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Enxoval de bebê nos EUA – Miami

Após nossa ida à Key West, não tirei mais nenhuma fotinho em Miami, uma vez que o restante da viagem foi todo dedicado às compras. E aqui confesso que mordi minha língua, pois sempre achei um absurdo uma viagem com foco total no consumismo, mas dessa vez foi necessário 🙂 Além disso, o tempo estava horroroso por lá, o que nos desencorajou de qualquer outro passeio. Apenas para constar, continuo sendo contra viagens só de compras, hehe.

Como já citei nos outros posts sobre o enxoval, deixamos para comprar em Miami os itens mais trambolhudos como cadeirinha e carrinho e foi por eles que começamos. A dica fundamental aqui é que você cheque pela internet onde você encontra o modelo e cor que deseja, pois nem sempre encontrará o que quer onde quer. Para vocês terem uma ideia, o carrinho que queria na cor vermelho não estava disponível em nenhuma loja grande. Fui encontrar na Nini and Loli, que é uma loja menor mas que vi online a disponibilidade. Outra coisa que é preciso ter em mente para esses itens é como você irá trazê-los para o Brasil. Claro que dá pra trazer na caixa, mas nós não quisemos por causa da dificuldade que seria carregar (se mala com rodinha já é difícil, imagine um volume sem). Outro ponto é saber se a companhia aérea considera caixa como volume de bagagem ou não (li que algumas cobram por isso). Nossa opção foi comprar uma super mala dobrável onde pudemos colocar o carrinho e ainda ocupar todos os espaços vazios com outras coisas. Achamos a super mala facilmente no Sawgrass por 29 dólares, mas na Bed Bath and Beyond vimos uma similar mais barata ainda. Mesmo com esse “equipamento” em mãos, embalar o carrinho não foi tarefa fácil e rendeu boas gotas de suor do super Loedi, rsrsr.

Obs: fotos tiradas com o Ipad, por isso de baixa qualidade 😦

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O ruim desse foco em compras é que não sobra muito pra contar, uma vez que citei no post de Nova Iorque as principais lojas que incluímos em nosso roteiro. Em Miami não foi diferente. Fomos a todas elas novamente para comprarmos os itens que faltavam de nossa listinha. Rodamos pra caramba por lá, uma vez que as lojas são bem distantes. Esqueci de marcar a quantidade de quilômetros que rodamos, mas certamente foram muitíssimos.

Dentre os grandes shoppings, fomos ao Sawgrass e ao Dolphin Mall mas por lá não compramos muitas coisas. Acabamos gastando mais nas demais lojas de departamento como a Target, Old Navy, Wal Mart, Burlington e similares.

Os vestidinhos de festa foram as peças mais caras de todo o enxoval – 15 dólares 🙂 e a maioria achei na Burlington.

vestidos

Apesar de não termos turistado, essa nossa segunda visita à Miami me fez mudar de ideia e gostar mais da cidade, tanto que planejo dar uma passadinha por lá de novo esse ano, hehe.

O nosso maior desafio foi fazer tudo caber nas malas, mas felizmente deu tudo certo. Aproveitamos todos os espaços, até a bolsa que comprei pra Camila voltou lotadaça. Passei duas noites em claro com medo de ser parada na alfândega.

Fomos com 23 kg de bagagem e voltamos com 109 kg. Vejam que maravilha, ainda teríamos mais 19 kg pra despachar, hehe. Repito aqui o que já escrevi em outros posts: a balancinha de mão para checar os pesos antes de chegar ao aeroporto é item fundamental para uma viagem de compras. Outro artefato que nos ajudou dessa vez foram aqueles Vacuum Bags, que diminuem consideravelmente o volume das peças. Olhem só a quantidade de roupas só da Camila!

