O perrengue em nossa ida para a África do Sul: chegando em Cape Town

Quem me acompanha no Instagram (@proximosdestinosthaiszundt) viu o perrengue que foi nossa viagem de ida para a África do Sul. Chegamos ao aeroporto de Curitiba e quando fomos fazer o check-in a atendente nos disse: “me acompanhem por favor porque o voo para Guarulhos está atrasado e vocês não terão tempo para fazer a conexão para Johanesburgo.  Vamos até a loja que iremos analisar uma ida via Angola.” Oi? Imaginem a sensação de desespero da pessoa aqui, que logo começou a chorar e entrar em pânico por ver o início das férias adiado por conta de falta de planejamento na venda de passagens da Latam (o intervalo para a conexão era de apenas 1h). Fomos muito bem atendidos por uma moça que começou a pesquisar voos via Paris, Londres e outras capitais europeias quando eu a interrompi e disse que não aceitaria ir pra Europa e depois voltar pra África, ainda mais com uma criança de 3 anos junto. Nem quis pensar no tempo que todas essas conexões levariam. Me acalmei e já comecei a me conformar em adiar em um dia nossa chegada em Cape Town.

A atendente continuava fazendo pesquisas quando nós a informamos que preferíamos ir no outro dia mesmo (pois em qualquer outra opção de voo nós perderíamos um dia inteiro) e que para não correr o risco de perder a conexão de novo, preferíamos dormir em São Paulo com as despesas pagas pela Latam. Respirei fundo, comecei a lidar melhor com a frustração, porém ainda tinha a esperança de chegar em São Paulo e conseguir embarcar.

O voo Curitiba-GRU chegou às 17:10h em São Paulo e a raiva voltou pois o voo para Johanesburgo sairia apenas às 18:30h. Corremos na loja da Latam, mas nada pode ser feito e assim seguimos pro hotel em Guarulhos. Loedi e eu estávamos arrasados, mas para a Camila tudo era festa só por estar em um lugar diferente. Esse foi o grande ensinamento desse perrengue, o quanto as crianças reagem bem melhor aos fatos por não ficarem na tortura psicológica. Nos agarramos na energia positiva da Camila e conseguimos até fazer um brinde para “comemorar” a situação e a hospedagem num quarto minúsculo de hotel nas proximidades do aeroporto.

E a partir do momento em que realmente aceitamos a situação, começamos a ver com outros olhos e aproveitar o jantar no hotel, o café da manhã no dia seguinte, o simples fato de termos quase um dia inteiro para invertamos coisas para fazer em família até chegar a hora de seguirmos para o aeroporto.

Com a energia mais leve graças à felicidade da Camila, o tempo até que passou rápido e próximo das 14h nos dirigimos ao aeroporto, sendo que nosso novo seria às 17:30h. Eu estava muito tensa com medo de acontecer tudo de novo, mas respirei aliviada quando deu tudo certo no check-in na South African Airlines. Ainda assim, só iria comemorar na hora em que finalmente o piloto anunciasse a partida.

Após a longa espera na área de embarque, finalmente entramos no avião e agora sim pudemos comemorar que nossas férias estavam prestes a começar.

O voo para Johanesburgo foi super tranquilo, Camila dormiu umas 3 horas e se comportou muito bem nas outras 5:30h (viva o Ipad cheio de vídeos com os desenhos favoritos). Nossa conexão era super apertada (01h) e corremos feito uns malucos para garantir que tudo desse certo. Chegamos antes do previsto no portão de embarque para Cape Town, embarcamos num dos aviões mais velhos que já voei na vida (da British Airways) e finalmente aterrissamos em nosso destino final. A baixinha capotou assim que a pusemos no carrinho e pode descansar enquanto aguardávamos os procedimentos de retirada do carro alugado.

Estávamos mega exaustos e ao mesmo tempo com muita ansiedade de começar logo a conhecer a África do Sul. O carro demorou para ser entregue, mas mal pudemos acreditar quando nos dirigíamos para nosso apartamento e vimos pela primeira vez a linda e famosa Table Mountain, o principal cartão-postal da Cidade do Cabo.

Após tanta emoção para chegarmos ao nosso destino, nos restava esquecer tudo que deu errado e começar a curtir o momento presente. O grande aprendizado da situação foi nunca planejar atividades apertadas para a primeira parada da viagem, algo que já fazemos por estar viajando com criança. Foi esse fato que nos ajudou a minimizar o imprevisto. Como já havíamos deixado dias de “sobra” para Cape Town no planejamento inicial, essa redução de dias não alterou nada em nosso roteiro.  Acompanhe nos próximos posts como foram nossos dias em terras africanas.

