Cataratas do Iguaçu com criança

Em nosso terceiro dia em Foz, a chuva deu uma melhorada e já que estávamos experientes em encarar a água resolvemos ir cumprir nossos planos e visitar as Cataratas. Para melhorar nossa proteção, passamos no shopping e compramos um guarda-chuva caso o tempo voltasse a piorar. Pegamos um táxi e em alguns minutos estávamos no Parque Nacional do Iguaçu. Compramos nossos ingressos na máquina de auto-atendimento e rapidamente embarcamos no ônibus que leva ao parque. Para a Camila, a aventura já começava ali.

Para nossa felicidade, a chuva estava bem fraquinha e pudemos curtir as paisagens e a caminhada sem grandes perrengues. Já fui várias vezes às Cataratas, mas a cada visita admiro ainda mais a beleza do local. Seguimos o caminho mais curto e fomos num ritmo bem tranquilo parando para tirar fotos e apreciar a vista. Camila estava se divertindo, mas dizendo o tempo todo que as cataratas eram muito barulhentas, rsrsrs.

Nosso passeio às cataratas foi rápido, porém conseguimos fazer tudo o que queríamos. Na saída, paramos na praça de alimentação para comermos um lanchinho e dar muitas risadas vendo os danadinhos dos quatis querendo se aproximar de qualquer resquício de alimento.

Como o tempo estava melhor, pudemos voltar de transporte público e economizar uns bons reais. Continuo recomendando andar de ônibus em Foz e a única restrição que tivemos dessa vez foi o clima. Para quem quer economizar e tem tempo suficiente, é uma excelente opção.

Pra fechar nosso dia, passamos no shopping para jantar e depois ficamos curtindo o hotel. Apesar da chuva, nossa viagem à Foz do Iguaçu foi muito legal e a grande sorte foi termos escolhido um excelente hotel que nos salvou do tédio. Foi mais uma deliciosa experiência em família e voltamos cheios de histórias pra contar.

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Parque das Aves com criança e muita chuva

Os posts sobre Foz do Iguaçu terão todos o título parecido, pois a saga se repetiu nos dois dias que ficamos por lá. Ao sairmos do táxi para nos dirigirmos à bilheteria do Parque das Aves, pensamos que a chuva tivesse dado uma trégua. Vestimos nossas capas e estávamos seguros de que ia parar de chover e poderíamos aproveitar nosso passeio sem maiores consequências.

Começamos a entender o funcionamento do parque com suas trilhas e espaços fechados que proporcionam maior interação e aproximação das aves. Sentimos falta de placas com maiores informações sobre as espécies, mas não foi isso que deixou a atração menos interessante. A parte mais legal desse início de passeio foi ver um tucano bem de pertinho, super acostumado com a presença das pessoas por ali.

Até então a chuva estava mais leve e pudemos caminhar nessa primeira parte sem maiores problemas. O piso não era escorregadio e a copa das árvores protegia bastante. Porém, de uma hora pra outra o volume de água aumentou muito! Corremos para uma lanchonete no meio do caminho para buscar abrigo, ficamos por lá alguns minutos e após nenhum sinal de melhora resolvemos voltar para a saída debaixo d’água mesmo. A Camila achou super legal a aventura, mas eu e o Loedi já estávamos bem preocupados em vê-la encharcada da cabeça aos pés, rsrsrs.

Nossa maior expectativa do passeio era o Viveiro das Araras, que fica quase na saída do parque. Mas, como esse momento coincidiu com a maior intensidade da chuva, não pudemos vê-las voando pois estavam todas nos puleiros se protegendo do aguaceiro. Só entramos, demos uma olhada e saímos (frustrados, é claro)

 

Passamos também pelo borboletário, porém mal conseguimos ver as borboletas que também deram um jeito de se esconder. Apertamos os passos e logo chegamos na saída do parque, onde algumas araras ficam disponíveis para fotos em determinados horários.

Nós nem verificamos o horário da próxima sessão de fotos pois naquele momento nossa maior preocupação era trocar a roupa da Camila e deixá-la quentinha para voltarmos para o hotel. Quando saímos do parque, a danada da chuva parou e até conseguimos voltar de ônibus urbano para o hotel.

Chegamos tomamos banho e tivemos a sorte de podermos aproveitar a estrutura externa do hotel pois o sol finalmente apareceu e a chuva deu uma trégua. Ficamos impressionados com a quantidade de atividades disponíveis na parte outdoor do Bourbon Cataratas e por lá curtimos o final de tarde de um dia cheio de histórias pra contar.