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E assim voltamos para o Brasil! Com 4 super malas e felizmente nem fomos para o raio-x na Receita Federal. Também, viajamos no dia 31/01 e passamos a noite de Ano Novo no avião (mais uma vez :)) Quem seria o fiscal malvado que nos pararia numa data destas logo pela manhã? 🙂

bagagem

Podres por não termos dormido no voo, finalmente chegamos à nossa casinha com todas as nossas aquisições. É claro que no balanço geral a mais beneficiada da viagem foi a Camila, mas também nos divertimos muito.

Essa foi mais uma viagem maravilhosa e a última internacional que fizemos sem a nossa bonequinha. Porém tenho certeza que em breve estarei aqui relatando como foi a primeira vez dela na terra do tio Sam, para onde voltaremos muitas e muitas vezes ainda 🙂

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Como foi minha gravidez?

Deixei para postar esse post bem no finalzinho da gestação por 2 simples motivos. O primeiro é porque esse blog sempre foi e continuará sendo um blog de viagens e não quis ficar enchendo de postagens de gravidez para não perder o foco. O segundo é porque quis contar tudo de uma só vez e fazer meu relato completo para os leitores que também estão vivendo ou viverão esse momento possam saber como foi. Um outro fator que me fez adiar é que como disse em algum momentos por aqui, nunca encarei a gravidez como algo glamuroso e mágico (desculpas pelo realismo excessivo, rsrsrs).

Fiquei muito feliz de ter engravidado no mês que queria, e de estar encarando essa nova fase de minha vida, mas logo nos primeiros sintomas que tive, vi que os longos 9 meses não seriam tão fáceis. Como descobri logo no início (4 semanas), pude encará-la de cabo a rabo.

Uma coisa que notei logo no começo é que muitas coisas que acontecem na gravidez não são contadas!! Parece que ficar grávida é lindo e maravilhoso e que tudo será um mar de rosas, mas não foi assim que me senti, apesar de ter tido uma gravidez super tranquila perto do que vi acontecer com outras pessoas. Mas vamos por partes! Vou dividir o relato em 3 trimestres, que é como os médicos fazem.

Primeiro trimestre:

É muito engraçado você descobrir que está grávida! Quando peguei o resultado do exame assim que voltamos de Dubai, vários sentimentos estranhos tomaram conta de mim, desde medo até a alegria de ter sido sortuda de conseguir tão rápido. Mas parece que a ficha ainda não cai, e levaram algumas semanas para eu começar a me sentir um projeto de mamãe 🙂

Já sabia desde sempre que pagaria o que fosse para saber o sexo do bebê o quanto antes, e assim que completei as 8 semanas fiz o exame de sexagem fetal para saber que era a Camila que estaria vindo. Digo que dos nove meses de gravidez, os 3 dias mais longos foram os que tive que esperar para sair o resultado do exame. Quando saiu chorei horrores de felicidade por saber que agora poderia chamá-la pelo nome, e não apenas de bebê.

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Sintomas físicos:  senti muito enjoo e sono nos três primeiros meses, além de cólicas terríveis. Apesar disso, continuei fazendo atividade física principalmente caminhadas, uma vez que o médico me recomendou não ir na academia nas 12 primeiras semanas. Meu apetite continuou normal e desde o início eu tinha consciência de que não precisaria comer por dois. Sempre fui muito regrada com alimentação e na gravidez não seria diferente.

Assim como faço há anos, continuei com meu acompanhamento quinzenal com uma nutricionista.

Segundo trimestre:

Em tudo que lia estava escrito que esse seria o melhor período da gravidez e realmente foi. Apesar de eu ter descoberto que estava com a placenta baixa e assim ter de novo restrição para ir à academia, o médico me deixou continuar com as caminhadas. O meu alívio foi ele permitir que eu viajasse para os EUA no final de dezembro. Nessa época que fizemos nossa última viagem sem a Camila, que foi para João Pessoa no carnaval.

