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Piazito Park Hotel

Como o checkin no Piazito era só a partir das 15:00, deixamos pra sair de Curitiba depois do almoço e ir com calma. Foi super fácil chegar até lá pois quando o GPS deixa de funcionar, a sinalização ajuda. Logo na recepção fomos surpreendidos pelo excelente atendimento. Ao sermos encaminhados para nosso quarto, mais um mimo simples, porém uma boa forma de dar boas-vindas.

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Rapidamente deixamos nossas bagagens no quarto (que mesmo sendo categoria luxo era bem simples) e fomos conhecer o local. Logo na primeira caminhada, já gostamos do hotel ao vermos tudo bem cuidado e ajeitado. Além disso, de cara você nota o ambiente totalmente familiar. Fomos passando pelos jardins, trilhas, lagos e se surpreendendo positivamente com toda a estrutura. O tempo colaborou e nosso passeio em família começou muito bem 🙂

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Pra Camila tudo estava ótimo, e pra nós também! Andamos de pedalinho, fomos ver o mini-zoo e quando vimos já era hora de tomarmos o café da tarde.

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E por falar em café, o que são as refeições desse lugar? Deliciosas!!! Mas dentre todas o café da tarde era a minha favorita….Nas três primeiras horas por lá já tive certeza de que passei a apreciar esse tipo de viagem, apesar de se comer demais, hehehe.

Entre o café e o jantar, fomos com a Camila no Espaço Kids, onde ela se divertiu muito. Passamos várias horas nesse cantinho com ela.

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Nos outros dias, a rotina se repetia: comer, passear, brincar e descansar…

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E como a regra era curtir o ócio, aproveitamos para curtir as piscinas aquecidas, as hidromassagens e até paguei uma massagem relaxante que valeu cada centavo!

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Nossa experiência no Piazito foi muito boa e para fechar com chave de ouro, no domingo de Páscoa ao abrirmos nosso quarto nos deparamos com um ovo de chocolate pra Camilinha. Além disso, prepararam um kit cheio de quitutes para ela com uma máscara de coelhinho. É claro que ela não come chocolate e também não entende nada disso. É óbvio também que nosso preço que pagamos incluíram esses mimos, porém o carinho da proposta é que nos chamou a atenção.

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Nosso feriado foi muito bom e valeu cada centavo que pagamos. Estar num hotel fazenda pela primeira vez mudou todo o meu conceito sobre esse tipo de passeio e já sai de lá pesquisando outras opções para conhecermos em breve. Se você mora aqui na região de Curitiba, não deixe de conhecer o Piazito Park Hotel porque vale a pena 🙂

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Primeira vez num hotel fazenda

Confesso para vocês que ficar parada num lugar só, apenas comendo, nunca fez parte de meus planos viajísticos. Confesso também que essa seria a descrição de um hotel fazenda em meu imaginário. Somado a isso um custo elevado de diárias, passar um feriado num estabelecimento como esse nunca me chamou a atenção.

Eis que um dia assistindo televisão, vimos uma reportagem sobre locais próximos de Curitiba para passar finais de semana prolongados e resolvemos pesquisar onde era. Aliado a isso, sabíamos que um feriado de apenas 3 dias não seria o suficiente para irmos para um destino mais longe e assim resolvemos enviar um e-mail para pesquisar os preços para a Páscoa nesse local.

Fomos prontamente atendidos e logo que recebemos os valores das tarifas achamos bem salgados. Contudo, colocamos na balança o tédio de não viajar x ter uma nova experiência nos hospedando num hotel fazenda e acabamos ficando com a segunda opção. Decidimos rapidamente, fizemos parte do pagamento e assim confirmávamos nossa hospedagem de Páscoa no Piazito Park Hotel.

Com os planos efetivados, comecei a me animar com a viagem e no final das contas estou até ansiosa para poder desfrutar o “nada melhor do que não fazer nada”, já que ando num ritmo aceleradíssimo de trabalho. Outra coisa boa é não ter que pensar na tralha toda da Camila, uma vez que é pertinho de Curitiba e vamos de carro. Mais um ponto positivo é ser um local baby friendly, com espaço kids, piscina aquecida e várias opções de refeições, o que facilita bastante a vida de quem está com bebê.

Sem contar a cortesia e atenção do pessoal do hotel, que nessa última semana me enviou vários e-mails criando expectativa sobre nossa hospedagem. A mensagem mais bonitinha foi perguntando o nome da criança que estará conosco. Estou curiosissíma para saber o que estão preparando pra ela.

