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Aquatica: nossa primeira vez em um parque aquático de Orlando

Em nosso planejamento final, acabamos não incluindo nenhum parque aquático por já termos gasto muito dinheiro com parques nessa viagem. Porém, como o calor estava delicioso e já tínhamos cumprido nossos programas prioritários, acabamos decidindo de última hora ir até o Aquatica, que pertence ao grupo Seaworld. Lembro de ter ficado horas pesquisando sobre todos os parques aquáticos da cidade antes de decidir por esse e o principal motivo foi o menor preço, hehe. Pagamos mais caro por não termos comprado com antecedência e também por não termos feito o combo Seaworld+Aquatica, mas mesmo assim resolvemos encarar.

Compramos o ingresso na portaria e ao passarmos pela entrada barraram nossos sanduíches (para nossa tristeza 😦 ), porém nos deixaram entrar com biscoitos menores e alguns suquinhos para a Camila. Ficamos bem bravos, porém regras são regras e jogamos fora nossos pães com mortadela que nos fariam economizar bons dólares.

Logo na entrada passamos pelo tanque onde ficam os golfinhos de Commerson (que Camila logo de cara confundiu com baleias por causa da cor deles), um dos principais destaques do parque junto com o toboágua transparente que permite ver os bichinhos durante a queda. Nos impressionamos com a beleza e cuidado do parque e instintivamente começamos a comparar com o Beach Park que havíamos visitado há pouco tempo. A boa notícia é que desde então começamos a notar que o parque brasileiro não perde em nada 🙂

Resolvemos começar pela área infantil e deixar a Camila bem instalada tendo como escolha o Kata’s Kookaburra Cove. Foi fácil encontrarmos cadeiras e nos sentimos seguros em deixar nossas coisas enquanto acompanhávamos a baixinha na piscina. Nesse primeiro momento demos conta de que havíamos esquecido nossa capa de proteção para o celular e que seria bem arriscado tentarmos registrar momentos do dia sem esse acessório. A decisão que tivemos que tomar foi gastar 29 dólares comprando a capinha ou ficar sem fotos do parque, e é claro que ficamos com a primeira opção.

O legal desse parque para a Camila é que tem toboáguas um pouco mais “radicais” para a idade dela e também um em que podíamos ir na bóia juntos e foi bem divertido. Um item que nos chamou a atenção no Aquatica é que em praticamente todos os brinquedos há muitos coletes salva-vidas disponíveis para todos os tamanhos.

Nós adultos estávamos mais na vibe de ficarmos de boa, apenas curtindo o calor e o fim das férias, mas mesmo assim encaramos algumas atrações. Eu fazia questão de ir no toboágua com a parte transparente que dá pra ver os golfinhos (Dolphin Plunge) e encarei a fila. Achei legal, consegui ver rapidamente os bichinhos (apesar da velocidade da descida), mas não acho que seja atração imperdível. Gostei bem mais do Taumata Racer, que é um brinquedo onde as pessoas “apostam” corrida num toboágua com tapetes. Esse sim achei que valeu o tempo de fila. O Loedi foi apenas no Ihu’s Breakaway Falls. que é igual ao do Beach Park onde você entra numa cápsula e quando menos espera despenca (literalmente) pelo escorregador.Em família fomos no clássico rio de correnteza com bóia e também em um rio de correnteza que você vai de colete salva-vidas e que achei o máximo. Nós 3 demos muitas gargalhadas e super recomendo essa atração também.

Outro lugar que a Camila curtiu bastante foi a piscina com ondas, onde nos revezamos na espera enquanto íamos nos brinquedos de adultos. Até tentamos ficar um pouco na clássica atração de parque aquáticos que é o “baldão”, mas a baixinha odeia os esguichos de água e de jeito nenhum conseguimos convencê-la de ficar por ali, apesar de acharmos a área linda e colorida, rsrsr.

Para terminar o dia, ficamos um pouco observando os golfinhos no aquário enquanto a Camila se deliciava com um pacote de pipocas sem a menor pressa.

O dia foi bem relax e valeu a pena termos ido, mas confesso que não achei um parque imperdível. Pode ser que ainda estivéssemos muito com a cabeça no Beach Park e a nossa percepção é de que a atração brasileira é mais interessante. Como comparações nunca são legais quando falamos de viagem, concluo esse post dizendo que se tiver dias sobrando em Orlando e conciliar com o ingresso do Sea World ou Busch Gardens,  o Aquatica vale a pena. Se nunca foi num parque aquático grande, também pode ser uma boa opção. E se estiver a fim de ir sem muita expectativa assim como nós fomos, encaixe no roteiro e divirta-se 🙂

 

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Arquivado em América do Norte, Estados Unidos, Orlando

Magic Kingdom com criança de 2/3 anos: a primeira “idade perfeita” para conhecer o parque

Sem dúvida nenhuma, o parque que mais nos gerava expectativa nessa viagem com a Camila era o Magic Kingdom, que para muitos aqui no Brasil é sinônimo de Disney. Com certeza é o lugar que mais faz parte do imaginário de quem vai para Orlando e conosco não era diferente. Para dar um gostinho especial de espera, o deixamos em terceiro lugar em nossa ordem de visitação principalmente para coincidir com um dia de semana, onde teoricamente haveria menos gente que num final de semana.

Acordamos bem cedo para chegarmos logo na abertura do parque, porém calculamos mal esse período e não conseguimos cumprir essa tarefa. Tirando o fato de termos perdido o showzinho de abertura, essa falha no planejamento não comprometeu em nada nosso dia. Passamos pelo lindo e mágico portal da felicidade e estávamos prontos para um intenso e divertido dia em família.

