Praias de Aruba com crianças: Eagle e Palm Beach

Continuando nossos dias de sol e mar azul, a próxima praia que visitamos foi a Eagle Beach. Diferente de Arashi e Baby, essa praia tem maior estrutura, com vários comerciantes alugando guarda-sóis e cadeiras no surreal preço de 40 dólares. Como as sombras disponíveis eram bem longe da água, tivemos que encarar a facada para podermos aproveitar melhor o nosso dia.

Eagle Beach:

A praia é mais “povoada” que as que visitamos nos dias anteriores, porém o mar é bem mais agitado e assim não achei muito boa para crianças nesse sentido. Poder contar com sombra e cadeiras nos permitiu ter um dia mais relax, com a Camila se divertindo na areia e na piscininha. O benefício que tivemos fez valer os doloridos dólares que pagamos.

Entre as brincadeiras com o baldinho, piscininha e muita folia na areia, caminhávamos até a vegetação que cerca a praia para vermos os populares lagartos de Aruba. Camila ria um monte ao vê-los e ao escutar o barulhinho característico que fazem.

Nesse dia o clima estava bem maluco. Em menos de 5 minutos chovia e parava de chover, portanto saiba que uma nuvem escura em Aruba nem sempre significa fim de praia. Passamos um dia muito agradável em Eagle Beach, mas esse não é o tipo de praia que mais gostamos.

Palm Beach:

Na primeira vez que fomos para Aruba, achamos Palm Beach o local mais cheio de turistas da ilha e não curtimos muito a vibe de lá. Nessa viagem resolvemos pesquisar um pouco melhor e acabamos descobrindo que há um pedaço da praia que é menos frequentado e foi pra lá que decidimos ir. Essa parte fica próximo ao hotel Divi Aruba Phoenix, em frente à uma delegacia de polícia e quando chegamos tínhamos a praia só pra nós, com direito à uma cabaninha com sombra grátis. Essa Palm Beach nós amamos!

Mesmo no decorrer do dia esse pedaço que escolhemos para ficar não encheu, portanto recomendo muito para quem quer mar calmo e pouca gente. Curtimos muito praia e a tranquilidade de podermos ficar deitados na sombra deixando a Camila brincar sozinha na água.

No final do dia, fomos para o centrinho turístico de Palm Beach jantar e curtir o delicioso clima de lá. Aliás, íamos quase todos os dias aproveitar o final de tarde e comecinho da noite.

Finalizamos assim nosso roteiro de praias em Aruba e a conclusão é que a ilha caribenha é um destino perfeito para viajar com crianças. Nós adoramos revisitar o local agora com a companhia de nossa fofucha.

Descrevendo esses dias aqui no blog, parecia que nossa viagem à Aruba terminaria lindamente! Vendo nossas expressões de alegria nas fotos, mal poderia imaginar o que aconteceria nessa noite 😦  Contarei no próximo post nosso maior perrengue de viagem até então….

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Praias de Aruba com crianças: Arashi e Baby Beach

O bom de visitar um lugar pela segunda vez é que você já sabe o que esperar em todos os sentidos: trânsito, hospitalidade, preços, clima e muitos outros. Como já conhecíamos as principais praias e lembrávamos da estrutura (ou falta dela, rs), nível de calma do mar, quantidade de pessoas na areia e outros pontos importantes para planejarmos um dia, foi bem fácil pensar em nosso roteiro.

Começamos por Arashi, visitamos Baby Beach, Eagle Beach e Palm Beach, ou seja, fizemos o roteiro clássico de Aruba com bastante tranquilidade, deixando um dia inteiro para cada uma das praias. A ideia desses posts é contar o que mais gostamos em cada uma delas e as principais dicas que nos ajudou nessa viagem em que a Camila estava com 3 anos.

Para a logística dos dias, fomos preparados com:

  • cooler com frutas, bebidas e sanduiches – não somente para economizar, mas principalmente porque não há infraestrutura nas praias de Aruba. As poucas vendinhas que existem têm os preços nas alturas.
  • piscininha inflável para garantir momentos na sombra.
  • garrafas com água doce para lavar a Camila na hora de ir embora, item que é essencial em todas as nossas viagens de praia.