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Planejamento África do Sul e Ilhas Maurício

Mal posso acreditar que daqui a algumas horas embarcaremos em mais uma aventura em família, dessa vez para a viagem mais fora do tradicional com a Camila. Desde que ela nasceu, ficamos entre destinos europeus, caribenhos ou nos EUA e não via a hora de começar a explorar outras partes do mundo com nossa pequena viajante. Sempre quis conhecer a África do Sul, mas nunca tive coragem de “gastar” férias inteiras só por lá. Esse ano, como tinha férias acumuladas e tive que programar dois períodos no ano, pensei que seria uma boa oportunidade. Também pensava que ir só para lá não valeria os 20 dias e então comecei a buscar as possíveis combinações de viagem para esse destino. Pesquisei muito sobre as opções e acabamos decidindo pelas Ilhas Maurício, que além de belas praias tem outras atrações. Com essa dobradinha em mente, fechamos o roteiro da seguinte maneira: Curitiba-Cape Town-Ilhas Mauricio-Johanesburgo.

Voos:

Iremos de Curitiba para Johanesburgo com a Latam e lá faremos conexão para a Cidade do Cabo (Cape Town). Voaremos direto de Cape Town para as Ilhas Maurício com a Air Mauritius e de lá também voltaremos com essa companhia para Johanesburgo. A volta para o Brasil também será com a Latam.

Hospedagem:

Essa será a primeira vez que ficaremos 100% em Airbnb. Após a experiência super positiva em Orlando, nos apaixonamos por essa opção de hospedagem e conseguimos bons apartamentos nos 3 lugares que vamos ficar.

Em Maurício, vamos contrariar a maioria dos viajantes que optam pelos grandes resorts da ilha e conto pra vocês os porquês. Por incrível que pareça, não foram os preços que nos fizeram desistir dos hotéis. Ficamos bem divididos pois nos parecia muito interessante poder ficar em resorts com parque aquático, recreação e várias outras regalias que nos chamaram a atenção. Encontramos preços ótimos até para os all-inclusive, mas nosso fator crucial de decisão foi a alimentação da Camila. E se ela não gostar do tempero? E se ela não comer? E com essas perguntas em mente resolvemos ficar em uma casa com cozinha e poder cuidar dessa parte. A cada vez que converso com outras mães viajantes ouço que a comida é o principal perrengue de viagem para muitas delas e é por isso que sou tão neurótica ainda com esse tema.

Roteiro:

Ficaremos 5 dias em Cape Town, 5 dias nas Ilhas Mauricio e 2 dias em Johanesburgo. A pergunta que mais ouvi ao contar nossos planos foi: vocês vão fazer safári? E a resposta é não, rsrs. Como assim? Sempre é a próxima reação, hehe. Não vamos fazer porque nós não achamos a menor graça, mesmo muitas pessoas já tendo nos dito que é uma emoção única, maravilhosa e outros tantos adjetivos. Li e reli vários relatos pra ver se mudava de opinião, mas nada convenceu. Quem sabe daqui a alguns anos a gente mude de ponto de vista e possa voltar para fazer, hehe.

Está quase na hora de partir e não vou conseguir contar mais detalhes agora de última hora. Quem quiser acompanhar a viagem é só me seguir lá no Instagram (@proximosdestinosthaiszundt). Que tenhamos uma boa viagem 🙂

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Arquivado em África, África do Sul, Ilhas Maurício

Hot Park com criança de 3 anos

Se em nossa primeira ida ao parque a Camila (que estava com 1 ano e 10 meses) aproveitou muito, estávamos mais uma vez curiosos para saber como seria a visita agora com 3 anos. Após o café da manhã no hotel encaramos a subida com o carrinho e lá fomos nós para o Hot Park. Havíamos comprado online o ingresso para 2 dias e mesmo assim tivemos que encarar uma longa fila. Sorte que a área é coberta para amenizar o sol , os funcionários bem atenciosos e no final das contas até que andou rápido.

Achamos que nessa idade a área favorita seria o Hotibum, mas nos enganamos. Ela tem medo do baldão e nem quis chegar perto dos toboáguas de lá. Assim, decidimos ir para o Clubinho das Crianças onde ela se sentiu bem mais à vontade. Por ali passamos boa parte de nossos dois dias 🙂

Ali é bom porque é bem rasinho, a água estava mais quente que em outras piscinas e assim pudemos deixá-la bem à vontade. Acho que ficamos tão relaxados que até esqueci de tirar mais fotos, rsrsr. Depois dali seguimos para a Praia do Cerrado para aproveitar um pouco mais já que na vez anterior mal passamos por lá. Com certeza é a área que aparenta estar mais cheia no parque, porém resolvemos encarar e até umas cadeiras encontramos. Começamos pelo cantinho onde tem a Praia da Marina, a personagem tartaruga do Hot Park.

O restaurante por kg do parque fica ali e aproveitamos para dar almoço para a Camila. Pouca opções e preço bem salgadinho, mas um ambiente bem gostoso para sentar e descansar um pouco.