Tem piscina? Tem! Tem hidromassagem? Tem! Tem atividades de lazer? Tem! Tem um monte mais de coisas? Tem! Mas quer saber, o que quero mesmo nesses 3 dias é curtir meu maridinho e a coelhinha mais linda desse mundo.

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Descansar é a palavra chave e de repente posso até tomar gosto por esse tipo de programa. Em breve volto aqui para contar pra vocês como foi. Feliz Páscoa!

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Gramado e Canela num final de semana: domingo

Felizmente o domingo amanheceu com sol. O frio ainda permanecia, mas sem chuva já estava bem melhor. Dia perfeito para visitarmos o parque do Caracol, em Canela, que foi nosso primeiro destino após tomarmos o café da manhã e realizarmos o check-out na pousada. Mas antes, passamos pela catedral da cidade para tirarmos algumas fotos.

O parque do Caracol tem como principais atrações a trilha ecológica, que proporciona uma vista para o Vale da Ferradura, o teleférico e a cascata do Caracol. Não conseguimos pegar ingresso para o teleférico que estava lotado. Portanto, fomos fazer a trilha ecológica antes de irmos até à Cascata. Realmente a vista é muito bonita, e o dia lindo complementou a beleza das fotos.

A cascata do Caracol, atração principal do parque, foi o próximo ponto que visitamos. Uma beleza única!

Saímos do parque e fomos para o portal da cidade, onde fazíamos questão de tirarmos uma foto.

No resto da tarde, ficamos passeando pelas ruas e observando todo o charme da cidade, que cuida muito bem das construções para que elas sejam harmônicas.

Faltaram algumas atrações básicas como a Aldeia do Papai Noel e o Mini-Mundo, que não quisemos visitar para não encarecer ainda mais nosso passeio.

Por volta de 3 da tarde, seguimos rumo à Porto Alegre muito contentes de ver o turismo ser tão aproveitado na região. Nossa conversa na volta foi toda sobre a excelente infraestrutura de Gramado e Canela e de quão bem eles souberam aproveitar o potencial. Tudo é caro por lá? Sim, com certeza! Mas vale muito a pena pagar pois a experiência é magnífica!

Ideias simples como a tradição dos chocolates, bons vinhos e bons restaurantes fazem milhões de turistas quererem se aventurar por lá. Pessoas bem treinadas e dispostas, complementam a hospitalidade da cidade. Boa sinalização e atrações diversificadas são o toque final para o sucesso do destino.

Após esta viagem, Gramado e Canela são para mim referência no que se diz respeito à organização turística no Brasil. Uma boa escola que poderia ensinar ao povo do Nordeste como ganhar dinheiro com a atividade! Pena que na época o blog ainda não existia, pois gostaria de ter tirado fotos de todos os detalhes voltados ao turista na cidade.

Se ainda não conhece, fica a dica para um próximo feriado, férias ou dias de folga! Vale muito a pena conhecer esta parte do sul do Brasil. Faça a poupança desde já e aproveite muito!

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Gramado e Canela num final de semana: sábado

Decidimos aproveitar um final de semana em julho de 2009 para conhecermos um pedacinho da Serra Gaúcha, mais especificamente as cidades de Gramado e Canela no Rio Grande do Sul. Convidamos nossos amigos Anne e Rodrigo para irem conosco. Nós compramos as passagens aéreas até Porto Alegre e eles escolheram um outro voo com milhas. Infelizmente o nosso voo decolou e o deles foi cancelado por causa da chuva. Que azar!

Até recebermos a notícia, ficamos aguardando no carro que havíamos alugado. Por volta de 1 da manhã eles nos informaram e lá fomos nós, sozinhos, pegar a estrada rumo à Gramado. Felizmente a estrada é muito bem sinalizada, com vários radares que te dão total segurança. Eu odeio viajar de carro, ainda mais à noite. Porém, pela qualidade da estrada nem fiquei com receio.

Chegamos à Gramado com muiiita neblina por volta de 3 da manhã e ainda tínhamos um trechinho até Canela, onde havíamos reservado a pousada Veredas, melhor opção de preço que encontramos. As diferenças de preço de hospedagem entre Gramado e Canela são grandes, ainda mais no inverno que é o auge do turismo por lá. Como estaríamos de carro, foi mais econômico nos hospedarmos por lá.