Sintomas físicos: magicamente os enjoos desapareceram, assim como as cólicas e o sono. Viajei para os EUA sem ter nenhum sintoma e por lá pude bater perna à vontade. Meu único cuidado foi gastar uns bons dólares para garantir alimentos saudáveis na minha alimentação por lá. Foi nessa fase que meu corpo começou a mudar e as roupas passaram a não servir mais. Confesso que sofri um pouco (ou seria muito?) com essa fase de transição. O bom é que minha barriga demorou bastante para aparecer, mas por outro lado não aguentava mais as pessoas menosprezando meu projeto de pancinha, rsrs.  Nas fotos abaixo, eu com 6 e 7 meses de gestação.

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Terceiro trimestre:

A reta final da gravidez leva fama de ser a mais chata e cheia de sintomas desagradáveis. Também costuma ser conhecida como a fase da correria para deixar tudo pronto caso o bebê resolva aparecer antes do tempo. Para nós, nada disso aconteceu. Como somos bastante planejados, já no final do sexto mês estávamos com o quartinho todo pronto e arrumado. Como já tínhamos comprado tudo nos EUA, não precisei comprar nada aqui no Brasil. A fase final não teve nenhuma correria.

E por falar em quartinho, segue uma foto para vocês verem.

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Sintomas físicos:

Continuei normalmente com minhas atividades físicas e frequentei a academia até a última sexta-feira (ela nasce amanhã, que é segunda 🙂 ). Isso me ajudou muito a me manter saudável e ativa, sem problema algum de inchaço, pressão ou qualquer outro sintoma comum nessa fase de gestação.

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Fiquei extremamente feliz de ter engordado apenas 11 kg e espero me livrar deles o mais breve possível. Mas digo que isso foi resultado de toda uma vida saudável que sempre levei, e nada específico da gravidez. Minha barriga não ficou enorme (felizmente!) e nessa foto tirada 4 dias antes da cesárea vocês podem conferir.

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E por falar em cesárea, essa foi a grande frustração do período. Meu sonho sempre foi fazer parto normal, porém tive placenta prévia que é um impeditivo real para esse tipo de procedimento e infelizmente terei que encarar a cirurgia 😦  Fazer o quê?

E finalmente chega a hora….

Pois é, o grande dia está chegando. A cesárea está marcada para amanhã de manhã e por incrível que pareça não me sinto ansiosa, mas sim cheia de medos e receios. Acho que só vou respirar aliviada assim que tiver ela no meu colo saudável e perfeitinha. Nessa última semana, por alguns momentos pensei que queria ficar com ela mais um tempinho na barriga, com certeza pelo medo do novo que está por vir. Agora faltam menos de 24 horas e só nos resta esperar….

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Enxoval de bebê nos EUA – Nova Iorque

Como disse no post de planejamento, incluimos Nova Iorque no roteiro por causa da cidade em si. E já que era por lá que começaríamos a viagem, não podíamos exagerar nas compras pois teríamos o limite de bagagem no nosso voo para Miami (23 kg por pessoa). Sendo assim, já era certo que os itens mais volumosos seriam comprados na Flórida.

Assim que chegamos em Nova Iorque, fomos para o Jersey Gardens, como contei aqui. Para facilitar nossas compras, imprimimos a planilha de compras que havíamos feito para a Camila e levamos para ir marcando os itens que já tínhamos comprado.

Essa era a primeira vez na vida em que iríamos comprar roupas para criança. Não tínhamos a noção de tamanho, de quantidade, de nada. Apenas tínhamos em mente que queríamos pagar pouco e assim limitamos os preços por peça que seria de no máximo 10 dólares.