E como o almoço nos dois dias foi nesse restaurante, era nesse horário que aproveitávamos a Praia do Cerrado. Porém como era o período de sol mais forte ficávamos apenas o tempo suficiente para a Camila pular uma ondas, brincar um pouco na areia e logo íamos para outra área.

Estávamos de olho nos horários de aparições da Turma do Cerrado lá no Hotibum efomos pra lá aguardar o encontro com os personagens. Como a área na frente do palco tem vários brinquedinhos e é coberta, era bem fácil sentarmos e observar a baixinha brincando enquanto esperávamos os bichinhos aparecem.

Nessa época do ano (junho), apesar das águas quentinhas e do calor há um ventinho gelado que nos fazia sentir frio quando saíamos da água. Nossa estratégia então foi buscar as piscinas com água mais quente que eram as de fundo de areia. O roupão que levamos pra Camila foi mais útil dessa vez justamente por esse fato, e eu senti falta de ter um pra mim 🙂 O jeito era aproveitar a deliciosa água quentinha dessas piscinas e correr pra se secar ao sair. Como a Camila faz natação agora e já sabe se virar na água, essa atração foi bem divertida pra todos nós.

Outra atração que continua fazendo sucesso com a baixinha é o Lazy River, onde também demos muitas risadas em família.

E assim passamos mais dois dias maravilhosos no Hot Park! Um destino bem legal para as crianças e relaxante para os papais. É claro que com a Camila maiorzinha ela aproveitou bem mais e não dormiu à tarde nenhum dos dias, mas capotava no carrinho na volta para o hotel. A única coisa que foi melhor da outra vez foi a época (fomos em abril) pois o vento não era tão geladinho e não me lembro de termos sentido tanto frio ao sair das piscinas. Com certeza voltaremos muitas outras vezes para o maior parque aquático do mundo e a cada fase a aventura será diferente. Mal posso esperar para ir nos toboáguas mais radicais com nossa baixinha 🙂

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Arquivado em Brasil, Centro Oeste do Brasil, Rio Quente

Rio Quente versão econômica: vale a pena?

Quem acompanhou os posts do ano passado sobre esse destino sabe o tanto que gostamos de lá, e assim é claro que planejamos outra ida em 2017 para desfrutarmos mais um pouquinho dessa deliciosa região do Brasil. Como já sabíamos da “logística” do local e estávamos mais seguros do que íamos encontrar, dessa vez resolvemos ir numa opção mais econômica, sem escolher um dos hotéis do Complexo Rio Quente Resorts que são caríssimos e na minha opinião não valem tanto assim, uma vez que nossa intenção era passar o dia inteiro no Hot Park. A única coisa que não abrimos mão foi de voarmos até Caldas Novas, que fica à meia hora de Rio Quente porém tem voos bem mais caros do que Goiânia. Eu odeio viajar de carro e por isso prefiro gastar um pouquinho mais no trecho aéreo do que encarar as 2 horas de transfer da capital goiana para lá. A Gol só tem voos para Caldas Novas às quinta-feiras e domingos, e por isso que escolhemos um feriadinho que encaixasse nesse período. Chegamos ao destino final no horário do almoço e já tínhamos o transfer estava nos aguardando na saída do aeroporto.

Nossa opção de hospedagem foi o hotel IMG Águas da Serra. Chegamos, fizemos o check-in e fomos para a rua principal encontrar um restaurante para almoçarmos. Para nossa surpresa, na quadra da frente achamos comida caseira bem gostosa por R$35 o quilo. Voltamos e fomos curtir a estrutura do hotel, uma vez que era essa a programação que tínhamos para nosso primeiro dia por lá. Começamos indo curtir o rio de águas mornas que passa atrás do hotel, onde pudemos relaxar e curtir a linda paisagem.

Depois de brincarmos bastante na água, fomos para a piscina de águas também quentinhas onde pudemos deixar a baixinha brincando à vontade e achando o máximo estar naquele lugar.

Outra vantagem de termos escolhido esse hotel, além do preço bem mais em conta, é essa área de lazer que faz toda a diferença quando se viaja com crianças. No IMG tem o rio, as piscinas, parquinho e um lindo “quintal” muito bem cuidado.

A opção de tarifa que escolhemos tinha café da manhã incluído (delicioso, por sinal) e assim íamos bem alimentados para o Hot Park, que só abre às nove e meia, levávamos alguns belisquetes para passarmos o dia, Camila almoçava no restaurante por quilo do parque e jantávamos em algum restaurante da esplanada do Rio Quente. Nessa opção mais econòmica, gastamos metade do que havíamos gasto da outra vez que nos hospedamos na opção mais barata dos hotéis do complexo.

