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Chegando em Copenhagen (junho/2018)

Essa foi nossa primeira viagem com a Air France e ficamos surpresos com a cortesia da tripulação bem como com a qualidade do serviço de bordo. Em nossas últimas viagens com a Camila, temos solicitado com antecedência a kids meal, uma refeição diferenciada para crianças. Nem sempre ela curte o “prato principal”, mas geralmente vem com alguma guloseima que ela gosta. Independente da comida, o que nos atrai nessa opção é que ela é servida antes do serviço de bordo normal, o que nos dá um tempinho para ajudá-la a comer antes de nos servimos. Na Air France o kit infantil é lindo e vem até com uma colherinha em formato de avião. Além disso, eles dão um brinquedinho para os pequenos como cortesia. Adoramos esses mimos da companhia aérea.

Chegamos em Paris no horário previsto e demoramos um pouco para entender como deveríamos seguir para a conexão, pois descemos em um local com pouca sinalização. Após nos acharmos, andamos muito (sem carrinho, argh) até encontrarmos nosso portão de embarque para Copenhagen.

Esperamos, embarcamos e quando estávamos prestes a decolar, fomos informados de que havia um problema no pneu da aeronave e que haveria atraso de uma hora na decolagem. Camila capotou de tão cansada que estava, apesar de ter dormido bem no voo até Paris. Finalmente decolamos e chegamos à capital dinamarquesa.

Ao desembarcarmos, encontramos um carrinho do aeroporto que nos salvou pois o nosso não havia sido entregue na porta do avião. Confesso que foi um grande choque ver um aeroporto lotado em pleno domingo, algo que não correspondia às imagens mentais que eu havia projetado sobre a Dinamarca, rsrs. Andamos mais um monte dentro do aeroporto até encontrarmos as esteiras de bagagem, trocamos dinheiro na casa de câmbio dali mesmo para termos como comprar o passe do metrô. As malas chegaram rápido, mas esperamos o carrinho em lugar errado e assim perdemos um bom tempo. Carregando toda aquela tralha, seguimos para as maquininhas que vendem o passe do metrô, compramos os tickets e seguimos rumo ao embarque.

 

No horário previsto o trem chegou e em menos de meia hora chegamos à estação próxima de nosso apartamento. Caminhamos mais um tanto arrastando as malas+carrinho e localizamos nosso endereço. O que faltava agora? Subir cinco lances de escada com todos aqueles quilos de bagagem, hehe. Fazia bastante calor e chegamos pingando de suor…. Mal colocamos nossas coisas pra dentro e já estávamos curtindo a nova experiência: ficar em uma casa habitada, que foi alugada apenas durante o período de férias de seus moradores. Camila amou pois haviam muitos brinquedos à disposição para ela se divertir.

Estávamos muito cansados, mas (como sempre fazemos em nossas viagens com fuso significativo) tínhamos que ficar acordados o máximo possível para já ir acostumando com o novo horário. Ajeitamos nossas coisas e logo fomos para o supermercado para comprarmos os primeiros itens de sobrevivência e também ter noção dos preços (que já imaginávamos que seriam altíssimos).

Fizemos a primeira compra, comprovamos a fama de cara dos países escandinavos e paramos em um parquinho de uma escola pública no caminho de volta para o apartamento para a Camila gastar um pouco de energia. Ficamos impressionados com a estrutura da escola pública e de como os dinamarqueses são simpáticos nesses primeiros contatos que tivemos. Outra boa primeira impressão foi do quão bem eles falam inglês.

Voltamos para o apê, fizemos o jantar e improvisamos algumas “cortinas” com cobertores para simularmos a noite, uma vez que nessa época do ano (junho) o sol estava se pondo totalmente perto das 23h.

Finalmente chegava a hora de dormir para reabastecermos as energias e começar a curtir nossas férias em família.

