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Lisboa: parte 3

Em nosso último dia em Lisboa, aproveitamos para conhecer a parte mais moderna da cidade, que fica localizada próxima a estação Oriente, que por si só já valeria a pena a visita.Como o local fica perto do aeroporto, já aproveitamos para ir até lá e nos livrarmos da bagagem e fazer o checkin. Livres, voltamos para a estação e fomos dar uma volta por ali.

A estação Oriente é linda!

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Bem à sua frente, está localizado o centro comercial Vasco da Gama, que tem lojas para todos os gostos e bolsos.

Após alguns cliques por ali, fomos em direção ao Parque das Nações. Muito moderno, o local tem atrações variadas que vão desde o Oceanário de Lisboa até muitas opções de restaurantes e bares.

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O programa por lá é caminhar sem compromisso observando todos os detalhes. O lado mais legal fica beirando o rio Tejo, que além da paisagem em si, conta com jardins interativos, fontes e vários bancos coloridos para você sentar e observar a vida passar.

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Logo que você chega à beira do rio, a atração principal é a Torre Vasco da Gama. É um daqueles lugares que você realmente vai querer fotografar, pois o prédio combinou perfeitamente com a paisagem.

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Outro atrativo do local é o teleférico, que estava fechado neste dia, mas deve proporcionar boas fotografias.

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Visitar esta parte da cidade fechou com chave de ouro nossa estadia em terras portuguesas. Se você sai do centro de Lisboa e vem pra cá, poderá não acreditar que está na mesma cidade. Pena que tínhamos pouco tempo para aproveitar.

Saímos dali e voltamos para a Estação Oriente. Desde que havíamos chegado em Portugal uma das coisas que nos chamou a atenção, mesmo sendo óbvio, era a semelhança da culinária. É muito comum você ver empadas, pastéis e coxinhas de frango assim como vemos nas lanchonetes brasileiras. E tendo visto tanto dessas coisas, resolvemos almoçar a coxinha de lá pra ver se era parecida com a nossa. Hummm, deliciosa! E de sobremesa, adivinha?? Haha, o último pastel de nata de Portugal.

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Logo após comermos, voltamos ao aeroporto e assim terminava nossa passagem por terras portuguesas.

Visitar Portugal nos fez entender muita coisa da cultura brasileira tanto pelo lado bom quanto ruim. Fomos muito bem tratados por todos os portugueses que tivemos contato e ficamos impressionados com a quantidade de brasileiros na cidade. Acredito que um fator que contribua muito para isso, além da facilidade da língua, é a quantidade de cidades brasileiras que são atendidas por voos diretos da TAP. Outras companhias poderiam copiar, não é mesmo?

Lisboa é uma capital totalmente diferente de todas as outras cidades europeias que já visitamos e tem que ser apreciada como tal. Comparações são sempre mal vindas quando falamos de viagens, mas gostaria de deixar registrado que caso você já tenha ido para outros países europeus e chegue em Portugal esperando algo parecido irá se frustrar.

Lisboa não tem nada a ver com Paris, Viena ou Londres e nem por isso é melhor ou pior, é apenas diferente. Também acho que não valha a pena atravessar o oceano para conhecer apenas Lisboa. Uma dobradinha com outro país ou outra cidade será mais legal. E caso queira incluir Portugal no roteiro combinado com mais países, o coloque em primeiro.

Com estes pensamentos, finalizamos nossa viagem por Portugal e seguimos para Luxemburgo.

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Sintra e seus castelos: parte 2

A cidade de Sintra é muito bem sinalizada e preparada para receber os turistas. Muito fácil se achar por lá. Seguimos as placas e fomos caminhando até o Quinta da Regaleira.

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Ao chegar ao local, você já percebe a grandiosidade da propriedade. Apesar de o palácio ser muito bonito, havia lido que essa não era a parte mais legal do Quinta.