A ideia desse post é apresentar um comparativo de preços enter as opções “independentes” de hospedagem versus a hospedagem nos hotéis do Complexo do Rio Quente para quem gastar menos no destino. Meu critério de comparação será com o IMG que usei e aprovei, mas tenha em mente que ainda há opções mais em conta na região. Para essa análise, verifiquei a opção mais barata dentre as opções de hospedagem do RQ Resorts que é o hotel Giardino (fora do parque, mas com transfer de 15 em 15 minutos para lá). Para o almoço, considerei a opção de comer por kg no restaurante em frente à Praia do Cerrado, mas se você tiver pique dá pra sair almoçar fora do parque e voltar (apesar de eu achar que se perde muito tempo nesse deslocamento, vi várias pessoas fazendo isso). Outra possibilidade é você caprichar no café da manhã e comer alguns petiscos no parque.

Independente de suas escolhas, a conta é bem clara! Você gastará muito menos ficando fora dos hotéis do complexo e terá apenas as seguintes desvantagens: caminhar até ao Hot Park (10 minutos na subida), não ter acesso ao Parque das Fontes (ou pagar pelo Resort Pass que custa mais caro e tem essa opção) e não ter almoço incluso na hospedagem. Veja o resultado financeiro e avalie…

Quero deixar claro que não estou desmerecendo os hotéis do Rio Quente Resorts, mas sim mostrando que é possível desfrutar do destino sem um investimento tão alto. Como nosso maior foco em Rio Quente é curtir o Hot Park e ficar no hotel apenas para dormir, não acho que valha a pena gastar 3 vezes mais para pouco desfrutar da hospedagem. Fica a dica para quem quer curtir essa região do Brasil gastando menos 🙂

 

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Arquivado em Brasil, Centro Oeste do Brasil, Rio Quente

Aquatica: nossa primeira vez em um parque aquático de Orlando

Em nosso planejamento final, acabamos não incluindo nenhum parque aquático por já termos gasto muito dinheiro com parques nessa viagem. Porém, como o calor estava delicioso e já tínhamos cumprido nossos programas prioritários, acabamos decidindo de última hora ir até o Aquatica, que pertence ao grupo Seaworld. Lembro de ter ficado horas pesquisando sobre todos os parques aquáticos da cidade antes de decidir por esse e o principal motivo foi o menor preço, hehe. Pagamos mais caro por não termos comprado com antecedência e também por não termos feito o combo Seaworld+Aquatica, mas mesmo assim resolvemos encarar.

Compramos o ingresso na portaria e ao passarmos pela entrada barraram nossos sanduíches (para nossa tristeza 😦 ), porém nos deixaram entrar com biscoitos menores e alguns suquinhos para a Camila. Ficamos bem bravos, porém regras são regras e jogamos fora nossos pães com mortadela que nos fariam economizar bons dólares.

Logo na entrada passamos pelo tanque onde ficam os golfinhos de Commerson (que Camila logo de cara confundiu com baleias por causa da cor deles), um dos principais destaques do parque junto com o toboágua transparente que permite ver os bichinhos durante a queda. Nos impressionamos com a beleza e cuidado do parque e instintivamente começamos a comparar com o Beach Park que havíamos visitado há pouco tempo. A boa notícia é que desde então começamos a notar que o parque brasileiro não perde em nada 🙂

Resolvemos começar pela área infantil e deixar a Camila bem instalada tendo como escolha o Kata’s Kookaburra Cove. Foi fácil encontrarmos cadeiras e nos sentimos seguros em deixar nossas coisas enquanto acompanhávamos a baixinha na piscina. Nesse primeiro momento demos conta de que havíamos esquecido nossa capa de proteção para o celular e que seria bem arriscado tentarmos registrar momentos do dia sem esse acessório. A decisão que tivemos que tomar foi gastar 29 dólares comprando a capinha ou ficar sem fotos do parque, e é claro que ficamos com a primeira opção.

O legal desse parque para a Camila é que tem toboáguas um pouco mais “radicais” para a idade dela e também um em que podíamos ir na bóia juntos e foi bem divertido. Um item que nos chamou a atenção no Aquatica é que em praticamente todos os brinquedos há muitos coletes salva-vidas disponíveis para todos os tamanhos.

Nós adultos estávamos mais na vibe de ficarmos de boa, apenas curtindo o calor e o fim das férias, mas mesmo assim encaramos algumas atrações. Eu fazia questão de ir no toboágua com a parte transparente que dá pra ver os golfinhos (Dolphin Plunge) e encarei a fila. Achei legal, consegui ver rapidamente os bichinhos (apesar da velocidade da descida), mas não acho que seja atração imperdível. Gostei bem mais do Taumata Racer, que é um brinquedo onde as pessoas “apostam” corrida num toboágua com tapetes. Esse sim achei que valeu o tempo de fila. O Loedi foi apenas no Ihu’s Breakaway Falls. que é igual ao do Beach Park onde você entra numa cápsula e quando menos espera despenca (literalmente) pelo escorregador.Em família fomos no clássico rio de correnteza com bóia e também em um rio de correnteza que você vai de colete salva-vidas e que achei o máximo. Nós 3 demos muitas gargalhadas e super recomendo essa atração também.