Arashi Beach

Arashi conta com amplo estacionamento, águas calmas e algumas “cabaninhas” com cobertura de sapê que proporcionam sombra grátis para aqueles que chegam cedo e conseguem achar alguma disponível. Nós até encontramos uma, mas com a movimentação do sol tínhamos que ficar deslocando nosso acampamento a cada período. Eis aqui uma grande diferença entre ir só adultos x viajar com criança para Aruba (ou qualquer outra praia). Quando estávamos só eu e o Loedi, mudar acampamento seria trocar apenas as toalhas de praia e nossa mochila para qualquer lugar.

Já com a Camila significa trocar isso mais juntar todos os apetrechos do baldinho e achar outro bom lugar perto da água, que é onde ela (e o resto das pessoas da praia) quer ficar. Com criança, a localização é fundamental para garantir o sossego dos pais e quase nunca há sombra grátis nesse melhor lugar. Ou seja, tivemos que alugar um guarda-sol para podermos curtir Arashi e pagar 20 dólares por isso ….. E assim passamos o dia, ficando um pouco na sombra, ou pouco na água, sempre curtindo o lindo visual da praia.

Baby Beach

O nome da praia já eleva a expectativa quando a viagem é com criança e sem dúvida nenhuma esse era o dia mais esperado de nossa semana. O que nos desanimou um pouco foi a distância (levamos mais de uma hora para chegar lá) e o tempo que amanheceu meio chuvoso. Mesmo assim resolvemos arriscar…

Chegamos em Baby Beach e encontramos fácil um lugar para estacionar. Estava uma garoa bem fininha e fiquei um pouco frustrada, mas pensamos que poderia ser uma nuvem passageira e buscamos um lugar para montar nosso acampamento.

Felizmente era só um tempo feio passageiro e logo o sol abriu destacando os muitos tons de azul da linda Baby Beach! Uma praia perfeita para os pequenos, com água rasa, quente, transparente e cheia de peixinhos. Vivemos ali um dos momentos mais mágicos de nossa vida de viajante: ver a Camila mergulhar sozinha para avistar peixinhos e juntos podermos ver pela primeira vez uma tartaruga marinha ali na praia. Pensamos que está valendo cada centavo que estamos investindo nas aulas de natação 🙂 Me emociono ao lembrar da carinha dela ao sair da água e gritar toda eufórica que conseguiu ver os peixes.

Em Baby Beach, como havia menos gente na praia, pudemos pegar uma sombra um pouco longe da água mas que nos permitia um bom campo de visão para deixar a Camila ir até o mar e voltar. Ficávamos nos revezando quando ela queria ir brincar na água e assim passamos um delicioso dia por lá.

Após algumas horas de diversão, demos um “banho” de água doce nela, tiramos algumas fotos no barzinho temático que há por ali e pegamos o caminho de volta para nosso apartamento.

Após esses primeiros dias na ilha com a Camila, tivemos certeza de que Aruba é um excelente destino para os pequenos também. Estava tudo sendo maravilhoso em nossa viagem e contarei nos próximos posts como a nossa aventura continuou…

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Chegando em Aruba pela segunda vez (agora com a Camila)

E a nossa tão sonhada viagem para a ilha caribenha de Saint Marteen foi postergada devido à destruição do furacão Maria, que devastou grande parte do país. Como estávamos com tudo pago já, tivemos que pensar em como poderíamos manter a viagem do final de ano e aproveitar os trechos aéreos da American Airlines sem termos que pagar a mais por isso. A única opção que encontramos foi Aruba e assim pensamos que poderia ser uma boa ideia revisitar o destino que havíamos conhecido em 2012. É claro que tivemos prejuízo financeiro, porém conseguimos evitar o psicológico que seria não viajarmos em dezembro, como fazemos há alguns anos. E assim, em 23 de dezembro estávamos nós no aeroporto com toda nossa tralha para embarcarmos rumo à mais uma aventura em família. Como lembrávamos dos altos preços da ilha, além das comidas que geralmente levamos em viagens (feijão, macarrão, milho, ervilha, molho, e mais algumas coisinhas) dessa vez conseguimos carregar até um cooler para podermos “farofar” nas praias.

