos a praia de Jeri, que por si não tem nada demais. Como disse anteriormente, mar não é o forte de lá.

A subida da duna é bem tranquila, não exige preparo físico.

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Fomos subindo devagar, parando para fotos e para apreciar a paisagem.

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Sentamos na areia e ficamos observando o astro rei, que estava começando a dar seu espetáculo. O calor e o ventinho complementavam nosso cenário.

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O espetáculo realmente merece a fama e o público que tem. Diariamente centenas de pessoas sobem a duna para vê-lo e aplaudí-lo. Tudo acontece muito rápido, mas cada “passo” do sol é digno de ser fotografado e guardado na memória.

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Quando ele tá lá embaixo, na linha do mar, recebe uma salva de palmas e se despede de Jericoacoara. Emocionante estar ali.

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Para fechar com chave de ouro nosso dia, resolvemos descer a duna pela parte mais radical. É claro que chegamos lá em baixo cheios de areia, mas e daí? Hehe.

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Após essa aventura, precisávamos mais que nunca de um banho e seguimos para as pousadas nos prepararmos para nosso último jantar em Jeri.

Eu e o Loedi fomos de pastel, e a Adri e o Daniel decidiram comer peixe e camarão. Eu não como nada do mar, mas que estava bonito o prato deles tenho que concordar.

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Mesmo no restaurante mais simples de Jeri, você encontra cardápio bílingüe. No que nós fomos, tudo era trílingüe. Aeeee! A grande quantidade de gringos que vivem ali com certeza é a explicação pra isso, mas mesmo assim é ótimo!

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Demos mais umas voltas pela vila e seguimos de volta para a pousada para infelizmente arrumarmos nossas malas para nos prepararmos para partir…

No outro dia, pegamos nosso transfer pela manhã e incluso na volta estava mais uma parada na lagoa do Paraíso. E foi lá que curtimos nossos últimos momentos em Jericoacoara.

Dessa vez, paramos numa área menos turística, tranquila e com redes para tirarmos quantos fotos quiséssemos.

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Ficamos ali batendo fotos e conversando. Dizendo que em breve todo aquele sossego seria apenas boa memória (dito e feito, rsrs). Pensamos também na distância do próximo feriado, no frio de Curitiba e outros pensamentos depressivos de final de feriado, haha. Mas claro que aproveitamos para registrar mais bons momentos 🙂

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Comemos uma porção por ali e já chegava a hora de seguirmos para Fortaleza 😦 Pegamos o transfer até Jijoca e de lá seguimos para a  capital cearense.

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Chegamos em Fortaleza por volta de 17h, fizemos checkin no hotel La Maison (que eu realmente recomendo) e fomos dar uma volta na orla.

Nos despedimos de nossos amigos, que partiriam de madrugada, e voltamos para o hotel pois também partiríamos na manhã do domingo.

Fizemos a nossa mala já nos lamentando por estar acabando nossa vida boa. Jericoacoara fazia parte da minha wishlist no início do ano e agora já fazia parte de minha história. É triste a despedida, mas é bom se pensar que logo virão as próximas viagens. No nosso caso, as tão esperadas férias na Ásia.

Jericoacoara foi uma excelente experiência, na companhia dos bons amigos e com o clima perfeito. Valeu a pena ter ido nesse esquema vapt-vupt? Pra mim, que adoro bater ponto em vários lugares, valeu. Saí de lá sem a sensação de ter faltado visitar algum lugar. O único lado que faltou foi o passeio para o lado de Tatajuba, mas as fotos que vi de lá não me convenceram de que precisaria de mais um dia. Pra mim, essa quantidade de dias foi suficiente pra deixar saudade 🙂

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Jericoacoara: parte 2

Em Jericoacoara, você basicamente tem duas opções de passeio: para o lado de Tatajuba e para o lado das lagoas. Como nós estávamos com o tempo curto, escolhemos ir para o lado das lagoas, pois lá é que ficam as famosas redes na água que ilustram as principais fotos de Jeri.