Outro lugar que a Camila curtiu bastante foi a piscina com ondas, onde nos revezamos na espera enquanto íamos nos brinquedos de adultos. Até tentamos ficar um pouco na clássica atração de parque aquáticos que é o “baldão”, mas a baixinha odeia os esguichos de água e de jeito nenhum conseguimos convencê-la de ficar por ali, apesar de acharmos a área linda e colorida, rsrsr.

Para terminar o dia, ficamos um pouco observando os golfinhos no aquário enquanto a Camila se deliciava com um pacote de pipocas sem a menor pressa.

O dia foi bem relax e valeu a pena termos ido, mas confesso que não achei um parque imperdível. Pode ser que ainda estivéssemos muito com a cabeça no Beach Park e a nossa percepção é de que a atração brasileira é mais interessante. Como comparações nunca são legais quando falamos de viagem, concluo esse post dizendo que se tiver dias sobrando em Orlando e conciliar com o ingresso do Sea World ou Busch Gardens,  o Aquatica vale a pena. Se nunca foi num parque aquático grande, também pode ser uma boa opção. E se estiver a fim de ir sem muita expectativa assim como nós fomos, encaixe no roteiro e divirta-se 🙂

 

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Arquivado em América do Norte, Estados Unidos, Orlando

Universal Studios com criança de 2/3 anos: outro parque muito legal para essa idade

O Universal Studios era o último parque que havíamos programado em nossa viagem e o principal motivo seria ir na Rip Ride Hollywwod Rock It, uma montanha-russa que estava parada para manutenção em nossa última visita. Chegamos cedo, compramos o ingresso na bilheteria e estávamos ansiosos para mais um dia de aventura.

Para já ficarmos livres de nossa missão, corremos para a fila da atração que queríamos e nos revezamos na montanha-russa. Enquanto isso, íamos analisando o mapa do parque e traçando qual seria nossa estratégia de visita.

Após as crianças maiores terem se divertido, fomos em busca da aparição de personagens que é bem frequente no parque. Camila ama a Dora Aventureira, o Botas e o Diego, mais até que os “amiguinhos” da Disney e por isso estávamos bem curiosos para mais esses encontros. O que nos deixou mais feliz, é que ali na Universal eles aparecem muitas vezes ao longo do dia e sem muita fila para tirar fotos. Esse momento foi maravilhoso e nós curtimos um montão. A melhor parte foi a Camila abraçar o Botas e dizer: “eu tenho você na minha casa”, referindo-se ao bichinho de pelúcia, rsrsrs.

Continuando na vibe de personagens, entramos na rápida fila para fotos com o Shrek e o Burro, que nos fez dar muitas risadas com o improviso do português. A baixinha dava gargalhadas ao interagir com eles e também foi bem bacana.

E já que estávamos por ali, aproveitamos para ir no cinema 4D do Shrek lembrando que tínhamos achado o máximo essa atração em nossa visita anterior à esse parque. A fila demorou um pouquinho, mas valeu a pena. Estávamos mais uma vez receosos de como seria a reação da Camila e dessa vez ela não ficou boazinha o tempo todo, rsrsr. Estava tudo indo bem até aparecer uma mega aranha em 3D, kkkkk. Tive que pegá-la no colo e acalmá-la, porém apesar disso o saldo foi positivo e ela curtiu.

Como a experiência terminou bem, atravessamos a rua e entramos em outro “cineminha”,  dessa vez o dos Minions. Como a Camila não tinha altura para o simulador, entramos da fila para a atração sem movimentos, apenas com os óculos e foi bem rapidinho. Claro que com a simulação deve ser bem mais legal, porém nos divertimos muito e a baixinha não parava de dar risada. Foi sensacional!

Nossa próxima parada foi numa área dedicada aos pequeninos, onde há alguns playgrounds e também a montanha-russa do Pica-Pau, da qual fiz muita propaganda antes de embacarmos para Orlando. Chegamos e logo foi nossa vez, não havia nenhuma fila, uhuuu!

Esse é o pedaço do parque destinado aos pequeninos´e há vários playgrounds por ali: para quem quer se molhar, para quem quer ar condicionado ou para quem quer ficar ao ar livre. Área perfeita para sentar, descansar e deixar as crianças se divertindo muito. E foi bem isso que fi, pois nem lembrei de tirar muitas fotos por ali, hehe.

Ficamos por ali o tempo que restava para o próximo show do Barney e quando faltavam 5 minutinhos nos dirigimos pra lá. Há toda uma encenação fora do teatro antes do início da apresentação e mesmo sem entender nada, Camila deu muita risada com tudo que aconteceu. Ao abrir as portas, percebemos como o parque estava vazio, pois o show tinha pouco público e nós achamos o máximo. Apesar de ficar escuro em alguns momentos, a baixinha não sentiu medo e se divertiu muito com as lindas musiquinhas que ele cantou. Eu achei maravilhoso o show para essa idade e amei a atração. Pudemos tirar várias fotos com o Barney tanto no teatro como depois no lindo parquinho que fica na saída. Super recomendo esse show da Universal!

