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Londres: parte 4

E para nossa alegria, o terceiro dia também foi de sol 🙂 Acordamos, tomamos café de seguimos a dica da Sra Paty: conheçam Camden Town. Ok, ok, lá fomos nós.

Ao desembarcar na estação de metrô já ficamos surpresos! Imagine várias feirinhas juntas, que vendem desde lindos artesanatos até camisetas bizarras, misturado com vários mercados culinários e aqueles cheiros maravilhosos dos mais diversos tipos de comida… Bem, é assim que eu definiria Camden Town. Um lugar para perder horas e horas só observando a variedade cultural de Londres.

Chegamos cedo e não tinha tanta gente por lá, mas quando fomos voltar pro metrô, o cenário já era outro… Essa era a cara do lugar na hora do almoço.

Gostamos muito de Camden Town e realmente recomendo uma visita até lá. No caminho para nossa próxima atração, nos deparamos com mais uma loja liquidando tudo e não teve jeito! Tivemos que fazer mais umas comprinhas, rsrsrs.

Nossa próxima parada foi no Museu de História Natural de Londres, que assim como os demais, também é grátis. Eu já disse por aqui que não sou muito fã de museus, mas esse achei bem legal. Começando pelo imenso dinossauro que tem bem no hall de entrada.

Aliás, tem uma super seção de dinossauros, com direito até um tiranossauro rex animado.

Tem também uma super baleia que gostei e uma seção que tem um simulador de terremoto bacaninha. O museu é enorme e cheio de atrações, mas nós não tivemos paciência pra ver tudo, hehe. Afinal de contas, a tarde inteira já tinha ido e não vimos nem metade das coisas.

Saímos de lá e resolvemos dar uma passadinha na famosa loja Harrod’s, só pra ver, é óbviooooo.

Tudo de extremo bom gosto e preços caríssimos, como imaginávamos. Mas o passeio por lá vale a pena, nem que seja só pra sonhar…..

E assim finalizamos nosso terceiro dia na capital inglesa…. Vejam como museus requerem tempo! Me arrependo de não ter ido no British Museum, mas tive que escolher pois caso quisesse visitar todos precisaria de uma semaninha por lá (o que não seria nada mal 🙂 )

Já em nosso quarto e último dia, o tempo amanheceu nublado e com garoa, mas nada que nos desmotivasse a sair.

Tomamos nosso café da manhã e aproveitamos para tirar fotos com o simpático casal que nos hospedou.

E por falar neles, ter me hospedado em casa de família foi uma experiência maravilhosa! Além de ter economizado muito dinheiro, tivemos a oportunidade de conviver com este casal tipicamente inglês, numa casa tipicamente inglesa, rsrs.

Foi ótimo!!! Recomendo muito este tipo de hospedagem para quem é aberto a interação com gente que nunca viu na vida.

Para o nosso último dia em Londres, reservamos a visita ao Science Museum, que achei muito interessante por ser bastante interativo, mas antes de chegarmos lá, fomos tirando algumas fotos com alguns símbolos da cidade.

O Science Museum surpreende pela tecnologia, pelo design moderno, pela grandiosidade das coisas. Adorei!!!

De lá, fomos almoçar perto da Picadilly Circus para já começarmos a nos despedir da cidade….Demos mais umas voltas por lá e voltamos para buscar nossas coisas antes de seguirmos para o aeroporto.

Londres é demais e me faltam palavras para descrevê-la. Uma cidade multicultural, agitada, descolada, clássica, deslumbrante! Empata com Paris, para mim, como capital favorita do Velho Continente. As duas são completamente diferentes, mas igualmente fascinantes!

Esta foi nossa primeira viagem internacional e totalmente planejada por nós mesmos… Ficamos 1 ano juntando dinheiro para realizar esse sonho e no final de nossa viagem tivemos certeza de que valeu cada centavo gasto. Foi uma viagem de 23 dias, passando por 7 países e conhecendo muita coisa diferente. Muita aventura e alguns perrengues, todos inesquecíveis.