Estava bem frio e como estávamos cansados, mal deixamos as coisas no quarto e já dormimos para podermos aproveitar ao máximo nosso final de semana. No sábado, após tomarmos café da manhã e nos agasalharmos muito bem pois além de frio estava chovendo, fomos para o Mundo a Vapor, um lugar que achei muito legal!

 O Mundo a Vapor reproduz vários tipos de maquetes com coisas movidas a vapor. A que mais achei interessante foi a fábrica de papel. Tudo com muito profissionalismo! Dá gosto de visitar um lugar assim aqui no Brasil.

Ali na mesma estrada, fomos visitar a fábrica da Caracol e ver como são produzidos os deliciosos chocolates de Gramado.

Após estas paradas, finalmente chegamos ao centrinho de Gramado e estávamos a cada minuto mais impressionados com a excelente estrutura da cidade. Se até então achava exagero dizer que essa região de assemelhava à Europa, a partir dos primeiros instantes pude constatar que realmente parece que você está em outro continente, tanto pela arquitetura quanto pela simpatia das pessoas. Um lugar mágico! Mesmo com frio abaixo de 10 graus, estávamos adorando.

O centrinho estava cheio de turistas que assim como nós estavam aproveitando o final de semana gelado. As opções gastronômicas estão em todas as esquinas e vão desde o tradicional churrasco até ao sofisticado fondue. Uma tentação atrás da outra! Nós resolvemos só beliscar algo, pois tudo é bemmm caro por lá. Tiramos foto em frente ao Teatro do Sol, que é o palco do famoso Festival de Cinema de Gramado, e continuamos nosso passeio.

Para a tarde, programamos nossa ida ao parque Lago Negro, que estava mais lindo ainda coberto com muita névoa em plena tarde. Para espantar o frio, que parecia piorar a cada instante, tomamos deliciosos vinhos quentes por lá. Hummmm!

De lá, voltamos para o centro e encontramos uma feira de eventos super legal, com barraquinhas de comidas, artesanato, música e muitos aquecedores.

Saímos de lá e fomos visitar uma vinícola Jolimont e de lá, seguimos ao Alpen Park, onde queríamos andar de trenó, que é caro, mas achei bem legal! Pena que não conseguimos tirar foto.

Lá mesmo no Alpen Park, fomos comer pinhão e tomar mais vinho quente na barraquinha de quitutes. Já estava anoitecendo e o frio cada vez mais intenso.

E já que a hora do jantar se aproximava, nada melhor do que provarmos o delicioso rodízio de fondue da Serra Gaúcha. Vou ficar devendo aqui o nome do restaurante que escolhemos, que era o mais barato e ficava na estrada Gramado – Canela. Enquanto no centro era algo em torno de 40 reais por pessoa, nesse lugar era 20 reais. Uma delícia! Fomos os primeiros a chegar e fomos super bem atendidos. Várias opções salgadas e doces que deu pra gente se acabar de comer naquele friozinho.

O sábado foi cheio de atividades e maravilhoso! Nunca pensei que Gramado e Canela fosse tão lindo assim. Nessas alturas, a combinação barriga cheia e frio de rachar foi perfeita para voltarmos para a pousada e dormirmos bem quentinhos e acordar cedo no outro dia para aproveitarmos o domingão também.  Mas o domingo fica pro próximo post 😉

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Foz do Iguaçu

Voar de Webjet é algo diferente. Não só porque não há divisória da porta para a primeira poltrona, nem pelo serviço de bordo pago, mas sim pelas pessoas estranhas que aparecem, rs. É claro que me incluo nelas…. Não reclamo de nada disso, pois admiro os preços das passagens que realmente são baratas, e sendo assim, acho todo o resto bobagem. Vamos mais é aproveitar!

Chegamos em Foz 18 e 10, no horário previsto e fazia bastante calor. Desembarcamos e demos sorte do ônibus para o Centro já estar partindo, portanto, não tivemos que esperar.

Pedimos ao motorista para nos avisar do ponto que teríamos que descer para chegarmos ao nosso hotel, pagamos os R$2,40 da passagem e seguimos viagem.

Depois de cerca de 20 minutos, descemos no ponto e facilmente achamos o hotel Rouver. Fizemos o check-in e entramos no nosso quarto. O hotel, como já havíamos lido, é super simples. Definiria como um hotel de R$77,00 a diária, nada mais. Porém, a localização é excelente, tudo é muito limpo e o pessoal super receptivo. Me hospedaria mais uma vez lá com certeza.