Escolhemos contratar um bugueiro para termos mais liberdade. Caso queira mais conforto (entenda por não ter sol na cabeça), os passeios também podem ser feitos com jardineiras. O preço acaba sendo o mesmo, mas não queríamos ter que ficar esperando mais pessoas para decidir nossos tempos de paradas. Pagamos 160 reais pelo serviço.

Pontualmente às 9 horas o nosso bugueiro passou em nossas pousadas e iniciamos o passeio.

Começamos passando pela Árvore da Preguiça, que também figura entre os cartões postais de lá. Ela tem essa formação por causa dos fortes ventos da região.

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O tempo da parada é apenas para fotos, pois ali não há mais nada pra fazer, rsrs.

Em seguida, fomos em direção à praia do Preá, que é um vilarejo de pescadores, mas que não tem nada demais. Aliás, por aqui já vale a pena dizer que mar bonito não é o forte de Jeri, portanto já calibre suas expectativas 🙂

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Algo interessante que vimos por lá, foi um camarão gigante que foi pescado ali, que é mantido em formol e exibido num restaurante.

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A próxima parada foi a Lagoa Azul. Para chegar até lá, é preciso atravessar parte da lagoa. A água não chega ao joelho e a travessia é tranquila. Passou pela água, chegou.

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Ali foi o primeiro lugar que vimos as redes na água e ficamos de olho até conseguirmos uma livre para podermos tirar foto. São poucas as redes pela quantidade de pessoas, mas não é tão difícil conseguir uma.

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Ficamos ali curtindo a água quente e limpa, o calor delicioso e o feriadinho tão esperado.

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Após um tempo, voltamos para o estacionamento de buggys para seguirmos para a Lagoa do Paraíso. É claro que tivemos que atravessar a água novamente.

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Após um curto trecho, chegamos na Lagoa do Paraíso, um dos mais concorridos pontos de Jeri e com certeza o mais bonito. A cor da água não deixa nada a desejar em relação ao Caribe, com a vantagem de não ser salgada, hehe.

Por ali, há restaurante e boa estrutura. As redes do Paraíso são bem mais concorridas, mas contamos com o bom senso dos visitantes para permitir que todos consigam suas fotos. E você tira, uma, duas, dez fotos e sempre quer mais, de tão peculiar que é a paisagem. Estar ali e lembrar do frio de Curitiba nos fez querer tirar mais e mais e mais fotinhos.

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Obs: Lembram que minha câmera tinha dado problema de novo no primeiro dia? Nesse momento, deixamos entrar água em nossa câmera reserva e ficamos sem câmera. Aaaaaaaaaaaaa! Felizmente estávamos com nossos amigos e contamos com a máquina deles, senão daqui em diante não teríamos mais nenhum registro de nossa viagem. 

Almoçamos por ali, batemos bastante papo e fomos tirar foto no mirante de uma tirolesa desativada antes de partirmos. A vista lá de cima compensa a subidinha leve.

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E assim chegava ao fim o nosso passeio com o bugueiro. Na volta para Jeri, passamos por dunas lindas.

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Eram quase 3 da tarde quando chegamos de volta à pousada. Descansamos um pouquinho, tomamos sorvete e nos preparamos para a próxima atração do dia: a famosa duna do pôr-do-sol, que será o assunto do próximo post 🙂

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Jericoacoara: parte 1

Em meu imaginário, Jeri seria algo como os Lençóis Maranhenses ou Morro de São Paulo, mas ao dar os primeiros passos já tive certeza de que era um lugar completamente diferentes de ambos destinos. Em comum com esses locais, apenas a dificuldade de se chegar.

Em Jeri não há asfalto e nem postes. As ruas são todas de areia e as construções em sua maioria rústicas.

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Não estávamos hospedados no centrinho, mas há 2 quadras de caminhada de lá. Seguimos caminhando até a avenida principal e no caminho já começamos a sentir o clima da vila.

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Estávamos procurando o restaurante de onde partiria uma caminhada para a Pedra Furada às 16h e também um lugar próximo para almoçarmos. Achamos um lugar com preços bem baratos e foi lá mesmo que ficamos.

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Em nossa primeira experiência, achamos excelente o atendimento e a simpatia dos locais. Que bom começar assim! Após o almoço, fomos dar uma volta e procurar uma sorveteria para refrescar um pouco.

