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Praias de Aruba com crianças: Eagle e Palm Beach

Continuando nossos dias de sol e mar azul, a próxima praia que visitamos foi a Eagle Beach. Diferente de Arashi e Baby, essa praia tem maior estrutura, com vários comerciantes alugando guarda-sóis e cadeiras no surreal preço de 40 dólares. Como as sombras disponíveis eram bem longe da água, tivemos que encarar a facada para podermos aproveitar melhor o nosso dia.

Eagle Beach:

A praia é mais “povoada” que as que visitamos nos dias anteriores, porém o mar é bem mais agitado e assim não achei muito boa para crianças nesse sentido. Poder contar com sombra e cadeiras nos permitiu ter um dia mais relax, com a Camila se divertindo na areia e na piscininha. O benefício que tivemos fez valer os doloridos dólares que pagamos.

Entre as brincadeiras com o baldinho, piscininha e muita folia na areia, caminhávamos até a vegetação que cerca a praia para vermos os populares lagartos de Aruba. Camila ria um monte ao vê-los e ao escutar o barulhinho característico que fazem.

Nesse dia o clima estava bem maluco. Em menos de 5 minutos chovia e parava de chover, portanto saiba que uma nuvem escura em Aruba nem sempre significa fim de praia. Passamos um dia muito agradável em Eagle Beach, mas esse não é o tipo de praia que mais gostamos.

Palm Beach:

Na primeira vez que fomos para Aruba, achamos Palm Beach o local mais cheio de turistas da ilha e não curtimos muito a vibe de lá. Nessa viagem resolvemos pesquisar um pouco melhor e acabamos descobrindo que há um pedaço da praia que é menos frequentado e foi pra lá que decidimos ir. Essa parte fica próximo ao hotel Divi Aruba Phoenix, em frente à uma delegacia de polícia e quando chegamos tínhamos a praia só pra nós, com direito à uma cabaninha com sombra grátis. Essa Palm Beach nós amamos!

Mesmo no decorrer do dia esse pedaço que escolhemos para ficar não encheu, portanto recomendo muito para quem quer mar calmo e pouca gente. Curtimos muito praia e a tranquilidade de podermos ficar deitados na sombra deixando a Camila brincar sozinha na água.

No final do dia, fomos para o centrinho turístico de Palm Beach jantar e curtir o delicioso clima de lá. Aliás, íamos quase todos os dias aproveitar o final de tarde e comecinho da noite.

Finalizamos assim nosso roteiro de praias em Aruba e a conclusão é que a ilha caribenha é um destino perfeito para viajar com crianças. Nós adoramos revisitar o local agora com a companhia de nossa fofucha.

Descrevendo esses dias aqui no blog, parecia que nossa viagem à Aruba terminaria lindamente! Vendo nossas expressões de alegria nas fotos, mal poderia imaginar o que aconteceria nessa noite 😦  Contarei no próximo post nosso maior perrengue de viagem até então….

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Praias de Aruba com crianças: Arashi e Baby Beach

O bom de visitar um lugar pela segunda vez é que você já sabe o que esperar em todos os sentidos: trânsito, hospitalidade, preços, clima e muitos outros. Como já conhecíamos as principais praias e lembrávamos da estrutura (ou falta dela, rs), nível de calma do mar, quantidade de pessoas na areia e outros pontos importantes para planejarmos um dia, foi bem fácil pensar em nosso roteiro.

Começamos por Arashi, visitamos Baby Beach, Eagle Beach e Palm Beach, ou seja, fizemos o roteiro clássico de Aruba com bastante tranquilidade, deixando um dia inteiro para cada uma das praias. A ideia desses posts é contar o que mais gostamos em cada uma delas e as principais dicas que nos ajudou nessa viagem em que a Camila estava com 3 anos.

Para a logística dos dias, fomos preparados com:

  • cooler com frutas, bebidas e sanduiches – não somente para economizar, mas principalmente porque não há infraestrutura nas praias de Aruba. As poucas vendinhas que existem têm os preços nas alturas.
  • piscininha inflável para garantir momentos na sombra.
  • garrafas com água doce para lavar a Camila na hora de ir embora, item que é essencial em todas as nossas viagens de praia.