Havíamos comprado o ingresso online para podermos agendar os Fast Pass com um mês de antecedência, evitamos fila na entrada porém pegamos bastante fila para embarcar no monorail. Finalmente entramos e começamos nossa aventura pelo Reino Mágico.

Como planejamos nosso dia?

Se você buscar no Google, encontrará muitas dicas e sugestões de roteiro para o Magic Kingdom, com ideias para 1, 2 e até 3 dias de visitas. Porém, eu não usei nenhum plano infalível para aproveitar o parque pois na minha cabeça já tinha certinho os brinquedos que considerava imperdíveis para a idade da Camila. Apesar dessa ser nossa terceira vez lá, lembrei agora que nem nas visitas anteriores eu fiz um planejamento muito detalhado , porque para mim só estar ali já vale a pena. Não fico naquela pira de ter que ir em tudo pra sentir que a missão foi cumprida. Com isso em mente, a primeira coisa que fizemos foi escolher para quais atrações escolheríamos o Fast Pass e decidimos por:

  • Princesa Elena e Rapunzel (Camila estava e ainda está muito na fase das princesas)
  • Princesa Tiana e Cinderela
  • Montanha-Russa dos 7 anões

Por essas escolhas fica bem claro que nosso foco era na baixinha e em seu momento de vida mágico de acreditar nos personagens. Incluímos a montanha-russa por ser uma das atrações mais recentes e concorridas do parque e que ainda não tínhamos experimentado. E o melhor de tudo é que a Camila já tinha altura para aproveitar conosco.

Os horários agendados ficaram bem espaçados o que era bom pelo lado de podermos ir em outras atrações nos intervalos, porém ruim pois não conseguimos agendar outros FP durante o dia, uma vez que você precisa utilizar os 3 para adquirir outros.

Com o plano dos FP pronto, nosso esquema foi ir seguindo a localização dos brinquedos que queríamos numa sequência que economizasse pernada, rsrs. Baixamos o app My Disney Experience e usamos o mapa no celular, que foi uma verdadeira mão na roda.

Em quais atrações fomos?

1- Mickey Mouse

Começamos encarando a fila para encontrar o Mickey, logo na entrada do parque. O bom dessa fila é que é coberta e protege do sol, porém não foi fácil segurar a baixinha por quase 1 hora perguntando de 5 em 5 minutos: cadê o Mickey? Porém só me lembrei disso agora e para relatar aqui no blog, porque a lembrança que realmente tenho desse momento é da carinha dela ao se encontrar com o ratinho mais famoso do planeta. Foi sensacional! Lindo, maravilhoso, de valer cada centavo 🙂

Camila tremia de felicidade e se a visita ao Magic Kingdom tivesse sido só esse encontro já teria valido a pena. Foi muito bom termos começado por essa atração pois já pudemos sentir o gostinho de quão incrível seria nosso dia.

2- Ariel

O segundo brinquedo que fomos foi o da Ariel, onde acontece um passeio pelo fundo do mar com um lindo e colorido cenário. Nos preparativos da viagem eu contava muito sobre essa atração com a Camila e é claro que ela lembrou. Atração que geralmente tem fila rápida e agrada muito aos pequeninos.

3- Montanha-russa do Pateta (The Barnstormer)

Momento marcante da viagem também, pois foi a primeira vez que nossa filhota encarou uma montanha-russa. Ela adorou os friozinhos na barriga e gritava de tanta alegria. Foi bem divertido e com uma fila bem rápida também.

4- Dumbo

Eis aqui outra atração que falamos e mostramos para ela antes de viajarmos e assim que avistou já disse: oba, encontramos o Dumbo! Esse brinquedo é um dos clássicos do parque e costuma ter filas maiores. A vantagem é que a partir de determinado momento da fila as crianças entram em um parquinho, os pais recebem uma senha eletrônica que avisa quando é a hora de seu filho brincar. Uma super ideia e que funciona muito bem!

Com a Camila brincando no parquinho, o tempo passou super rápido e logo chegou nossa vez. Pelas fotos vocês podem imaginar a alegria em que estava a pequena.

5) Encontro com as Princesas Elena e Cinderella (usando Fastpass)

Pena que só é possível utilizar 3 FP, pois a experiência é top demais. Para essa atração, você já entra cara a cara com as princesas e é óbvio que já diminui um monte a ansiedade dos pequenos. Camila ainda na fila já vibrava de alegria ao ver as lindas e simpáticas princesas. E o melhor de tudo é que são 2 personagens de uma vez só, ou seja, fila única.

Antes de ir essa vez ao Magic Kingdom, nunca tinha ouvido falar da princesa Elena de Avalor e ao reservar esse FP minha primeira ação foi começar a “apresentá-la” para a Camila mostrando vídeos e desenhos para torná-la familiar (dica muito valiosa que estou repetindo várias vezes por aqui, pois senão seria como encontrar um estranho e perderia toda a magia do momento). Já a Cinderella é uma das princesas que ela mais adora e que não foi necessário nenhuma “propaganda” prévia, rsrsrsr

O encontro foi mágico e mesmo com elas falando em inglês, Camila curtiu muito e fez umas carinhas lindas. Nossa sensação foi de que ela não acreditava que estava ali frente a frente com quem faz parte de seu lindo imaginário. Foi demais!

6) Tapete Mágico do Aladdin (The Magic Carpets of Alladin)

Outro brinquedo estilo Dumbo que fica girando, subindo e descendo. Fila um pouco demorada, mas foi bacana a experiência, principalmente quando o camelo acertou água na gente dando uma refrescada no calor da hora do almoço.