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Viagem de Volta: Dubrovnik-Barcelona-Brasil

Após curtirmos pouco mais de duas semanas na Europa passando por Barcelona, Ljubljana e Bled na Eslovênia, Zagreb, Plitvice Lakes e Dubrovnik/Cavtat na Croácia e um pulinho em Montenegro, chegava a hora de encararmos a volta para o Brasil. Optamos por pegar um voo de Dubrovnik para Barcelona com a Vueling, dormir na cidade espanhola e no dia seguinte seguir de manhã para a nossa terrinha.

O aeroporto de Dubrovnik não tem estrutura para o volume de turistas que passa por ali. Pegamos a área de check-in lotadaça e tivemos que aguardar bastante até sermos atendidos.

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Pra ajudar, o voo da Vueling atrasou quase 4 horas e foi tenso ter que aguardar todo esse tempo sem sequer lugar para sentar, com poucas opções de alimentação e sem wifi. Nossa sorte é que estávamos com a comida da Camila na mochila e tínhamos alguns belisquetes para ela. Após os 2 atrasos com a low cost espanhola, pensaria duas vezes antes de comprar outra passagem com eles.

Em Barcelona, escolhemos um hotel com facilidade para chegar ao aeroporto de metrô, o Travelodge e foi uma boa opção. Apesar do cansaço, chegamos, deixamos as bagagens, tomamos um banho e fomos procurar um lugar para jantar lá perto das Ramblas. O metrô estava bem vazio no domingo e uma vez mais nos surpreendemos com a acessibilidade das estações. Chegamos a passar por uma em que havia 5 elevadores enormes #sonhodeconsumo.

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No dia seguinte acordamos cedinho, pegamos o metrô e seguimos para o aeroporto. O atendimento da Singapore Airlines em Barcelona também foi excepcional e no horário programado estávamos embarcando em nosso voo diurno para o Brasil.

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Mais um voo tranquilo, com a Camila entretida com os desenhos do avião e achando o máximo a viagem. Chegamos bem cansados em São Paulo, logo embarcamos para Curitiba e ao chegar em casa pudemos comemorar mais uma bem-sucedida viagem em família.

Já está virando clichê eu escrever que viajar com a baixinha está cada vez mais divertido, mas esse é o sentimento que temos a cada nova aventura. Foram férias incríveis que ficarão para sempre em nossas memórias. Que venham os Próximos Destinos 🙂 🙂

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Arquivado em Croácia, Eslovênia, Espanha, Europa, Montenegro

Cavtat: nossa opção de hospedagem na região de Dubrovnik

Em nosso último dia em Cavtat, demos uma volta na vila da cidade e aproveitamos para contemplar  as belezas locais pela última vez. Se você optar por se hospedar em Dubrovnik, recomendo um passeio até a charmosinha cidade que requer poucas horas para ser conhecida. O que vale por ali é escolher um bar ou restaurante com vista para  mar e curtir o “carpe diem”. Durante o dia, o lugar é bem calmo e andar sem compromisso no calçadão é garantia de relax. Observar o mar, as montanhas e os barquinhos também faz bem pra alma.

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No meio da tarde, a cidade que tem apenas 2000 habitantes começa a encher, com vários barcos de turistas chegando, mas não chega a lotar. O calçadão, com lindas palmeiras enfeitando a paisagem, é um convite para uma caminhada de ponta a ponta. No nosso caso, foram vários passeios por ali.

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Agora, a principal dica que posso dar sobre Cavtat é poder apreciar o pôr-do-sol. Já escrevi em outro post e repito aqui que foi o mais espetacular que já presenciamos. Lindo! Lindo! Lindo! Todos os dias que pudemos observar foram incríveis. E pra completar, curtir a brisa no centrinho de Cavtat à noite também é uma excelente opção.

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Cavtat não tem nenhuma praia com areia, assim como a maioria da região de Dubrovnik. Porém encontramos uma bem estruturada na frente d0 hotel Albatros. Com pedrinhas e água geladíssima, mas que nos proporcionou momentos agradáveis para encerrar nossa estadia na Croácia.

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Eu super recomendo se hospedar em Cavtat para quem quer mais curtir a região do que ficar em Dubrovnik. Os preços são melhores e em pouco menos de uma hora você pode estar na Old Town. É fato que não há muita coisa para fazer por ali, mas com carro alugado você pode ir onde quiser.