Arashi Beach

Arashi conta com amplo estacionamento, águas calmas e algumas “cabaninhas” com cobertura de sapê que proporcionam sombra grátis para aqueles que chegam cedo e conseguem achar alguma disponível. Nós até encontramos uma, mas com a movimentação do sol tínhamos que ficar deslocando nosso acampamento a cada período. Eis aqui uma grande diferença entre ir só adultos x viajar com criança para Aruba (ou qualquer outra praia). Quando estávamos só eu e o Loedi, mudar acampamento seria trocar apenas as toalhas de praia e nossa mochila para qualquer lugar.

Já com a Camila significa trocar isso mais juntar todos os apetrechos do baldinho e achar outro bom lugar perto da água, que é onde ela (e o resto das pessoas da praia) quer ficar. Com criança, a localização é fundamental para garantir o sossego dos pais e quase nunca há sombra grátis nesse melhor lugar. Ou seja, tivemos que alugar um guarda-sol para podermos curtir Arashi e pagar 20 dólares por isso ….. E assim passamos o dia, ficando um pouco na sombra, ou pouco na água, sempre curtindo o lindo visual da praia.

Baby Beach

O nome da praia já eleva a expectativa quando a viagem é com criança e sem dúvida nenhuma esse era o dia mais esperado de nossa semana. O que nos desanimou um pouco foi a distância (levamos mais de uma hora para chegar lá) e o tempo que amanheceu meio chuvoso. Mesmo assim resolvemos arriscar…

Chegamos em Baby Beach e encontramos fácil um lugar para estacionar. Estava uma garoa bem fininha e fiquei um pouco frustrada, mas pensamos que poderia ser uma nuvem passageira e buscamos um lugar para montar nosso acampamento.

Felizmente era só um tempo feio passageiro e logo o sol abriu destacando os muitos tons de azul da linda Baby Beach! Uma praia perfeita para os pequenos, com água rasa, quente, transparente e cheia de peixinhos. Vivemos ali um dos momentos mais mágicos de nossa vida de viajante: ver a Camila mergulhar sozinha para avistar peixinhos e juntos podermos ver pela primeira vez uma tartaruga marinha ali na praia. Pensamos que está valendo cada centavo que estamos investindo nas aulas de natação 🙂 Me emociono ao lembrar da carinha dela ao sair da água e gritar toda eufórica que conseguiu ver os peixes.

Em Baby Beach, como havia menos gente na praia, pudemos pegar uma sombra um pouco longe da água mas que nos permitia um bom campo de visão para deixar a Camila ir até o mar e voltar. Ficávamos nos revezando quando ela queria ir brincar na água e assim passamos um delicioso dia por lá.

Após algumas horas de diversão, demos um “banho” de água doce nela, tiramos algumas fotos no barzinho temático que há por ali e pegamos o caminho de volta para nosso apartamento.

Após esses primeiros dias na ilha com a Camila, tivemos certeza de que Aruba é um excelente destino para os pequenos também. Estava tudo sendo maravilhoso em nossa viagem e contarei nos próximos posts como a nossa aventura continuou…

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Chegando em Aruba pela segunda vez (agora com a Camila)

E a nossa tão sonhada viagem para a ilha caribenha de Saint Marteen foi postergada devido à destruição do furacão Maria, que devastou grande parte do país. Como estávamos com tudo pago já, tivemos que pensar em como poderíamos manter a viagem do final de ano e aproveitar os trechos aéreos da American Airlines sem termos que pagar a mais por isso. A única opção que encontramos foi Aruba e assim pensamos que poderia ser uma boa ideia revisitar o destino que havíamos conhecido em 2012. É claro que tivemos prejuízo financeiro, porém conseguimos evitar o psicológico que seria não viajarmos em dezembro, como fazemos há alguns anos. E assim, em 23 de dezembro estávamos nós no aeroporto com toda nossa tralha para embarcarmos rumo à mais uma aventura em família. Como lembrávamos dos altos preços da ilha, além das comidas que geralmente levamos em viagens (feijão, macarrão, milho, ervilha, molho, e mais algumas coisinhas) dessa vez conseguimos carregar até um cooler para podermos “farofar” nas praias.