7) A Parada

Para garantirmos um bom lugar, chegamos com meia hora de antecedência para a parada. Realmente conseguimos sentar bem no começo da Main Street, porém foi tenso aguentar o sol e calor por tanto tempo. Pusemos boné na Camila, cuidamos com a hidratação e ainda aproveitamos para tirar umas fotos com o castelo ao fundo.

E o desfile também foi um dos pontos altos do dia, junto com outras paradas menores que havíamos participado antes onde a Camila dançava, cantava, ria e se divertia muito. Foi maravilhoso ver as expressões dela a cada carro ou personagem que passava. Valeu muito ter garantido nosso lugar ao sol, literalmente.

8) Encontro com Rapunzel e Tiana

Após toda a euforia do desfile, chegou a hora de usarmos mais um Fast Pass e encontrarmos mais duas princesas. Mais uma vez a Camila ficou encantada ao vê-las durante a fila e mais ainda quando chegou a sua vez de interagir com as personagens. Dentre todas as quatro que encontramos, Tiana, que é do desenho A Princesa e o Sapo (um dos favoritos da baixinha) foi a mais simpática e nos fez ter certeza de que valeu muito à pena ter reservado esse FP.

9) It´s a Small World

Essa atração clássica do Magic Kingdom não poderia ficar de fora de nosso roteiro pela quantidade de detalhes e o bacana passeio de barquinho. A fila demorou um pouco mas valeu a pena. Camila mal piscava para não perder nenhum detalhe.

10) Philharmagic

Entramos com um pouco de receio nesse “cinema” 3D por causa do escuro, som alto e até mesmo do óculos. Como a fila é sempre rápida pensamos que se a Camila surtasse, não teríamos perdido tanto tempo e resolvemos arriscar. Para nossa surpresa, ela amou demais o filminho e não parava de gargalhar, rsrsr. Além disso, foi lindo vê-la tentar pegar os objetos como se fossem reais. Até hoje ela fala bastante do “cinema do Donald”.

11) Monsters Inc. Laugh Floor

Já que a atração anterior havia agradado, resolvemos ir em outro showzinho para ver como seria. Porém esse não foi tão legal porque dependia muito de entender inglês para ser divertido e até nós boiamos em algumas piadas. O importante foi que mesmo sem entender bulhufas, Camila se matava de rir quando ouvia o público rindo. E é claro que para nós essa foi a parte mais divertida, hehehe.

11) Encontro com Pluto e Pato Donald

Já que estávamos curtindo a vibe de tirar fotos com os personagens, resolvemos encarar a fila e aproveitarmos a dupla de personagens masculinos. Foi chato e difícil controlar a Camila por todo o tempo na fila, mas a foto tirada pelo fotógrafo da Disney comprova que o esforço não foi em vão. Foi muito bacana esse momento também!

12) As Aventuras do Ursinho Pooh (The many adventures of Winnie the Pooh)

Como nosso último Fast Pass estava agendado para 19:40h, tínhamos ainda um tempinho para aproveitar antes e escolhemos ir nesse brinquedo que achei bem fraquinho em nossa última ida, porém achamos que Camila iria curtir. Muita fila para pouca atração, esse foi nosso sentimento. Mesmo contando com alguns brinquedinhos na fila, a espera não valeu.

13) Seven Dwarfs Mine Train

Nosso último FP e brinquedo do dia foi a atração mais concorrida do Magic Kingdom, que é a montanha-russa dos 7 anões. Confesso que eu estava com um certo medinho de como seria para a Camila, mas deu tudo certo. Enquanto eu tentava segurá-la nas descidas, ela erguia o braço e gritava uhuuuu. Não poderíamos ter escolhido melhor forma para terminar a maratona do dia, pois foi sensacional!!!

Após sairmos de lá, nosso desafio era encontrar um lugar para jantar para que pudéssemos estar prontos para assistir ao show de fogos. Optamos pela praça de alimentação da Tomorrowland, que era mais próximo ao castelo e corremos para que desse tempo. Foi tudo cronometrado e às 21 horas estávamos a postos.

No começo Camilinha teve um pouquinho de medo, mas logo se soltou e passou a curtir. Fiquei ali observando os fogos e pensando no quão feliz estávamos. Meus olhos encheram de lágrimas ao pensar que estava proporcionando momentos tão especiais para nossa pequenina, que olhava tentando entender como surgiam os fogos. Ao fim do espetáculo, seguimos para o estacionamento para assim finalizar o dia mais mágico de nossas vidas.

Camila aguentou 15 horas de diversão, sem nenhum cochilo e com um humor invejável. Assim que andamos um pouco com o carrinho para pegar o ferry boat rumo ao estacionamento, ela capotou. Ai que vontade de ter um carrinho pra mim também, rsrsrsr.

Seguimos para nosso apartamento exaustos, porém ainda encantados com tudo que vivenciamos nesse dia. Aproveitamos muito, e é claro que já saímos de lá pensando qual será a próxima idade da Camila em que voltaremos ao Magic Kingdom.

A pergunta que mais ouvi depois que voltamos foi se valia a pena ir à Disney nessa idade e compartilho minha resposta aqui com vocês. Para mim, essa é uma primeira das “idades perfeitas” para conhecer o parque, pois o nível de fantasia da criança nesse período é altíssimo e isso faz toda a diferença. Apesar de essa ser nossa quinta experiência em parques da Disney, nós nunca tínhamos percebido os detalhes com o olhar de uma criança de 2/3 anos e esse fato fez cada momento ser diferente. Além disso, fizemos todo o roteiro baseado em atrações totalmente voltadas para ela, o que tornou o dia ainda mais especial. Portanto, sim!!! A criança aproveitará muito o parque nessa fase e os papais também.

