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Jericoacoara: parte 3

Após passarmos na pousada, fomos para o centrinho, tomamos sorvete e seguimos para garantir nosso lugar na duna do pôr-do-sol. Foi a primeira vez que vimos a praia de Jeri, que por si não tem nada demais. Como disse anteriormente, mar não é o forte de lá.

A subida da duna é bem tranquila, não exige preparo físico.

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Fomos subindo devagar, parando para fotos e para apreciar a paisagem.

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Sentamos na areia e ficamos observando o astro rei, que estava começando a dar seu espetáculo. O calor e o ventinho complementavam nosso cenário.

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O espetáculo realmente merece a fama e o público que tem. Diariamente centenas de pessoas sobem a duna para vê-lo e aplaudí-lo. Tudo acontece muito rápido, mas cada “passo” do sol é digno de ser fotografado e guardado na memória.

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Quando ele tá lá embaixo, na linha do mar, recebe uma salva de palmas e se despede de Jericoacoara. Emocionante estar ali.

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Para fechar com chave de ouro nosso dia, resolvemos descer a duna pela parte mais radical. É claro que chegamos lá em baixo cheios de areia, mas e daí? Hehe.

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Após essa aventura, precisávamos mais que nunca de um banho e seguimos para as pousadas nos prepararmos para nosso último jantar em Jeri.

Eu e o Loedi fomos de pastel, e a Adri e o Daniel decidiram comer peixe e camarão. Eu não como nada do mar, mas que estava bonito o prato deles tenho que concordar.

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Mesmo no restaurante mais simples de Jeri, você encontra cardápio bílingüe. No que nós fomos, tudo era trílingüe. Aeeee! A grande quantidade de gringos que vivem ali com certeza é a explicação pra isso, mas mesmo assim é ótimo!

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Demos mais umas voltas pela vila e seguimos de volta para a pousada para infelizmente arrumarmos nossas malas para nos prepararmos para partir…

No outro dia, pegamos nosso transfer pela manhã e incluso na volta estava mais uma parada na lagoa do Paraíso. E foi lá que curtimos nossos últimos momentos em Jericoacoara.

Dessa vez, paramos numa área menos turística, tranquila e com redes para tirarmos quantos fotos quiséssemos.

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Ficamos ali batendo fotos e conversando. Dizendo que em breve todo aquele sossego seria apenas boa memória (dito e feito, rsrs). Pensamos também na distância do próximo feriado, no frio de Curitiba e outros pensamentos depressivos de final de feriado, haha. Mas claro que aproveitamos para registrar mais bons momentos 🙂

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Comemos uma porção por ali e já chegava a hora de seguirmos para Fortaleza 😦 Pegamos o transfer até Jijoca e de lá seguimos para a  capital cearense.

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Chegamos em Fortaleza por volta de 17h, fizemos checkin no hotel La Maison (que eu realmente recomendo) e fomos dar uma volta na orla.

Nos despedimos de nossos amigos, que partiriam de madrugada, e voltamos para o hotel pois também partiríamos na manhã do domingo.

Fizemos a nossa mala já nos lamentando por estar acabando nossa vida boa. Jericoacoara fazia parte da minha wishlist no início do ano e agora já fazia parte de minha história. É triste a despedida, mas é bom se pensar que logo virão as próximas viagens. No nosso caso, as tão esperadas férias na Ásia.

Jericoacoara foi uma excelente experiência, na companhia dos bons amigos e com o clima perfeito. Valeu a pena ter ido nesse esquema vapt-vupt? Pra mim, que adoro bater ponto em vários lugares, valeu. Saí de lá sem a sensação de ter faltado visitar algum lugar. O único lado que faltou foi o passeio para o lado de Tatajuba, mas as fotos que vi de lá não me convenceram de que precisaria de mais um dia. Pra mim, essa quantidade de dias foi suficiente pra deixar saudade 🙂

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Jericoacoara: parte 2

Em Jericoacoara, você basicamente tem duas opções de passeio: para o lado de Tatajuba e para o lado das lagoas. Como nós estávamos com o tempo curto, escolhemos ir para o lado das lagoas, pois lá é que ficam as famosas redes na água que ilustram as principais fotos de Jeri.

Escolhemos contratar um bugueiro para termos mais liberdade. Caso queira mais conforto (entenda por não ter sol na cabeça), os passeios também podem ser feitos com jardineiras. O preço acaba sendo o mesmo, mas não queríamos ter que ficar esperando mais pessoas para decidir nossos tempos de paradas. Pagamos 160 reais pelo serviço.

Pontualmente às 9 horas o nosso bugueiro passou em nossas pousadas e iniciamos o passeio.

Começamos passando pela Árvore da Preguiça, que também figura entre os cartões postais de lá. Ela tem essa formação por causa dos fortes ventos da região.

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O tempo da parada é apenas para fotos, pois ali não há mais nada pra fazer, rsrs.

Em seguida, fomos em direção à praia do Preá, que é um vilarejo de pescadores, mas que não tem nada demais. Aliás, por aqui já vale a pena dizer que mar bonito não é o forte de Jeri, portanto já calibre suas expectativas 🙂

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Algo interessante que vimos por lá, foi um camarão gigante que foi pescado ali, que é mantido em formol e exibido num restaurante.

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A próxima parada foi a Lagoa Azul. Para chegar até lá, é preciso atravessar parte da lagoa. A água não chega ao joelho e a travessia é tranquila. Passou pela água, chegou.

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Ali foi o primeiro lugar que vimos as redes na água e ficamos de olho até conseguirmos uma livre para podermos tirar foto. São poucas as redes pela quantidade de pessoas, mas não é tão difícil conseguir uma.

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Ficamos ali curtindo a água quente e limpa, o calor delicioso e o feriadinho tão esperado.

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Após um tempo, voltamos para o estacionamento de buggys para seguirmos para a Lagoa do Paraíso. É claro que tivemos que atravessar a água novamente.

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Após um curto trecho, chegamos na Lagoa do Paraíso, um dos mais concorridos pontos de Jeri e com certeza o mais bonito. A cor da água não deixa nada a desejar em relação ao Caribe, com a vantagem de não ser salgada, hehe.

Por ali, há restaurante e boa estrutura. As redes do Paraíso são bem mais concorridas, mas contamos com o bom senso dos visitantes para permitir que todos consigam suas fotos. E você tira, uma, duas, dez fotos e sempre quer mais, de tão peculiar que é a paisagem. Estar ali e lembrar do frio de Curitiba nos fez querer tirar mais e mais e mais fotinhos.

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Obs: Lembram que minha câmera tinha dado problema de novo no primeiro dia? Nesse momento, deixamos entrar água em nossa câmera reserva e ficamos sem câmera. Aaaaaaaaaaaaa! Felizmente estávamos com nossos amigos e contamos com a máquina deles, senão daqui em diante não teríamos mais nenhum registro de nossa viagem. 

Almoçamos por ali, batemos bastante papo e fomos tirar foto no mirante de uma tirolesa desativada antes de partirmos. A vista lá de cima compensa a subidinha leve.

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E assim chegava ao fim o nosso passeio com o bugueiro. Na volta para Jeri, passamos por dunas lindas.

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Eram quase 3 da tarde quando chegamos de volta à pousada. Descansamos um pouquinho, tomamos sorvete e nos preparamos para a próxima atração do dia: a famosa duna do pôr-do-sol, que será o assunto do próximo post 🙂

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