Logo no primeiro dia, notamos que seria bem difícil seguirmos friamente a planilha pois o encanto que roupinhas de bebê causam em pais de primeira viagem (mesmo que eles sejam bem mãos-de-vaca, como nosso caso) é incrível. Ainda mais quando o bebê é menina, que tem muito mais opções que meninos nas lojas. Impossível não ficar dizendo: “ai que lindo, que fofo, que cuticuti, e etc” e se esquecer completamente de tamanho, quantidade e utilidade, rsrsrs. A única coisa que conseguíamos raciocinar era no tamanho x estação do ano. Até então nós não tínhamos comprado uma peça de roupa sequer aqui no Brasil, e lá era nosso primeiro momento de “pais em ação”.

E meio que nesse impulso, compramos tudo que achávamos barato nesse primeiro dia e logo abandonamos a planilha. Voltamos do Jersey Gardens com muitas peças lindas e baratíssimas – poucas chegaram a custar 10 dólares, a maioria custou menos. Gastamos com ela nesse primeiro dia cerca de 200 dólares, mas a quantidade de roupas era bem grande, rsrs. As únicas peças em que cometi certa “extravagância” foram esses três conjuntinhos no outlet da Disney, no qual paguei cerca 15 dólares em cada. Vocês resistiriam?

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Chegamos no hotel e voltamos para a racionalidade 🙂 Separei todas as roupinhas por tamanho e fui marcando na planilha para já dar baixa nos itens. Eis que aí tivemos a primeira surpresa: os tamanhos das roupas nem sempre correspondiam com o tamanho que tínhamos planejado. Explicando melhor, no excel colocamos 0-3, 3-6, 6-9 e assim por diante. Porém encontramos roupas que tinham na etiqueta 0-6, 6-12, 3-9 e assim por diante, rsrsrs. E agora? Pra complicar mais ainda, compramos duas peças do mesmo tamanho mas que na medida eram bem diferentes. Olhem esse exemplo! Ambos na etiqueta marcamos de 3-6 meses, mas qual será o parâmetro?

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Algumas peças, dependendo da marca, têm a indicação de peso da criança, mas eu juro para vocês que nem em quilos saberia o peso médio de um bebê mês a mês, imaginem em libras que é o que eles utilizam, hahaha. Brincadeirinhas à parte, esse primeiro dia de compras nos ensinou que seguir o planejamento não seria tão simples, mas que era extremamente necessário para controlar os impulsos de ser muito barato e bonito versus a real necessidade de compra.

E assim seguimos nossas compras por Nova Iorque entre um passeio e outro (que relatarei em breve!). Na Big Apple, compramos mais roupinhas na Buy Buy Baby (sempre procurando os itens de promoção, pois a loja tem várias peças caríssimas!) e Babies R Us (também no esquema caça-pechincha). Os itens mais baratos das compras em Nova Iorque encontramos na Burlington e na Old Navy. Que tal essas lindas e quentinhas blusas de frio por 3 dólares cada? Ou esse conjuntinho da Calvin Klein por 7,99?

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Em 6 dias em Nova Iorque, compramos muita coisa e só paramos de comprar por causa do nosso limite de bagagem que já estava no limite somando nossas compras mais as da Camila. Para Miami, restavam poucos itens de vestimenta para serem comprados e na arrumaçã0 das malas fizemos um novo check-list para evitarmos cair no consumismo.

Recomendo muito fazer o enxoval em Nova Iorque, pois além de ter todas as lojas que existem em Miami, os preços são muito parecidos e a grande vantagem é que todas elas são acessíveis por transporte público na Big Apple. Outra vantagem é a variedade cultural da cidade que permite conciliar turismo e compras de maneira perfeita. A desvantagem é o preço absurdo de hotéis, mas que se você colocar na ponta do lápis com o preço de aluguel de carro em Miami, pode ser que acabe dando elas por elas. Por isso, saímos de Nova Iorque tendo certeza de que a combinação das duas cidades tinha sido uma ótima ideia 🙂

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Enxoval de bebê nos EUA – por onde começar?