Obs: já se passaram 3 meses de nossa viagem e já estou doidinha para voltar 🙂

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Aluguel de apartamentos em viagens: nossa experiência em Orlando

Quem nos acompanha há mais tempo no blog sabe que desde que começamos a viajar para o exterior  já optamos várias vezes por apartamentos ao invés de hotéis. Fazendo uma rápida retrospectiva, já usufruímos desse tipo de hospedagem em Paris, Roma, Barcelona, Buenos Aires, Lisboa, Croácia, Eslovênia, Cartagena e mais alguns destinos nacionais. Em 2014, também nos hospedamos em um sobrado em Orlando, porém a diferença dessa vez foi que usamos o aplicativo da moda para fazer a locação: o Airbnb.

É claro que a cada vez que escolhemos um lugar para ficar dá um friozinho na barriga e uma certa ansiedade de pensar: será que é igual às fotos? Será que terá tudo que precisamos? Será que é seguro? E mais um montão de perguntas que rondam nossa cabeça às vésperas de qualquer viagem. Apesar de a maioria absoluta de nossas experiências terem sido positivas, sempre fico um pouco receosa e só sossego quando chego. Para Orlando o medinho era maior pois o apartamento que alugamos não tinha nenhum comentário no Airbnb, hehe.

Ao chegarmos no condomínio, mesmo sendo noite já notamos que tudo era bem organizado, sinalizado e com boa segurança. Um guardinha nos auxiliou a encontrar o bloco de nosso apartamento e logo estávamos com a chave em mãos. Ao abrir a porta já percebemos que tínhamos acertado em cheio na escolha! Uma sala super ampla, com bastante espaço pra Camila sentar e brincar.

Além disso, dois espaçosos quartos, cada um com seu amplo banheiro com banheira e pias enormes para acomodarmos todas as nossas coisas (como sinto falta de pia espaçosa, rsrsr). Por falar em opções de quartos, para mim uma grande vantagem do Airbnb é ter a opção nos filtros do site de quantos quartos você deseja. E agora que a Camila não precisa mais de berço, tudo ficou mais fácil. Basta ter um colchão que o resto nós damos um jeito.

A cozinha era super equipada, com um fogão de 6 bocas, forno, geladeira e freezer. Além disso, havia máquina de lavar louças, lavadora e secadora de roupas. Logo nas primeiros minutos já estávamos bem satisfeitos com nossa escolha. Para quem quer referência, o condomínio se chama Villa del Sol.

Após nos acomodarmos, logo fomos dormir após o intenso dia que começou às 03 da manhã. No dia seguinte, demos uma rolê no condomínio para ver a parte exterior e também para a Camila já ir se familiarizando com nossa “casa” dos próximos dias.

Outras vantagens do aluguel de apartamento via Airbnb: pagamento em reais e parcelado, opções variadas da horário de checkin e checkout (nesse caso era horário flexível para sair do local, o que achamos ótimo!) e chat direto com o proprietário. Para mim foi uma excelente experiência e daqui pra frente será nossa primeira opção de busca.

Vou finalizar citando, em minha opinião, quais as vantagens e desvantagens de optar por aluguel de apartamento ou casa ao invés de hotel, pois essa tem sido uma pergunta frequente tanto pra mim quanto para o Loedi.

Vantagens:

  • menor custo por pessoa comparado com hoteis
  • possibilidade de economia com refeições por contar com cozinha equipada
  • maior espaço para quem viaja com crianças
  • maior comodidade para quem viaja com crianças
  • viver como local por alguns dias (para quem gosta, é claro)
  • maior privacidade, pois ninguém entra em seu quarto (pra quem tem medo de roubo de malas, principalmente)
  • flexibilidade de check-in e check-out (em alguns casos)

Desvantagens:

  • não tem café da manhã (como sinto falta dessa mordomia, rsrs)
  • não tem limpeza de quartos (é um saco ter que dar uma varrida em plenas férias)
  • dependendo da opção, não há amenidades de banho (tem que levar sabonete)

Para mim e para nosso estilo de viajantes, as desvantagens incomodam sim mas as vantagens acabam compensando muito. É claro que às vezes reclamo de ter que cozinhar, lavar a louça ou de dar uma organizada no quarto para ficar habitável, porém sentir-se como se estivesse em uma “casa temporária” é bem legal.

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A viagem para Orlando: mais um relato de voo longo com criança

Ficamos mega felizes com a alteração de nosso voo para a opção direta da Tam, pois ganhamos um dia inteirinho em Orlando, porém havia a desvantagem do horário da saída de Curitiba às 05:40 da manhã, ou seja, acordar 3 da madrugada para irmos para o aeroporto. Como a Camila estava super ansiosa, pensamos que seria tranquilo acordá-la e assim aconteceu. Os olhinhos dela brilharam quando dissemos que finalmente chegou o dia de nossa viagem.

Chegamos no aeroporto com toda nossa tralha (2 malas grandes, 1 mala de mão, carrinho e cadeirinha pro carro) , fizemos nosso check-in e logo estávamos correndo atrás da baixinha que estava cheia de energia em plena madrugada.

O embarque foi rápido e logo partimos em direção à Guarulhos onde faríamos nossa conexão.

Um ponto negativo do voo ter sido adquirido com a American e operado pela Tam foi que não pudemos etiquetar o carrinho para pegar em São Paulo, ou seja, tivemos que caminhar todo o longo trajeto do Terminal 2 para o 3. O bom é que tínhamos tempo de sobra e assim pudemos ir no ritmo da Camila.

A espera pelo voo foi longa emocionalmente, pois o cansaço bateu forte pra mim e pro Loedi. Nos alternamos para correr atrás da Camila pois ela não aparentava estar com a mesma sensação que a gente. Finalmente vimos o avião encostar e para nossa surpresa era a aeronave plotada com os amigos da Disney, para delírio de todos os passageiros que aguardavam o voo.