Devo à essa viagem toda a minha paixão por viajar e a certeza de que o mundo está aí inteirinho para ser vivido. E claro, que a Europa é linda, maravilhosa, civilizada e que merece muitas e muitas visitas…..

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Londres: parte 3

Já estávamos felizes de termos tido no sol primeiro dia e ao acordar no segundo com mais um dia maravilhoso nos fez pensar quão sortudos estávamos sendo.

O primeiro programa do dia foi chegar cedo ao Palácio de Buckingham para assistir a famosa troca da guarda.  A troca começa 11 e 30, mas se quiser um bom lugar é bom se antecipar.

Nesse dia começamos tirando uma foto bem pertinho do guardinha. A cena é muito engraçada, pois o guardinha tem que ficar sério mesmo com um bando de turistas incomodando, rsrsrs. Não sei como eles conseguem se manter como estátuas.

Chegamos cedo e conseguimos um ótimo lugar. Uma meia hora depois a frente do palácio já tinha lotado.

Ainda bem que ficamos bem próximos do portão e pudemos ver tudo de pertinho.

O espetáculo é muito legal e começa com músicas mais clássicas chegando até músicas dos Beatles. É muito bonito de ver a sincronização dos guardinhas.

Outra coisa que pensamos foi sobre o calor que os guardinhas passam visto que o chapéu deles é feito de pele de urso. Como era uma dia ensolarado, presenciamos o desmaio de um dos guardinhas que não resistiu ao forte sol em sua cabeça. Mas nada que tenha atrapalhado o show. Eu realmente recomendo assistir a troca da guarda que ocorre diariamente de maio a julho e em dias alternados nos demais meses. Nesse site tem maiores informações.

Após assistirmos a troca da guarda, fomos visitar a Trafalgar Square, outro cartão postal londrino e onde fica a National Gallery, que não tivemos tempo de visitar. O bom de Londres é que a entrada na maioria dos museus e galerias é grátis. Mas como o tempo era curto, só tiramos umas fotinhos  e almoçamos num Subway ali pertinho.

Depois do almoço seguimos para o Madame Tussaud’s, o museu de cera.  Atualmente a compra online proporciona descontos e também tem o esquema de se combinar com outras atrações para obter descontos.

Foi nossa primeira experiência nesse tipo de atração que nos rendeu boas risadas. A primeira sensação é meio esquisita, pois você ainda não está acostumado com as estátuas. Mas depois torna-se muito divertido. Existem “pessoas”que são muito parecidas, mas outras não têm nada a ver. O Pelé, por exemplo, nem de longe lembra o real.

Gostei de ter visitado o Madame Tussaud’s mas, na minha opinião, é algo para se ir apenas uma vez na vida. Até porque é bem carinho 🙂

Após tirarmos várias fotos com ricos e famosos, seguimos para a Picadilly Circus que é uma praça numa região super movimentada de Londres e onde se localizam os famosos letreiros que vemos em fotos.

A região é repleta de lojas de todos os tipos e é muito gostoso você entrar em várias delas nem que seja só para olhar. Tivemos sorte de achar algumas em super promoções e acabamos investindo um bom tempo por ali. Delícia!

Estar na Picadilly Circus é algo único, pois você sente mais que nunca o agito de uma das maiores metrópoles do mundo. Por alguns instantes parava e pensava: que lugar é esse????

Após camelarmos um monte por ali, seguimos para a Chinatown para darmos só uma olhada pois já era quase 19 horas e mais um dia estávamos bem cansados. No caminho consegui tirar uma foto com um dos símbolos de Londres.

Após mais um dia intenso de atividades, seguimos cheios de sacolas para nosso cantinho em Londres. Ao chegarmos só nós restou descarregar tudo que compramos e organizar… Olhem quantas etiquetas de 70% de desconto… iupi!

Com as roupas devidamente guardadas, fomos tomar banho e descansar para enfrentar a próxima maratona de passeios que teve como atrações principais uma visita a  Candem Town e Museu de História Natural.

Assuntos para Londres: parte 4, em breve aqui!