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Pagamos a entrada, demos uma rápida olhada no palácio e fomos para a parte mais divertida do local: os jardins. Pense num cenário cheio de torres, túneis, labirintos, passagens secretas, fontes e muito mais. Tudo isso você encontra no “quintal” da Quinta da Regaleira.

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Acho que nunca me diverti tanto num jardim quanto lá. A regra é se perder, se enfiar em qualquer buraco que aparecer pela frente (literalmente!) e cair na gargalhada. Não tem como você visitar aquele lugar e não pensar no quão maluca era a pessoa que encomendou tudo aquilo. São túneis e labirintos escuros, com algumas luzinhas para te guiar e quando você chega ao final, descobre um super poço, cheio de escadarias.

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Ou, encontra uma cascata, com pedras no lago que te levam a lugar nenhum. Tudo no meio de muito verde e com alguns mapas espalhados para te guiar.

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No meio das aventuras, vimos que o sol abriu e lá do Quinta pudemos ver o Castelo dos Mouros e do Pena limpinhos no alto da montanha (que raiva!) Pelo menos conseguimos fotografá-los de longe.

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Aproveitando o bom tempo, passamos algumas horas nos jardins da Quinta da Regaleira nos perdendo por tudo que é canto e saímos encantados. Caso vá até lá, não deixe de visitar pelo menos uma passagem secreta, é demais! Esse com certeza foi um dos passeios mais divertidos que já fiz na vida. Fez brotar a criançona que vive dentro de mim:)

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No final da tarde, começou a cair uma chuva fraquinha. Para nos protegermos, aproveitamos o tempo para conhecer por dentro o palácio.

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Não achei nada demais e com certeza termos investido nosso tempo no jardim foi a melhor coisa que podíamos ter feito. Se eu tivesse que escolher apenas um lugar pra visitar em Sintra, com certeza seria o Quinta da Regaleira.

A chuva parou e seguimos caminhando até a Estação de Trem. Mesmo cansados, nem vimos o tempo passar pois a caminhada contava com uma bela paisagem. Chegamos na estação, comemos um pastel de nata (pra variar) e logo embarcamos rumo à Lisboa.

Visitar Sintra foi maravilhoso e teria me arrependido muito caso não tivesse ido. Portanto fica a dica; indo à Lisboa, encaixe a cidadezinha no seu roteiro e surpreenda-se.

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Sintra e seus castelos: parte 1

Estávamos planejando nosso terceiro dia de passeio quando nos demos conta de que faltariam atrações em Lisboa para preencher nossa agenda. Ao mesmo tempo, lemos o quanto era fácil chegar até à cidade de Sintra e ao pesquisar mais sobre a cidadezinha decidimos mudar todo o roteiro e irmos pra lá. Pegamos as coordenadas e pronto, estava certo que iríamos para Sintra no sábado. Uma das principais “culpadas” por essa decisão foi minha guru de viagens, Dri Miller. Ao ler seu post sobre Sintra, não pude imaginar estar tão próximo daquele lugar e não visitá-lo.

Para ir de Lisboa até Sintra é muito fácil. Os trens partem da Estação Rossio de 30 em 30 minutos e a passagem de ida e volta custa menos que 5 euros. O trajeto dura 40 minutos. E é muito simples pois a estação final é lá, portanto nem medo de perder a estação certa existe. Conseguimos pegar o trem das 09:08h e antes das 10:00h estávamos na estação de Sintra.

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Sintra é famosa por seus castelos e escolher quais farão parte de seu roteiro é o primeiro passo. Para se locomover por lá, a opção mais barata é pegar os ônibus que fazem os trajetos dos castelos. Dependendo de quais irá visitar será o 434 ou o 435.

Não tem erro! É só sair da estação, olhar a placa que indica “Terminal Bus” e alguns passos a frente estará o ponto.