Já perdi as contas de quantos voos fizemos com a Camila desde seus 4 meses de idade, e quem acompanha nossos relatos vê que cada um é uma caixinha de surpresas. Como a volta da Colômbia havia sido tensa, dessa vez estava com o Dramin na mochila e preparada para utilizá-lo caso fosse necessário. Entramos no avião, nos acomodamos e logo estávamos bem próximos do início da aventura.

Para nooossa alegria, Camila dormiu 3 horas no voo, ficou bem boazinha assistindo desenhos e brincando no tablet e não deu trabalho algum. O Dramin nem precisou ser utilizado 🙂 Uma vez mais relato o quanto estou preferindo voos diurnos, pois têm sido bem mais tranquilos pra gente. Eu estava muito ansiosa e a viagem me pareceu longa demais, porém ao pisar em solo americano já esqueci todo esse sentimento.

As malas demoraram bastante para chegar e a retirada do carro alugado também foi um pouco lenta devido ao movimento na locadora. Enquanto o Loedi cuidava dessa parte, eu ficava correndo atrás dela que estava fascinada com tanta novidade.

Embarcados no carro, seguimos para nosso apartamento e no caminho fizemos uma parada para o jantar. Como estávamos bem cansados, resolvemos parar num Mc Donald´s que seria uma opção rápida de refeição. Essa foi a primeira ida da Camila ao fast food e ficamos com certo receio dela não comer, além do enorme peso na consciência da mamãe aqui. Mas sabe que um dos aprendizados dessa viagem, para mim, foi relaxar um pouco mais com a alimentação dela? No final deu tudo certo e ela achou o máximo comer nuggets, batata frita e ainda ganhar um brinquedinho dos Smurfs.

Finalmente chegamos ao apartamento e ficamos muito felizes com mais uma excelente escolha de hospedagem. Contarei no próximo post como foi nossa experiência com o Airbnb.

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Orlando pela terceira vez: nosso planejamento

Vou fazer o primeiro post sobre nossa última viagem à Orlando contando um pouco sobre o planejamento, já que recebi alguns comentários e recadinhos pedindo algumas dicas. Ressalto que não sou expert em Orlando, como existem vários sites superespecializados na internet, mas vou compartilhar nossa experiência em nossa terceira visita à cidade americana e destino internacional mais visitado por brasileiros. 

Uma dúvida que sempre surge é: quanto vou gastar numa viagem dessa? E essa é sempre a pergunta mais difícil de responder, principalmente nesse destino, porque vai depender muito do estilo de viagem de cada um e falando especificamente de Orlando, dependerá muito de seu nível de consumismo. E não falo apenas de compras nas superlojas e outlets, mas também sobre as tentações consumistas das lojinhas dos parques, que atiçam a vontade de comprar até de pessoas que não são consumistas como a gente. Vou contar o nosso passo a passo de planejamento, que se aplica a qualquer destino, porém dessa vez como foco na cidade do Mickey. 

A cada tópico, irei citar o valor médio que gastamos por dia, e assim vocês podem ir fazendo as contas de acordo com a quantidade de dias que pretendem incluir na viagem. Mas quantos dias sâo necessários? Eu diria que no mínimo uma semana para compensar o cansaço do voo e o máximo dependerá muito de seu orçamento.  Em nossa primeira vez ficamos 5 dias (já estávamos nos EUA), na segunda foram 7 dias e nessa viagem ficamos 11 dias.

Vamos então aos 5 itens fundamentais para calcular o orçamento de uma viagem à Orlando?

1) Cotar as passagens aéreas

Um dos itens mais pesados do orçamento com certeza será a passagem do Brasil pra lá e isso pode te ajudar a definir quando ir caso tenha flexibilidade de datas. Existem poucas opções de voos diretos para Orlando e como a demanda é alta, os preços costumam ser salgados. Um destino próximo com mais opções é Miami, porém há o deslocamento de aproximadamente 4h e mais os custos envolvidos nisso. Quando fomos em 2014 fizemos essa opção e eu não faria de novo, a menos que fosse ficar uns dias em Miami. 

Um site que tenho usado bastante para pesquisar voos de todas as viagens é o Google Flights. Geralmente busco as melhores datas e preços por lá e depois compro direto no site da companhia aérea. Para essa viagem de abril/2017 o melhor preço que encontrei foi com a American Airlines e com escala em Miami. Os voos diretos estavam muito mais caros. Tivemos sorte de terem alterado a malha aérea e fomos realocados no voo direto da Tam na ida, e a volta foi com escala em Miami. 

  • Valor aproximado por pessoa saindo de Curitiba com taxas: $950,00

2) Hospedagem 

Eis outro universo super complexo para falar sobre preços. Orlando tem muita opção de hospedagem em quantidade e também variedade de opções de casas de temporada, apartamentos, hotéis nos parques, resorts e assim por diante. Você irá encontrar hotéis a partir de 35 dólares e valerá a pena ler muito para descobrir onde ficar. Outro ponto importante a se considerar para escolher onde ficar é saber se estará com carro alugado ou não, ou até mesmo fazer duas simulações para tomar essa decisão um pouco mais adiante. Comentei nos posts de nossa primeira ida a Orlando que se o foco da viagem é apenas parques, vejo que é super possível ficar sem carro desde que escolha um hotel que ofereça transfer. Com crianças, minha opinião é de que a locação de veículo é essencial pois nunca se sabe quais imprevistos podem acontecer. 

