Arquivo da categoria: Sudeste do Brasil

Aquário de São Paulo

Continuando nosso roteiro por São Paulo, incluímos a visita ao Aquário da cidade na manhã do sábado. Ao chegarmos, ficamos bem desconfiados com a aparência do local e ao comprarmos os ingressos pensamos seriamente se o passeio valeria a pena, pois o valor era alto e a primeira impressão não foi das melhores. Ao visitarmos as galerias iniciais, eu já estava frustrada pois os aquários eram minúsculos e as espécies muito comuns.

O que eu não sabia até então é que essa primeira parte do Aquário é a mais antiga e que suas principais atrações se encontram nas exposições seguintes. Chegamos em um espaço que simula a área de embarque de um aeroporto e ali sim comecei a achar o passeio interessante.

Aliás, dali pra frente comecei a achar tudo muito legal! São áreas que representam a fauna de diferentes regiões do mundo, começando pela África, passando pela Indonésia e Austrália. Vimos vários bichos que nunca tínhamos visto na vida e a experiência foi interessante. Tudo bem cuidado, animais com bom espaço para circulação e decoração temática em cada ambiente.

Outra atração muito legal são os ursos polares, que dão um show de fofurice na última parada do passeio pelo aquário.

Outra coisa que nos surpreendeu no Aquário de São Paulo foi a organizada e ampla praça de alimentação, localizada próxima aos ursos polares. Por ali há também algumas atrações pagas para quem busca mais diversão ainda.

Mas o que a Camila mais queria ver estava no final do passeio…. de tudo que havíamos contado para ela antes de irmos ao Aquário, o que mais tinha chamado a atenção era o mergulho da sereia. Chegamos na saída e lá estava ela! Para nós adultos é algo bem sem graça, mas os pequeninos entram com tudo no mundo da fantasia. A baixinha achou o máximo poder ver uma sereia “de verdade”.

Como mencionei anteriormente, achei que o passeio não valeria a pena no início, porém no final das contas o Aquário de São Paulo atingiu nossas expectativas. As áreas temáticas são muito bonitas e trazem animais exóticos de diferentes partes do mundo. Apesar de os animais marinhos não terem sido o destaque, o conjunto das atrações fez o ingresso valer a pena.

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Parque da Mônica

Desde quando eu era pequena tinha vontade de conhecer o Parque da Mônica e assim não poderia deixá-lo de fora nessa nossa viagem à São Paulo. Quando pesquisei o preço do ingresso na internet quase caí pra trás de tão caro que é, mas mesmo assim resolvemos encarar. Outra preocupação que tínhamos era sobre a lotação do parque por estarmos indo em um feriado prolongado, porém com algumas dicas que lemos deu tudo certo.

Saímos bem cedinho na sexta-feira do feriado prolongado para o deslocamento ao Shopping SP Market, onde se localiza o parque. Chegamos uma hora da antes da abertura (dica de ouro para feriados), compramos os ingressos e ficamos aguardando a liberação das catracas, que aconteceu 30 minutos antes do previsto.

O Parque da Mônica é pequeno e possui poucas atrações, o que faz gerar longas filas quando está lotado. Para driblar esse ponto, priorizamos os brinquedos mais concorridos, o do Horácio e do Astronauta, e andamos nos dois sem precisar aguardar pois ainda não havia fila. Como são bem rápidos, no período vazio do parque (antes das 13 horas) pudemos ir em tudo que a Camila queria sem ficar muito tempo esperando. Usamos essa estratégia também para tirar fotos com alguns personagens (horários disponíveis na programação do dia).

A equipe do parque é atenciosa e sempre que precisamos de alguma informação os funcionários foram prestativos. A estrutura é linda e bem cuidada, tudo com cara de novo. Os banheiros são espaçosos e há também área baby equipada. Há várias lojinhas que vendem desde frutas até guloseimas e lanches rápidos. Lá dentro também tem um Mc Donald´s. e algumas mesas para as refeições. Nós optamos por sair e almoçar na praça de alimentação do shopping uma vez que já tínhamos ido em quase todos os brinquedos. Para sair, basta pegar um carimbo na mão e apresentá-lo no retorno.