Pra gente, essa foi a primeira experiência de reservar “dias demais” para um destino, e confesso que algumas vezes fiquei angustiada com a falta de agenda lotada. Por outro lado, foi uma delícia poder tirar um cochilo no meio da tarde em nosso apartamento junto com a Camila, deitar na sacada e ficar batendo papo por horas, dar várias voltas no calçadão sem ficar batendo foto de tudo, deixar a Camila brincar com o gatinho no quintal sem apressá-la para os passeios. Foi um verdadeiro aprendizado e ao quase finalizar os posts dessas férias, acredito que é um estilo que valeu muito a pena.

A Croácia nos surpreendeu e ficamos encantados com a diversidade do país. Foi uma excelente escolha em nosso roteiro e fechou com chave de ouro nossa passagem pela Europa em 2016.

 

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Arquivado em cavtat, Croácia, Europa

Kotor, Montenegro: um bate-volta

Dubrovnik por si só não tem muitos passeios além da Old Town, porém oferece várias day-trips interessantes, inclusive a possibilidade de visitar dois novos países: Montenegro (Kotor) e Bósnia Herzegovina (Mostar). Em nosso planejamento inicial, estavam previstas as duas viagens porém após essa primeira desistimos de ir para Mostar (no final do post descobrirão o porquê).

Segundo o Google Maps, a distância entre Cavtat e Kotor é de 78km e na hora claro que pensamos que não poderíamos perder a oportunidade de conhecermos um novo país num bate-volta. O que havíamos lido em alguns blogs é que o tempo da viagem pode se estender muito por conta da fila na imigração. Mesmo com esse receio, resolvemos encarar a aventura.

Na viagem de ida, levamos menos de 20 minutos para termos nossos passaportes carimbados. Nosso carro alugado tinha a “Carta Verde”, que é um documento necessário para trafegar entre os países e foi solicitado pelo policial da fronteira. Liberados, continuamos a jornada em estradas bem tranquilas, porém com pista simples e cheia de curvas.

É impressionante a mudança de cenário da Croácia para Montenegro, casas mais simples e menos cuidadas, muitos carros antigos nas ruas, cidadezinhas que não têm “cara”de Europa, parecia que tínhamos rodado muitos quilômetros a mais para tamanha diferença. Em algumas delas, pegamos um trânsito muito intenso e levamos bastante tempo até voltar para uma estrada livre. Conferíamos o GPS várias vezes para ver se não tínhamos errado a rota, pois os 78 km pareciam intermináveis. Sorte que nosso santo tablet ia distraindo a Camila 🙂

A angústia só melhorou quando chegamos próximos à baía de Kotor, com paisagens lindíssimas de contraste entre a água e a montanha. Um visual mais bonito que o outro!

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Quase 3:30h depois, finalmente chegamos à parte histórica de Kotor, o grande atrativo da cidade além de sua linda baía. O próximo desafio foi encontrar vaga para estacionar, uma vez que os lugares disponíveis estavam lotados. Rodamos algumas quadras e encontramos disponibilidade um pouco distante da entrada da Old Town. Seguimos caminhando até lá, fazendo uma pausa para dar o almoço para a Camila.

Logo chegamos à entrada da Cidade Amuralhada e nesse instante eu esqueci de todo o cansaço da viagem. Minha vontade era sair correndo explorando sem rumo as ruelinhas de Kotor, de tão lindo que estava achando tudo por ali.

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O charme da cidade velha de Kotor é ser cercado por altas montanhas, e para os mais dispostos há a possibilidade de subir até lá. A Carol Guelber, do blog Vícios de Viagem foi corajosa e encarou os zilhões de degraus para desfrutar da vista lindíssima. Nós preferimos não encarar a aventura com uma bebê de 2 aninhos a tiracolo, hehe. Além disso,  o clima na região montanhosa estava muito instável. Pegamos sol, chuva, sol, chuva e essa variação durante todo o tempo que ficamos por lá. Por sorte, o calorão predominava e assim nem nos estressamos de nos molhar um pouquinho.