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O bilhete ida e volta custa 5 euros. No trajeto de ida, você pode parar e entrar de novo no ônibus com o mesmo bilhete. Já na volta isso não é possível (mas também não é nenhum problema).

Caso prefira, também é possível alugar um carrinho de 2 pessoas e fazer tudo do seu jeito.

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Como os castelos que tínhamos escolhido eram Mouros, Pena e Quinta da Regaleira, pegamos o ônibus 434.

Nossa primeira descida foi no centro histórico, que tem como principal atração o Palácio Nacional. Ficamos por ali cerca de 30 minutos, explorando as redondezas e encantados com a beleza da cidadezinha.

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Pegamos o ônibus novamente e fomos para o Castelo dos Mouros, que tem como principal atrativo a vista lá de cima, mas como estava nublado e com muita neblina, sabíamos que não teríamos a cereja do bolo do passeio. Ao comprarmos o ingresso, a moça ressaltou que este castelo é formado apenas por muralhas e ruínas e que o trajeto requer bom preparo físico. Ok! Lá fomos nós…

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Se lá embaixo, na cidade, estava frio, lá em cima estava mais ainda. Com sua localização à 400 m de altitude, o Castelo dos Mouros apresentava fortes ventos.

Muito interessante observar as escadas e as muralhas e imaginar quanta história passou por ali. Não ficamos muito tempo por lá, visto que o vento chegava a nos empurrar de tão forte. Além disso, a neblina não nos permitia enxergar muito à nossa frente.

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Mesmo sem a vista, o passeio valeu a pena, apesar do vento gelado e forte que enfrentamos por lá. Para esquentar um pouco, paramos na bilheteria de novo para tomarmos um café.

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Logo na saída dos Mouros, vimos uma plaquinha que indicava o Castelo de Pena a 5 minutos de caminhada dali. Para não esperarmos o ônibus, fomos andando mesmo.

Enquanto nos Mouros só existem muralhas, o Pena tem seu interior aberto à visitação. Você pode ir caminhando até o castelo (subida e vários degraus) – nossa opção, ou pagar 2 euros e pegar o bondinho.

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A neblina atrapalhou a qualidade das fotos e não vou conseguir mostrar quanto é lindo o castelo Pena (apesar de não estar num bom estado de conservação).

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Lá dentro não é permitido tirar fotos, mas é tudo restaurado e bem arrumado. Não foi o primeiro castelo que visitei, nem o mais bonito, mas gostei do que vi.

O Pena também fica no topo da montanha e deve ter uma vista lindíssima, mas dessa vez ficamos apenas com o vento forte 😦

Pegamos o ônibus de volta e paramos no centro histórico para almoçar. Minha mãe estava desde o início da viagem pedindo para comer bacalhau e aproveitamos então para pararmos no restaurante Bristol. Eu não como nada de peixe e optei por um prato de frango. O atendimento do restaurante é ótimo e a comida também.

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Com energias recarregadas, seguimos caminhando até o Quinta da Regaleira, que será o assunto do próximo post.

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Lisboa: parte 2

Ir para Lisboa e não provar os originais Pastéis de Belém é inadmissível e desde que chegamos, mal podia esperar para experimentar. Fizemos questão de incluir essa experiência já no primeiro dia.

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Na Pastéis de Belém, é possível pedir e levar, ou sentar-se numa mesa e comer sossegado. Como os preços eram os mesmos, ficamos com a segunda opção. Ao invés dos 4 pastéis que pedimos no dia anterior, resolvemos caprichar e logo pedimos uma dúzia de pastéis de Belém, hummmmm. Cada um custa 1,05 euro.

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Muitos dizem que o pastel de Belém é o melhor de todos que você comerá em Portugal, portanto antes de prová-los a expectativa era grande. Após todos morderem o hummm foi coletivo. Quentinhos, com uma massa extremamente crocante, os danados fazem jus à fama.