Após o almoço, levamos a baixinha em mais alguns brinquedos e aguardamos até a hora do show do parque, que conta uma historinha bem bonita sobre a diversidade e inclusão das pessoas com deficiência. Chegamos uns minutos antes para sentarmos em um bom lugar, compramos um algodão doce e logo o espetáculo começou.

Mesmo sendo feriado e horário de pico do parque, conseguimos ir em mais brinquedos sem muita fila, inclusive repetir a montanha-russa do astronauta. De todas as atrações, apenas a do Horácio estava com muito tempo de espera. Saímos bem antes do horário de fechamento e com a sensação de termos aproveitado ao máximo o Parque da Mônica. Camila parecia estar na Disney de tão feliz e isso nos fez esquecer completamente do salgado preço do ingresso, hehe. Valeu a pena!

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Começo de nosso feriado em Sampa

Nossa viagem para São Paulo foi inicialmente para assistir o espetáculo Amaluna, do Cirque du Soleil. Como planejamos ir em um feriado (Dia das Crianças), aproveitamos para pesquisar o que mais poderíamos fazer em Sampa para aproveitarmos toda a estadia. E assim surgiram os planos de nossa primeira ida para passear na capital paulista. Nos hospedamos em um apartamento via Airbnb próximo ao Parque Villa Lobos, local onde estava instalado o circo e alugamos um carro para nossos deslocamentos.

A viagem já começou com uma feliz coincidência ao saber que a Carol Guelber, do blog Vícios de Viagem,  estava bem pertinho da gente e não pudemos deixar a oportunidade passar. Nos falamos e logo nos encontramos em um boteco bem bacana. Apesar de corrido, nosso encontro foi muito legal!

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Conforme o planejado, na quinta-feira fomos ao Cirque du Soleil e Camila aproveitou bastante. No começo do espetáculo ficou com medo por causa do som alto e pouca luz, mas depois se soltou e curtiu a apresentação.

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Para os próximos dias planejamos ir ao Parque da Mônica e também ao Aquário de São Paulo, além de encontrar amigos nossos para colocarmos o papo em dia. Contarei nos próximos posts como foram essas experiências.

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Campos do Jordão: Ducha de Prata, Floresta Encantada e Lenz Zoo

Nosso passeio do sábado começou pela Ducha de Prata, que é um ponto turístico de Campos do Jordão onde foram construídas algumas quedas artificiais de água e nas redondezas há um monte de lojinhas. Achei tão sem graça o lugar que nem lembrei de tirar fotos, rsrsrs. A parte mais divertida foram as molduras de madeira para tirar fotos no “buraquinho”, como dizia a Camila.

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De lá, seguimos para atrações dedicadas aos pequenos e começamos pelo Parque da Floresta Encantada, onde há um monte de miniaturas de casinhas dedicadas a vários personagens.

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A proposta do local é bem interessante, porém o estado de conservação deixa a desejar. A Camila adorou correr na grama, ir no balanço e dar uma espiada na Casa do Coelho, das bonecas e da Branca de Neve, porém nós achamos bem fraquinho. O legal é que pudemos deixar a baixinha livre e desbravando todas as novidades.

Havia algumas meninas fantasiadas, mas a Camila ficou bem desconfiada e foi difícil conseguirmos uma fotinho com a Branca de Neve.

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Nossa próxima parada foi do outro lado da cidade, no Lenz Zoo, que fica no Lenz Gourmet, que é como se fosse um sítio com um restaurante, vários mirantes e bichinhos em meio à linda paisagem. Antes de passear por lá, Camila almoçou e nós ficamos curtindo o aconhegante clima do local. Nós preferimos não almoçar, pois apesar de ser famoso por sua culinária, nada do cardápio do Lenz Gourmet nos agradou.

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Com a energia da baixinha reposta, lá fomos nós ver os patos, porcos, ovelhas, vacas, cavalos e mais um monte de bichinhos. Além disso, fomos fazer uma trilha em direção ao mirante e a diversão foi completa!