As melhores opções de voo do Brasil para Aruba são via Panamá ou Bogotá, porém como nossas passagens eram da AA, tivemos que ir via Miami, com uma longa conexão por lá (aff!). Nós dois estávamos cansadíssimos do voo e nos revezamos para aguentar a energia da baixinha durante as longas horas de espera no aeroporto.

Finalmente chegou nosso embarque e após 2 horas e meia de voo e mais quase uma hora para passarmos pela imigração, chegamos ao escritório da locadora de carros onde tínhamos muita pressa para conseguirmos sair a tempo de ir ao supermercado, pois lembrávamos que no dia 25 de dezembro nada abria na ilha.

Felizmente deu tudo certo e pudemos chegar ao mercado para fazermos nossa primeira compra e já garantir as próximas refeições. Para ter mais emoção nessa viagem, também tivemos um Airbnb cancelado pela anfitriã faltando poucas semanas para nosso embarque, mas tivemos sorte de achar uma outra hospedagem com cozinha mesmo que em cima da hora. Com o carrinho do mercado abastecido com itens básicos, pudemos seguir então para nosso apartamento.

Que alívio podermos pensar que finalmente estávamos de férias após a longa viagem! Camila já começou a curtir as instalações dos Apartamentos Del Rey assim que guardamos nossas malas no quarto.

O que mais queríamos nesse dia? Deitar e dormir, rsrsrs. E foi isso que fizemos após ajeitarmos nossas coisas. Ufa!

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Aruba: parte 2

Em nosso segundo dia em Aruba, acordamos mais tarde e resolvemos tomar café da manhã no hotel. Custava 11 dólares, mas valeu a pena. Nada de padrões brasileiros (é óbvio), mas o suficiente para matar a fome. Como tínhamos que fazer checkout, negociamos com o dono da pousada um quarto para tomarmos banho mais tarde, visto que à noite embarcaríamos para Curaçao. Muito gentilmente ele nos ofereceu banheiro e toalhas.

Não podia sair de Aruba sem tirar foto com os famosos divi-divis de Eagle Beach. Portanto, nossa primeira parada do dia foi por lá. Aeee! As árvores ainda estavam liberadas e felizmente conseguimos nossos cliques com elas.

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Continuamos o nosso passeio pelo farol Califórnia, que apesar de não ter nada demais, tem uma bonita vista da ilha.

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De lá, voltamos para a praia de Arashi, que foi nossa favorita do dia anterior e lá ficamos boa parte da manhã. Nesse dia, aproveitamos para fazer snorkel por ali. Menos peixes que Boca Catalina e Baby Beach, mas foi legal. Estendemos nossa toalha numa sombra e ficamos curtindo o gostinho de não fazer nada com a linda paisagem a nosso redor.

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Só saímos da praia para almoçar e dessa vez, encontramos o Taco Bell, minha segunda rede de fast food favorita, aberto. Estava muito calor e podermos ficar por alguns instantes no ar condicionado foi excelente.

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A praia escolhida para passarmos a tarde foi Eagle Beach, mas procuramos ficar na ponta mais calma da praia, longe dos jet skis principalmente.

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Montamos nosso acampamento por ali e ficamos contemplando a linda praia por algumas horas. O mar extremamente azul, a areia muito branca e as barraquinhas amarelas fazem de Eagle um dos points de Aruba. E como a praia é bem extensa, você pode escolher se fica no fervo ou na calmaria. Eagle Beach, portanto, é a praia mais democrática da ilha em minha opinião.

Estando em Aruba, acostume-se a ver vários lagartos por todos os lados. Eles não fazem mal algum, só assustam de vez em quando, hehe. Lá na Eagle consegui fotografar um mas os bichinhos são bem ligeiros e com isso fazem um barulhinho característico.