Ajeitamos nossas coisas e saímos para procurar um lugar para jantar e logo na esquina do hotel havia um Pizza Hut. Opa! Nada melhor que uma pizza para a sexta-feira. Jantamos e seguimos para um supermercado que havia bem em frente ao hotel para comprarmos refrigerantes, água e algumas barrinhas de cereais para levarmos de lanche no dia seguinte, que seria intenso de caminhadas. Compras feitas, voltamos ao hotel para descansar…

Sábado – dia das cataratas

Já havíamos planejado nosso itinerário em Foz, conforme escrevi no post de planejamento  e quase tudo ocorreu da forma que prevíamos.

O primeiro passeio seriam as Cataratas do lado argentino.

Acordamos cedo, tomamos o gostoso café-da-manhã do hotel e fomos pegar o ônibus quase em frente ao hotel rumo à Puerto Iguazu, na Argentina – preço R$3,50 e podia ser pago em reais ou pesos.

Aliás, faço um adendo aqui sobre como é barato e fácil  utilizar transporte público em Foz ao invés de fazer traslados com empresas. Fiz uma planilha para vocês compararem..

Custos Foz – transporte

Como demonstrado , você gastará 10 vezes mais se optar por traslado…. e pior, não consigo pensar num único benefício além de você não correr o risco de se perder. Mas, voltando…

Ao chegar na Argentina, é necessário passar pela imigração, e como havíamos levado nossos passaportes, ganhamos um carimbo argentino.

O motorista do ônibus era super gente fina e nos avisou onde devíamos descer para pegarmos o ônibus que levaria ao Parque Iguazu. Pagamos mais R$4,00 e dali 15 minutos estávamos lá.

A entrada para o parque argentino custa 70 pesos e não são aceitas moedas estrangeiras. A infraestrutura não é das melhores – não se aceitam cartões e só há um guichê para atendimento.

Seguimos ao centro de informações para traçarmos nossa estratégia para conhecermos o parque. Chegando lá, a moça super simpática – como todos os argentinos que conversamos- nos disse que o mapa estava disponível em inglês ou espanhol… Como o Brasil está ali do ladinho perguntei: e em português? Ela disse: em breve, rsrs.

O parque argentino das Cataratas é dividido em 3 rotas: caminho inferior, caminho superior e Garganta do Diabo. Para se chegar à Estação Central, onde se iniciam os passeios, é preciso pegar um trem que te leva até lá e a parada final que é a garganta do diabo. O trenzinho está incluso no ingresso.

Nossa primeira opção foi o caminho inferior – trilha de 2500 m.

Naquele calorão, poder caminhar na sombra é muito bom. As trilhas são todas bem cuidadas e a sinalização é boa.  No caminho inferior, é possível passar bem pertinho de alguns saltos e ter a visão de grandes saltos em meio à vegetação.

Nas trilhas, avistamos belas borboletas, pássaros e quatis.

Outra coisa comum do lado argentino, são senhoras que ficam observando a paisagem e pintando quadros para vender.

Fizemos todo o percurso do caminho inferior, abastecemos nossa garrafinha nos bebedouros disponíveis e seguimos para o caminho superior.

Trilha do caminho superior: 650 metros.

Se no inferior você avista saltos, quando vai ao superior chega a hora de passar bem em cima deles.

Depois dali, voltamos para a Estação Central, e pegamos o trenzinho rumo à Garganta do Diabo. Chegando no início, avistamos a placa : 2080 metros.

O caminho é cheio de borboletas com cores diversas, lindas! A paisagem também é bem interessante.

A Garganta do Diabo impressiona pela quantidade e força da água, pela proximidade que você fica do salto, pelo barulho, pela garoa que se forma….

Não sei como descrever como é estar ali.

Do lado argentino, é a parada preferida dos visitantes…

Depois de tirarmos fotos de lá, fizemos o caminho de volta debaixo do sol do meio-dia e paramos na estação do trem para fazermos um lanche.

Em seguida, pegamos o trem de volta e o ônibus para Puerto Iguazu e depois para Foz.

Em Foz, descemos na Rodovia das Cataratas e fomos ao Parque Nacional para vermos o lado brasileiro das cataratas.

Eu tinha visitado Foz do Iguaçu há uns 15 anos… portanto, tudo estava sendo novidade para mim devido a todas as mudanças que aconteceram por lá no decorrer do tempo.