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Após caminharmos um montão por lá, pegamos o carro e voltamos para a cidade. Camila capotou no carro, nós paramos para almoçar e decidimos ir até a Vila Capivari uma vez mais para dar adeus ao feriado. Chegamos no final da tarde e tudo estava absurdamente lotado. Nós só demos um rápido rolê e voltamos para o hotel arrumar nossas coisas pois pretendíamos sair cedinho no domingo para evitar congestionamento.

Nosso trajeto foi bem tranquilo e chegamos com bastante folga no aeroporto de Guarulhos, pensando que essas viagens próximas à São Paulo podem começar a fazer parte de nossos planos, pois a experiência foi bem positiva.

O que achamos de Campos de Jordão? Achamos legal, hehe. Na verdade achei um destino meio estranho, onde as pessoas parecem querer ser o que não são (ou são?). Fugimos bastante do circuito da ostentação, mas mesmo assim não foi um lugar que morri de amores. Na minha lista é um destino daqueles que viu, tá visto.

Apesar desse detalhe, meu mantra continua valendo: cada lugar novo é mágico e poder aproveitar momentos maravilhosos em família é sempre uma gostosura. Que venham logo nossos próximos destinos 🙂 🙂

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Campos do Jordão: Vila Capivari

Contrariando todas as previsões que havíamos visto, a sexta-feira do feriadão amanheceu com um lindo sol e nada do frio que anunciam tanto para Campos do Jordão (tá certo que morar em Curitiba te dá outra referência do que é frio, hehe). Tomamos café e decidimos ir caminhando até a Vila Capivari, a parte mais famosinha e agitada da cidade. Tínhamos pela frente 30 minutos de caminhada, que fomos aproveitando muito bem curtindo o sol da manhã. Camila foi radiante em seu carrinho curtindo tudo o que via pela frente.

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Seguimos pela avenida principal beirando a linha do trem e assim já fomos imaginando que poderíamos voltar utilizando esse meio de transporte, pois seria diversão na certa para a baixinha. Chegamos à Vila Capivari por volta de 10h da manhã e pudemos ver a rua vazia ainda.

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O calçadão foi um prato cheio pra Camila correr e se encantar com as decorações dos badalados bares e restaurantes da região. Ainda era cedo pro Loedi provar o chop da famosa cervejaria Baden Baden, portanto apenas passamos na frente do point que ainda estava vazio. Aliás, uma hora mais tarde a paisagem por ali já era completamente diferente = lotada de gente.

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Demos uma volta na quadra, vimos algumas construções bem bonitinhas de arquitetura europeia e fomos parar na pracinha da Vila. Lá encontramos uns mini carrinhos para passeio e não conseguimos tirar a Camila de lá sem dar uma volta. Foram alguns minutinhos nossos podendo curtir a vibe da cidade sem ter que correr atrás dela 🙂

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Por ali se encontram as famosas chocolaterias de Campos do Jordão, mas confesso que nem fui checar os preços de tão caro que ouvi falar que eram. Aliás, por ali, acredito que tudo seja supervalorizado. Para a gente, foi apenas um lugar para passear mas para muitos é um point de ostentação em todos os sentidos (pudemos perceber isso somente de tarde, quando tudo estava lotadaço).

Sem mapa nem nada, fomos caminhando e logo encontramos a atração mais famosa da cidade: o teleférico. Vimos também o lago com os pedalinhos e escolhemos fazer ali nossa pausa para o lanchinho da manhã. Por ali percebemos o quanto a cidade estava cheia no feriadão.

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Perto do teleférico, há inúmeras lojinhas de malhas e tranqueirinhas, num ambiente bem menos requintado que algumas quadras pra cima. Para a pequena, as lojinhas eram tão divertidas quanto a Disney, hehe.

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De todos os lugares que visitamos em Campos, essa região foi a mais lotada, mas nem por isso insuportável de se passear por ali. Achei até interessante os preços de algumas coisas no centrinho comercial. Ponto positivo para banheiros públicos aceitáveis e com fraldário 🙂

Meio que sem rumo, voltamos para o calçadão para dar mais uma volta e já encontramos muito mais gente. Já não estava tão tranquilo para deixar a Camila solta, mas ainda assim nos divertimos vendo o agito.