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Londres: parte 2

Após uma maravilhosa noite de sono, acordamos e fomos correndo olhar pela janela do quarto para ver qual era o clima. E para nossa agradável surpresa lá estava ele, o sol! Lindo e maravilhoso brilhando lá fora.

Ficamos muito felizes pois pelo que tínhamos pesquisado dias lindos de sol não são tão comuns em Londres.

Descemos e tomamos o delicioso café da Sra Pat. Ela preparava pão na torradeira e café, mas a sensação de estarmos ali, vivendo como uma família inglesa, deixava o simples delicioso.

No primeiro dia ela se espantou ao nos perguntar se queríamos ovos e nós dissemos não, rsrsrs. Outra coisa que a impressionou foi nos servir manteiga de amendoim e nós perguntarmos se era doce ou salgado. Me lembro bem dela dizendo, amendoim doce? Vocês comem isso no Brasil? rsrrs

Alimentados, pegamos nossa mochila e fomos para a estação rumo à primeira atração: London Eye.

É claro que queríamos sol pois é bem melhor camelar sem ter que se proteger de chuva. É melhor também pois as fotos saem mais bonitas. Entretanto, um outro motivo para comemorarmos o sol era a vista da London Eye, que até pouco tempo era a maior roda-gigante do mundo e que proporciona vista panorâmica da cidade.

London Eye:

Há uma estação de metrô quase na entrada da London Eye, chegar até lá foi bem fácil. Sair de lá e ver a atração ali, na sua frente, é demais!

É mais alta que eu imaginava, as cabines são maiores do que vimos na televisão, é linda!

Tínhamos lido que era bom chegar cedo para evitar as longas filas que lá se formam. Chegamos cedo, mas nem tanto, e não pegamos fila nenhuma.

Se nos quase 20 dias de viagem pela Europa já estávamos “acostumados” com a triste conversão pelo euro, começar a comprar ingressos em libras esterlinas doeu no bolso, rsrs. Atualmente, comprando ingresso online ou fazer combinações com outras atrações da cidade você pode economizar.

É caro? É! Mas é imperdível! E como diz o dito popular, quem converte não se diverte 🙂

O interessante da London Eye é que ela não pára. Você entra na cabine em movimento, mas é tão devagar que você não sente.

Ver o rio Tâmisa ali de baixo foi emocionante, mas o que mais impressiona é ver o Parlamento e o Big Ben. Impossível não se render a este lado da vista num primeiro momento dentro da cápsula.

Passado o fascínio pelo cartão-postal mais famoso de Londres, você começa a procurar outros pontos conhecidos no mapinha que eles entregam na entrada. Me lembro que o próximo que avistamos foi o palácio de Buckingham. E aí você começa a ver todos os outros e dizer várias vezes o quanto a vista é linda. Agradecia a todo momento por ter tido a sorte de pegar um dia limpinho, limpinho.

Ao terminar nossa volta, fomos unânimes em decidir pra onde iríamos: Parlamento e Big Ben!

Parlamento e Big Ben:

Fomos caminhando beirando o rio Tâmisa e mal podíamos acreditar que ali estávamos. Como essa é uma região extremamente turística da cidade, você caminha e tropeça em barraquinhas de souvenirs. Impossível não parar para pelo menos dar uma olhadinha.

Ao cruzar a ponte, tem-se um dos melhores pontos para se bater foto do Big Ben, pois você consegue pegar quase toda a construção.

Na ponte também é possível tirar foto da London Eye inteirinha e como o rio Tâmisa de cenário.

Nessas primeiras andanças por Londres já pudemos perceber que a diversidade cultural da cidade é demais. Você vê de tudo pelas ruas e ninguém está nem aí.

Outra coisa que te pega de surpresa a todo tempo é a mão inglesa. Por mais que as ruas sejam muito bem sinalizadas, é bem fácil você olhar para o lado “errado” da rua para ver se pode atravessar. Isso rende boas risadas 🙂

Ao lado do Big Ben, fica a Abadia de Westminster que apenas vimos de fora. Não sei porque, mas não achei tanta beleza nesta construção…

De lá, seguimos caminhando até o Palácio de Buckingham, que fica bem próximo. Até chegar lá é uma delícia passear pelo belo parque que há logo na frente.