E já que estávamos ali mesmo, resolvemos conhecer o simulador no Harry Potter e a área que não havíamos visto em nossa visita anterior. Loedi foi primeiro e enquanto isso eu fui em mais um brinquedo com a Camila. Depois chegou minha vez de curtir a deliciosa atração. Usamos a fila de Single Rider e foi bem rápido.

E como tínhamos tempo de sobra, eu fui no simulador dos Simpsons, que havia amado da outra vez, enquanto o Loedi ficou tirando fotos com o Patrick e com o Bob Esponja, rsrs.

Estava se aproximando o horário da parada do parque e logo corremos para garantir um lugar na sombra e sentados. Conseguimos nos acomodar e logo começou o fraquinho desfile. Bem sem graça e rápido, essa foi nossa definição. Uma vez mais, a Camila – que estava sem expectativa- curtiu um monte.

Após a parada, ainda fomos no brinquedo do ET e no show dos cachorrinhos, duas atrações que ficam bem próximas. Com todas as missões concluídas, fomos caminhando em direção ao estacionamento algumas horas antes do fechamento do parque. Saímos com a sensação de sobra de tempo e nos lembramos que em nossa ida anterior conseguimos conciliar os dois parques num dia só. Não quisemos fazer isso dessa vez e achamos bom também pois pudemos fazer tudo com bastante calma, sem correria.

Escolhemos ir à esse parque por nossa causa, mas foi uma excelente escolha para a diversão da Camila também. Amamos o Universal Studios com criança de 2/3 anos porque:

  • é muito fácil encontrar e tirar fotos com personagens
  • o parque não é tão grande e as atrações para pequeninos estão concentradas
  • o show do Barney é muito fofo
  • a turma da Dora é o desenho favorito da Camila
  • tem simuladores muito legais para os adultos

 

Fechamos assim os parques que havíamos planejado para essa viagem, mas do nada resolvemos incluir mais um que será o tema do próximo post: o parque Acquatica!

 

 

 

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Arquivado em América do Norte, Estados Unidos, Orlando

Magic Kingdom com criança de 2/3 anos: a primeira “idade perfeita” para conhecer o parque

Sem dúvida nenhuma, o parque que mais nos gerava expectativa nessa viagem com a Camila era o Magic Kingdom, que para muitos aqui no Brasil é sinônimo de Disney. Com certeza é o lugar que mais faz parte do imaginário de quem vai para Orlando e conosco não era diferente. Para dar um gostinho especial de espera, o deixamos em terceiro lugar em nossa ordem de visitação principalmente para coincidir com um dia de semana, onde teoricamente haveria menos gente que num final de semana.

Acordamos bem cedo para chegarmos logo na abertura do parque, porém calculamos mal esse período e não conseguimos cumprir essa tarefa. Tirando o fato de termos perdido o showzinho de abertura, essa falha no planejamento não comprometeu em nada nosso dia. Passamos pelo lindo e mágico portal da felicidade e estávamos prontos para um intenso e divertido dia em família.

Havíamos comprado o ingresso online para podermos agendar os Fast Pass com um mês de antecedência, evitamos fila na entrada porém pegamos bastante fila para embarcar no monorail. Finalmente entramos e começamos nossa aventura pelo Reino Mágico.

Como planejamos nosso dia?

Se você buscar no Google, encontrará muitas dicas e sugestões de roteiro para o Magic Kingdom, com ideias para 1, 2 e até 3 dias de visitas. Porém, eu não usei nenhum plano infalível para aproveitar o parque pois na minha cabeça já tinha certinho os brinquedos que considerava imperdíveis para a idade da Camila. Apesar dessa ser nossa terceira vez lá, lembrei agora que nem nas visitas anteriores eu fiz um planejamento muito detalhado , porque para mim só estar ali já vale a pena. Não fico naquela pira de ter que ir em tudo pra sentir que a missão foi cumprida. Com isso em mente, a primeira coisa que fizemos foi escolher para quais atrações escolheríamos o Fast Pass e decidimos por:

  • Princesa Elena e Rapunzel (Camila estava e ainda está muito na fase das princesas)
  • Princesa Tiana e Cinderela
  • Montanha-Russa dos 7 anões

Por essas escolhas fica bem claro que nosso foco era na baixinha e em seu momento de vida mágico de acreditar nos personagens. Incluímos a montanha-russa por ser uma das atrações mais recentes e concorridas do parque e que ainda não tínhamos experimentado. E o melhor de tudo é que a Camila já tinha altura para aproveitar conosco.

Os horários agendados ficaram bem espaçados o que era bom pelo lado de podermos ir em outras atrações nos intervalos, porém ruim pois não conseguimos agendar outros FP durante o dia, uma vez que você precisa utilizar os 3 para adquirir outros.