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Logo que entramos na cidade, a chuva piorou e aproveitamos para sentar num restaurante e almoçar até que a pancada passasse. Fomos muito felizes ao escolher o Hotel Boutique Astoria, onde pedimos esse delicioso sanduíche típico de Montenegro. Água na boca só de lembrar, hummmmm!

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Felizmente a chuva parou e após nos alimentarmos, seguimos a recomendação mais legal que li sobre a visita a Kotor: perder-se nas ruazinhas sem se preocupar com as direções corretas! Como o local é pequeno, não há risco nenhum de ficar perdido e as montanhas ajudam um monte na orientação. Lá fomos nós para mais um dia de caminhar e voltar ao passado.

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Assim como em Dubrovnik, foi muito fácil passear com o carrinho nas ruelas estreitas. Mais fácil até que muitas cidades maiores que já visitamos. É muito comum ver gatos por ali, e a Camila ia ao delírio cada vez que encontrava com um bichinho.

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Acredito que demos muitas voltas repetidas nas ruelas, mas isso não foi nenhum problema. Em alguns momentos víamos as igrejas, em outros as casinhas, ou até parávamos para olhar as montanhas. Como surpresa, algumas obras de arte esspalhadas no cenário chamavam a atenção.

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E assim, numa visita sem roteiro algum conhecemos a encantadora cidade histórica de Kotor, fundada no século 5 antes de Cristo e que ainda preserva as construções de maneira incrível.

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E as montanhas? Um espetáculo a parte com certeza! Mesmo quando as nuvens encobriam os topos ficavam lindas. Com o céu azulzinho deve ser maravilhoso também.

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Já era quase 16h quando terminamos o passeio e para finalizar nossa passagem por lá fomos dar uma espiada na baía. Como Kotor faz parte do roteiro de muitos cruzeiros , o fluxo de pessoas na rua é intenso, assim como o movimento do porto que fica bem em frente à Old Town.

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A baía de Kotor é muito linda, pena que no momento que fomos contemplá-la o céu fechou de vez e assim perdemos uma parte da paisagem. A água tem tons de verde esmeralda que parecem combinar com a vegetação da montanha. Cenário que faz valer a cansativa viagem partindo da região de Dubrovnik. Passar uma noite lá também não é uma má ideia…

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Por ali encontramos um parquinho, onde deixamos a Camila se divertir um pouco antes de pegar o caminho de volta para Cavtat. Enquanto isso, Loedi foi caminhando até o estacionamento onde havíamos deixado o carro.

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Pegamos o rumo de volta e tudo ia muito bem até chegarmos à imigração. Vimos que havia fila, mas não imaginamos que ficaríamos ali quase 2 horas até entrarmos em território croata novamente. A espera foi horrível e para nossa sorte, Camila estava capotada e dormiu bem mais que de costume nesse dia (amém!). Foi nesse tempo que desistimos de ir pra Bósnia, que de acordo com vários relatos que vimos tem a imigração bem mais lenta que a de Montenegro. Mal podíamos areditar quando vimos a plaquinha: Bem-vindos à Croácia!

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Apesar desse perrengue final, eu adorei ter ido à Kotor e acredito que vale super a pena. Havíamos lido que para se livrar das longas filas, é preciso ir bem cedo ou evitar alta temporada. Não quisemos madrugar e pagamos o preço, mas colocando na balança os pontos positivos foram bem maiores.

Foi sensacional conhecer um país que pouco havíamos ouvido falar, uma cidadezinha que nem sabia que existia e ter vivido uma experiência tão bacana em nossas férias. Valeu blogueiros e viajantes por mais essa excelente dica de viagem 🙂

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Copacabana Beach: na Croácia também tem uma

Quando na vida iríamos imaginar que na Croácia também teria uma Copacabana? Foi pesquisando as opções com estacionamento fácil na internet que localizamos mais esse point para visitarmos e resolvemos arriscar. Após já ter conhecido a primeira praia na região de Dubrovnik, já fomos sabendo o que iríamos encontrar.