Bem alimentados, fomos para a próxima parada:  a Praça do Comércio, que é uma das maiores praças da Europa, com cerca de 36 mil metros quadrados. Por ali encontram-se vários restaurantes, agências de turismo, e outros tipos de lojas. Localiza-se bem próxima ao rio Tejo, mas o centro das atenções é seu lindo portal.

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Olhamos no mapa e vimos que próximo dali se localizava a Casa dos Bicos, e fomos ver do que se tratava. Funciona por lá a Fundação José Saramago,mas que não achamos nada demais na construção.

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Seguimos caminhando até a Igreja da Sé, e descemos rumo ao bairro de Chiado, onde queríamos subir o elevador de Santa Justa.

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O Chiado é um bairro bem ajeitadinho, com calçadões, lojas, restaurantes tudo com muito charme.

Achamos o elevador e usamos nosso passe de transporte público para subí-lo. Lá em cima se tem uma boa vista da cidade, mas o vento estava muito forte e frio portanto não ficamos muito tempo por lá.

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Sem rumo, saímos do elevador e continuamos nossa caminhada. Passeando por Lisboa, é muito legal observar as plaquinhas de ruas e se divertir com os nomes.Passando por um beco aqui, outro acolá, saímos na praça do Teatro Nacional.

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Demos mais uma andada, passamos em frente ao outro lado da Estação do Rossio e nos surpreendemos com sua bela fachada.

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Já era quase final de tarde e rseolvemos parar para comer alguma coisa. As vitrines das padarias portuguesas são de encher os olhos. Com muita dúvida, acabamos escolhendo outro doce típico português: a queijada. Uma delícia também, mas prefiro os pastéis de nata:)

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A chuva voltou no final da tarde e como já tínhamos cumprido nossa programação diurna, fomos direto para a noturna: ir até às galerias Colombo fazer umas comprinhas.

O shopping tem boa variedade e encontramos bons preços de roupas. Batemos bastante perna por lá e voltamos com algumas sacolas.

Após 12 horas intensas de passeios pela cidade, voltamos para o apartamento e o que mais queríamos era descansar, afinal de contas, esse ainda era o segundo dia.

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Lisboa: parte 1

Para nosso segundo dia, fizemos uma programação bem intensa e nem levamos em conta a idade e disposição de nossas mães. Fizemos o roteiro no padrão Thaís e Loedi e seja o que Deus quiser.

Nossa primeira parada foi na estação de metrô do Rossio,  a mais próxima de nosso local de hospedagem, onde compramos o cartão Viva Viagem (0,50 por cartão) e carregamos com o passe ilimitado para 1 dia (5 euros), válido para todos os meios de transporte.Tudo feito sem complicação na maquininha de auto-atendimento.

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Com o passe em mão, seguimos para pegar o bonde elétrico rumo ao bairro de Belém.Como estava chovendo, iniciamos nosso passeio pelo Mosteiro dos Jerônimos, um dos prédios mais bonitos de Lisboa.

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Decidimos não entrar no mosteiro, ficamos somente na capela. Foi muito bacana estar no local onde se guardam os restos mortais de Luiz Camões e Vasco da Gama. Não pelas tumbas, é claro! Mas sim pela importância que ambos tiveram para o mundo. A capela também impressiona pela altura de seu pé direito, por seus vitrais e pelos altares banhados a ouro.

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De lá fomos para outra atração coberta: o museu da Marinha. Eu não gosto de museus, mas como meu maridinho adora, fui sem reclamar. Ainda mais que era um jeito de fugir da chuva e o melhor de tudo: de graça. O museu conta a história das embarcações e a importância delas na época dos descobrimentos. Aliás, prepare-se desde o aeroporto para perceber o quanto os portugueses se orgulham das descobertas. É bem comum você ler que Portugal descobriu o mundo.

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A parte que mais achei legal foi a ala das galeotas, onde estavam expostas embarcações em tamanho real. Não tem como não dizer uau ao entrar no salão. Também não tem como não pensar no trabalhão que dava para navegar naquela época.