Com o plano dos FP pronto, nosso esquema foi ir seguindo a localização dos brinquedos que queríamos numa sequência que economizasse pernada, rsrs. Baixamos o app My Disney Experience e usamos o mapa no celular, que foi uma verdadeira mão na roda.

Em quais atrações fomos?

1- Mickey Mouse

Começamos encarando a fila para encontrar o Mickey, logo na entrada do parque. O bom dessa fila é que é coberta e protege do sol, porém não foi fácil segurar a baixinha por quase 1 hora perguntando de 5 em 5 minutos: cadê o Mickey? Porém só me lembrei disso agora e para relatar aqui no blog, porque a lembrança que realmente tenho desse momento é da carinha dela ao se encontrar com o ratinho mais famoso do planeta. Foi sensacional! Lindo, maravilhoso, de valer cada centavo 🙂

Camila tremia de felicidade e se a visita ao Magic Kingdom tivesse sido só esse encontro já teria valido a pena. Foi muito bom termos começado por essa atração pois já pudemos sentir o gostinho de quão incrível seria nosso dia.

2- Ariel

O segundo brinquedo que fomos foi o da Ariel, onde acontece um passeio pelo fundo do mar com um lindo e colorido cenário. Nos preparativos da viagem eu contava muito sobre essa atração com a Camila e é claro que ela lembrou. Atração que geralmente tem fila rápida e agrada muito aos pequeninos.

3- Montanha-russa do Pateta (The Barnstormer)

Momento marcante da viagem também, pois foi a primeira vez que nossa filhota encarou uma montanha-russa. Ela adorou os friozinhos na barriga e gritava de tanta alegria. Foi bem divertido e com uma fila bem rápida também.

4- Dumbo

Eis aqui outra atração que falamos e mostramos para ela antes de viajarmos e assim que avistou já disse: oba, encontramos o Dumbo! Esse brinquedo é um dos clássicos do parque e costuma ter filas maiores. A vantagem é que a partir de determinado momento da fila as crianças entram em um parquinho, os pais recebem uma senha eletrônica que avisa quando é a hora de seu filho brincar. Uma super ideia e que funciona muito bem!

Com a Camila brincando no parquinho, o tempo passou super rápido e logo chegou nossa vez. Pelas fotos vocês podem imaginar a alegria em que estava a pequena.

5) Encontro com as Princesas Elena e Cinderella (usando Fastpass)

Pena que só é possível utilizar 3 FP, pois a experiência é top demais. Para essa atração, você já entra cara a cara com as princesas e é óbvio que já diminui um monte a ansiedade dos pequenos. Camila ainda na fila já vibrava de alegria ao ver as lindas e simpáticas princesas. E o melhor de tudo é que são 2 personagens de uma vez só, ou seja, fila única.

Antes de ir essa vez ao Magic Kingdom, nunca tinha ouvido falar da princesa Elena de Avalor e ao reservar esse FP minha primeira ação foi começar a “apresentá-la” para a Camila mostrando vídeos e desenhos para torná-la familiar (dica muito valiosa que estou repetindo várias vezes por aqui, pois senão seria como encontrar um estranho e perderia toda a magia do momento). Já a Cinderella é uma das princesas que ela mais adora e que não foi necessário nenhuma “propaganda” prévia, rsrsrsr

O encontro foi mágico e mesmo com elas falando em inglês, Camila curtiu muito e fez umas carinhas lindas. Nossa sensação foi de que ela não acreditava que estava ali frente a frente com quem faz parte de seu lindo imaginário. Foi demais!

6) Tapete Mágico do Aladdin (The Magic Carpets of Alladin)

Outro brinquedo estilo Dumbo que fica girando, subindo e descendo. Fila um pouco demorada, mas foi bacana a experiência, principalmente quando o camelo acertou água na gente dando uma refrescada no calor da hora do almoço.

7) A Parada

Para garantirmos um bom lugar, chegamos com meia hora de antecedência para a parada. Realmente conseguimos sentar bem no começo da Main Street, porém foi tenso aguentar o sol e calor por tanto tempo. Pusemos boné na Camila, cuidamos com a hidratação e ainda aproveitamos para tirar umas fotos com o castelo ao fundo.

E o desfile também foi um dos pontos altos do dia, junto com outras paradas menores que havíamos participado antes onde a Camila dançava, cantava, ria e se divertia muito. Foi maravilhoso ver as expressões dela a cada carro ou personagem que passava. Valeu muito ter garantido nosso lugar ao sol, literalmente.

8) Encontro com Rapunzel e Tiana

Após toda a euforia do desfile, chegou a hora de usarmos mais um Fast Pass e encontrarmos mais duas princesas. Mais uma vez a Camila ficou encantada ao vê-las durante a fila e mais ainda quando chegou a sua vez de interagir com as personagens. Dentre todas as quatro que encontramos, Tiana, que é do desenho A Princesa e o Sapo (um dos favoritos da baixinha) foi a mais simpática e nos fez ter certeza de que valeu muito à pena ter reservado esse FP.