Chegamos, realmente conseguimos fácil lugar para estacionar e logo estávamos curtindo a brisa e o visual. A praia conta com bar, banheiros , parquinho aquático, aluguel de cadeiras e guarda-sóis. Tudo organizado e limpo, bem gostoso para curtirmos a tarde.

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Mais uma praia com pedrinhas e água bem gelada, que só a Camila conseguia se molhar. Eu fiquei bem longe do mar, apenas curtindo o visual. Já ela se divertiu um monte mais uma vez, e se sentiu livre, leve e solta. Tivemos que inventar brincadeiras para ela sair da água, uma vez que já estava tremendo o queixo de frio, rsrsrs. Haja criatividade de papai e mamãe!

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Nesse dia, aproveitamos para esquecer da vida observando a maneira dos croatas curtirem a praia.. Mais uma tarde de relax sem nenhuma preocupação. Copacabana Beach da Croácia não tem nada a ver com a versão brasileira, e não conseguimos descobrir o porquê de levar esse nome. Acredito que a única coisa que as duas têm em comum é a expectativa do público que as frequenta: aproveitar bons momentos 🙂

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Estrada Cavtat-Dubrovnik: um trajeto maravilhoso!

Nos posts anteriores, falei bastante sobre a beleza do trajeto entre as duas cidades croatas por isso resolvi dedicar um post exclusivo a ele. Se você incluir Dubrovnik em seu roteiro e for passar pelo aeroporto, com certeza fará esse trecho e concordará comigo sobre as impressões que tive. A parte triste (ou feliz, dependendo do ponto de vista), é que só indo lá pra entender bem o que estou escrevendo, pois como a pista é toda em mão única e cheia de curvas não tivemos como tirar muitas fotos para expressar tudo que vimos, mas fica como mais um incentivo para ir até lá.

Como tínhamos tempo de sobra, dedicamos uma manhã para tentar ir parando onde era possível e assim ter algum conteúdo para compartilhar com vocês. É incrível ver como a combinação montanhas, mar e vegetação pode ficar com paisagens tão lindas.

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A cada curva, é um novo visual, um novo momento “uau”, um novo agradecimento ao universo por poder estar nesse lugar. Paramos em alguns mirantes e ficamos contemplando, imaginando como deve ser morar numa casinha encravada no meio do penhasco, ou ter um barco estacionado na marina e de vez em quando vir curtir. Procurávamos os inúmeros tons de azul, as lindas e diferentes árvores, um verdadeiro exercício de curtição que não seria possível numa viagem corrida e cheia de compromissos (como já fizemos muitas vezes e de vez em quando ainda fazemos).

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E como estávamos sem pressa, aproveitamos para parar em outro mirante, já perto da Old Town, para podermos ver de cima Dubrovnik e ter visão de cartão-postal. Subimos alguns degraus e logo estávamos diante de umas vistas mais lindas que já vi na vida. Sem filtro, sem edição, sem nada: essa é a cor do mar visto do mirante!

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Em nosso ritmo de curtição, seguimos viagem rumo à Copacabana Beach, a versão croata da famosa praia carioca para passarmos a tarde e deixar nossa baixinha feliz da vida brincando na água do mar e com as pedrinhas, rsrsrs.

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Arquivado em Croácia, Dubrovnik, Europa

Dubrovnik: a pérola do Adriático

Eu sei que o título do post é um clichê, que em qualquer busca no Google é essa a definição que encontraremos sobre a linda cidade do litoral croata. Entretanto, acredito que essa é a melhor definição que possa existir para o local e por isso não me incomodei com essa escolha. Me lembro que nas primeiras vezes que pesquisei sobre a Croácia, Dubrovnik foi a primeira cidade que descobri como destino imperdível e ao ver as fotos tive aquele pensamento básico: um dia quero estar lá 🙂 E essa foi mais uma pitadinha para que nosso sonho de conhecer essa região da Europa fosse planejado e agora sim, realizado.

