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Segundo dia em Dubai

Nosso último dia em Dubai era uma sexta-feira e nós, desavisados, fomos para a estação do metrô para seguirmos para o Burj al Khalifa. A dica para a visita é comprar pela internet e agendar horário, pois sai menos da metade do preço. Mas, como a sexta é o dia sagrado deles, demos de cara com a estação fechada 😦 Duas simpáticas moças nos explicaram que somente após as rezas é que o sistema volta a funcionar. Como nosso horário era para a manhã, corremos para pegar um táxi (achamos seguro e barato).

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A entrada do shopping estava aberta, pois é por lá que se chega à bilheteria do Burj al Khalifa. Porém, todas as lojas estavam fechadas e os corredores praticamente vazios. Aproveitamos para ir observando os luxuosos espaços do Dubai Mall.

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Como tínhamos tempo, trocamos nossos ingressos e fomos tirar umas fotos lá fora. O lugar que estava lotado na noite anterior, encontrava-se quase deserto na manhã da sexta-feira/domingo. Ficamos lá observando os 828 metros de altura do arranha-céu e pensando no trabalhão que deu para construí-lo.

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No horário marcado, voltamos para a entrada do Burj al Khalifa e chegava a hora de vermos Dubai do alto.

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É claro que antes  de subir há todo aquele cenário contando dados e fatos e a história da construção. E por ali, não poderia faltar a foto do Sheik Mohammed bin Rashid Al Maktoum, atual primeiro ministro dos Emirados Árabes Unidos.

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Há também um painel interativo onde você consegue ver na imagem como ficaria o Burj al Khalifa em diversas paisagens mundo afora.

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Pegamos o elevador e rapidamente estávamos lá: no terraço do prédio mais alto do mundo, uhuuuuuuuu!

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Já disse várias outras vezes sobre o quanto não acho legal subir nos super-prédios mas que sempre subo, hehe. Porém, nesse de Dubai achei legal pois lá de cima é possível ver bem a ousadia da proposta da cidade. Olhando a paisagem é impossível você não tirar o chapéu para os idealizadores do local. Demais!!!!

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Aproveitamos que estávamos ali e fomos dar uns rolês no shopping, passando pela pista de patinação no gelo e pelo Aquário de Dubai.

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Almoçamos por lá e como chegava a hora do metrô abrir, seguimos para a longa caminhada até a estação e de lá seguirmos para o Mercado de Ouro de Dubai.

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Para nossa sorte, a maior parte das lojas da região dos mercados de ouro de Dubai estava fechada. Digo isso porque eu realmente não estava mais na vibe daquela encheção de saco de vendedores querendo te empurrar algo. Mesmo com pouco movimento, fomos muito abordados. O local é cheio de lojinhas que vendem ouro e também bugigangas e lembrancinhas de Dubai. Aproveitamos para comprar nossos souvenirs por ali.

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Passamos também pela parte das pimentas e temperos, mas o pessoal enchia tanto o saco que nem me animei em tirar fotos. Me lembro que antes de pegarmos o metrô de volta,  sentados num banquinho tomando uma coca-zero bem gelada, comecei a pensar na possibilidade de estar grávida 🙂 Comentei com o Loedi, mas logo pensamos que podia ser só coisa de nossa imaginação (mal sabíamos que nossa bonequinha já estava a bordo)

A estação do metrô que chega até a região dos souks (mercados) é linda e super moderna. Olhem como é o banheiro deste lugar público.

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No trajeto de volta, decidimos curtir nossas últimas horas em Dubai caminhando pela avenida principal no meio de mais arranha-céus lindíssimos.

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Não pudemos resistir a uma paradinha no Tim Hortons para comermos um delicioso cinnamon roll (ninguém é de ferro,rsrs)

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Para terminar nossas pernadas em Dubai, passamos no Mall of Emirates onde queríamos pelo menos ver a tão famosa pista de ski indoor, que vemos passar em todos os programas de TV que falam sobre a cidade. O shopping não é tão grande e luxuoso como o Dubai Mall, mas também vale a visita. Não me perguntem sobre preços, pois como eu já estava com viagem marcada para os EUA no final do ano, nem olhei nada.