Chegar ao parque brasileiro foi uma maravilhosa surpresa. Tudo muito bonito, novo, organizado, sinalizado. Para a compra de ingressos, 5 guichês que aceitam reais, pesos, dólares e cartões. Brasileiros pagam R$22,70 pelo ingresso.

A entrada do parque foi totalmente pensada para o turismo, e é óbvio que logo ali há uma linda loja de souvenirs.

O passeio pelo parque começa a bordo de um ônibus de 2 andares que te levará aos principais pontos de interesse. Assim que o ônibus parte, é acionado o sistema de som que emite sons da natureza e a informação das paradas em 3 idiomas:português, inglês e espanhol… Uau! Achei o máximo para o turismo brasileiro!

Descemos na parada onde se inicia a trilha pelas cataratas brasileiras, com a extensão de 1200 m. Logo no primeiro mirante, conseguimos ver o lado argentino onde estávamos há pouco.

Em seguida fomos rumo à passarela que permite a visão da Garganta do Diabo. Andar nessa passarela é garantia de se molhar muito. Vendedores vendem capas de chuva à R$5,00, mas nós fomos sem nada para sentir a água das cataratas.

Não dá para não ir…. é muito bacana a vista que se tem de lá. Além disso, você se sente no meio das cataratas….

Além disso, vi ali uma cena que nunca tinha visto na vida: um arco-íris inteiro….pena que não deu pra tirar foto, pois estava “chovendo” demais por ali.

Bem molhados, seguimos para o último mirante das cataratas brasileiras, onde é possível ficar bem pertinho das quedas.

Saímos dali, subimos o elevador panorâmico e paramos para comer quando fomos abordados pelos bichinhos mais simpáticos do parque: os quatis.

Com as pernas cansadas e a cabeça explodindo de dor, fomos para o ponto de ônibus para o fim de nosso passeio.

O dia foi puxado. Somando as caminhadas do lado brasileiro e do argentino, andamos aproxidamente 6,5km…. haja perna!

Antes de irmos, havia lido bastante sobre as comparações sobre as cataratas do lado brasileiro e argentino com opiniões divergentes. Um dia li uma reportagem numa revista de avião dizendo sobre a inutilidade de se comparar destinos, visto que cada lugar é um lugar…. Desde então, procuro não comparar e sim ver o que cada lugar tem de melhor e único.

Eu acho que vale a pena visitar os 2 lados, pois as vistas são diferentes e o clima da visita também. O lado argentino é mais rústico e o brasileiro mais cenográfico. Agora se você está aí do outro lado pensando que só vai dar para visitar um lado, e está com uma dúvida cruel, minha dica é que vá para o lado brasileiro 🙂

Outra comparação que “equivocadamente” costuma-se fazer é sobre Niagara Falls e as Cataratas… já estive nos dois lugares e tenho certeza de que quem tenta comparar está cometendo um terrível erro, pois seria comparar banana com abacaxi. Niagara é uma coisa, as Cataratas são outra. Cada uma das atrações é linda de seu jeito…

Domingo – Paraguai e Usina de Itaipu

Depois de uma merecida noite de sono, tomamos café e seguimos para o ponto pegar o ônibus Ciudad del Este para o Paraguai. Como disse no post de planejamento, não tínhamos intenção de comprar no Paraguai. Fomos lá apenas para comprarmos a câmera mais barata que tivesse, visto que depois dos Lençóis Maranhenses a nossa se aposentou…

Domingo não é um bom dia para compras no Paraguai. Apenas alguns shoppings abrem até meio-dia. Chegamos lá e fomos direto atrás de nosso objetivo e logo encontramos uma máquina por R$150,00. Pronto: negócio fechado. Depois disso, fomos dar um rolê pelo caos paraguaio.

Se domingo que é o dia mais calmo já é cheio de ambulantes te abordando vendendo desde 10 meias por 10 reais até camisinha musical, imagine o que deve ser aquilo num sábado?

Mesmo sem intenção de comprar, foi díficil conter os impulsos consumistas, visto que com a desvalorização do dólar, tudo é muito barato por lá….É óbvio que tem que saber bem onde comprar, mas depois dessa fase é só aproveitar.

Nós resistimos e não compramos nada além da câmera. Perto de meio-dia, pegamos o ônibus de volta até o terminal de Foz, de onde seguiríamos para a Usina de Itaipu.