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Fomos procurar onde comprávamos o bilhete do trem para voltarmos ao hotel e descobrimos que só havia disponibilidade para as 14h e assim nos programamos para almoçar por ali. Mãos de vaca que somos, fomos em busca de locais baratos para comermos e na região do teleférico encontramos vários restaurantes por quilo com preços muito bons. Nessa hora pensamos que existe sim uma “Campos de Jordão” para quem não está a fim de gastar muito.

Após comermos, demos um tempo na pracinha perto da estação do trem para deixar a Camila solta e se divertindo, afinal de contas seu comportamento estava exemplar (como sempre, ufa!!!). Voltamos para as ruas paralelas ao calçadão e nos assustamos com a multidão que agora estava por ali fazendo filas e filas para almoçar nos lugares mais badalados.

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Já estava chegando a hora de nosso trem e assim seguimos em direção à estação. Mostramos o trilho do trem para a Camila, tiramos fotos e mal podíamos esperar pelo momento dela embarcar.

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Para nossa frustração, ela não queria nem tirar foto e muito menos entrar no trem, rsrsrsrs. Tivemos que conversar muito para ela entender que não tinha escolha.

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Quando o trem começou a andar ela achou o máximo! Foi emocionante de ver a reação dela curtindo cada segundo daquele trechinho que não durou nem meia hora. Dava tchau para as pessoas, imitava o barulho do trem e fazia tudo mais que pudesse chamar a atenção de todos. Os papais babões não poderiam ficar mais felizes com mais essa experiência na vida dela.

Desembarcamos na estação próxima ao nosso hotel e imediatamente ela capotou de sono em seu carrinho. Nós aproveitamos para voltar caminhando lentamente para o hotel, paramos para tomar um delicioso café com bolo e ficamos conversando sobre como as viagens com a Camila têm ficado a cada dia mais fáceis e legais.

Como é bom viajar, né?

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Chegando em Campos do Jordão

Quando estávamos planejando as viagens para os feriadinhos de 2016, devido ao aumento surreal da quantidade de milhas para resgatar voos, acabamos decidindo por alguma viagem que fosse perto de São Paulo, pois era o único destino para onde conseguiríamos usar nossas milhas para o voo e também para o aluguel de carro. Aliás, temos usado várias vezes os pontos para essa finalidade e temos achado ótimo, pois milha boa é milha gasta 🙂

Optamos por Campos do Jordão por ser uma cidade turística famosinha e que fica a menos de 3 horas do aeroporto de Guarulhos. Digo para vocês que quase desistimos de ir quando começamos a pesquisar os preços de hoteis (oi?), que absurdo o que cobram em época de feriado e ainda mais no início do friozinho. Mas enfim, decidimos encarar optando pela hospedagem em um hostel, ainda assim com preço caríssimo.

Embarcamos de Curitiba para Guarulhos, almoçamos por lá (finalmente o aeroporto está decente!) e fomos para a locadora retirar nosso carro para seguir viagem. O processo (reserva feita com milhas) foi ágil e logo já estávamos prontos para seguir viagem. A estrada é excelente, porém pegamos um tremendo congestionamento ao se aproximar de Campos do Jordão. Nossa viagem levou quase 4 horas, mas ainda bem que a Camilinha se comportou muito bem.

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Para chegar ao Hostel da Montanha, pegamos mais um baita trânsito na avenida principal da cidade, que costuma ficar parada durante feriados e alta temporada. Finalmente chegamos, nos instalamos e logo fomos dar uma volta para reconhecer o território.