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E assim acabava nossa estadia em Dubai. Um lugar que gostamos bastante e onde achamos 2 dias suficientes para conhecer os highlights. Apesar de ser uma cidade fantástica, não acho que as 14 horas de voo que separam o Brasil dos Emirados Árabes Unidos valham férias só por ali. Vejo mais como um lugar de parada na ida ou na volta de algum trecho mais longo, uma vez que a Emirates conecta o Brasil com todos os outros cantos do mundo.

Neste dia, só voltamos para o hotel, ajeitamos nossas malas e nos preparamos para voltar para o Brasil. Nossa maratona pela Ásia foi incrível e Dubai fechou com chave de ouro. Uma pergunta que me fiz várias vezes antes de comprar as passagens finalmente ganhou a resposta: valeu a pena pagar mais caro para ir para a Ásia via Dubai? Com certeza!!!! Pagaria cada centavo novamente para ter o privilégio de conhecer essa cidade 🙂 🙂

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Arquivado em Ásia, Dubai, Emirados Árabes Unidos

Primeiro dia em Dubai

Optamos por começar nosso passeio pela Marina de Dubai, uma vez que parecia ser a estação do metrô mais próxima de nosso hotel. Ao começar a andar pela cidade, você percebe de que ela não foi projetada para pedestres, mas sim para os carros. As vias são largas e expressas, mas não é em todo lugar que tem calçada.

O calor estava intenso (como era de se esperar, hehe), mas assim que entramos no metrô o ar condicionado era delicioso. As estações e os trens são super modernos, mas pelo tamanho da cidade não cobre muitos locais. Para nós turistas, nos levou onde precisávamos, portanto achamos ok. Há algumas coisas interessantes no metrô de Dubai, como a Gold Class que é uma espécie de primeira classe do vagão onde se paga um pouco mais caro para ter mais conforto e direito à vista panorâmica. Existem também os vagões exclusivos para crianças e mulheres, e alguns que só têm restrição para esse público em horário de pico. Outro fato que você precisa saber, é que o “domingo” deles é na sexta-feira e o metrô só abre depois das orações, ao meio-dia.

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Desembarcamos na estação da Marina e logo ficamos boquiabertos com os altíssimos arranha-céus da região. Nos impressionamos também com a quantidade de restaurantes internacionais na região. Tudo muito bonito e organizado, assim como imaginávamos Dubai.

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Andando por ali, ficamos pensando no tanto de gente que participou da construção desta megacidade no meio do deserto e como seriam as condições de trabalho com as altíssimas temperaturas e o sol forte que faz por lá. Como obras estão por todo o lado, esse foi um pensamento constante.

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Após andar um pouco pela região, ficamos bem perdidos para saber como faríamos para ir até o outro ponto turístico que queríamos: o Burj al Arab. Resolvemos pedir ajuda para um rapaz na rua e descobrimos que deveríamos pegar um ônibus para chegar até lá. Como tínhamos comprado o passe de um dia, caso errássemos não ficaríamos no prejuízo. Para nossa alegria, havia um mapa com a rota do ônibus e assim foi moleza 🙂

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Nos ônibus também existem espaços reservados apenas para mulheres e crianças, mas no horário que pegamos estava vazio e conseguimos ir sentadinhos observando a paisagem.

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Assim que avistamos um dos prédios mais famosos de Dubai, resolvemos descer do ônibus. Lá estava ele, o Burj al Arab, um dos hotéis mais chiques do mundo.

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O que nós não percebemos é que ainda estávamos muito longe dele e que caminhar naquele sol e calor acima dos 40 graus não era tarefa fácil.

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Para nossa sorte, bem onde paramos havia um ponto de ônibus com ar condicionado e lá entramos para refrescar um pouco.