Ao chegar em Itaipu, outra bela surpresa… um organizadíssimo Centro de Recepção de Visitantes. Escolhemos fazer a visita panorâmica por R$20,00 (aceitam cartões)

O passeio é feito em um ônibus de 2 andares com guias trilingues.

A grande atração de Itaipu são os vertedouros que servem para escoar o excesso de água do reservatório de Itaipu. A guia contou que somente em 10% do ano eles ficam abertos e nos questionou se seríamos sortudos para vê-los abertos…. Claro que somos!!!! E assim, pudemos vê-los abertos….

Ao contrário do que eu pensava, a energia não é gerada ali, e sim em nossa próxima parada.

A energia é gerada naqueles tubos brancos

Saímos do segundo mirante e fomos para o topo da barragem, onde pudemos passar bem ao lado dos “tubos” geradores de energia , ver o vertedouro por outro ângulo e passar do ladinho do lago de Itaipu.

Depois do passeio de 1 hora e meia pela Usina de Itaipu, nosso final de semana estava chegando ao fim… Pegamos o ônibus de volta ao hotel, e seguimos rumo ao aeroporto.

O que pensamos sobre Foz do Iguaçu?

A primeira coisa que impressiona é a quantidade de gringos na cidade, que é o segundo destino mais visitado no Brasil, só perdendo para o Rio de Janeiro. O bom é que a cidade está preparada, com ônibus com placas em inglês, transporte público decente para os principais destinos e o principal: a simpatia e hospitalidade do povo. Fomos atendidos muito bem em todos os lugares que estivemos.

Além disso, as belezas naturais são únicas e o parque brasileiro das Cataratas arrasa em organização. Foi muito bom sabermos que temos esperança para o turismo brasileiro.

No post anterior, disse que queria ver se as Cataratas (e consequentemente, Foz) estavam preparadas para ser uma das 7 maravilhas da natureza e agora já tenho a resposta: COM CERTEZA! 🙂

E você, já conhece Foz do Iguaçu?? Se ainda não, agilize-se pois vale muito a pena e em um único final de semana já é possível aproveitar.

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Foz do Iguaçu – planejamento

Se tem uma coisa que não resisto é ver passagem barata e não aproveitar! Me sinto perdendo oportunidades. E não foi diferente quando vi a promoção da Webjet para Foz do Iguaçu. Passagens a partir de R$9,00? Opa! Não podemos perder. É claro que não achei por este valor na sexta-feira com volta para o domingo ( é, temos que trabalhar durante a semana 😦 ), mas encontramos a ida por R$49,00 e já foi o suficiente para decidirmos: vamos!

Passagens compradas, fomos pesquisar preços de hotéis no Booking.com e encontramos o Lider Palace por R$180, 00 2 diárias para casal. As recomendações do site são razoáveis, mas achamos o preço muito bom. Já estávamos com a reserva feita quando achamos uma opção mais barata: Hotel Rouver – diária para 2 pessoas por R$144,00. Óbvio que aproveitamos a política de cancelamento grátis do Booking.com para alterarmos para o hotel mais barato. Vamos ver qual é…

O que nos chamou a atenção no Hotel Rouver é que os ônibus passam em frente ao hotel para todas as atrações. Como essa será uma viagem de baixo custo, esse é um fator muito importante.

O que queremos fazer por lá?

Eu já fui 2 vezes para Foz, mas muito tempo atrás… Para o Loedi, será a primeira vez.

Em um final de semana, teremos que acordar bem cedo e camelar o dia todo para poder aproveitar o quanto queremos.

Depois de ler bastante sobre o lado brasileiro e argentino, decidimos ir para o lado “estrangeiro” das cataratas, o que vai levar mais da metade do sábado.

Já que estaremos por lá, vamos aproveitar e conhecer um pouquinho de Puerto Iguazu – a cidade argentina na fronteira.

Pesquisamos os preços de transportes coletivos e vamos usá-los… nada de gastar muito dinheiro nessa viagem, pois além desta temos mais duas agendadas para antes das férias…

No domingo, estamos planejando ir ao Paraguai pela manhã só com o objetivo de ver o vuco-vuco mesmo, pois vamos para os EUA nas férias e as compras faremos por lá.

Para a tarde do domingo vamos sem planos, pode ser Itaipu, cataratas brasileiras, Parque das Aves….

Quais as expectativas em relação à Foz? Admirar a beleza natural do local e analisar o quanto a cidade está preparada para ser uma das 7 maravilhas da natureza…

Foz do Iguaçu: daqui a 19 dias….

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