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Não fazia tanto frio (para quem está acostumado com as temperaturas de Curitiba), mas não quisemos ficar zanzando muito com a baixinha no sereno. Apenas encontramos uma padaria para jantar e logo voltamos para o hostel. A propriedade é um ambiente familiar e fomos bem recebidos. O casal de proprietários mora no local e nos ajudou  a encontrar uma bacia para o banho da Camila e foi uma mão na roda! Ela achou o máximo 🙂

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Cumprimos todo o ritual do banho, como fazemos há 2 anos, e logo estávamos todos bem quentinhos prontos para dormir e poder aproveitar os próximos dias 🙂

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Rio de Janeiro

Que adoro viajar, vocês já sabem. O que acho que ainda não disse por aqui é que amo essas viagens relâmpago de final de semana pois é quando realmente consigo desligar do mundo e descansar. Quando fico em casa sempre tem uma coisinha chata pra fazer como lavar a louça ou varrer a casa. Eca! Prefiro viajar! 😉

Essa viagem começou na sexta-feira às 18 horas.. não precisei usar minhas folgas do trabalho. Trabalhei o dia todo e encontrei com o Loedi para irmos ao aeroporto. Para fugirmos dos preços exorbitantes do Afonso Pena, passamos no shopping em São José dos Pinhais para jantar antes da viagem.

Nosso voo da Webjet estava no horário e às 20:20 embarcamos rumo à “Cidade Maravilhosa”. Uma hora e meia depois, desembarcamos no Aeroporto Internacional do Galeão.

Como disse no post anterior, essa seria mais uma viagem low-cost de Thaís e Loedi. Sendo assim, em nossos planos usaríamos apenas transporte público. Do aeroporto internacional à zona sul, a melhor opção é o ônibus da empresa Real, que custa R$8,00. Foi super simples achar o ponto quando saímos do saguão. O busão parou na esquina de nosso hotel.

Estava meio preocupada com o hotel, pois foi o mais barato que achamos. Porém, para nosso alívio, nos surpreendemos com o Hotel Beija-Flor. Tudo reformado, limpinho e com boa aparência. Pra quem quer pagar preços menos salgados no Rio de Janeiro, esta é uma ótima opção num localização excepcional! Programamos nosso despertador e fomos dormir.

Sábado

Quando subimos para tomar café, a primeira coisa que fui olhar foi o tempo. Pela janela, vi o céu cheio de nuvens, porém com cara de que iria melhorar. Alimentados, seguimos à praia do Flamengo para caminharmos à beira-mar e começar a apreciar as belas paisagens do Rio.

Mesmo com céu encoberto, a temperatura estava ótima. Caminhamos do Flamengo à Botafogo observando a paisagem.

Até com nuvens o Pão de Açúcar é o destaque….

Pegamos um ônibus e seguimos até Copacabana, a praia mais famosa do Rio de Janeiro. Eu, particularmente, não vejo nada demais na praia de Copa. O que acho legal é apreciar os barzinhos, as pessoas, os turistas e o jeito carioca de viver…. além do charmoso calçadão, é claro!

Algo legal que encontramos foi um quiosque da animação “Rio”, que é sucesso de bilheterias.

Uma foto clássica para quem visita Copacabana é junto à estátua de Carlos Drummond de Andrade sentado e é claro que tiramos a nossa também.

Seguimos caminhando pela orla até Ipanema e fomos apreciar a vista do Arpoador. A vista dali, pra mim, é uma das mais bonitas do Rio de Janeiro.

Andamos mais um pouco por ali, sentamos para descansar e fomos procurar um lugar para almoçar na rua Visconde de Pirajá. Optamos pela Mega Mate, uma rede carioca de fast food natureba que é uma delícia.

Nossa próxima parada: Cristo Redentor (já que o céu estava limpinho na hora do almoço).

Pegamos o ônibus por ali mesmo e seguimos rumo ao Corcovado. Chegando lá, enfrentamos a fila para comprar os ingressos e só conseguimos embarcar no trem dali a 40 minutos. Valor do ingresso: R$36,00 (estudante não paga meia).

Como recentemente fomos a outro ícone do turismo brasileiro – as cataratas – foi inevitável a comparação da infraestrutura. O Parque Nacional dá de 10 a zero! Achei tudo complicado para subir ao Corcovado com o trem, que é o meio mais utilizado, a começar pela quantidade de guichês disponíveis para atendimento em pleno sábado – apenas 2.