As melhores opções de voo do Brasil para Aruba são via Panamá ou Bogotá, porém como nossas passagens eram da AA, tivemos que ir via Miami, com uma longa conexão por lá (aff!). Nós dois estávamos cansadíssimos do voo e nos revezamos para aguentar a energia da baixinha durante as longas horas de espera no aeroporto.

Finalmente chegou nosso embarque e após 2 horas e meia de voo e mais quase uma hora para passarmos pela imigração, chegamos ao escritório da locadora de carros onde tínhamos muita pressa para conseguirmos sair a tempo de ir ao supermercado, pois lembrávamos que no dia 25 de dezembro nada abria na ilha.

Felizmente deu tudo certo e pudemos chegar ao mercado para fazermos nossa primeira compra e já garantir as próximas refeições. Para ter mais emoção nessa viagem, também tivemos um Airbnb cancelado pela anfitriã faltando poucas semanas para nosso embarque, mas tivemos sorte de achar uma outra hospedagem com cozinha mesmo que em cima da hora. Com o carrinho do mercado abastecido com itens básicos, pudemos seguir então para nosso apartamento.

Que alívio podermos pensar que finalmente estávamos de férias após a longa viagem! Camila já começou a curtir as instalações dos Apartamentos Del Rey assim que guardamos nossas malas no quarto.

O que mais queríamos nesse dia? Deitar e dormir, rsrsrs. E foi isso que fizemos após ajeitarmos nossas coisas. Ufa!

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Cataratas do Iguaçu com criança

Em nosso terceiro dia em Foz, a chuva deu uma melhorada e já que estávamos experientes em encarar a água resolvemos ir cumprir nossos planos e visitar as Cataratas. Para melhorar nossa proteção, passamos no shopping e compramos um guarda-chuva caso o tempo voltasse a piorar. Pegamos um táxi e em alguns minutos estávamos no Parque Nacional do Iguaçu. Compramos nossos ingressos na máquina de auto-atendimento e rapidamente embarcamos no ônibus que leva ao parque. Para a Camila, a aventura já começava ali.

Para nossa felicidade, a chuva estava bem fraquinha e pudemos curtir as paisagens e a caminhada sem grandes perrengues. Já fui várias vezes às Cataratas, mas a cada visita admiro ainda mais a beleza do local. Seguimos o caminho mais curto e fomos num ritmo bem tranquilo parando para tirar fotos e apreciar a vista. Camila estava se divertindo, mas dizendo o tempo todo que as cataratas eram muito barulhentas, rsrsrs.

Nosso passeio às cataratas foi rápido, porém conseguimos fazer tudo o que queríamos. Na saída, paramos na praça de alimentação para comermos um lanchinho e dar muitas risadas vendo os danadinhos dos quatis querendo se aproximar de qualquer resquício de alimento.

Como o tempo estava melhor, pudemos voltar de transporte público e economizar uns bons reais. Continuo recomendando andar de ônibus em Foz e a única restrição que tivemos dessa vez foi o clima. Para quem quer economizar e tem tempo suficiente, é uma excelente opção.

Pra fechar nosso dia, passamos no shopping para jantar e depois ficamos curtindo o hotel. Apesar da chuva, nossa viagem à Foz do Iguaçu foi muito legal e a grande sorte foi termos escolhido um excelente hotel que nos salvou do tédio. Foi mais uma deliciosa experiência em família e voltamos cheios de histórias pra contar.

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Parque das Aves com criança e muita chuva

Os posts sobre Foz do Iguaçu terão todos o título parecido, pois a saga se repetiu nos dois dias que ficamos por lá. Ao sairmos do táxi para nos dirigirmos à bilheteria do Parque das Aves, pensamos que a chuva tivesse dado uma trégua. Vestimos nossas capas e estávamos seguros de que ia parar de chover e poderíamos aproveitar nosso passeio sem maiores consequências.

Começamos a entender o funcionamento do parque com suas trilhas e espaços fechados que proporcionam maior interação e aproximação das aves. Sentimos falta de placas com maiores informações sobre as espécies, mas não foi isso que deixou a atração menos interessante. A parte mais legal desse início de passeio foi ver um tucano bem de pertinho, super acostumado com a presença das pessoas por ali.