Fomos para a avenida principal e passamos na charmosa praça de Jeri que além de bem cuidada, tem o point para a fotografia.

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Bem ali na frente fica localizada a sorveteria que a moça do restaurante tinha nos indicado e lá fomos nós 🙂

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Após o sorvetinho, seguimos para o ponto de encontro para fazermos a caminhada até a Pedra Furada, um dos cartões postais de Jeri.

O sol já estava menos intenso e o calor tinha dado uma amenizada. Já tínhamos sido avisados de que a caminhada era longa e que exige boas condições físicas. Como estávamos no começo de nossa viagem, tudo era festa. Fomos observando tudo e achando o máximo estarmos lá.

Minha câmera ( a mesma de Aruba), me deixou na mão novamente. Ainda bem que tínhamos levado a reserva.

A caminhada à Pedra Furada começa num gramadão e conforme você vai subindo percebe que está no meio do nada, rodeado por uma bela paisagem. Além das casinhas simples, no início do caminho vimos várias carroças e cavalos no mesmo trajeto. Já imaginamos que seria uma alternativa de transporte para aqueles que se cansassem demais.

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Percorre-se um bom trecho na grama, sem muita subida e com um ventinho para refrescar. A vista do mar com o sol já baixando é o primeiro ponto alto do passeio.

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Logo após avistar o mar, já inicia a descida: terreno íngreme e de areia. Como estávamos de chinelo, nessa hora precisamos ficar descalços. Foi uma delícia colocar os pés na areia para recarregar as energias 🙂

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Ao ficarmos no nível do mar, o sol já estava se pondo e mesmo sem ainda termos visto a Pedra Furada, já gostamos da paisagem cheia de pedras.

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Dali foram mais alguns passos e lá estávamos nós no mais famoso cartão-postal de Jeri, que estava cheio de gente e tirar uma foto solo foi missão impossível. O pôr-do-sol também foi uma atração à parte, mesmo não sendo a época em que ele se encaixa no “furo” da pedra.

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Como o caminho de volta era longo, resolvemos andar antes que o sol sumisse de vez. A subida é feita por outro caminho e exige bem mais condições físicas, é óbvio, rsrs. Lá de cima do morro nos despedimos do sol e seguimos nosso rumo de volta à vila.

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Pra quem chegar lá em cima podre de cansaço e estiver disposto a pagar 5 reais por pessoa, pode voltar na carroça.

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Nós fomos caminhando mesmo, curtindo a brisa fresca e observando o céu que começava a ficar estrelado. Em Jeri não existem postes e isso permite a vista de um céu maravilhoso.

Voltamos para a pousada, tomamos banho e fomos para uma pizzaria em frente à praça jantar. Nosso primeiro dia realmente merecia um brinde 🙂

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Após jantarmos, fomos dar uma volta e o Daniel queria provar a caipirinha que tínhamos visto num anúncio à tarde, e o produto era realmente o que estava anunciado.

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Após essa maratona do dia, que começou antes das 7 da manhã, finalmente fomos descansar. Ao deitar na rede na pousada para curtir o delicioso calor da noite em Jeri, pensei que realmente valeu a pena o esforço de se chegar até lá.

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Chegando em Jericoacoara

Como disse no post de planejamento, a dificuldade de chegar em Jeri sempre foi um motivo para adiar nossa viagem para lá. Começamos a maratona saindo de Curitiba e chegando em Guarulhos no horário. O voo para Fortaleza também não atrasou e assim não houve estresse até chegarmos à capital cearense.

No aeroporto pegamos um táxi e logo chegamos à Pousada Dragão do Mar, onde passaríamos a noite. Nem coloquei o link porque o local era péssimo! Já ficamos em muitos locais ruins, mas esse conseguiu ser o pior de todos. Nem água quente no banheiro tinha, e a diária custou quase 100 reais. Felizmente foi apenas uma noite por lá.Ufa!