Para aguardar o embarque, os turistas ficam num galpão que deve ferver no calor. Além disso, os painéis que contam a história da construção do Cristo ficam obstruídos por alguns bancos em que as pessoas descansam para aguardar o embarque. Para ajudar, o povo também contribui para a desorganização pois as chamadas para embarque ocorrem de acordo com o horário do trem e os manés que só vão embarcar dali a 40 minutos insistem em ficar na fila tumultuando todo o fluxo. Argh!

Passado esse transtorno da espera, embarcamos às 13 e 40 rumo ao Cristo Redentor. Achava que, assim como em Foz, iríamos escutar algumas informações sobre o monumento no trajeto de ida, mas que nada. Não tivemos nenhuma informação :(.

Na subida, o trem dá algumas paradinhas para permitir a manobra do vagão que está descendo e você fica lá sem saber o que está acontecendo, rs. O trajeto é todo em mata fechada, até que de repente abre um clarão é você se depara com aquela vista maravilhosa. Não é à toa que este ponto foi nomeado como “Curva do Uau” pois não se ouve outra coisa no trem além dessa interjeição. A dica para quem quer apreciar a curva é sentar no lado direito do vagão (sentido subida) para ter a vista privilegiada sem muitas cabeças à sua frente.

Ao desembarcar, é só seguir as placas e decidir se você quer subir ao Cristo através de elevador ou escadas. Como somos atléticos (kkkk) fomos pelas escadas.

Logo que você começa a subir os primeiros degraus, já vê o Cristo Redentor de costas. Acho que de tanto ver na televisão, não me surpreendi com o tamanho do monumento. Já dali onde estávamos, a vista do Rio de Janeiro era maravilhosa.

Minha maior curiosidade era ver a vista do Pão de Açùcar ali de cima, porém, devido ao pouco espaço era o lugar mais concorrido. Estava lotado de gente tentando tirar uma foto. Eu só tinha uma certeza: dali eu não sairia sem ter uma foto. Depois de levar algumas cotoveladas, finalmente consegui uma foto. Ufa!

Outro lugar concorridíssimo pelas câmeras é a escadaria bem na frente do Cristo. Como tinham muitas pessoas ali e nem fazia tanta questão, me contentei em fazer alguns malabarismos para conseguir tirar pelo menos alguma foto que tivesse o Cristo como fundo… Consegui também! rsrsrrs

Tiramos mais algumas fotos da vista e fomos pegar o trem de volta visto que ainda queríamos ir ao bondinho do Pão de Açúcar antes de escurecer.

O que achei do Cristo Redentor? Nada demais. O que achei da vista lá de cima? Fan-tás-tica!!!!!!! A mais linda que já vi. Assino embaixo de quem deu ao Rio o título de “Cidade Maravilhosa”.

Pegamos um ônibus em direção à Copacabana, descemos em Botafogo e para agilizar nosso percurso, pegamos um táxi até o Morro da Urca – local de onde parte o bondinho até o Pão de Açúcar por R$12,00.

Depois deste primeiro trajeto de táxi, percebi o quanto preferia andar de ônibus. Pegamos um taxista muito maluco e estressado, mas felizmente chegamos sãos e salvos até nosso destino.

No bondinho a fila é mais ágil e organizada. Naquele dia haviam 7 guichês para atender o público. Chegamos, compramos nossos ingressos por R$44,00 e logo subimos no primeiro bondinho rumo ao morro da Urca.

Achava que o bondinho balançava, que daria medo, mas não tem muita emoção não.  Ao desembarcarmos vimos como eram os bondinhos antigamente.. Estes sim deviam dar medo, rsrsr.

Dali do Morro da Urca a vista já é linda. Para todos os lados você vê algo interessante. O bom é que dali você consegue tirar foto com o Pão de Açúcar bem ao fundo.

Há uma boa estrutura de recepção por ali com lanchonetes e pequenas lojas de conveniência. É desse ponto também que partem passeios de helicópteros por preços a partir de R$180,00 por pessoa. E por falar nisso, uma coisa que me impressionou no Rio é a quantidade de helicópteros qu ficam passando pelos pontos turísticos. O pessoal realmente tem grana pra pagar.. rsrrsrs.