Ter ido ao Parque das Aves com chuva e tudo foi uma aventura e tanto, mas hoje escrevendo esse post tenho certeza que foi a melhor escolha que fizemos. É claro que não vimos tudo com todos os detalhes como faríamos em condições climáticas favoráveis, mas deu pra gente conhecer bem o local. Se você estiver em Foz e a previsão do tempo não for animadora, super aconselho encarar com chuva mesmo. Outro ponto de reflexão do dia foi termos escolhido um bom hotel para ficar, o que nos deu oportunidade de fazer coisas legais que não dependessem do clima totalmente. Principalmente estando junto com uma animada criança de 3 anos, hehe.

Essa viagem à Foz nos ensinou algumas coisas, sendo que a principal é colocar as neuras de lado e deixar os filhos experimentarem coisas novas. Estava com muito medo da Camila ficar doente por ter tomado chuva e ela realmente ficou. Mas quem me garante que foi só por isso? Por outro lado, agora mesmo ela estava aqui ao meu lado revendo as fotos, narrando com emoção e brilho nos olhinhos a nossa aventura na chuva no Parque das Aves. São essas lembranças delas e nossas que me fazem acreditar cada vez mais no quanto que as viagens nos tornam seres mais felizes e abertos às novas experiências que vão surgindo em nossas vidas. Se tivéssemos ficado no conforto do hotel não teríamos essas intensas recordações de momentos debaixo de chuva em família.

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Foz do Iguaçu com criança e muita chuva

Há tempos queríamos voltar à Foz e levar a Camila para conhecer mais esse destino brasileiro, porém com a redução da malha aérea as opções de voos diretos partindo de Curitiba foram reduzidas e as tarifas ficaram absurdamente caras. Felizmente conseguimos comprar as passagens com milhas no feriado de 02 de novembro e efetivamos nossos planos. Como essa seria uma viagem curta e com pouca programação na cidade, decidimos investir um pouco mais na hospedagem e escolhemos o hotel Bourbon Cataratas principalmente pelo fato de ter várias atrações para crianças pois já sabíamos que curtir o hotel faria parte de nossos planos.

Chegamos de madrugada em Foz e nosso deslocamento para o hotel foi de táxi porque na época ainda não tinha Uber por lá (pelo que li a partir de fevereiro de 2018 já está autorizado). Nosso planejamento previa aproveitar a sexta-feira e o sábado na cidade e como queríamos apenas ir às Cataratas e ao Parque das Aves, dois dias seriam mais que suficientes pois essas duas atrações cabem perfeitamente em um dia só.

Acordamos, tomamos café no hotel (como amo essa parte e como ela é rara em nossas viagens, hehe) e estávamos super decepcionados com o clima pois chovia torrencialmente e a previsão do tempo não era muito animadora para as próximas horas e dias. Mas, como (felizmente) estávamos num hotel com boa estrutura indoor, focamos nisso e pensamos: vamos conhecer os espaços infantis enquanto a chuva não passa.

O Bourbon Cataratas é perfeito para famílias com crianças! Na área externa, além das lindas piscinas (que não usamos devido às condições climáticas), há o Espaço Turma da Mônica. É uma área temática muito bem cuidada e bonita com vários brinquedos para os pequenos. Camila se sentiu em um reino encantado por lá.

Além desse espaço, há um playground interno que é menor mas também divertido para as crianças. Ficamos alternando entre os dois na esperança de parar de chover.

Entre um parquinho e outro, nós chegamos à conclusão de que a realidade era aquela mesmo: muitaaaaa chuva!!! Sendo assim, tivemos que decidir entre encarar o clima e cumprir nossos planos ou ficarmos entediados no hotel. E é óbvio que ficamos com a primeira opção. É claro que pensamos em todas as consequências que poderíamos ter, sendo a principal delas a Camila ficar doente, mas mesmo assim preferimos encarar pois sabíamos que por outro lado passear na chuva seria uma grande aventura para ela.

Fomos até a lojinha do hotel, tentamos adaptar um capa de chuva para o tamanho dela, compramos capas pra gente e lá fomos nós para o Parque das Aves debaixo de muita água….

Como ainda não conhecíamos essa atração de Foz, fomos sem saber o que esperar. Pegamos o táxi e logo chegamos na bilheteria do parque. Acompanhem no próximo post como foi a continuação de nossa primeira aventura na chuva em família.