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Após muitas fotos, saímos do museu e felizmente a chuva havia parado. Atravessamos a praça do Império, de onde se tem uma vista linda do Mosteiro e lá paramos para observar a beleza dos jardins.

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Partindo da praça, atravessamos a avenida para o Padrão dos Descobrimentos. Na calçada, um mapa mundi enorme mostrando os locais por onde os portugueses passaram na época dos descobrimentos.

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Além do monumento, a vista que se tem da ponte 25 de abril, é outro atrativo do local.

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Na sequência, fomos caminhando até à torre de Belém e novamente a chuva apareceu. Felizmente foi bem rápida e não atrapalhou nossas fotos por lá. Não tivemos vontade de subir, nos contentamos apenas com muitas fotos.

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Já era quase hora do almoço quando resolvemos voltar para perto do Mosteiro e procurar comida salgada. A sobremesa já estava definida: Pasteis de Belém os originais da fábrica que atua por ali desde 1875. Como a sobremesa seria o prato principal, comemos no Mc Donald’s mesmo e logo atravessamos a rua. Conto como continuou nosso dia no próximo post 😉

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Lisboa: Castelo de São Jorge

Já saímos do Brasil com toda nossa programação de passeio pronta e nosso primeiro local a ser visitado era o Castelo de São Jorge, um dos cartões-postais de Lisboa.

Assim que largamos as malas no apartamento já saímos. Descemos a rua do hotel rumo à Praça Figueira e de lá pegamos um bondinho para subirmos até o Castelo. O passe somente de ida custou 2,85 euros. Andar no bondinho foi uma experiência interessante, pois parecia que tínhamos voltado no tempo.

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Nesses primeiros momentos, pudemos perceber que Portugal é bem diferente dos demais países que conhecemos da Europa. Os prédios não são tão conservados, as ruas são bem estreitas e com casas bem antigas cheias de roupas penduradas para fora. Me fez lembrar os centros históricos das capitais nordestinas e por aí começamos a entender um pouquinho de nossas origens.

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Como estava uma chuva fraquinha, tivemos que cuidar para não escorregarmos nas lisas ruas e calçadas de pedras. Descemos no ponto do Castelo e logo achamos o caminho.

Pagamos os 7 euros de entrada e entramos. Logo após a entrega do bilhete, você já chega em um mirante com uma vista de toda a cidade. Já é o primeiro ponto para parar e tirar muitas e muitas fotos.

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De lá seguimos para ver as demais muralhas e torres e a cada subida, uma surpresa. Os comentários sobre a imensidão do castelo e como tudo aquilo foi construído um dia fazem parte da visita.

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Ficamos por lá umas 2 horas, o que foi suficiente para cansarmos as pernas com tanto sobe e desce. Além disso, este primeiro passeio nos deu já um gostinho de Portugal.

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Mesmo cansados pela viagem, resolvemos voltar à pé, mas não sem antes pararmos numa lanchonete para provarmos a mais famosa iguaria portuguesa: os pastéis de nata (aqui conhecidos como pastéis de Belém). Eu adoro os vendidos pelo Habib’s e desde que confirmamos nossa vinda para Portugal experimentar os originais era algo mandatório. Prometi pra mim mesma que comeria pelo menos um por dia em nossa estada em terras lusitanas ( e eu cumpri 🙂 )

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Paramos numa lanchonete, pegamos os 4 últimos pastéis e tchan, tchan,tchan, tchan…. o “humm..” foi em coro. Que delícia! Comemos, bebemos algo e seguimos com energias recarregadas rumo ao nosso apartamento.

Como para baixo todo santo ajuda, e com certeza você usará bastante esta frase estando em Lisboa, fomos curtindo as ruelas até chegarmos ao nosso destino.