A região mais turística de Dubrovnik é a cidade velha, que fica “dentro” das lindas muralhas medievais que cercam esse Patrimônio Mundial da Unesco. Por lá não circulam carros e as opções de estacionamento são escassas. Optamos por chegar até lá pegando um ônibus em Cavtat, que em cerca de 45 minutos chegava ao ponto que queríamos visitar. De quebra, a viagem tinha o visual mais lindo que já vimos na vida 🙂

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Não descemos no ponto certo e demos uma tremenda volta na cidade, além de ter que pagar por outro ônibus, mas logo nos encontramos e finalmente chegamos onde queríamos.

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O calor estava intenso e já era próximo ao meio-dia. Nós paramos numa sombra para dar almoço para a Camila e logo iniciamos nosso passeio pela Old Town. Havia lido alguns relatos sobre a lotação de Dubrovnik no verão e estava um pouco preocupada com o que iríamos enfrentar. Para nossa surpresa, estava cheio sim, mas nada insuportável. Foi relativamente tranquilo circular por lá com carrinho.

A rua principal impressiona por suas construções e também pelo lindo piso branquinho. Me lembro de ter parado, suspirado e pensado: que sonho poder estar aqui 🙂

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Seguimos até o final da “avenida principal” e chegamos ao porto da Cidade Velha, de onde partem alguns passeios pela região. Por ali a paisagem também é linda, e ainda tem um ventinho bem gostoso para refrescar o calorão. Camila ficou doidinha ao ver tantos barcos indo e vindo, e nós aproveitamos para ficar um tempo contemplando a vista.

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Caminhamos até um pier que há por ali, com bancos posicionados estrategicamente para proporcionar momentos de sentar e curtir! E é claro que foi isso que fizemos (na medida do possível, rs) com a baixinha doida para ver o mar azulzinho, os passarinhos, as outras crianças e etc.

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Dali seguimos para as charmosas ruelas da cidade velha, observando as lojinhas, as casinhas, os telhados e todo o cenário. Por lá é possível passar horas e horas, apenas explorando. Nós ficamos um pouco restritos por causa do carrinho, mas ainda assim curtimos bastante. O melhor de tudo é que essa parte do passeio era quase que integralmente na sombra 🙂

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Já estávamos encantados com a Cidade Velha, porém ainda faltava a “cereja do bolo”, que era o passeio pelas muralhas. E é para lá que fomos quando o sol baixou um pouco. Sabíamos que lá em cima a temperatura era mais alta ainda e que não era recomendado subir com o carrinho. Estávamos cientes de que teríamos que caminhar os quase 2km com a Camila. Sendo assim, reforçamos o protetor solar, colocamos boné nela e lá fomos nós para mais uma aventura.

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O esforço valeu muito a pena, pois as paisagens lá em cima são de tirar o fôlego, especialmente a parte que tem vista para o mar. Camila curtiu um monte, e quis andar a maior parte do trajeto (para noooossa alegria). O calor nas muralhas realmente pega, há poucos trechos com sombra, porém o vento ajuda a refrescar. Acredito que a dica principal para esse passeio é escolher um horário em que o sol não esteja tão forte.

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Cumprimos os 2km completos e no final estávamos em pingos de suor com as pernas cansadas. Camila, que foi parceiraça na aventura, capotou assim que deitou em seu carrinho. Nosso dia em Dubrovnik foi muito legal, porém chegava a hora de pegar o busão e voltar para Cavtat. Pedimos informação sobre onde era o ponto e logo estávamos no lugar certo para seguirmos viagem.

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Para fechar nosso dia, no caminho de volta pudemos curtir o pôr-do-sol pelas janelas do busão. Como sempre, a viagem da volta demorou menos que a ida, talvez pela sensação deliciosa de termos conhecido mais um destino de nossos sonhos 🙂

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Entenderam o porquê do clichê “Pérola do Adriático”? Dubrovnik reúne lindas paisagens e muita história!Com certeza deve ser parada obrigatória num roteiro pela Croácia.

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