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Com aquele calorão, voltamos para Oranjestad para comprarmos um imã de geladeira para nossa coleção. Andamos por várias lojinhas até encontrarmos um de nosso gosto.

Aproveitamos o passeio por ali para fotografarmos o centrinho da cidade. Por estar localizado bem próximo de onde desembarcam os navios de cruzeiro, aquela parte parece ter sido construída especialmente para estes turistas. Mas, para mim não tem mal algum, pois os prédios são bem conservados e é uma delícia bater perna por ali. Encontramos muitos turistas de cruzeiros, mas nada que gerasse caos.

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Após registrarmos os principais pontos, fomos para o hotel tomar banho e nos preparar para irmos para o aeroporto. Antes disso, passamos no centro comercial Renaissance para tomar um sorvetinho na Häagen-Dazs. Com malas prontas seguimos para o aeroporto onde ainda tínhamos que devolver o carro.

Algumas pessoas devem estar curiosas para saber das lojas e preços de Aruba, mas quem já me conhece sabe que não sou consumista e nem olhei preço de nada por lá. Lojas de grifes existem aos montes tanto no centrinho quanto nos shoppings, mas esse não foi meu foco da viagem.

Devolvemos o carro e fomos procurar o checkin da Inselair. Para vocês terem ideia da quantidade de americanos que frequentam a ilha, o aeroporto tem dois blocos: uma parada destinos internacionais exceto EUA e outro somente para voos que tenham como destino cidades americanas.

O checkin ainda não estava aberto e enquanto isso ficamos aguardando do lado de fora. Antes do embarque não há muito opção de locais para sentar. Quando abriu o guichê da Insel Air, tivemos uma desagradável surpresa (porque não pesquisamos antes de ir, é claro).

Nos tickets para Curaçao não estão incluídas a taxa de embarque e você precisa pagar quando faz o check in os 35 dólares por pessoa! Uia! Achamos que tínhamos pago barato o trecho Aruba-Curaçao mas no final das contas saiu caro. Fazer o que? Não tínhamos outra opção naquele momento.

Aruba já estava ficando para trás, mas foram 3 dias incríveis. Fiquei refletindo sobre quão bem fez para o turismo da ilha a forte presença dos americanos. Tudo muito preparado para o turismo, do jeito que eu gostaria que fosse o nosso nordeste. As praias são maravilhosas e minhas favoritas foram Arashi e Baby Beach. Item obrigatório para quem vai pra lá, além de muito protetor solar, são as máscaras de snorkel. A beleza da ilha se completa com a riqueza de sua fauna marinha. A marca “I love Aruba” realmente expressa o que a maioria dos turistas sente estando naquele paraíso. E dizer que é uma ilha feliz é o mais perfeito de seus clichês.

Logo que entramos na área de embarque ficamos surpresos com a infraestrutura do aeroporto. Dá de 10 a zero em muitos brasileiros. Várias (e caras) opções de lanchonetes e lojas, além de ter wifi grátis.

Ficamos aguardando nosso voo e no horário embarcamos. O avião da Inselair com certeza é um dos mais velhos em que já entrei na vida. Pena que não lembrei de tirar fotos. Porém, o voo foi o mais curto que já peguei também e quando ia começar a sentir medo da lata velha, logo estava no solo. Ufa! Chegamos em Curaçao sãos e salvos.

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Aruba: parte 1

Para começar o dia em Aruba, nossa primeira parada foi  a praia de Boca Catalina, que segundo relatos de várias pessoas é o melhor ponto para snorkel da ilha.  O céu estava nublado, mas fazia calor logo cedo.

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Desde o dia anterior, já tínhamos percebido que é super fácil se achar em Aruba, pois as principais atrações ficam praticamente numa linha reta.

Chegamos lá, colocamos nossas super máscaras e entramos na água. Realmente o lugar faz jus à sua fama. Por ser bem pertinho da areia, tem muita variedade de peixes e corais. Achei muito legal. Ficamos por lá cerca de uma hora, o tempo suficiente para eu começar a ficar com enjoos ao fazer snorkel.