Depois de contemplarmos a vista dali, fomos embarcar no segundo bondinho rumo ao Pão de Açúcar. A estrutura para embarque é excelente pois você pode acompanhar por um monitor a quantidade de vagas disponíveis nos bondinhos e também o horário do próximo. Achei bem legal!

Ao chegarmos no Pão de Açúcar, já estava escurecendo e pudemos observar o início do pôr-do-sol lá de cima. O bacana de lá é que bastante gente pode apreciar a vista ao mesmo tempo, visto que o espaço panorâmico é bem amplo (ao contrário do que acontece no Cristo).

Além disso, existem bancos espalhados por lugares estratégicos para quem quer ver a vida passar observando o belo cenário do Rio de Janeiro. Com muitas lembranças registradas, fomos embora.

Pegamos o ônibus rumo à Copacabana e jantamos no KFC de lá. Como estávamos podres, pegamos um táxi até o hotel – R$20,00.

Não eram nem 21 horas quando nós dois já estávamos sonhando depois deste maravilhoso dia em solo carioca.

Domingo

Quando comprei as passagens, não me atentei para o horário de voo de volta – previsão de chegada em Curitiba às 23:58h. Putz! Acordamos no domingo pensando como seria a nossa segunda-feira se chegássemos em casa por volta de 1 hora da manhã… não seria nada fácil!

Resolvemos pensar durante o café da manhã o que faríamos.Em consenso, decidimos tentar voltar mais cedo, mesmo que isso nos custasse além da perda do domingo no Rio alguns reais a mais.

Fomos até o aeroporto Santos Dumont para ver quanto sairia para trocarmos nosso bilhete da TAM de horário e aeroporto. Quando vimos o preço, ficamos de cara R$860,00 para a alteração. Ou seja, a TAM prefere não vender bilhetes do que  cobrar pouco pela alteração.

Nossa segunda alternativa foi arcar com o prejuízo de não utilizar as passagens TAM e comprar em outra companhia aérea. Achamos passagens na Webjet (que cada vez mais sobe em meu conceito) por R$99,00 em cima da hora. Pronto! Problema da volta resolvido.

Já que teríamos mais poucas horas no Rio de Janeiro, voltamos correndo para o hotel, fizemos o checkout e seguimos de metrô rumo à Cinelândia para conhecermos os Arcos da Lapa.

Desembarcamos do metrô no centro, aproveitamos para tirar algumas fotos dos monumentos próximos de onde desembarcamos, como o Teatro Municipal e a Biblioteca Nacional.

Dali fomos caminhando até os Arcos da Lapa. No caminho, uma coisa que achei interessante foram as placas com os nomes da ruas. No Rio de Janeiro eles explicam o porquê do nome, achei super interessante!

Em menos de 5 minutos de caminhada, chegamos ao local que estávamos procurando…

De lá, seguimos a pé para a orla, onde ficamos observando a paisagem e fomos caminhando por ali até o Santos Dumont.

Almoçamos lá e embarcamos no horário. Por volta de 16 horas estávamos em casa, onde descansamos um pouco e ficamos preparados para enfrentar a penúltima semana antes das férias.

Nas minhas visitas anteriores ao Rio, eu já achava a cidade linda. Com esta nova viagem pude confirmar mais ainda minha admiração. Tinha receio de que o Loedi não gostasse, mas pelo contrário, ele também curtiu muito o presente de aniversário dele (a viagem).

Tudo foi rápido e corrido, mas o suficiente para nos deixar com gostinho de quero mais. Conseguimos nesse final de semana fazer apenas os mais famosos pontos turísticos da cidade maravilhosa, ainda falta muita coisa.

Acredito que o Rio seja um lugar obrigatório de ser conhecido por todos os viciados em viagens por suas paisagens, por suas praias, por seus monumentos e também pelo “way of life” dos cariocas (como citam os guias gringos, rsrs).

E você? Já conheceu o Rio de Janeiro? Se ainda não, planeje sua viagem pois o Rio de Janeiro continua lindo…. 😉

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