O site de reservas que mais utilizei até hoje foi o Booking e nunca tive problemas. Para escolher onde ficar, geralmente leio todos os comentários e tento ver os mais recorrentes para elencar os finalistas. Nessa viagem, havia feito a reserva de um hotel e de última hora resolvi trocar por um apartamento que encontramos via Airbnb, pensando principalmente na maior quantidade de espaco disponível para a Camila brincar. Nessa forma de hospedagem também há muita variedade e os preços são bem atrativos. Além disso, pagamos em reais e parcelado (que maravilha!)

Quando se opta por alugar carro, a localização deixa de ser o principal fator de escolha, pois tudo fica bem mais fácil com uma forma de se locomover. Como sempre opto por cozinhar para a Camila, uma outra busca que faço geralmente via Google Maps, ou comentários de sites de reserva, é saber se há supermercados nas proximidades. Vou relatar aqui o quanto nos dispusemos a pagar por hospedagem, mas ressalto que pode variar muitoooo.

  • Valor aproximado de hospedagem 3 pessoas (Airbnb): $76,00 (por dia)
 3) Locação de carro
Nessa parte eu raramente me envolvo, pois é uma das tarefas que fica sempre com o Loedi. Ele geralmente usa o site Rentalcars e busca as melhores opções. Dessa vez o melhor preço foi na Thrifty. Por causa do carrinho mais as malas, optamos por veículo Plus Size para caber toda a nossa tralha no porta-malas. Também optamos por levar nossa cadeirinha e assim economizar uns bons dólares no aluguel.
  • Valor aproximado da diária: $45,00
4) Alimentação
Outro item superhipercomplexo para cotar preços, rsrsr. Vejo que posso contribuir contando o quanto gastamos no nosso estilo de alimentação em viagens que baseia-se em muito fast food, sanduíches (maior estilo farofeiro) e comidas preparadas no apartamento. Tivemos gastos maiores como carne, frutas e legumes no mercado, porém poucas foram nossas extravagâncias gastronômicas. Nos parques, onde as comidas são mais caras, nossa estratégia era levar sandubas e belisquetes para aguentar o dia todo. Além disso, levávamos garrafinhas de água para evitar gastar 3 dólares a cada vez que desse sede no calorão de Orlando. Nossa única guloseima do dia era um pacotinho de pipoca para alegrar a Camila ($4,50).  As únicas vezes que comemos no parque foram:
– pizza de almoço no Seaworld $18 para nós dois
– jantar no Magic Kingdom (fast food) $48 para nós três
Vocês podem perceber que evitamos ao máximo comer fora, pois esse dólar nas alturas está triste de ver. Mesmo assim, essa foi a viagem aos EUA em que mais gastamos com alimentação, apesar de ainda considerar um valor baixo por dia comparado com algumas pessoas que conversamos.
  • Valor aproximado de alimentação para 2 adultos e 1 criança de 2 anos e 10 meses (por dia): $50,00
5) Escolha dos parques
Em Orlando você encontra muita opção de entretenimento, isso é fato. O mundo da diversão vai bem além dos parques, passando por restaurantes temáticos, lindos campos de minigolf, museu de cera e etc. Com isso, a chance de você concentrar nessas atrações a maior parte de seu orçamento é bem grande. Eu coloco em quinto lugar esse item pois até aqui você já tem uma boa noção de quanto irá gastar em uma viagem como essa. Dessa forma, tendo em vista o quanto você pode ou quer gastar, poderá analisar melhor em quantos parques quer ir.
Para esse item, vale muito a pena buscar pelos combos de ingressos, que proporcionam bons descontos. Os parques do Seaworld para mim são onde melhor se aplica essa regra. Se estiver em seu roteiro o Seaworld+Aquatica+Busch Gardens os ingressos sairão bem mais em conta que cada um deles separado. O cuidado aqui é não se empolgar com o desconto antes de saber se o parque realmente requer mais dias. Um exemplo é a Universal, que para mim um dia é suficiente para fazer os 2 parques (em baixa temporada) e aí acaba não compensando pagar o pacote de 2 dias que a princípio parece ser um bom negócio.
Numa primeira viagem para Orlando, eu listaria os parques que mais tenho vontade de conhecer e os encaixaria nos planos de viagem (foi assim que fizemos em nossa primeira vez). Já nas próximas, iria encaixando aqueles que mais achei legal ou que tem alguma atração nova. Dessa vez, seguimos esse raciocínio. Fizemos Legoland (ainda não conhecíamos), Sea World (nova montanha-russa Mako), Magic Kingdom (acho que esse sempre estará presente em nossos roteiros), Universal Studios (queria ir em uma montanha-russa que estava quebrada na outra vez) e Aquatica (para experimentar um parque aquático) . Ah, Thaís, mas vocês não foram nos demais parques da Disney? Não fomos por dois motivos: o primeiro porque os achei meio sem graça e o segundo é porque encareceria muito nossa viagem. Pense que a grosso modo você gastará $100 por pessoa, por parque e você nos entenderá. Além disso tem o estacionamento (média de $20), mais umas bebidas geladas para o dia e assim vai…. Vontade tenho de ir em todos os parques, porém na hora de colocar tudo na ponta do lápis escolhas são necessárias.
Há empresas que vendem ingressos e parcelam aqui no Brasil, porém nunca usei esse serviço. Compramos os ingressos online do Seaworld para obter o desconto, via aplicativo My Disney Experience para o Magic Kingdom (para podermos agendar os Fast Pass com um mês de antecedência)  e perdemos os descontos do Aquatica por decidirmos ir de última hora. No Legoland compramos na bilheteria pois só havia opção com desconto para o final de semana. Para quem quer fazer a Orlando Eye+Legoland há um combo que vale muito a pena.
  • Valor médio por parque, por pessoa: $90,00

Eu poderia escrever mais um tópico sobre compras, porém como o céu é o limite também para esse tema, preferi deixá-lo de fora. Espero ter dado pelo menos uma ideia de por onde começar a planejar uma viagem para a terra da magia e um norte sobre quanto poderá custar. Se tiverem mais alguma dúvida específica, comentem que terei o maior prazer de fazer parte do seu planejamento.