Com o atraso típico (infelizmente) dos transfers, embarcamos na van rumo à nossa maratona. O veículo estava lotado e o guia, muito simpático, nos explicou que teríamos uma parada dali uma hora e meia para podermos esticar as pernas e depois seguiríamos direto para Jijoca (mais 2 horas e meia de viagem) Lá pegaríamos uma jardineira rumo à vila de Jericoacoara (mais 40 minutos). Para quem fez as contas é isso mesmo: mais de 4 horas para chegar.

A nossa parada até que chegou rápido. Paramos na estrada em Paraipaba, num ponto com algumas lojinhas e restaurantes e aproveitamos para tomar um refri para amenizar o forte e delicioso calor. Até um site com o mesmo nome do blog encontrei por lá 🙂

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Após 20 minutos de pausa, seguimos direto para Jijoca e aí o tempo parecia não passar. Nem uma sonequinha, nem os vídeos que o guia colocava no DVD da van diminuíam a ansiedade de chegar logo. Finalmente, após quase mais 3 horas de viagem, chegamos à Jijoca.

Paramos no estacionamento de onde partem as jardineiras e logo encontramos em qual iríamos. Colocamos as malas no bagageiro, subimos no carro e agora sim estávamos a poucos kilômetros de Jericoacoara.

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Perto da aventura nos Lençóis Maranhenses, o trajeto de Jijoca a Jeri nem foi tão radical. Achamos o trecho bem tranquilo. A paisagem formada pelas dunas encanta os olhos e já dá um gostinho de estar chegando.

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Nós mal podíamos acreditar quando finalmente vimos a placa que queríamos ver desde às 7 horas da manhã…

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Bem próximo à entrada, estava a Pousada Casa do Ângelo onde nos hospedamos. Gostamos de tudo: do quarto, do ambiente e da localização. Essa sim eu recomendo 🙂 E além de tudo,  tem preço excelente!

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Ainda não tínhamos almoçado e então combinamos com a Adriana e o Daniel (nossos amigos que foram junto, mas ficaram em outra pousada) que iríamos apenas deixar as coisas no quarto e seguirmos para encontrar um restaurante. E assim fomos para nosso primeiro passeio em Jeri, mas que é assunto do próximo post 🙂

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Jericoacoara: planejamento

Há tempos tinha vontade de conhecer Jericoacoara, que é um parque nacional localizado a cerca de 300km de Fortaleza e por muitas vezes escolhido como um dos destinos mais lindos do Brasil. Porém, esse desejo era sempre adiado ou por causa do longo tempo que levamos para chegar à Fortaleza, ou pela preguiça de encarar um longo trecho de viagem entre a capital cearense e o destino final, e muitos outros senões que encontrava pelo caminho.

Porém ao ler os relatos da Lidia, leitora aqui do blog que também é blogueira no Lidia Norte, resolvi levar mais a sério meus planos e começar a concretizar nossa ida até lá. Junto a isso, fui trabalhar em Fortaleza no início do ano e descobri que em baixa temporada o passeio nem é tão caro quanto imaginávamos. Sendo assim, na mesma semana que voltei de lá, já emiti nossas passagens com pontos da Tam e finalmente se aproximava a hora de conhecermos a tão falada Jericoacoara.

Conversando com nossa amiga Cibeli, que mora em Fortaleza e já esteve em Jeri algumas vezes, ficamos com mais vontade ainda de conhecer o parque cearense.

E para completar nossa viagem, quase em cima da hora um casal de amigos nossos resolveu ir junto e a aventura será mais legal ainda. Mas vamos à parte prática da viagem…

Curitiba – Fortaleza – Curitiba: passagens emitidas com milhas 🙂

Hospedagem em Fortaleza: Pousada Dragão do Mar (super simples, mas como é só para dormir uma noite, pegamos a opção mais barata do Booking)

Transfer Fortaleza- Jeri e pousada: pegamos um pacote que inclui transfer ida e volta e mais hospedagem com a Pousada Casa do Ângelo

Não vejo a hora de pisar em Jericoacoara, ver a Pedra Furada, o pôr-do-sol na duna, as lagoas de águas cristalinas…. Por enquanto são fotos da internet, mas em breve serão parte de nossa memória.

Duna do Pôr do Sol - Jericoacoara lagoa azul

Jericoacoara, em breve, aqui no Próximos Destinos 🙂

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