9) It´s a Small World

Essa atração clássica do Magic Kingdom não poderia ficar de fora de nosso roteiro pela quantidade de detalhes e o bacana passeio de barquinho. A fila demorou um pouco mas valeu a pena. Camila mal piscava para não perder nenhum detalhe.

10) Philharmagic

Entramos com um pouco de receio nesse “cinema” 3D por causa do escuro, som alto e até mesmo do óculos. Como a fila é sempre rápida pensamos que se a Camila surtasse, não teríamos perdido tanto tempo e resolvemos arriscar. Para nossa surpresa, ela amou demais o filminho e não parava de gargalhar, rsrsr. Além disso, foi lindo vê-la tentar pegar os objetos como se fossem reais. Até hoje ela fala bastante do “cinema do Donald”.

11) Monsters Inc. Laugh Floor

Já que a atração anterior havia agradado, resolvemos ir em outro showzinho para ver como seria. Porém esse não foi tão legal porque dependia muito de entender inglês para ser divertido e até nós boiamos em algumas piadas. O importante foi que mesmo sem entender bulhufas, Camila se matava de rir quando ouvia o público rindo. E é claro que para nós essa foi a parte mais divertida, hehehe.

11) Encontro com Pluto e Pato Donald

Já que estávamos curtindo a vibe de tirar fotos com os personagens, resolvemos encarar a fila e aproveitarmos a dupla de personagens masculinos. Foi chato e difícil controlar a Camila por todo o tempo na fila, mas a foto tirada pelo fotógrafo da Disney comprova que o esforço não foi em vão. Foi muito bacana esse momento também!

12) As Aventuras do Ursinho Pooh (The many adventures of Winnie the Pooh)

Como nosso último Fast Pass estava agendado para 19:40h, tínhamos ainda um tempinho para aproveitar antes e escolhemos ir nesse brinquedo que achei bem fraquinho em nossa última ida, porém achamos que Camila iria curtir. Muita fila para pouca atração, esse foi nosso sentimento. Mesmo contando com alguns brinquedinhos na fila, a espera não valeu.

13) Seven Dwarfs Mine Train

Nosso último FP e brinquedo do dia foi a atração mais concorrida do Magic Kingdom, que é a montanha-russa dos 7 anões. Confesso que eu estava com um certo medinho de como seria para a Camila, mas deu tudo certo. Enquanto eu tentava segurá-la nas descidas, ela erguia o braço e gritava uhuuuu. Não poderíamos ter escolhido melhor forma para terminar a maratona do dia, pois foi sensacional!!!

Após sairmos de lá, nosso desafio era encontrar um lugar para jantar para que pudéssemos estar prontos para assistir ao show de fogos. Optamos pela praça de alimentação da Tomorrowland, que era mais próximo ao castelo e corremos para que desse tempo. Foi tudo cronometrado e às 21 horas estávamos a postos.

No começo Camilinha teve um pouquinho de medo, mas logo se soltou e passou a curtir. Fiquei ali observando os fogos e pensando no quão feliz estávamos. Meus olhos encheram de lágrimas ao pensar que estava proporcionando momentos tão especiais para nossa pequenina, que olhava tentando entender como surgiam os fogos. Ao fim do espetáculo, seguimos para o estacionamento para assim finalizar o dia mais mágico de nossas vidas.

Camila aguentou 15 horas de diversão, sem nenhum cochilo e com um humor invejável. Assim que andamos um pouco com o carrinho para pegar o ferry boat rumo ao estacionamento, ela capotou. Ai que vontade de ter um carrinho pra mim também, rsrsrsr.

Seguimos para nosso apartamento exaustos, porém ainda encantados com tudo que vivenciamos nesse dia. Aproveitamos muito, e é claro que já saímos de lá pensando qual será a próxima idade da Camila em que voltaremos ao Magic Kingdom.

A pergunta que mais ouvi depois que voltamos foi se valia a pena ir à Disney nessa idade e compartilho minha resposta aqui com vocês. Para mim, essa é uma primeira das “idades perfeitas” para conhecer o parque, pois o nível de fantasia da criança nesse período é altíssimo e isso faz toda a diferença. Apesar de essa ser nossa quinta experiência em parques da Disney, nós nunca tínhamos percebido os detalhes com o olhar de uma criança de 2/3 anos e esse fato fez cada momento ser diferente. Além disso, fizemos todo o roteiro baseado em atrações totalmente voltadas para ela, o que tornou o dia ainda mais especial. Portanto, sim!!! A criança aproveitará muito o parque nessa fase e os papais também.

Obs: já se passaram 3 meses de nossa viagem e já estou doidinha para voltar 🙂

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