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Paris pela segunda vez: parte 3

Em nosso segundo dia na cidade, já não tivemos tanta sorte com o clima. A quarta-feira amanheceu cinzenta, com chuva fraca e um friozinho muito chato. Fizemos o checkout no hotel, deixamos nossas malas lá e seguimos rumo à charmosa região de Montmartre, sendo a primeira parada a igreja de Sacre Coeur.

Acho que já comentei com vocês em outros posts que para clima chuvoso eu prefiro capa de chuva do que sombrinha. Achei nos EUA um casaco impermeável preto com touca e ele acaba sendo meu item favorito para encarar dias úmidos.

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Descendo na estação de metrô Abesses, você tem a opção de usar o funicular de Montmartre….

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…. ou subir os 300 degraus até a igreja, como nós fizemos 🙂

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A subida nem cansa tanto, ainda mais que você pode ir parando para contemplar a vista, as árvores, a própria igreja…

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E como estava frio, o bom de subir a escadaria é que chegamos aquecidos lá em cima.

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Tiramos várias fotos e a chuva apertou. Para nos protegermos, aproveitamos para conhecer o interior da igreja, que também é bem bonito mas não é permitido fotografar.

Após a visita, fomos caminhar pelas bucólicas ruas de Montmartre, cheias de restaurantes, galerias de artes, lojinhas de souvenirs, artistas de rua que ficam se oferecendo para fazer seu retrato. Acho essa região muito legal, apesar de muitos dizerem que é pega-turista.

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Muitos me perguntam: e os souvenirs, são mais caros ou mais baratos por aí? Ta aí uma pergunta que não sei responder, pois o único souvenir que compro é o imã de geladeira pra minha coleção. E o que eu aprendi em relação à compras em viagem é: gostou? Então leva! A chance de você não achar igual é grande e o arrependimento é profundo. Como sempre digo, quem converte não se diverte 😉

Após o passeio pela região, pegamos o mapa e queríamos ir até o Moulin Rouge. Entretanto, como não havíamos traçado a rota anteriormente e nem nos planejado pra isso, não encontramos o tal lugar 😦

Resolvemos então irmos até a Place de la Concorde para tirarmos umas fotos daquela região que também é cartão-postal de Paris. Bem ali, encontramos a Roue de Paris, uma roda-gigante linda que não existia por ali em nossa outra visita. Ela está localizada bem na frente do portão do Jardin de las Tuileries.

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Minha mãe ficou encantada e fez questão de nos pagar o bilhete para andarmos na atração. E lá fomos nós curtir a linda vista!

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Lá de cima, pudemos ver o Mercado de Natal da Champs-Elysees que ainda não tínhamos visitado. Minha mãe é fascinada por enfeites natalinos e não podíamos deixar de visitar.

Após as 3 voltas na roda-gigante, seguimos para a principal avenida de Paris, parando na Place de la Concorde para tirar algumas fotos.

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O mercado de Natal da Champs é enorme, e ocupa os dois lados da rua. São diversas barraquinhas de doces, salgados, enfeites, sabonetes e tudo mais que você possa imaginar. Ir com fome é uma perdição. Mesmo esse não sendo nosso caso, ficamos tentados a experimentar tudo.

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Vendo a barraquinha de uma espécie de merengue (não me lembro o nome que estava lá), não resistimos.

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Continuamos andando e aproveitando o passeio. Nós e uma galera!

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As tentações culinárias nos fizeram decidir para almoçarmos por ali mesmo, uma vez que as opções eram deliciosamente cheirosas. Fomos até o final e voltamos pelo outro lado da rua e assim se passaram nossas últimas horas por Paris.

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Foram dois dias intensos e maravilhosos e que responderam todas as questões que eu tinha antes de chegar à cidade pela segunda vez. Paris é linda como vi da primeira vez e mesmo já tendo passado por muitos outros lugares,  ela continua no topo de minha lista de favoritos. Poder proporcionar às nossas mães a chance de estar lá foi muito gratificante.

Voltamos para o hotel pegar as malas e seguimos para o Charles de Gaulle para continuarmos nossa viagem até Barcelona. Au revoir, Paris!