Ao ver pela primeira vez um dos locais mais visitados de Londres é impossível não parar para pensar: caramba, estou aqui!

Outra coisa que chegando nesse lugar você quer ver são os guardinhas do palácio.

Ali na frente tem vários, mas demos sorte de encontrarmos o grupo ensaiando num prédio lateral e lá ficamos observando o espetáculo.

De lá seguimos para outro famoso cartão postal: a London Bridge. O meio de transporte que escolhemos? O famoso ônibus de dois andares.

A London Bridge fica bem próxima à Tower of London, que preferimos não visitar por dentro.

Apenas passamos por lá para fotografarmos a London Bridge, à beira do rio Tâmisa, num dia lindo com um clima agradabilíssimo.

Após muitas e muitas fotos, pegamos um ônibus para irmos ao Hyde Park, outro ponto obrigatório numa viagem à Londres.

Chegamos lá no meio da tarde e pudemos observar o jeitão londrino de se aproveitar um dia de sol. Várias pessoas deitadas na grama, apenas curtindo a vida. Diferentes estilos, cabelos, formas de se vestir. Tudo junto e em perfeita harmonia.

O Hyde Park é enorme e nós andamos boa parte dele. Olhamos no mapa e decidimos que iríamos caminhar até à fonte feita em homenagem à Lady Di. O trajeto foi longo, mas muito gostoso de se fazer.

A fonte é diferente, com água corrente, em formato oval. Simples e linda ao mesmo tempo.

Tínhamos saído de casa antes das 9 da manhã e tínhamos andado o dia inteirinho…. como ainda tinha sol, não resolvemos parar por ali. Apenas sentamos um pouco para descansar as pernas e olhar o mapa para vermos para onde seguiríamos.

Decidirmos ir até um dos mais famosos bairros de Londres, pelo menos para quem adora comédias românticas. Saímos do Hyde Park e seguimos rumo à um lugar chamado Notting Hill.

Nossa passada por lá foi apenas para ver um pouquinho do bairro, uma vez que já era mais de 7 da noite e estávamos exaustos. Cumprimos nossa missão registrando em fotos nossa passada por lá 🙂

Podres, seguimos direto de Notting Hill para nossa guesthouse. As experiências vividas no primeiro dia em Londres foram muito boas e o sol como estrela principal foi a cereja do bolo.

Uma cidade cosmopolita, educada, eclética e multicultural, essas foram nossas primeiras impressões da cidade.

Logo nesse primeiro dia já comecei a ficar em dúvida se tinha gostado mais de Londres ou de Paris. Ainda bem que tínhamos mais alguns dias pela frente para eu tirar a conclusão 🙂

Veja como foram nossas próximas aventuras em Londres ,em breve, aqui no Próximos Destinos 😉

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Londres: parte 1

Sair de Roma para Londres foi uma aventura, pois bem na época em que estávamos lá a Alitalia estava quase quebrando e ficamos angustiados até entrarmos no avião e termos certeza de que o avião decolaria. Voar de Alitalia foi uma boa experiência e aterissamos no Heathrow no horário estimado.

De tudo que tinha lido sobre imigrações na Europa, a de Londres era a que mais temia, por ter visto vários relatos de entradas negadas. Ao entrarmos no saguão da imigração fiquei assustada ao ler as placas que indicavam: 1) Pertencentes à União Européia e cidadãos americanos e 2) Resto do mundo. Olhei para o Loedi e disse: acho que nos enquadramos no resto do mundo, rsrsr 🙂

Ficamos um pouco na fila e logo fomos atendidos. A moça que nos atendeu pediu nossos comprovantes de hospedagem e a passagem de volta. Perguntou também se já tínhamos pago. Uma pergunta que ela fez foi o porquê de não termos o carimbo de entrada na França (quando chegamos por Paris não tivemos nenhum registro no passaporte 😦 ). Tanto eu quanto o Loedi fomos sinceros e respondemos que não sabíamos o porquê. Após essas simples perguntas, ganhamos nosso carimbo de entrada na Inglaterra. Ufa! Me senti aliviada.