Passamos num mercadinho, compramos macarrão e jantamos no apartamento mesmo. Para o primeiro dia, as atividades foram intensas.

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Portugal: primeiras impressões

Ufa! Após um ano e oito meses sem férias, finalmente elas chegaram. Partimos de Curitiba rumo ao rio de Janeiro no horário, mas ao chegarmos no Galeão fomos informados de que nosso voo rumo à Lisboa estava atrasado em uma hora e meia. Aff!

Tínhamos escolhido partir do Rio para tentar fugir do caos de Guarulhos, mas ainda não sei dizer qual dos dois aeroportos consegue ser pior. Apesar de não ter tanto movimento quanto São Paulo, a parte internacional do Galeão me decepcionou pela falta de estrutura. Como pode um terminal inteiro ter apenas uma pequena lanchonete? Pelo menos em São Paulo você tem algumas opções de alimentação, por mais que sejam caras e  com pouca variedade.

Nosso voo partiu por volta de 2 horas da manhã, mas o piloto informou que nossa chegada só seria impactada em 40 minutos e foi isso que aconteceu. Meio dia e meia já estávamos em Lisboa.

Voamos de TAP, num avião velhinho e sem muita opção de entretenimento a bordo. Era tão ruim que nem perdi meu tempo com ele. Estava cansada e consegui dormir pelo menos umas 4 horas. As opções de refeição eram quer ou não quer? Haha, nada de escolher entre frango, carne ou massa, como acontece na TAM, Lufthansa ou Swiss. Felizmente era frango e a comida estava razoável. O que se destacou para mim foi o café da manhã, que tinha uma boa variedade de alimentos.

O aeroporto de Lisboa foi reformado recentemente e é digno de padrões europeus. Passamos pela imigração e logo seguimos para o saguão onde sacamos dinheiro e fomos em busca de um táxi.

Só pegamos táxi porque estávamos em 4 pessoas, com 3 malas grandes e estava chovendo um pouco. O aeroporto é servido pela linha vermelha do metrô e é muito fácil chegar até o centro gastando menos de 2 euros por pessoa. Nosso táxi deu 30 euros até o centro (já contando a taxa de bagagem).

A primeira boa impressão de Portugal foi dada pelo nosso taxista, senhor João, que foi extremamente simpático e conversador.

Como nosso apartamento se localizava no centro histórico, ele nos avisou que não poderia nos deixar na porta, pois como a rua era muito estreita, o carro não conseguiria retornar. Mas faria o possível para nos fazer andar  menos na chuva.

Seguimos o endereço e lá chegamos. Se eu não tivesse olhado bem as fotos no Homelidays e no Google Street View, teria ficado um pouco assustada com a fachada. Mas sabia que por dentro a impressão seria outra.

O senhor Paulo, proprietário do imóvel, se atrasou um pouco mas logo chegou para nos dar as boas-vindas. Ao abrir a porta, ficamos encantados com a beleza e estrutura do apartamento que reservamos para 4 pessoas por 180 euros, 4 diárias. Meu primeiro pensamento foi: eu realmente adoro o site Homelidays!

O apartamento tinha sala, 1 quarto, cozinha e banheiro. Todos os cômodos eram equipados e tínhamos desde máquina de lavar louça e roupa, até Cds e DVDs de filmes caso quiséssemos assistir.

O que chamava realmente a atenção era o charme da decoração. Tudo muito lindo e ajeitadinho.

Além de toda a recepção, ainda nos trouxe um pão fresquinho, vinho, torradas, frutas e algumas bolachas. Em nenhum hotel teríamos tanta gentileza por esse preço.

Fizemos o pagamento, nos instalamos e logo seguimos para começar as nossas aventuras em terras portuguesas.

Primeiras impressões de Portugal? Dos portugueses, muito boa. Da cidade, pelo pouco que vi até aqui não achei muito com “jeito” de Europa… vamos ver no decorrer dos dias quais serão minhas percepções.

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