Em breve postarei as nossas aventuras em Orlando! Bora economizar e viajar 🙂

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Estados Unidos – planejamento

Desde quando conheci o meu maridinho, insistia em viajar aos Estados Unidos que sempre foi um dos meus sonhos de consumo. Entretanto, durante 7 anos eu ouvia a mesma resposta: não! não! não! Ele tinha as razões dele para não querer e batia o pé. Bem, o que me restava? Duas alternativas: ir sozinha (que eu não achava uma boa opção) ou convencê-lo – foi por essa que optei. Investi 7 anos dessa nosso casamento sem ser bem sucedida nessa empreitada 😦

Já estava até me conformando com a ideia de não conhecer os States, quando a Anne e o Rodrigo (nossos amigos) nos convidaram para um jantar para que eles nos mostrassem as fotos da viagem deles aos Estados Unidos. Neste dia, tive esperança ao observar a empolgação do Loedi ao ver as fotos.

Ficamos até tarde da noite na casa dos nossos amigos e mesmo assim não tivemos tempo de ver todas as fotos, mas foi uma noite muito agradável. Se o Loedi ficou empolgado com as fotos, imagine eu que sou louca para conhecer aquele país?

Persistente que sou, no caminho de volta para casa perguntei pela 145267894° vez: Amor, vamos também para os EUA? Crente que teria mais um não como resposta, quase fiquei sem reação quando ele disse: Sim, vamos!!!!!!!!!!!! Até hoje agradeço à Anne e ao Rodrigo por esse dia; o dia em que finalmente comecei a planejar uma viagem aos EUA.

Primeiros passos:

Após a afirmação do Loedi não comecei a me empolgar, pois ainda não tínhamos  o visto, que é obrigatório. Sendo assim, coloquei em minha cabeça que só existiriam planos, expectativas e sonhos após a concessão do visto americano. Qual seria, então, o primeiro passo? Agendar o visto!

Estávamos no mês de setembro/2010 e conseguimos agendar a entrevista para dezembro. Como não tínhamos pressa, nem nos estressamos com a agenda lotada do consulado. Nossos planos previam viajar em maio/2011.

Optamos por tirar o visto em São Paulo. No mesmo dia do agendamento compramos passagens de ida e volta de avião de Curitiba a São Paulo pois nossa ideia era fazer um bate-volta.

Fizemos toda a parte burocrática do visto sozinhos, não usamos despachante e nem sentimos falta. Achamos tudo muito simples. Juntamos todos os documentos recomendados e aguardamos pacientemente o mês de dezembro chegar.

O dia do visto:

Madrugamos para conseguirmos pegar o primeiro voo para São Paulo. Chegamos em Congonhas super cedo e já nos dirigimos ao consulado de táxi (pagamos cerca de R$30,00).

Os horários dos agendamentos são rigorosamente cumpridos, portanto não adianta madrugar pois você vai ter que esperar.

Finalmente chegou nosso horário e digo que eu estava um pouco apreensiva devido ao monte de coisas que lemos e ouvimos falar sobre a rigorosidade do consulado.

Depois de passar por algumas etapas, chega a hora da entrevista com o agente. Fomos atendidos por um senhor extremamente simpático que nos fez poucas perguntas e não pediu nenhum documento. Ufa! Visto concedido! 🙂

Após esta experiência, vejo que existe muito blábláblá sobre os mitos do visto. Achei tudo simples e descomplicado, sem nenhum constrangimento como muitos relatam por aí. Realmente as pessoas falam demais sem saber das coisas.

Ao sair do consulado meu primeiro pensamento foi: Uhuuuuuuu, agora sim posso planejar nossa viagem!!!!!

Passagens Brasil/ Estados Unidos:

Já que o visto estava ok, corremos comprar a passagem aérea e marcar nossas férias. Os destinos escolhidos para viagem foram:

– Nova Iorque: nem precisa explicar, não é mesmo? A cidade mais agitada do mundo com certeza estaria nos planos.

– Washington: após ler o livro Símbolo Perdido de Dan Brown, minha vontade de conhecer a capital americana só aumentou.

– Chicago: sempre quis conhecer o lago Michigan.

– Las Vegas: já que o que acontece em Vegas, fica em Vegas, vamos lá conferir de perto o porquê desta afirmação.

– São Francisco: muitas pessoas nos recomendaram essa cidade na Califórnia.

– Orlando: finalmente vou pra Disney, meu sonho de criança!

– Tampa: oba, e também ao Busch Gardens!

– Miami: muita vontade de conhecer o mar de Miami e os super shoppings e outlets.

Com o trajeto costa a costa definido, estudamos a melhor maneira de executá-lo e compramos os seguintes trechos: Curitiba-São Paulo-Nova Iorque na ida e Miami-São Paulo-Curitiba na volta. Com o trecho internacional comprado, começamos a planejar a quantidade de dias em cada cidade.

Nosso roteiro

Definição do cronograma de viagem, hospedagem e locomoção entre cidades:

Sempre digo que a melhor maneira da gente começar os planos para as férias é saber quando vai e quando volta, de onde vai e de onde volta.