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Embarcamos no próximo ônibus que passou e descemos mais próximos do hotel e também da praia. Como disse no post de planejamento, queria muito molhar os pés nas águas ferventes (segundo Carol Guelber) do mar do Golfo Pérsico. Chegamos, vimos o mar azulzinho, as placas cheias de restrições e não sei o que aconteceu comigo que esqueci de tirar fotos (arghhhhhh!) Meu palpite é que o calorão tenha me deixado meio boba a ponto de esquecer desse “pequeno” detalhe. Pelo menos um vídeozinho molhando os pés eu tenho, ufa!

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Da praia seguimos para a entrada do Burj al Arab, para conseguirmos um ângulo melhor para tirarmos fotos de um dos ícones arquitetônicos do mundo. A entrada do hotel é disputadíssima por turistas que tentam um bom clique, mas a missão não é fácil, rsrs. Ficamos uns bons minutos por ali até conseguirmos ângulos razoáveis e sem gente atrapalhando.

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De lá, pegamos o ônibus de volta e seguimos para a estação do metrô que estava bem longinho dali.

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Já era final de tarde e como queríamos ver o outro cartão-postal de Dubai à noite, resolvemos ir em direção ao Dubai Mall e lá conhecer o prédio mais alto do mundo: o Burj al Khalifa. Da estação do metrô até o shopping é uma longa caminhada. Acho que se leva mais de 20 minutos andando pelas passarelas até você encontrar a entrada do maior shopping do mundo. Aliás, Dubai é a terra dos superlativos e estando lá você nota isso em cada esquina.

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Quando saímos do shopping, nos espantamos com a quantidade de gente ali parada para assistir à grande atração do local: o show de águas na fonte que fica em frente ao Dubai Mall.

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Mesmo com a multidão, fomos em busca de nosso cantinho para registrarmos o momento, vermos o iluminado Burj al Khalifa e também para aguardar a próxima exibição das águas dançantes.

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Assistimos o show de águas e gostamos muito, só achei um pouco rápido demais. De qualquer forma, é atração imperdível (e grátis) em Dubai. Logo em seguida, decidimos finalizar as atividades e voltar para o hotel.

Nosso primeiro dia em Dubai foi excelente e nos fez pensar em muitas coisas, mas principalmente na ideia fantástica dos sheiks de transformarem de uma hora pra outra a cidade em um super destino turístico. O que chama a atenção em Dubai são atrações feitas pelos homens, sem nenhuma ajuda da natureza. A ousadia e atitude de quem visualizou esta realidade pra cidade é digna de muita admiração. Ver toda aquela beleza arquitetônica no meio de um mar de areia nos faz ter certeza de que quem quer faz, e quem não quer arruma uma desculpa. Ficamos imaginando do que eles seriam capazes se tivessem todos os recursos naturais e paisagens que temos no Brasil….

Continue acompanhando no próximo post como foi o nosso segundo e último dia em Dubai 🙂

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Chegando em Dubai

Estávamos tão cansados que nem vimos passar as longas horas de voo entre Cingapura e nosso destino. Quando nos demos conta já tínhamos chegado ao lindo e organizado aeroporto de Dubai. Após nossas experiências no Egito, que foi o primeiro país de maioria muçulmana que visitamos, estava com um pouco de receio de chegar de bermuda por lá. Mas, como o calor falou mais alto, resolvi arriscar tendo o cuidado de estar com ombros e joelhos cobertos. Respeito o modo de pensar e agir desta religião, porém assumo que fico chocada ao ver as mulheres mostrando apenas os olhos. Para minha surpresa, ninguém me olhou feio no aeroporto por causa de minha roupa e assim já passei a ter certeza de que Dubai realmente é uma cidade mais aberta visto que grande parte de sua população é estrangeira.

Para chegarmos ao hotel, optamos por ir de metrô. Há uma estação no aeroporto e é super fácil de comprar o bilhete. Por ali, tudo escrito em inglês e os atendentes também dominam o idioma. Tivemos que esperar um pouco, mas logo o trem chegou. Os vagões já estavam cheios e fomos com as malas e as mochilas em pé. E no decorrer da viagem, a coisa foi piorando pois era início da manhã e todos estavam indo trabalhar. Mesmo com o metrô lotadaço, me senti segura no meio da maioria masculina. Cerca de 1 hora após o embarque, finalmente chegamos na estação onde deveríamos descer.