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Tenha em mente que Boca Catalina é um lugar para snorkel. Se for até lá esperando uma praia com areia, nos moldes que estamos acostumados, irá se decepcionar. Por lá o chão é cheio de pedras.

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Saímos do mar, nos vestimos e seguimos para a praia de Arashi, que é bem perto dali. Existe ponto de ônibus por lá e para quem for de carro, há estacionamento.

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Mesmo não sendo nossa primeira vez no Caribe, assumo que minha vontade de ver o mar com aquele azul incomparável era grande.

Um fator que influencia diretamente na cor do mar é o sol. Como ainda haviam nuvens no céu, os tons de azul caribenhos foram se revelando lentamente até finalmente dizermos uau!

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Arashi sim é uma praia com areia, e que areia. Branquinha, limpa, linda! Ficamos deitados por um tempão ali, curtindo a paz e o silêncio do local. Se tem algo que gosto das praias no exterior é isso. Praia é um lugar de descanso e não de ambulantes, som alto e gritaria como vemos aqui no Brasil. Mesmo sendo alta temporada, não havia superlotaçã. A calmaria era tanta, que até tiramos um bom cochilo sendo refrescados pelo vento do Caribe. Só acordamos quando começou a ventar mais forte e aí resolvemos ir para outra praia.

No caminho, achamos os letreiros em neon da marca original da ilha: I love Aruba. É claro que paramos pra fotografar.

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Estávamos no Caribe, mas vira e mexe me confundia e achava que estava nos EUA. Todas as placas estão em inglês e a língua que você mais ouve também é essa. As principais ruas da cidades são muito bem sinalizadas e cheias de rede de fast food americanas como Taco Bell, KFC, Friday’s dentre outras. Para valorizar o clima caribenho, nada como ouvir nas rádios locais os ritmos latinos deliciosos que eu adoro.

Resolvemos seguir para a Baby Beach, que fica no outro extremo da ilha. No caminho, passamos pelo centro e aproveitamos para tirarmos foto no outro letreiro.

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Chegar a Baby Beach foi fácil. Basta seguir o mapa e as placas que existem no caminho. O mar do Caribe nos surpreendia mais uma vez. Uma praia do jeito que gostamos: sem ondas, sem muvuca, com água quentinha e transparente.

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O sol estava muito forte e o calor delicioso. Precisávamos nos proteger do sol, mas não tivemos coragem de pagar 20 dólares pelas cabaninhas de aluguel que ali estavam montadas.

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Mal podia acreditar que estava naquele paraíso! Queria tirar fotos na água, na árvore seca que se destaca na paisagem e ir lá no meio do mar onde ainda era rasinho. Queria tudo ao mesmo tempo, de tão fascinada que estava com aquela praia.

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Também não podia deixar de fazer snorkel por lá. Peguei a máscara e fui para área cercada que é sinalizada e informa que tem 3 m de profundidade. Nesse recinto, vi peixes enormes e em alguns momentos até me assustei com o tamanho deles, rsrs. A correnteza  nessa parte funda é forte, mas mesmo assim a experiencia é bem legal.

Após aproveitarmos bastante a calmaria de Baby Beach, a fome apertou. Como era dia de Natal, nada por ali estava aberto e precisamos voltar par o outro lado da ilha em busca de comida. Aproveitamos para parar num mirante meio escondido e ter a vista lá de cima dos tons de azul da Baby Beach.

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Demos uma rápida passada na Rogers Beach, que também tem lindos tons de azul, porém tem uma fábrica nas redondezas que polui a paisagem.

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Se tinha um lugar onde poderíamos achar algum lugar aberto para almoçar, esse local seria Palm Beach, que é a região mais cheia de turistas de Aruba. E adivinha o que achamos aberto? Mc Donalds (de novo, fazer o que?)