Sempre planejei fazer o enxoval de meu baby nos EUA, não só por causa dos preços mas também pela variedade muito maior de produtos e a possibilidade de aproveitar mais uma viagem à um dos meus destinos favoritos deste mundão. Quando a gravidez se efetivou e descobri o sexo do neném (fato indispensável para começar qualquer plano) , pensei: e agora, por onde começo a planejar o enxoval? É claro que recorri ao Google para ler a opinião das inúmeras pessoas que já foram pros States fazer a mesma coisa.

Nesta busca, encontrei relatos muito bons de mamães que contaram o que valeu ou não a pena nas compras que fizeram, planilhas super detalhadas de itens a serem comprados, melhores lojas, marcas, produtos e etc. Contudo, sabe quando você lê, lê e fica cada vez mais confusa? Pois bem, era assim que eu ficava a cada dia.

A viagem foi se aproximando e eu com poucos planos, até que quando faltavam apenas 15 dias eu e o Loedi começamos a organizar uma planilha de compras, baseada em muitas que tínhamos visto só que com nosso jeitinho.

Qual foi nossa maneira de pensar?

1- Pesquisar na internet os itens mais caros que queríamos comprar que eram: carrinho, cadeirinha para carro e babá eletrônica.

Quando você vê a variedade de carrinhos que tem por lá, mais as diversas opiniões diferentes das mamães que já compraram diferentes marcas, você fica totalmente indecisa. Eu já tinha decidido que queria um da marca Quinny, por causa do design que acho lindo! Mesmo lendo relatos negativos sobre ele, mantive minha opinião e decidi comprá-lo. Pesquisei em várias lojas online e vi que o preço não variava muito. Anotei na planilha e era um item a menos para se preocupar.

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Com o carrinho decidido, ficava mais fácil escolher a cadeirinha. Queria uma que encaixasse no carrinho, pois acho um trambolho esses que tem que por a cadeirinha por cima do assento, os conhecidos como “travel system”. Dentre as que eram compatíveis com o Quinny, a mais bonita que encontrei, foi a Maxi Cosi, que além de tudo é uma das mais leves do mercado. Pronto! Dois itens fundamentais foram fechados 🙂

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Dentre os 3 produtos, a babá eletrônica foi a que nos fez investir mais tempo nas pesquisas. Foram horas e horas lendo relatos de compradores sobre as várias marcas e modelos disponíveis. Acabamos escolhendo a Motorola MBP 36 e assim também a colocamos em nossa lista.

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Lembrando que um item fundamental para quem pensa em fazer enxoval nos EUA é planejamento financeiro. Por mais que quase tudo por lá seja mais barato (mesmo com o dólar quase a 2,50, como foi nosso caso), lembre-se que terá que pagar tudo à vista, mais as passagens, mais hospedagem, mais alimentação e etc.

Só nestes 3 primeiros produtos nossos gastos já seriam de 837 dólares, sem contar os impostos.

2- Decidir os itens que seriam comprados no Brasil

Por mais que tenha lido que tem pessoas que trazem tudo de lá, nós tínhamos consciência de que não teríamos nem cota de bagagem e muito menos dinheiro para todos os itens. Além disso, existem coisas que não são tão caras por aqui e que durante a gravidez poderíamos ir comprando por partes. E é claro que tem itens gigantes que eu jamais traria, como cadeirinha de alimentação. Sendo assim, deixamos para comprar no Brasil:

– fraldas e demais itens de higiene

– banheira

– cadeira de alimentação

– cobertores, toalhas, lençóis

– itens de decoração do quarto

3-Listar a quantidade de roupinhas do bebê por tamanho

Eis a parte mais difícil da história! Para uma mãe de primeira viagem, é tudo muito novo. Quantos bodies, calças, vestidinhos e meias comprar para cada fase, sabendo que os bebês crescem muito rápido e perdem as roupas facilmente? Na internet achei várias listas completas, porém muitas me pareciam exageradas e assim fomos adaptando ao nosso jeito. Vocês sabem que não sou consumista ao extremo e nesse momento também não gostaria de ser. No próximo post contarei se a planilha ajudou ou não, mas ela ficou como no link abaixo. Um fator indispensável para elaborá-la é fazer uma tabela idade do bebê x estação do ano. Isso facilita muito o raciocínio! Também fizemos várias pesquisas online para estimarmos os preços, assim saberíamos mais ou menos de quanta grana precisaríamos.