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Aquário de São Paulo

Continuando nosso roteiro por São Paulo, incluímos a visita ao Aquário da cidade na manhã do sábado. Ao chegarmos, ficamos bem desconfiados com a aparência do local e ao comprarmos os ingressos pensamos seriamente se o passeio valeria a pena, pois o valor era alto e a primeira impressão não foi das melhores. Ao visitarmos as galerias iniciais, eu já estava frustrada pois os aquários eram minúsculos e as espécies muito comuns.

O que eu não sabia até então é que essa primeira parte do Aquário é a mais antiga e que suas principais atrações se encontram nas exposições seguintes. Chegamos em um espaço que simula a área de embarque de um aeroporto e ali sim comecei a achar o passeio interessante.

Aliás, dali pra frente comecei a achar tudo muito legal! São áreas que representam a fauna de diferentes regiões do mundo, começando pela África, passando pela Indonésia e Austrália. Vimos vários bichos que nunca tínhamos visto na vida e a experiência foi interessante. Tudo bem cuidado, animais com bom espaço para circulação e decoração temática em cada ambiente.

Outra atração muito legal são os ursos polares, que dão um show de fofurice na última parada do passeio pelo aquário.

Outra coisa que nos surpreendeu no Aquário de São Paulo foi a organizada e ampla praça de alimentação, localizada próxima aos ursos polares. Por ali há também algumas atrações pagas para quem busca mais diversão ainda.

Mas o que a Camila mais queria ver estava no final do passeio…. de tudo que havíamos contado para ela antes de irmos ao Aquário, o que mais tinha chamado a atenção era o mergulho da sereia. Chegamos na saída e lá estava ela! Para nós adultos é algo bem sem graça, mas os pequeninos entram com tudo no mundo da fantasia. A baixinha achou o máximo poder ver uma sereia “de verdade”.

Como mencionei anteriormente, achei que o passeio não valeria a pena no início, porém no final das contas o Aquário de São Paulo atingiu nossas expectativas. As áreas temáticas são muito bonitas e trazem animais exóticos de diferentes partes do mundo. Apesar de os animais marinhos não terem sido o destaque, o conjunto das atrações fez o ingresso valer a pena.

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Parque da Mônica

Desde quando eu era pequena tinha vontade de conhecer o Parque da Mônica e assim não poderia deixá-lo de fora nessa nossa viagem à São Paulo. Quando pesquisei o preço do ingresso na internet quase caí pra trás de tão caro que é, mas mesmo assim resolvemos encarar. Outra preocupação que tínhamos era sobre a lotação do parque por estarmos indo em um feriado prolongado, porém com algumas dicas que lemos deu tudo certo.

Saímos bem cedinho na sexta-feira do feriado prolongado para o deslocamento ao Shopping SP Market, onde se localiza o parque. Chegamos uma hora da antes da abertura (dica de ouro para feriados), compramos os ingressos e ficamos aguardando a liberação das catracas, que aconteceu 30 minutos antes do previsto.

O Parque da Mônica é pequeno e possui poucas atrações, o que faz gerar longas filas quando está lotado. Para driblar esse ponto, priorizamos os brinquedos mais concorridos, o do Horácio e do Astronauta, e andamos nos dois sem precisar aguardar pois ainda não havia fila. Como são bem rápidos, no período vazio do parque (antes das 13 horas) pudemos ir em tudo que a Camila queria sem ficar muito tempo esperando. Usamos essa estratégia também para tirar fotos com alguns personagens (horários disponíveis na programação do dia).

A equipe do parque é atenciosa e sempre que precisamos de alguma informação os funcionários foram prestativos. A estrutura é linda e bem cuidada, tudo com cara de novo. Os banheiros são espaçosos e há também área baby equipada. Há várias lojinhas que vendem desde frutas até guloseimas e lanches rápidos. Lá dentro também tem um Mc Donald´s. e algumas mesas para as refeições. Nós optamos por sair e almoçar na praça de alimentação do shopping uma vez que já tínhamos ido em quase todos os brinquedos. Para sair, basta pegar um carimbo na mão e apresentá-lo no retorno.

Após o almoço, levamos a baixinha em mais alguns brinquedos e aguardamos até a hora do show do parque, que conta uma historinha bem bonita sobre a diversidade e inclusão das pessoas com deficiência. Chegamos uns minutos antes para sentarmos em um bom lugar, compramos um algodão doce e logo o espetáculo começou.