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Paris pela segunda vez: parte 2

No caminho para o Museu dos Inválidos, mais uma vez nos apaixonamos pelas folhas amarelas no chão e lá fomos nós tirar mais fotos com elas…

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Um bom ângulo de foto nesse trajeto é parar nas pequenas rotatórias que existem no meio da rua e aproveitar a ponte Alexandre III ao fundo.

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Dessa vez, optamos apenas por ver a área externa do museu, uma vez que o tempo era curto. Em nossa primeira visita visitamos o interior do local onde está a tumba de Napoleão Bonaparte e vários objetos utilizados nas guerras em que a França se envolveu. Eu, pra variar, achei uma chatice, mas o Loedi amou.

Mesmo só para ver a fachada, a visita vale a pena. Mais uma perfeita construção de Paris, com lindos detalhes e belos jardins.

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Já era tarde e precisávamos almoçar para repor nossas energias nesse dia tão corrido. Fomos para a Champs-Elysees e comemos Mc Donald’s. Aproveitamos também para dar uma descansada nas pernas, que nessa altura da viagem, já pediam socorro.

Desde que chegamos em Paris, a atração que minha sogra e minha mãe mais queriam ver era a torre Eiffel e após o almoço finalmente chegou a hora de irmos para lá.

Da outra vez que fomos , vacilamos. Chegamos na torre já por sua base e não tivemos a visão toda do local. Nessa vez, fomos para o melhor ponto para se fotografá-la: o Trocadero (tem uma estação de metrô com esse nome). De lá realmente se tem o melhor ângulo para a torre inteira na foto e além disso, ver a bela fonte e os jardins do lugar. Para quem vê pela primeira vez, é demais! Para que vê pela segunda vez, também é 🙂

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Se você não se controlar, passará horas tirando foto do principal ícone da capital francesa. E por mais que tire muitas fotos, sempre vai achar que não conseguiu registrar tudo o que queria. Como nossas baterias das câmeras já estavam acabando, até que conseguimos economizar um pouco.

Dali do Trocadero seguimos para a fila de subida na torre. Por lá ficamos cerca de 40 minutos e finalmente chega a hora de entrarmos no elevador e termos a linda vista lá de cima. Existe a opção de reservar o ingresso e agendar horário pela internet e assim evitar as longas filas. O grande risco dessa opção é o clima. Vai que fica cheio de nuvens bem na hora que você marcou? Preferimos não arriscar….

Demos sorte e pudemos ver de cima a cidade Luz de todos os ângulos 🙂

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Confesso pra vocês que esse é um passeio legal na primeira vez. Não achei tão interessante na segunda, pois já sabia o que ia ver lá de cima… mas mesmo assim valeu a pena!

O dia começou a escurecer e consequentemente a temperatura cair. Quando descemos da torre, aproveitamos para nos esquentar com mais um delicioso vinho quente.

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De acordo com nosso roteiro, ainda faltava o Arco do Triunfo par fecharmos o dia 1 express por Paris e lá fomos nós. A luz já estava ruim e as fotos não ficaram muito boas.

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E como pouca luz = pouca foto, encerramos nosso roteiro diurno e fomos bater perna e apreciar toda a elegância da Champs-Elysees….

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Após algumas comprinhas, seguimos para o Trocadero de novo para eu cumprir uma promessa que fiz a mim mesma: dessa vez eu veria a Torre Eiffel à noite!!!!

E assim que a avistamos, toda iluminada, tivemos a sorte de vê-la com luzes de Natal…. mais magnífica do que nunca. Pena que nenhuma foto prestou.

Mesmo após as luzinhas de Natal terem sido apagadas, ela continuou maravilhosa e após muito cliques conseguimos algumas fotos boas (fotos à noite são um desafio!!!)

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Encantados com tudo que vimos e vivemos nesse dia e cansados pela maratona, fomos para o hotel. A correria valeu a pena, mas só serviu pra dar um gostinho do que é estar em Paris.