Da imigração fomos para o saguão para a retirada da bagagem e lá tivemos que esperar muito tempo. Nada da liberação das malas e o tempo passando, passando…. Como havíamos informado a senhora Pat, proprietária da guesthouse em que iríamos ficar, que íamos chegar por volta das 19 horas, resolvemos ligar para ela e informar do atraso. Ainda bem que avisamos, pois atrasou muito.

Nesse tempo em que ficamos aguardando, pudemos observar várias malas sendo inspecionadas, passageiros sendo questionados em salas reservadas, algo que nunca tínhamos vivenciado. Realmente os ingleses fiscalizam quem entra no país. Após uma longa espera, finalmente as malas apareceram. Totalmente detonadas, pisoteadas, sujas, mas apareceram.

Problema mala resolvido, fomos descobrir onde podíamos comprar o passe do metrô e onde pegá-lo.

Hoje já se passaram mais de 3 anos dessa viagem e olhando pra trás vejo o quanto éramos amadores. Não tínhamos pesquisado direito o trajeto para chegarmos até a casa em que ficaríamos hospedados e desde então, mesmo com a super perda de conexão no Peru, o perrengue de Londres foi o maior em nosso histórico de viagens.

Achamos o guichê para comprarmos o cartão de metrô para Londres (o transporte de lá é ótimo, eficiente e super integrado) e seguimos nossa jornada. Pelas impressões de rotas que tínhamos em mãos, seguiríamos até uma estação no centro de Londres e de lá pegaríamos um trem até nosso destino final.

No papel, parecia muito simples, mas ao desembarcamos na estação quase entramos em pânico com o tamanho e quantidade de trens e metrôs que de lá partiam. Para agravar o cenário, já eram quase 11 horas da noite. Andamos feito cachorro perdido pela estação que estava lotada. Perguntamos para umas 5 pessoas como fazíamos para pegar o dito trem, mas não estávamos entendendo o design da estação e quando eles diziam para cima, não sabíamos bem o que eles queriam dizer. Um caos total!

Até que, por muita sorte, encontramos uma brasileira abençoada que viu nosso desespero e nos ajudou ao acharmos o local correto para pegarmos o trem. Quando vimos a placa, nos demos conta de que aquele era o último trem da noite com aquele destino. Eram 23 e 30 e estávamos embarcando. Ufa!

Assim que sentamos no trem ficamos imaginando a cagada que poderia ter sido nós perdermos o trem. Até hoje não tenho ideia do que teríamos feito, pois nossa hospedagem era bem longe do centro da cidade. Me arrepia só de pensar nisso….. Felizmente surgem essas pessoas encantadas para nos salvar dos perrengues 🙂

Seguimos no trem por cerca de 30 minutos e desembarcamos. Pelo mapa que tínhamos, a casa da senhora Pat ficava bem próxima da estação. Lá em Sydeham, que era a cidadezinha em que ficamos, foi bem mais fácil de nos acharmos.

Tocamos a campainha e uma senhorinha muito simpática veio nos atender. Essa foi nossa primeira experiência de hospedagem em casa de família e nesse primeiro contato achamos muito legal.

Como já era mais de meia-noite, a Sra Pat já estava de pijama. Nos atendeu, nos acomodou no quarto, nos mostrou onde era o banheiro e disse para nos preocuparmos com o pagamento só no dia seguinte.

Muito receptiva, nos perguntou também para que horas queríamos o café da manhã.

Podres que estávamos, só tomamos banho e fomos dormir aliviados por essa aventura ter terminado bem. Um dia que começou cedinho em Roma com a instabilidade da Alitalia e terminava ali de madrugada.

Um outro pensamento que não saía de nossa mente era: será que teremos o privilégio de ter sol em nosso primeiro dia de passeio em Londres?

Confira como foi nosso primeiro dia, no próximo post sobre Londres 😉

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