Como já estávamos com esses dados em mãos, começamos a especificar o roteiro. Melhor caminho a seguir? Saber o que você quer ver e fazer no lugar, e assim começar a calcular os dias. Para auxiliar, como fazemos tudo sozinhos, montamos uma planilha no Excel com o cronograma e os dados de transporte e hospedagem.

Após muitas pesquisas, decidimos pelo seguinte roteiro:

5 dias em Nova Iorque: uns dizem que é muito, outros que é muito pouco e assim divergem as opiniões. O que nos fez decidir por essa quantidade de dias é que queremos curtir a Big Apple sem pressa…

Do que não abro mão lá? Começando pelo clichê, rsrs, ver a Estátua da Liberdade, caminhar no Central Park, tirar muitas fotos na Times Square, se acabar nas gigantes lojas da quinta avenida, subir no Rockefeller Center, conhecer a Chinatown (adorooooo!). O resto é lucro! Com certeza não faltarão opções nos 5 dias que ficaremos por lá.

Hotel escolhido: Country Inn Suites

Motivo: a hospedagem de Nova Iorque é a mais cara do mundo se você escolher ficar em Manhattan.  Como a cidade tem um excelente sistema de transporte público, escolhemos ficar à 20 minutos do centro e economizarmos um monte na hospedagem. Pra quem não conhece, esse hotel é a linha econômica da rede Radisson.

Como vamos para o próximo destino? De ônibus com a Grey Hound, compramos online.

2 dias em Washington: na capital americana não há muito o que se fazer além dos prédios famosos como a Casa Branca, o Capitol e mais alguns museus famosos. Por isso, esse período é suficiente. Além disso, quer ir ao National Zoo para ver os ursos pandas 🙂

Hotel escolhido: Morrison Clark Inn

Motivo: melhor preço que encontramos

Como vamos para o próximo destino? De avião, com a low-cost americana Southwest.

2 dias em Chicago: para poder ver os principais cartões postais da cidade, além do lago Michigan.

Um dos itens obrigatórios é subir no Skydeck, o prédio mais alto dos Estados Unidos.

Hotel escolhido: Howard Jonhson Inn

Motivo: rede conhecida, inclusive com estabelecimentos no Brasil e foi o melhor preço que achamos.

Como vamos para o próximo destino? De avião, também com a Southwest.

3 dias em Las Vegas: 2 dias para aproveitar tudo que a cidade tem pra oferecer e 1 dia para fazer uma day trip ao Grand Canyon e passar na famosa passarela de vidro.

Hotel escolhido: Stratosphere

Motivo: hotel em Las Vegas é absurdamente barato. Sempre que recebia e-mails com os brinquedos que existem no topo do Stratosphere, ficava encantada. Ao saber que podia ficar hospedada lá e pagando pouquíssimo, fechamos o negócio na hora.

Como vamos para o próximo destino? Tivemos que reservar com uma agência, devido à nossa necessidade de passeio express ao Grand Canyon. Fechamos online com a Grand Canyon Tour Company. Voltamos a Las Vegas e partimos rumo à São Francisco também de avião e com a Southwest.

2 dias em São Francisco: para fotografar as casas vitorianas, a Golden Gate e aquela rua toda cheia de curvas e cenário de muitos filmes: a Lombard Street.

Hotel escolhido: Casa Loma

Motivo: preço e localização.

Como vamos para o próximo destino? Numa longa viagem de avião até Orlando, com a Southwest.

6 dias em Orlando: para ir aos parques Magic Kingdom, Epcot, Sea World, Universal Studios e Adventure e mais um tempo para compras.

Hotel escolhido: La Quinta Inn International Drive

Motivo: hotel em Orlando também é muito barato. Lemos várias recomendações boas sobre a localização deste hotel e por isso escolhemos.

Como vamos para o próximo destino? Como vamos à Tampa, alugamos um carro para irmos até lá e depois irmos para Miami de carro.

1 dia em Tampa: para irmos ao Busch Gardens e enfrentar mais montanhas-russas radicais.

Sem hospedagem, vamos dormir em algum hotel que acharmos na estrada.

3 dias em Miami: para comprar, comprar, comprar e entender o porquê da cidade ser a queridinha dos brazucas.

Hotel escolhido: Riviere South Beach

Motivo: preço e localização.

Depois de Miami, voltamos ao Brasil para embarcarmos para a parte 2 das férias: Peru!

Todas as reservas de hotéis fizemos pelo Booking.com, que é nosso site favorito para hospedagem.

Como foi fazer este planejamento?

Ir ao país mais cosmopolita do mundo é facílimo. Tudo que você quiser saber encontra com a maior facilidade na Internet. Ser o destino favorito de férias dos brasileiros, também ajuda bastante na hora de descobrir as coisas.

Estamos indo numa época em que o dólar está baixo, o que tornou a viagem bem mais em conta do que as nossas férias anteriores. Achei excelente, pois assim sobra uma graninha para as compras.

O mais caro, até mesmo que as passagens aéreas, são os ingressos para os parques de Orlando, mas tenho certeza de que valerá cada centavo.

Nossa locomoção nas cidades será totalmente transporte público e a alimentação 100% fast food, como em todas as viagens que fazemos.

A primeira coisa que quero fazer ao chegar em Nova Iorque é comprar um netbook para que eu possa ir contando meio que “ao vivo” as nossas experiências  aqui no blog.

Faltando uma semana para a viagem ao décimo sexto país de minha listinha, me sinto muito ansiosa ;). Tenho que me acalmar pois ainda não conclui os planos para o décimo sétimo, o Peru – próximo post de planejamento aqui no Próximos Destinos que tem que sair antes de eu começar escrever sobre as aventuras nos Estados Unidos.

Estados Unidos, daqui a 8 dias 🙂 🙂 🙂

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