Chegamos e logo fomos dormir, pois precisávamos descansar para encarar o segundo dia, que é de onde começa o próximo capítulo 😉

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Paris pela segunda vez: parte 1

Acordamos cedo, tomamos café numa padaria próxima ao hotel e começamos nossa visita express aos principais pontos turísticos de Paris. Como disse no post anterior, não recomendo essa correria numa visita à cidade. Mas, caso seja necessário por causa do tempo curto, seguem minhas dicas para um roteiro curtinho.

A nossa maratona foi iniciada na Catedral de Notre-Dame, uma das mais famosas igrejas do mundo e que faz jus à sua fama por sua beleza . A entrada da igreja é gratuita e ao pisar em seu interior prepare-se para observar todos os seus detalhes.

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Dessa vez consegui tirar foto dos vitrais, que acho a parte mais bonita da construção que completou em 2012 850 anos.

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Além d0 tour no interior da igreja, também é possível pagar o ingresso e subir os 422 degraus e desfrutar da vista lá de cima. Em nossa primeira visita, encaramos a maratona. Se estiver disposto, prepare-se para chegar cedo para evitar as longas filas que se formam devido à quantidade reduzida de pessoas que pode subir de cada vez.

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Vou postar duas fotos que tirei lá em cima, em 2008, pra você avaliar se vale ou não a pena encarar a escadaria. Eu achei que valeu 🙂

HPIM1553HPIM1579O céu estava azul e a temperatura bem melhor do que em Luxemburgo, mas mesmo assim não resisti ao ver uma barraquinha de vinho quente. Parada ali na esquina, fiquei observando as árvores já sem folhas que também me encantam.

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De lá, fomos até a estação Cité do metrô para seguirmos rumo ao Louvre.

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Nós optamos por entrar pelo Jardin des Tuileries, um parque que fica bem próximo ao museu e que combina muito bem com tudo à sua volta. Escolhemos essa entrada para resgatarmos os sentimentos que tivemos alguns anos atrás ao passar por ali em busca do museu mais famoso do mundo. E lá estava ele, tão lindo quanto me lembrava….

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Ao chegarmos, o primeiro comentário das nossas mães foi: nossa, ainda não vimos a Torre Eiffel. É! Não tem jeito. Paris e Torre Eiffel são palavras que se confundem e enquanto você não vê a danadinha parece que algo está faltando.

Para a alegria de todos, logo avistamos a torre, ainda um pouco encoberta de nuvens. Ah, agora sim dava pra ter certeza de que estávamos na capital francesa.

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Como o tempo era corrido e nós já termos conhecido na outra viagem, não tínhamos a intenção de entrar no Louvre. Fomos apenas tirar fotos com as famosas pirâmides e a fachada do local. Aliás, que fachada! Me lembro que achei o Louvre muito maior do que eu imaginava e essa também foi a sensação que minha mãe teve ao chegar por lá.

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Estar em Paris é tirar fotos a cada instante. Acho muito interessante você olhar para um lado e ver alguma construção linda e ao olhar pro outro lado você ter a mesma sensação. Das cidades que conheço, creio que seja uma das mais fotogênicas.

Saímos do Louvre e fomos para as margens do rio Sena, mais especificamente para a região do Museu d’Orsay.

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Dali seguimos caminhando e fotografando, observando os franceses correndo à beira do rio, os turistas tirando fotos e mais fotos e aquela sensação de nem acredito que estou por aqui.

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O próximo ponto turístico que avistamos foi a ponte Alexandre III, que arrancou muitos elogios da minha mãe e de minha sogra. E é claro que um bom ângulo de foto dali é com a estrela principal ao fundo.

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A ponte, uma das mais emblemáticas de Paris, foi construída entre 1896 e 1900. O que mais me chama a atenção nela são os detalhes em dourado. Aliás, na capital francesa, a maioria das construções esbanja a cor do ouro em seus portões ou outras partes. Acostume-se com a beleza!

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Seguindo por ali, nos dirigimos para o Museu dos Inválidos, que é por onde eu começo o próximo post.

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Chegando em Paris pela segunda vez

Como é habitual na Europa, o trem de Luxemburgo para Paris partiu exatamente no horário. Minha mãe  e minha sogra estavam ansiosíssimas para andarem no tão famoso trem de alta velocidade e adoraram a experiência. Eu também sou apaixonada por trens e acho uma pena não contarmos com este tipo de transporte tão eficiente em nosso país.