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4- Listar os itens que irá comprar para a mamãe

Contei aqui como foi minha estratégia para roupas de grávida. Porém, além disso, haviam outros itens a serem comprados para mim, como a super famosa pomada Lansinoh, protetores descartáveis para seios (infinitamente mais baratos que aqui no Brasil), a bolsa do bebê, retrovisor para colocar na cadeirinha no carro e outras coisinhas. Listei tudo na planilha para não me perder.

Bem, não podemos negar que não nos planejamos para fazer o enxoval da Camila nos Estados Unidos. Investimos bons dias pensando em tudo que deveríamos comprar por lá, avaliando prós e contras, vendo preços e mais preços. Chegando lá, vimos que mesmo com tudo em mente o processo de comprar não foi tão simples assim (nos próximos posts conto porquê). Entretanto, a mensagem que quero deixar aqui é que se você pena em ir pra lá com a mesma missão, faça o mesmo e invista nesse planejamento pré-viagem.

Sou superplanejada pra tudo e suspeita pra falar sobre o assunto, mas reforço que ir na “louca” fazer enxoval nos EUA pode te fazer gastar horrores desnecessariamente. Mais detalhes em breve, rsrsrs

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Comprando roupas de grávida nos EUA

A prioridade absoluta de compras em nossa viagem era a Camila e digo pra vocês como foi difícil olhar tantas coisas e estar no estado gordinha  (ou 17 semanas de gestação). Sempre tive pavor de engordar muito (e mesmo agora na reta final ainda tenho) e como uma maneira de manter meu auto controle, minha ideia era comprar o mínimo possível de roupas de grávida.

Nunca achei bonito mulher grávida, talvez por causa dessa minha neura em me manter magra. Além disso, planejamos ter somente um filho. Dessa forma, esses foram fatores fundamentais para eu decidir ser o mais econômica possível em minhas compras. Somado à esses fatos, os altos preços deste tipo de roupa (mesmo nos EUA) também não me incentivou muito. Ok, mas como me vestir pelos próximos 5 meses visto que minhas roupas normais já não cabiam mais? Minha estratégia foi comprar poucas peças mas que fossem básicas e felizmente até hoje fui bem-sucedida na missão 🙂 Nesse post vou dizer qual foram os itens e lojas que me salvaram.

Logo nos primeiros dias percebi que a loja mais famosinha para grávidas, a Motherhood, tinha preços estratosféricos. Entrei no outlet no Jersey Gardens e mesmo lá não achei nada num preço que eu achasse justo para uma peça que só usaria por alguns meses. O que seria um preço justo pra mim? Menos de 20 dólares. Estava com essa meta em mente: não compraria nada que custasse mais que isso.

A primeira peça que comprei foi uma calça jeans para gestante, na Burlington e no preço dentro de meus planos. A seção de maternidade não era muito grande, mas foi por lá que fiz os melhores negócios de toda a viagem. E como sempre digo, essa é uma loja que requer paciência, pois as peças não ficam separadinhas, mas sim numa arara com tamanhos e modelos misturados. Paguei 17 dólares na calça, mas como ainda estava no comecinho da gravidez a sensação era de que faltava barriga pra rechear a calça, mas atualmente ela tem sido minha peça coringa (fotos com 31 semanas de gravidez)

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Com essa calça comprada, já tinha certeza de que ela seria a filha única de minha coleção gestante. É claro que eu não iria usar a mesma calça todos os dias, mas tinha visto na internet algo que poderia salvar a minha vida:  uma Belly Band, que é uma faixa que permite usar suas calças pré-gravidez até seu bebê nascer.