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Já havíamos pesquisado o trajeto no Google Maps e foi bem fácil achar o Akas Inn Hotel. Fizemos o checkin e adivinhem? O terceiro upgrade da viagem, uhuuuuuu! Claro que nem se compara com os anteriores, pois essa era uma hospedagem bem mais simples. Mas mesmo assim, a notícia sempre é boa. Acabamos pegando uma apartamento com sala, cozinha e um baita quarto.

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Deixamos nossas coisas no quarto, tomamos café da manhã no hotel e fomos dormir mais um pouco antes de começarmos as andanças pela cidade. Nos próximos posts conto como foram nossos dias em Dubai 🙂

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Dubai – planejamento

As possibilidades de voo para a China eram várias. Poderíamos ir por Frankfurt, Paris, Johanesburgo, Barcelona e várias outras cidades como conexão. Dubai era uma opção, mas não a mais barata. Porém, sempre quis conhecer o paraíso dos sheiks e nunca teria coragem de destinar umas férias só pra lá. Sendo assim, nada melhor do que pagarmos um pouquinho mais e conseguirmos dar uma parada na volta para conhecermos esse destino que anda em tanta evidência nos últimos tempos.

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Dubai é conhecida como uma terra de superlativos e sempre chamou minha atenção. Para escolhermos se pararíamos lá na ida ou na volta, usamos como fator de decisão o fuso horário. A volta seria a melhor opção para não “perdermos” tempo.

Teremos 2 dias inteiros para explorarmos esse pedacinho dos Emirados Árabes Unidos antes de voltarmos para o Brasil.

Vamos nos hospedar no Akas Inn Dubai e de lá seguiremos com a Emirates para o Brasil 😦

Férias, daqui a 12 dias!

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China, Tailândia, Malásia, Cingapura e Dubai – primeiros rumos da viagem

Hoje faltam exatamente 25 dias para finalmente embarcarmos para nossa tão sonhada viagem à Ásia. Desde que compramos as passagens (em março) foram 4 meses correndo atrás de todos os detalhes desta que é nossa viagem mais ousada de todos os tempos. Por que ousada? Por vários motivos, mas que no decorrer dos posts vou contando. E no meio do planejamento, houve ainda nossa mudança de casa, que nos tomou grande parte do tempo e outras tantas preocupações do dia-a-dia.

Tivemos a sorte de contar com a grande ajuda da Carol Guelber, que tem itinerário bem parecido e que nos deu dicas de hotéis em quase todos os locais, o que facilitou um monte nossa vida. E se a Carol escolheu, é claro que confiamos e logo reservamos os mesmos locais 🙂

Hoje caiu a ficha de que a viagem está bem próxima, e junto com a ansiedade habitual está surgindo um medinho. Começamos a traçar a rota do aeroporto para o hotel de transporte público e já temos certeza de que excesso de planejamento é fundamental para um país que proíbe o acesso ao Google, nosso parceiraço na hora de entendermos bem o caminho pro hotel através do Street View. É, na China não rola 😦

Estamos aqui anotando tudo que for possível para que após 35 horas de nossa partida do Brasil possamos começar a viagem com o pé direito chegando certo no hotel. Para isso vamos traçar o plano A, plano B e plano C e apenas quando chegarmos saberemos o que irá acontecer, hehe.

Já recebemos o visto da China, que pedimos através de despachante e ainda falta providenciarmos o de Dubai. Os demais destinos não exigem visto de brasileiros.

Ainda falta fazer um seguro-saúde para nos prevenirmos de qualquer inconveniente lá do outro lado do mundo.

Mas é só isso! O restante já está tudo ok e conto nos posts de planejamento tintin por tintin de como foi fazermos todo o itinerário de nossas férias 2013.

E que passem logo esses 25 dias 🙂

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