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Mesmo sendo minha segunda ida à Paris, confesso que estava bem ansiosa por nossa chegada. Ficava pensando mil coisas…. Como Paris foi o primeiro destino europeu que visitei na vida, queria saber se a cidade era tão linda quanto eu lembrava agora, que já dei uma boa rodadinha por outras cidades e países. Também pensava se teria graça visitar os mesmos pontos que já tinha visitado, mas que não poderia abrir mão por causa das marinheiras de primeira viagem que mereciam ver o “must” parisiense. Mas, na viagem, respirei fundo e tentei desencanar, afinal de contas em breve teria todas essas respostas.

Aproveitei o tempo de deslocamento para organizar as fotos no computador e assim nem senti passar.

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Em menos de 2 horas e meia, lá estava eu, lendo a plaquinha de nossa estação: “Paris Est”. Juro que hora que me dei conta de que estava em Paris de novo, fiquei muito feliz. Só quem já esteve por lá conseguirá entender o que é isso….

Compramos o passe do metrô e seguimos em direção ao nosso hotel. A primeira percepção de nossas mães foi o volume de gente por lá…. Realmente perto de Portugal e Luxemburgo, foi um choque para elas verem um metrô com tantas pessoas.

Já tínhamos traçado a rota de metrô da estação até o hotel e em menos de 40 minutos lá estávamos nós no Paris Villette. Muito próximo do metrô, de supermercados e padarias e com preço bem melhor do que os hotéis na parte mais turística da cidade, mais uma vez nos orgulhamos de nossa escolha. Quarto minúsculo e banheiro também, mas vai me dizer que em Paris você vai querer ficar trancado num quarto de hotel? Uma boa cama, um bom chuveiro e a algumas quadras do metrô é tudo que preciso para estar bem hospedada em Paris.

Chegamos, subimos para o quarto e logo fomos dormir. Mal podia esperar para acordar…. Eu só pensava: Ulalá, estou em Paris de novo !!!!

Sabíamos que esses nossos dois dias por Paris seriam os mais corridos das férias e JA-MAIS recomendaria para alguém fazer o que nós fizemos. É um pecado mortal você reservar somente esse tempo pra cidade. Só fiz isso para dar o gostinho de Paris para nossas parceiras de viagem e também por já termos passado uma semana por lá e saber mais ou menos como as coisas funcionam.

Para não perdermos muito de nosso tempo precioso, elaboramos o roteiro analisando a proximidade das estações de metrô. O metrô de Paris é excelente e te leva a qualquer canto. O segredo é você entender o mapa e encontrar as conexões necessárias. Prepare suas pernas! Muitas vezes você vai andar muito nos subterrâneos parisienses em busca de sua linha. E também existirão muitas escadas no seu caminho. Ah! Algumas estações são tão grandes, tão grandes, que têm até esteiras rolantes para te auxiliar. Duas que me recordo que são de cansar até atleta são a Montparnasse e a Chatelet. Ufa!

Com o roteiro prontinho, fomos dormir. Afinal, nossos dois próximos dias seriam de muita aventura.

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Paris

Nem acreditei quando ouvi o comandante do avião dizendo: Senhoras e senhores, dentro de instantes pousaremos no aeroporto Charles de Gaulle, em Paris. Minutos antes já estava deslumbrada ao ver o vídeo que a TAM exibiu sobre Paris.

Esqueci de toda a turbulência que o voo teve, as mais de 10 horas que fiquei acordada e pensei apenas nos dias maravilhosos que teria pela frente.

A imigração em Paris foi super tranquila, não nos perguntaram nada e nem carimbaram nosso passaporte :(. Pegamos nossa mala (isso mesmo, viajamos apenas com 1 mala) e fomos em busca de um cartão telefônico e do lugar para comprar o passe Paris Visite que seria nosso passaporte de transporte público para a semana que passaríamos na capital francesa. Foi tudo muito fácil e o inglês salvando nossa vida…

Sabíamos que nosso apartamento ficava na região metropolitana de Paris e foi super fácil de achar no mapa do metrô. Aliás, uma super estrutura de transporte público.