E já que estavamos por lá, paramos o carro num estacionamento e fomos conhecer a badalada praia de Palm Beach, que é onde ficam os grandes resorts – área conhecida como High Rise Hotels, pela altura de seus prédios. Palm Beach para mim parece uma mistura de Miami com Las Vegas. Construções e jardins bem cuidados, shoppings, cassinos, elegantes restaurantes… Tudo feito no jeito americano, para os americanos, mas que mesmo assim agrada a todas as nacionalidades. Eu adorei o jeitão do lugar.

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Fomos então, conhecer a praia de Palm Beach e lá encontramos uma praia do jeito que não gostamos: lotada, com música alta, sem muito espaço disponível na areia. Apenas tiramos uma fotos e vazamos.

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Como estávamos por essas bandas, fomos para a vizinha Eagle Beach, onde passamos o restinho da tarde curtindo a preguiça. Nem andamos muito pela praia, pois voltaríamos ali no dia seguinte. Ficamos deitados perto dos divi- divi famosos nas fotos de cartões postais de Aruba, mas não conseguimos fotos exclusivas deles nesse dia.

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Além do mar, da areia branquinha e dos divi divi, outro item que completa a paisagem de Eagle Beach são os inúmeros jet skis que ficam estacionados por ali e que são alugados aos turistas.

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Antes de escurecer, voltamos para o hotel e aproveitamos para ficarmos na piscina até a noite cair.

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Tomamos banho e voltamos para Palm Beach para jantarmos. Por lá nem parecia ser Natal, as ruas estavam cheias e todos os restaurantes abertos. Antes de escolhermos o que íamos comer, fomos dar um rolê. Assim que entramos no Pasee Herencia, ouvimos o anúncio do show de águas na praça central. O que? Isso mesmo! Aruba, assim como Las Vegas, também tem seu show de águas, rsrsrs.  Ficamos lá até o horário do show e apesar de ser bem simples, vale a pena ser assistido. Brincamos que parece que Aruba é o quintal dos americanos e que eles querem ter lá tudo o que tem nos EUA, inclusive uma réplica do show de águas do Bellagio.

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Estava uma noite linda, com uma lua incrível e temperatura agradabilíssima. Caminhamos por ali sem pressa, apenas curtindo a noite caribenha.

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Escolhemos comer no Friday’s e esquecemos dos padrões americanos de comida e acabamos exagerando no pedido, hehe.

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Após o jantar, voltamos para o hotel. Nosso primeiro dia em Aruba foi sensacional! Conseguimos aproveitar bem o dia e ir à vários lugares diferentes. Assim tivemos a chance de escolher onde voltaríamos no dia seguinte. One happy island? Yes, it really is 🙂

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Chegando em Aruba

Como a Copa Airlines não tem saída de Curitiba, compramos uma passagem avulsa da Gol e como não seria conexão, preferimos contar com todas as possibilidades de atraso possíveis, visto que já passamos bons apuros por causa disso. Sendo assim, escolhemos um voo que chegaria em São Paulo às 21:00h para partirmos rumo ao Panamá às 02:50h. Ou seja, se tudo desse certo, teríamos que aguardar 6 horas no Aeroporto de Guarulhos.

Tirando o fato de que nossa mala demorou 40 minutos para ser entregue, deu tudo certo na primeira etapa da viagem. O check-in da Copa só é aberto 3 horas antes do horário do voo. No nosso caso, 23:50h. Ficamos lá sentados, entediados e sem ter nada pra fazer por esse longo período.

Quando finalmente abriu o ckeckin, uma fila enorme já havia se formado e demorou demais! Saímos de lá por volta de 01:30h e aí sim finalmente faltava pouco para embarcarmos.

Os aviões da Copa são iguais aos Boeings da Gol, porém com um pouquinho a mais de espaço. Eu estava cansadíssima e nem vi o avião decolar. Só acordei quando foram servir o café da manhã.

Desembarcamos no Panamá e ainda teríamos 3 horas de espera até embarcarmos para Aruba. Aproveitamos nosso tempo para dar umas voltas pelo Aeroporto Tocumen, que tem várias opções de lojas e free shop. Me lembro de ter visto lojas da Tommy, Lacoste, um revendedor Apple, revendedor Sony, MAC  e muitas outras marcas.