Até então a chuva estava mais leve e pudemos caminhar nessa primeira parte sem maiores problemas. O piso não era escorregadio e a copa das árvores protegia bastante. Porém, de uma hora pra outra o volume de água aumentou muito! Corremos para uma lanchonete no meio do caminho para buscar abrigo, ficamos por lá alguns minutos e após nenhum sinal de melhora resolvemos voltar para a saída debaixo d’água mesmo. A Camila achou super legal a aventura, mas eu e o Loedi já estávamos bem preocupados em vê-la encharcada da cabeça aos pés, rsrsrs.

Nossa maior expectativa do passeio era o Viveiro das Araras, que fica quase na saída do parque. Mas, como esse momento coincidiu com a maior intensidade da chuva, não pudemos vê-las voando pois estavam todas nos puleiros se protegendo do aguaceiro. Só entramos, demos uma olhada e saímos (frustrados, é claro)

 

Passamos também pelo borboletário, porém mal conseguimos ver as borboletas que também deram um jeito de se esconder. Apertamos os passos e logo chegamos na saída do parque, onde algumas araras ficam disponíveis para fotos em determinados horários.

Nós nem verificamos o horário da próxima sessão de fotos pois naquele momento nossa maior preocupação era trocar a roupa da Camila e deixá-la quentinha para voltarmos para o hotel. Quando saímos do parque, a danada da chuva parou e até conseguimos voltar de ônibus urbano para o hotel.

Chegamos tomamos banho e tivemos a sorte de podermos aproveitar a estrutura externa do hotel pois o sol finalmente apareceu e a chuva deu uma trégua. Ficamos impressionados com a quantidade de atividades disponíveis na parte outdoor do Bourbon Cataratas e por lá curtimos o final de tarde de um dia cheio de histórias pra contar.

Ter ido ao Parque das Aves com chuva e tudo foi uma aventura e tanto, mas hoje escrevendo esse post tenho certeza que foi a melhor escolha que fizemos. É claro que não vimos tudo com todos os detalhes como faríamos em condições climáticas favoráveis, mas deu pra gente conhecer bem o local. Se você estiver em Foz e a previsão do tempo não for animadora, super aconselho encarar com chuva mesmo. Outro ponto de reflexão do dia foi termos escolhido um bom hotel para ficar, o que nos deu oportunidade de fazer coisas legais que não dependessem do clima totalmente. Principalmente estando junto com uma animada criança de 3 anos, hehe.

Essa viagem à Foz nos ensinou algumas coisas, sendo que a principal é colocar as neuras de lado e deixar os filhos experimentarem coisas novas. Estava com muito medo da Camila ficar doente por ter tomado chuva e ela realmente ficou. Mas quem me garante que foi só por isso? Por outro lado, agora mesmo ela estava aqui ao meu lado revendo as fotos, narrando com emoção e brilho nos olhinhos a nossa aventura na chuva no Parque das Aves. São essas lembranças delas e nossas que me fazem acreditar cada vez mais no quanto que as viagens nos tornam seres mais felizes e abertos às novas experiências que vão surgindo em nossas vidas. Se tivéssemos ficado no conforto do hotel não teríamos essas intensas recordações de momentos debaixo de chuva em família.

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Foz do Iguaçu com criança e muita chuva

Há tempos queríamos voltar à Foz e levar a Camila para conhecer mais esse destino brasileiro, porém com a redução da malha aérea as opções de voos diretos partindo de Curitiba foram reduzidas e as tarifas ficaram absurdamente caras. Felizmente conseguimos comprar as passagens com milhas no feriado de 02 de novembro e efetivamos nossos planos. Como essa seria uma viagem curta e com pouca programação na cidade, decidimos investir um pouco mais na hospedagem e escolhemos o hotel Bourbon Cataratas principalmente pelo fato de ter várias atrações para crianças pois já sabíamos que curtir o hotel faria parte de nossos planos.

Chegamos de madrugada em Foz e nosso deslocamento para o hotel foi de táxi porque na época ainda não tinha Uber por lá (pelo que li a partir de fevereiro de 2018 já está autorizado). Nosso planejamento previa aproveitar a sexta-feira e o sábado na cidade e como queríamos apenas ir às Cataratas e ao Parque das Aves, dois dias seriam mais que suficientes pois essas duas atrações cabem perfeitamente em um dia só.