Ver um produto na internet é uma coisa e vê-lo ao vivo é outra. Para eu ter certeza que a faixa realmente seria minha aliada na gravidez, precisava comprá-la o quanto antes para ver sua “usabilidade”. E assim comecei a busca pela minha segunda peça de gestante. A primeira Belly Band  que comprei foi na Buy Buy Baby, por 15 dólares. O preço não é dos melhores, mas se você pensar no tanto que irá usar acaba valendo muito a pena pois você dará vida útil a todas as suas calças favoritas.

Após a compra, mal cheguei no hotel e corri prová-la. Fiquei satisfeitíssima com o resultado, pois ao contrário da calça de grávida, a faixa elástica me deixava confortável até com pouca barriga. O esquema é você deixar os botões abertos e colocar a faixa. Para esconder, é necessário que a parte de cima seja comprida. Opa! Feliz com a Belly Band, o próximo passo seria comprar blusas mais compridas.

De volta à Burlington, fiz a festa ao encontrar blusinhas básicas de grávida por menos de 10 dólares. Elas têm uma costura lateral própria para gestantes que permite que sejam utilizadas desde o começo até o final da gravidez.  Comprei umas 4, visto que só tinha com manga curta e o final de minha gestação coincidiria com o frio. Achei por lá também outra Belly Band, da marca Bella Band, que foi a melhor na minha opinião. Até o momento tinha adquirido duas faixas pretas e para me dar por satisfeita faltava uma cor da pele.

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A partir daquele momento, tive certeza de que minha estratégia estava montada e hoje (faltando apenas 8 semanas pra Camila nascer) posso afirmar que ela funcionou perfeitamente. Após 3 Belly Bands, uma calça de gestante e 3 blusas de calor básicas, faltava comprar apenas algumas blusinhas de manga longa e mais algumas de meia-estação.

Obs: Olhem a Belly Band em ação. As melhores peças que poderia ter comprado!!!

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Outra loja que me rendeu bons negócios (como sempre) foi a Ross. Em Miami, achei várias outras blusinhas básicas por 8 ou 9 dólares. E lá que encontrei as 2 outras mais quentinhas que comprei.

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No decorrer das compras, acabei comprando mais algumas blusinhas básicas em lojas como Gap e Target na seção normal para mulheres. Como as roupas vendidas nos EUA são mais compridas, muitas no tamanho P ainda me servem até hoje.

Aproveitei algumas promoções de calça jeans e comprei 3 em meu tamanho normal, uma vez que a Belly Band seria a salvação. O bom de ter ido viajar com 17 semanas foi que eu ainda conseguia provar as calçass para saber se me serviriam após voltar ao meu peso anterior (assim seja!)

Achei a Belly Band na cor da pele na Target e assim finalizei a coleção Thaís Zundt para o período da minha gravidez. Consegui não comprar nada acima de 20 dólares e, exceto a calça de gestante, todas as peças poderei utilizar normalmente quando a Camila nascer. Fiquei extremamente feliz com minhas aquisições para esse período em que se vestir é um grande desafio.

Uma outra coisa que fiz para minimizar meus traumas de ter pouca roupa para o período foi empacotar todas as peças que não estão me servindo em Vacuum Bags,  para que eu nem lembrasse delas durante os 9 meses. Estão lá guardadinhas num canto do guarda-roupa e digo que já até me esqueci que elas existem.

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Será uma delícia voltar a encher meu armário quando estiver de volta ao meu corpitcho! E ainda com o bônus de ter minha princesinha no colo para alegrar todos os meus dias 🙂 🙂 🙂

No próximo post conto como foi fazer o enxoval da Camila nos EUA. Até lá! 🙂

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Terceira viajante à bordo :)

Obs inicial: Peço licença a quem está acompanhando os posts da China, esperando os de Nova Iorque e demais que estou devendo, mas quero compartilhar com vocês essa notícia antes que seja tarde 🙂 Acho que isso até explica porque ando tão atrasada com os posts, rsrsrsrs. 