Nos batemos um pouco para achar a nossa “casinha” em Paris… mas no final deu tudo certo. Mesmo podres, fomos dar uma voltinha nos arredores e fazer nossa primeira refeição em solo francês: Mc Donalds…

Parque em Vanves-cidade que ficamos hospedados a 10 minutos de Paris

Levamos uma planilha com todos os passeios já pré-agendados para evitar que perdessemos tempo pensando onde ir.

Nosso primeiro passeio foi ao museu do Louvre. Chegamos bem cedo para evitar as filas que se formam na entrada. Tudo muito moderno e informatizado….

A famosa pirâmide

Não sou muito chegada em museus.. mas o Louvre é o Louvre…. pelo menos a Monalisa eu queria ver. A parte que mais gostei foi dos aposentos de Napoleão.. e claro, de estar frente a frente com a famosa obra de da Vinci. O museu é enorrrrrrme…. ainda bem que tem vários bancos espalhados nos corredores pra vc sentar e descansar.

Dispensa legenda

Passamos a manhã no Louvre e almoçamos por lá mesmo.. sanduíche, of course..rs

À tarde, pegamos nosso mapinha e fomos explorar Paris a pé…. Caraca! Andamos muittttttttttttoo…

Em nossas andanças, passamos pelos Jardins de Luxemburgo,pela escola de Direito de Paris e arredores e andamos toda a Champs-Elysees até chegar ao Arco do Triunfo.

Arco do Triunfo ao fundo

Depois de ver as lindas lojas e vitrines da famosa avenida parisiense.. voltamos para nosso apartamento totalmente exaustos….  e era só o primeiro dia!

No nosso segundo dia, fomos à Eurodisney. Estava prestes a realizar um sonho! Entre montanhas-russas, personagens, castelo, e o famoso desfile, nos sentimos verdadeiras crianças. Lugar mágico e encantador! Até hoje me emociono ao lembrar da música do desfile…

Eurodisney

No terceiro dia fomos para Versailles, ver seu famoso Palácio e seus jardins.Indispensável!

Jardins

Para o quarto dia, programamos uma day-trip para o Vale do Loire, região francesa com maior concentração de castelos. O ínicio do passeio é em Tours, uma cidadezinha a 1 hora de trem de Paris. Logo na estação de trem, você avista várias plaquinhas de agências que oferecem passeios a quantos castelos você tiver tempo pra visitar. Escolhemos uma que visitasse o Chenonceau ( o que mais queríamos conhecer) e um castelo que foi casa de Leonardo da Vinci. Além destes, recomendo também o Villandry, que vale a visita por conta de seus jardins.

Fomos e voltamos no mesmo dia e valeu muito a pena..

Castelo de Chenonceau

O quinto dia em Paris foi reservado para a catedral de Notre Dame (prepare-se para chegar cedo e enfrentar mais ou menos 400 degraus de escada), o Museu dos Inválidos (pra quem gosta de história, o lugar é bacana.. ) e a espetacular Torre Eiffel..

Quando vi a Torre Eiffel nos passeios nos dias anteriores, tinha achado algo normal. Porém ao chegar ali, bem pertinho… a sensação foi outra. Algo que não consigo descrever, pois ela é enorme, linda, imponente e que pelas fotos não dá pra imaginar. Só estando lá para sentir…. E a vista lá de cima é outra coisa fascinante… Tem que subir!

Vista da torre

Em nosso último dia, voltamos ao Museu dos Inválidos (no dia anterior não conseguimos entrar), demos mais um rolê às margens do Rio Sena e fomos visitar a igreja de Sacre Couer e as charmosas redondezas…. Era um sábado e descobrimos que ali é point da juventude parisiense.

Jovens nas escadarias da Sacre Couer

Voltamos para nosso apartamento para arrumar a mala rumo à Bélgica… como fizemos muitas compras em Paris, foi difícil fechar a mala.rsrrs.

Partimos de Paris no dia seguinte rumo à Bélgica com o sentimento de que não tivemos tempo de ir a todos os lugares que gostaríamos… mas não tem problema. Com certeza em breve voltaremos à cidade Luz!

Estação de trem rumo à Bélgica

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