Acordamos, tomamos café no hotel (como amo essa parte e como ela é rara em nossas viagens, hehe) e estávamos super decepcionados com o clima pois chovia torrencialmente e a previsão do tempo não era muito animadora para as próximas horas e dias. Mas, como (felizmente) estávamos num hotel com boa estrutura indoor, focamos nisso e pensamos: vamos conhecer os espaços infantis enquanto a chuva não passa.

O Bourbon Cataratas é perfeito para famílias com crianças! Na área externa, além das lindas piscinas (que não usamos devido às condições climáticas), há o Espaço Turma da Mônica. É uma área temática muito bem cuidada e bonita com vários brinquedos para os pequenos. Camila se sentiu em um reino encantado por lá.

Além desse espaço, há um playground interno que é menor mas também divertido para as crianças. Ficamos alternando entre os dois na esperança de parar de chover.

Entre um parquinho e outro, nós chegamos à conclusão de que a realidade era aquela mesmo: muitaaaaa chuva!!! Sendo assim, tivemos que decidir entre encarar o clima e cumprir nossos planos ou ficarmos entediados no hotel. E é óbvio que ficamos com a primeira opção. É claro que pensamos em todas as consequências que poderíamos ter, sendo a principal delas a Camila ficar doente, mas mesmo assim preferimos encarar pois sabíamos que por outro lado passear na chuva seria uma grande aventura para ela.

Fomos até a lojinha do hotel, tentamos adaptar um capa de chuva para o tamanho dela, compramos capas pra gente e lá fomos nós para o Parque das Aves debaixo de muita água….

Como ainda não conhecíamos essa atração de Foz, fomos sem saber o que esperar. Pegamos o táxi e logo chegamos na bilheteria do parque. Acompanhem no próximo post como foi a continuação de nossa primeira aventura na chuva em família.

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Aquário de São Paulo

Continuando nosso roteiro por São Paulo, incluímos a visita ao Aquário da cidade na manhã do sábado. Ao chegarmos, ficamos bem desconfiados com a aparência do local e ao comprarmos os ingressos pensamos seriamente se o passeio valeria a pena, pois o valor era alto e a primeira impressão não foi das melhores. Ao visitarmos as galerias iniciais, eu já estava frustrada pois os aquários eram minúsculos e as espécies muito comuns.

O que eu não sabia até então é que essa primeira parte do Aquário é a mais antiga e que suas principais atrações se encontram nas exposições seguintes. Chegamos em um espaço que simula a área de embarque de um aeroporto e ali sim comecei a achar o passeio interessante.

Aliás, dali pra frente comecei a achar tudo muito legal! São áreas que representam a fauna de diferentes regiões do mundo, começando pela África, passando pela Indonésia e Austrália. Vimos vários bichos que nunca tínhamos visto na vida e a experiência foi interessante. Tudo bem cuidado, animais com bom espaço para circulação e decoração temática em cada ambiente.

Outra atração muito legal são os ursos polares, que dão um show de fofurice na última parada do passeio pelo aquário.

Outra coisa que nos surpreendeu no Aquário de São Paulo foi a organizada e ampla praça de alimentação, localizada próxima aos ursos polares. Por ali há também algumas atrações pagas para quem busca mais diversão ainda.

Mas o que a Camila mais queria ver estava no final do passeio…. de tudo que havíamos contado para ela antes de irmos ao Aquário, o que mais tinha chamado a atenção era o mergulho da sereia. Chegamos na saída e lá estava ela! Para nós adultos é algo bem sem graça, mas os pequeninos entram com tudo no mundo da fantasia. A baixinha achou o máximo poder ver uma sereia “de verdade”.

Como mencionei anteriormente, achei que o passeio não valeria a pena no início, porém no final das contas o Aquário de São Paulo atingiu nossas expectativas. As áreas temáticas são muito bonitas e trazem animais exóticos de diferentes partes do mundo. Apesar de os animais marinhos não terem sido o destaque, o conjunto das atrações fez o ingresso valer a pena.

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