Não sou fã de free shops e nem de comprar porque é barato (exceto estando em solo americano, rsrsrrs), mas vimos eletrônicos por excelentes preços.

Estávamos com fome e fomos conhecer a praça de alimentação, que é bem variada contando com Domino’s e Cinnabom, dentre outras opções. A comida é cara, não se assuste.

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Nos alimentamos e fomos procurar um caixa eletrônico para sacarmos dólares e facilmente encontramos.  Felizmente, o aeroporto disponibiliza 2 horas de acesso grátis à internet e isso nos ajudou a sofrer menos com a espera.

Com um pequeno atraso, partimos rumo à Aruba (finalmente!) No voo, teve um bom serviço de bordo e perto das 14 horas desembarcamos.

O desembarque, para mim, é um momento em que construo minhas primeiras impressões do lugar e em Aruba isso foi instântaneo. Andar por carpetes azuis, coloridos, e ver várias placas de boas-vindas, ou de Aruba: one happy island, realmente me trouxe felicidade. Já nos primeiros passos, virei fã da recepção da ilha caribenha.

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Passamos pela demorada imigração (porque escolhemos o guichê mais lerdo de todos ) , pegamos a nossa mala e fomos para a locadora de carros. Processo simples e rápido e dentro de alguns minutos já estávamos motorizados e prontos para seguirmos para o nosso hotel.

Nos perdemos um pouco, pois tentamos fugir das ruas do centro, mas achamos o Wonders Boutique Hotel e nos surpreendemos muito com o local. Quarto grande, espaçoso e bem decorado. Além disso, o proprietário foi muito gentil e atencioso conosco. Oba, mais uma vez acertamos 😉

Tínhamos nos planos nos instalarmos e irmos para alguma praia, tentando já aproveitar as primeiras horas em Aruba. Porém, alguns imprevistos aconteceram…

Achamos uma praia e resolvemos entrar. Colocamos nossas toalhas no chão e assim que fomos tirar as primeiras fotos, percebemos que havia algo de errado com nossa câmera.  As fotos estavam saindo totalmente brancas. Para ver se não era algum fator externo, como excesso de claridade, tentamos tirar fotos com o celular e essas saíram boas… Ou seja, era problema na câmera mesmo.

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Tentamos mexer em todas as configurações possíveis e nada. Diante daquela situação, fiquei desesperada. Um dos itens principais de viagem, para mim, são as fotografias. Já comecei a imaginar passar uma semana no Caribe e ficar sem nenhum registro. Argh!!!! Pra ajudar, a fome começou a apertar e percebemos que ficar na praia não seria uma boa ideia.

Não nos tocamos que eram quase 16 horas do dia 24/12 e que a maioria dos restaurantes/lanchonetes estavam fechados ou quase fechando. Para nossa sorte, achamos um Mc Donalds aberto e foi lá que comemos. Entre uma mordida e outra, alguns cliques com a máquina para ver se ela havia consertado, mas que nada. Continuava horrível!

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Durante nossa refeição, tomamos a decisão de comprar outra máquina, e tinha que ser rápido pois no dia 25/12 não acharíamos absolutamente nada aberto.

Fomos no shopping em Palm Beach e nada. Achamos um outro shopping e lá só tinha câmeras de mais de 500 reais ( e nem era aquelas coisas…). O desespero começou a ficar pior, pois já se aproximava das 17 horas. Eu já não sabia mais o que fazer, de tão chateada e triste que estava. Diante disso, comecei a pensar em alternativas com nossa câmera. Sabia que ela tinha uma função de filmar e simultaneamente tirar fotos. Resolvi testar e vi que pelo menos a função filmar estava ok. Tentei tirar algumas fotografias nesse modo e para minha enorme felicidade e alegria, a bichinha voltou a funcionar!! Em todas as funções, normalmente… ufa!!!! Tirei várias fotos para garantir que ela realmente estava funcionando novamente.