Mesmo sendo feriado e horário de pico do parque, conseguimos ir em mais brinquedos sem muita fila, inclusive repetir a montanha-russa do astronauta. De todas as atrações, apenas a do Horácio estava com muito tempo de espera. Saímos bem antes do horário de fechamento e com a sensação de termos aproveitado ao máximo o Parque da Mônica. Camila parecia estar na Disney de tão feliz e isso nos fez esquecer completamente do salgado preço do ingresso, hehe. Valeu a pena!

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Começo de nosso feriado em Sampa

Nossa viagem para São Paulo foi inicialmente para assistir o espetáculo Amaluna, do Cirque du Soleil. Como planejamos ir em um feriado (Dia das Crianças), aproveitamos para pesquisar o que mais poderíamos fazer em Sampa para aproveitarmos toda a estadia. E assim surgiram os planos de nossa primeira ida para passear na capital paulista. Nos hospedamos em um apartamento via Airbnb próximo ao Parque Villa Lobos, local onde estava instalado o circo e alugamos um carro para nossos deslocamentos.

A viagem já começou com uma feliz coincidência ao saber que a Carol Guelber, do blog Vícios de Viagem,  estava bem pertinho da gente e não pudemos deixar a oportunidade passar. Nos falamos e logo nos encontramos em um boteco bem bacana. Apesar de corrido, nosso encontro foi muito legal!

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Conforme o planejado, na quinta-feira fomos ao Cirque du Soleil e Camila aproveitou bastante. No começo do espetáculo ficou com medo por causa do som alto e pouca luz, mas depois se soltou e curtiu a apresentação.

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Para os próximos dias planejamos ir ao Parque da Mônica e também ao Aquário de São Paulo, além de encontrar amigos nossos para colocarmos o papo em dia. Contarei nos próximos posts como foram essas experiências.

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Últimas horas em Johanesburgo

Como o passeio ao Lion Park levou menos tempo do que esperávamos, ficamos com a tarde de nosso último dia em Johanesburgo livre e tivemos que planejar como ocuparíamos aquela tarde. Ainda faltava conhecer um dos pontos mais famosos da capital sul-africana, a praça Nelson Mandela, e então esse foi nosso destino. Mais uma vez, durante o trajeto de Uber, fomos observando a modernidade das ruas, das construções e definitivamente consolidando nossa imagem positiva da cidade.

Ao chegarmos à Nelson Mandela Square encontramos de tudo um pouco. Turistas formando fila para tirar foto com a estátua da principal celebridade do país, crianças se divertindo nas fontes de água, locais aproveitando a tarde do feriado nos muitos bares que há no entorno da praça. Entramos na vibe e fomos dar uma volta no recinto.

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Por ali também há o Sandton City, um super shopping com muita variedade de lojas, um enorme supermercado e também um hotel. Demos uma volta mas não passamos por todas as partes , pois além de enorme pensamos que não fomos até Johanesburgo pra ficar batendo perna em centros comerciais.

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Aproveitamos que a Camila tinha dormido para sentarmos com calma no Hard Rock Cafe e assim conversarmos sobre o balanço final de nossas férias que estavam chegando ao fim. Como é boa a hora do cochilo para quem viaja com crianças!!!

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Ficamos batendo papo até a baixinha acordar, deixamos ela brincar mais um pouco na praça e fomos ao mercado comprar as últimas coisinhas em Johanesburgo.

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Pegamos outro Uber para voltarmos ao apartamento e ajeitar nossas coisas para partir rumo ao Brasil no dia seguinte. Chegando lá, olhei pela janela e fiquei observando o sol se por refletindo no quanto essa viagem foi especial pra gente. Quantos preconceitos quebrados, quanta energia boa do povo sul-africano e quanto conhecimento que ganhamos nesses dias.

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O voo da volta foi diurno, mega cansativo e além de tudo teve duração de quase 2 horas a mais que a ida. Chegamos exaustos em Guarulhos e uma vez mais pensando porque gostamos tanto de viajar se os voos são tão chatos. Confesso para vocês que chego até a pensar que nunca mais quero repetir esse processo, mas é claro que rapidamente essa sensação passa e volto a querer fazer mais e mais, hehe. E assim segue a vida, por mais que o cansaço pós-viagem exista seguimos sempre planejando os próximos destinos 🙂

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