Uma de nossas metas para 2013, além de conhecer a Ásia, era encomendar nosso herdeirinho. Para que um plano nāo atrapalhasse o outro, nada melhor do que aproveitar as férias para ter uma conversa séria com a dona cegonha.

É claro que engravidar nāo é um processo com data e hora marcada, e já estávamos preparados para caso nāo desse certo, mas eis que na viagem da volta de Dubai comecei a desconfiar de que a minha vez de se tornar mamāe tinha chegado.

Passei bastante mal no voo, mas mesmo assim nāo queria alimentar muito as esperanças. Achava que era por causa do cansaço, do fuso e qualquer outra coisa, mas lá no fundinho ficava a esperança. Chegando no Brasil continuei com enjoo e uma sensaçāo estranha de cansaço. Assim como para viagens, sou planejada em tudo na minha vida e já fazia parte do meu planejamento ter um teste de farmácia em casa logo que voltássemos das férias. Dormimos e eu ansiosissíma acordei lá pelas 4 da manhā para tirar a prova.

Eis que aparece a segunda listra, mas estava tāo fraquinha que nem dei bola. Acordei o Loedi no susto, ele olhou mas nāo chegou a conclusāo nenhuma.Após levantarmos, tomarmos café, começamos a arrumar as tralhas da viagem e me deu na cabeça de ir até o cesto do banheiro ver de novo aquele teste. Para nossa surpresa, agora estavam lá as 2 listrinhas bem fortes, indicando o positivo para a gravidez.

Já tinha lido que se der positivo no de farmácia, é quase certeza de estar certo, mas nós dois ainda nāo estávamos crentes e só iríamos nos convencer depois de fazer o exame de sangue, na segunda- feira. Eis que o domingo pareceu eterno….

Na segunda voltaríamos para o trabalho, e para minha sorte na minha empresa tem um laboratório que colhe sangue. Eu também já estava prevenida e tinha a solicitaçāo médica. Acordei cedinho, fiz a coleta e tive que aguardar até às 16 horas para ter a confirmaçāo. Quando vi o resultado, fiquei boquiaberta, mas nāo podia expressar nada pois estava sentada em minha mesa do trabalho e tinha que disfarçar. Peguei meu celular, e corri ligar para o Loedi, meio que ainda boba e nervosa.

Agora era certeza: estávamos embarcando na viagem mais desconhecida de nossas vidas!Este é um blog de viagens e continuará sendo, mas peço licença para inserir o assunto gravidez por alguns meses.

Contamos aos poucos a notícia, pois estávamos aguardando completar os 3 primeiros meses para ver se daria tudo certo. Agora que passou a fase mais delicada, estou espalhando ao mundo que a nossa companheirinha de viagem está a caminho (sim, é uma menina!)

A pergunta/frase/comentário que mais temos ouvido é: agora vocês vāo sossegar, né? Nāo há nada que mais me irrite nesse mundo do que esse discursinho de que quando se tem filho o mundo lá fora acaba. Helloooo! É claro que a vida muda, mas vamos continuar viajando com a pimpolha pelo mundāo afora e aposto que poucos anos de vida ela já terá conhecido mais lugares que muitos marmanjos.

É óbvio que enquanto ela for pequenininha, nāo faremos viagens malucas de conhecer 5 países em uma semana como fazíamos antes, mas já adianto que na minha licença maternidade já vamos levá-la pro exterior.

Tudo tem sido muito novo pra nós, mas estamos muito felizes e não poderia deixar de compartilhar aqui 🙂 Aos poucos vou contando as novidades pra vocês, mas antes preciso colocar o Próximo Destinos em dia porque depois que a pimpolhinha nascer o tempo será mais escasso ainda, hehehe

 

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