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Nesse vai e vem atrás da câmera, lá se foi nossa tarde e o máximo que pudemos aproveitar foi o pôr-do-sol…

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Passamos no supermercado, compramos comida para nossa super ceia de Natal (pão com mortadela, hahaha) e algumas guloseimas para nos mantermos no dia seguinte, já prevendo que poucas coisas estariam funcionando.

Estávamos muito cansados da viagem e logo voltamos para o hotel. Tomamos banho, lanchamos e antes de 21 horas estávamos dormindo para que no dia seguinte estivéssemos com nossas baterias recarregadas.

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Aruba e Curaçao: planejamento

Um belo dia do mês de maio, resolvi pesquisar o preço de passagem para Aruba no período entre Natal e Ano Novo, onde temos alguns dias de recesso no trabalho. Para nossa sorte, achamos por 1800 reais pela Copa Airlines e num impulso frenético, decidimos comprar, afinal de contas ir para o Caribe por esse preço nos pareceu interessante.

Numa breve pesquisa, vimos que a dobradinha perfeita com Aruba é Curaçao e segundos depois tomamos a decisão. Vamos para Aruba e voltamos por Curaçao.

Pesquisamos voos entre as ilhas e achamos uma passagem interessante pela Inselair por 50 dólares. Com os voos resolvidos e comprados, estava consolidada nossa última viagem de 2012.

Voos:

Curitiba-SãoPaulo-Cidade do Panamá-Aruba : Gol e Copa Airlines

Curaçao-Cidade do Panamá-São Paulo-Curitiba : Copa Airlines e Gol

Aruba – Curaçao : Inselair

Hospedagem:

Já não sou muito fã de hotéis all-inclusive, que é o que a maioria das pessoas escolhe quando vai para o Caribe. Não gosto primeiro pelo preço, que para mim não vale a pena pois como e bebo pouco. Mas, mesmo que eu gostasse, os preços na alta temporada são altíssimos e esta hipótese já estava bem descartada.

Sendo assim, fomos para o Booking procurar opções menos caras de hospedagem, mesmo que a localização não fosse premium.

Em Curaçao, achamos o The Ritz Studios e em Aruba, o Wonders Boutique Hotel. Os dois hotéis não ficam próximos das praias, mas como estaremos com carro alugado, isso é o de menos.

Aluguel de carros:

Pelo que li e pesquisei, a melhor forma de aproveitar as ilhas é com carro, pois a distância entre as praias é bem considerável.

Em Aruba, alugamos pela Budget e em Curaçao pela Alamo.

Quantos dias em Aruba e quantos dias em Curaçao?

Essa foi uma dúvida cruel que surgiu no planejamento. Pesquisando na internet, há aqueles que dizem que Aruba é muito melhor, e outros que são extremamente apaixonados por Curaçao. Na dúvida, resolvemos dividir os dias igualitariamente entre as ilhas 🙂

Atividades programadas:

A única atividade que já agendamos, foi o nado com golfinhos na “Dolphin Academy” visto a alta procura nessa época do ano pela atração. Sempre quis nadar com golfinhos, mas nunca tinha tido coragem de pagar 159 dólares por isso. Mas dessa vez, não pensei duas vezes e tenho quase certeza de que não me arrependerei.

Os demais passeios que quero fazer por lá? Praia, praia e praia. O mar do Caribe pra mim é imcomparável e se em pensar que daqui a alguns dias estarei por lá, já fico ansiosa. Não  vejo a hora de ter fotos como estas.

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Aproveitamos que a região tem excelente visibilidade e compramos máscaras de snorkel para que possamos apreciar as belezas subaquáticas também.

Faz pouco tempo que tirei férias, mas psicologicamente sinto que realmente preciso de mais uns dias de descanso. O melhor de tudo é que eles estão chegando…..

*****Para quem acompanha os posts, peço desculpas por interromper a ordem dos posts das férias para incluir este. Não tive tempo de escrever os posts finais de Paris, Barcelona e Madri, mas logo eles saem do forno. 

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