Viagens com crianças de 2 anos: dicas que funcionaram com a gente

Quem acompanha o blog já deve ter visto o post com dicas pra viajar com bebês de até 6 meses e 1 ano, e sempre ressalto que tudo o que escrevo sobre esse mundo da maternidade é o que reflete nossa realidade, uma vez que cada criança é única. Para escrever sobre essa nova fase da Camila, reforço mais uma vez esse conceito pois, conforme o tempo vai passando, os pequenos já vão expressando cada vez mais suas personalidades e assim a peculiaridade de cada um se torna mais evidente ainda. Com essas premissas em mente, espero que nossos macetes ajudem mais pais viajantes a se encorajar para a deliciosa aventura em família. Vou escrever em tópicos para facilitar meu raciocínio.

1) Independente da idade do bebê, acho mais fácil viajar do que ficar em casa.

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Essa é uma teoria nossa que sempre respondo quando me perguntam se não é trabalhoso viajar com bebê/criança. Os poucos dias em que tenho que ficar em casa com a Camila sem poder sair de casa, seja por causa da chuva, do frio, ou por falta de opções mesmo, são uma incrível aventura de ter que inventar o que fazer, como distraí-la, prepara uma coisa, ajeita outra e assim vai. Para mim, a viagem é um verdadeiro playground pois tudo é novidade pra ela, seja o quarto do apartamento, os passeios, ou qualquer outra coisa. O tempo todo ela está ligada e se ambientando com o novo lugar. Nessa fase dos 2 anos é melhor ainda pois eles já entendem tudo e interagem em todos os momentos. Outra coisa boa é que a memória já está mais ativa e a cada novo destino ela ainda lembra do anterior. Fomos para o Rio Quente um pouco antes dela completar 2 aninhos e até hoje ela conta da Piscina do Sapo

Por essa infinidade de coisa novas que eles experimentam a cada novo destino, viajar sim é bem mais fácil que ficar em casa,

2) Prepare-se psicologicamente para o voo e tenha planos A, B e C de entretenimento.

Era tão bom quando ela tinha o bercinho e dormia o voo todo no avião, hehe. Com o passar do tempo, ela começou a entender o que é viajar e fica muito ansiosa com todo o processo. Ama aviões e vibra de alegria quando falamos que vamos pro aeroporto. Excelente, não é mesmo? Filha de viajantes que ama viajar? Haha. Também acho, porém essa euforia toda faz ela ficar ligadona dentro da aeronave com tantas novidades e haja paciência pra aguentar uma criança caindo de sono, porém lutando contra ele em pleno voo de 12 horas de duração.

Nos voos longos, geralmente há ótimas opções de filmes e desenhos infantis e eles garantem boas horas de sossego. Porém, com a Camila, chega uma hora que ela enjoa e ter um celular com bateria ou um tablet com seus musicais favoritos é o que salva no momento. Somos super prevenidos e levamos os 2 celulares com opções off-line (o que mais recomendo é o app Playkids) e mais o Ipad com vários jogos e clipes do Patati Patatá, Bita e companhia. Brinquedos já não resolvem mais, pois ela associa voo a desenho ( a mochila de mão agradece).

Mesmo com receita médica, até a última viagem para Cartagena eu resisti ao Dramin pois achava que daria conta sem. Realmente conseguimos domar a ferinha sem medicação até então, mas decidi que na próxima apelarei para esse recurso pois me estressei demais ao vê-la caindo dormindo sentada, mas quando ia deitá-la abria o berreiro no avião dizendo que não queria dormir.

E por falar em sono, o travesseiro continua sendo um grande aliado para a hora em que ela se rende e dorme. Fica bem confortável tanto para ela quanto pra gente.

3) Carrinho, o item ainda indispensável da viagem

Escuto muitas mães dizerem que só usam o carrinho até um ano de idade, contudo por aqui estamos quase chegando ao terceiro ano de vida e ainda o utilizamos muito. Um dos fatos que acho que contribui pra isso é que no cotidiano usamos o equipamento para fazermos caminhadas, ir ao shopping e outros passeios fora de casa, o que acaba mantendo o hábito.

É claro que o tempo de permanência no carrinho diminuiu muito com o passar do tempo, pois correr e explorar ambientes é muito mais divertido que ficar presa ao equipamento. Mas por outro lado, há momentos em que ela mesma pede pra sentar quando já está cansada de tanto caminhar.

Além disso, é o aliado perfeito para o momento da soneca e para encarar as longas distâncias nos aeroportos.

4) Comunicação clara e negociações

Estranhou esse tópico? Hehe. Mas se fosse colocar em ordem de importância para a felicidade em viagens com crianças de 2 anos eu colocaria esse como primeiro. É claro que ele vale para qualquer dia da rotina, porém em viagens torna-se mais evidente. Vou explicar melhor esse ponto…

Como a criança já tem seu jeito de ser, é natural que ela queira tudo de seu jeito, desde o calçado que quer vestir até quando ficar ou não no carrinho. Muitas das vezes, o que eles querem é bem o oposto do que os pais desejam e nessas horas entram os itens que descrevi acima para que não haja aquela gritaria chata bem comum dessa idade. Por exemplo, quando íamos sair o apartamento para ir fazer um passeio e ela começava a dizer que não queria ir no carrinho. Nossa estratégia é contar que precisa ir no carrinho, para podermos chegar a um “lugar bem legal” (expressão que funciona muito bem com ela, pois gera expectativa, rsrs) e que quando chegássemos lá ela poderia correr bastante ( comunicação clara). Na maioria das vezes esse passo basta, principalmente se for no começo do dia. Os níveis mais avançados servem para propor algo em troca – se você ficar boazinha no restaurante, ganha um sorvete de sobremesa, se obedecer o papai e a mamãe, de noite vamos no pula-pula, e a cada vez que faz algo diferente do que combinamos reforçamos essa regra e claro que devemos cumprir depois para o reforço positivo.

Durante as viagens, e também em nosso dia-a-dia, essa é a fórmula mágica para a diminuição de birras. Mas gente, é claro que de vez em quando nada funciona e eles dão piti mesmo, seja na Europa, Caribe ou em casa. Nosso papel é tentar entender o funcionamento dela e lidar bem com isso. Quando nada mais funciona, apelo para o Play Kids no celular, mas até hoje foram poucas as vezes que chegamos a ter essa necessidade.

5) Alimentação

Eis um ponto em que eu ainda sou chatinha em viagens. Ainda prefiro ficar em apartamentos com cozinhas para poder eu mesma preparar o papazinho da Camila. Morro de medo dela estranhar os temperos, passar mal com alguma coisa diferente, ou ainda de jogar dinheiro fora . Isso é um reflexo do meu jeito de ser também, que não experimento nada fora do que já conheço. Outro ponto é que gosto de ter controle de tudo que vamos fazer e poder escolher a hora certa do almoço sem ter que depender de encontrar o que ela come me faz não ligar para ter que cozinhar todo dia. Confesso que às vezes acho um saco estar preparando comida 9 horas da noite em plenas férias, ou de ter a pia cheia de louça pra lavar lá na Croácia , mas não consigo imaginar outra forma ainda.

Nossos potes térmicos continuam sendo imprescindíveis para toda a logística e sempre levamos um com fruta e outro com o almoço.

Nas viagens, sou bem mais flexível com doces e guloseimas e muitas vezes até incluo um item desses nas negociações para facilitar o processo.

6) Berço

Em nossa viagem para o Beach Park, foi a primeira vez em que abrimos mão do berço para a Camila dormir e deu tudo certo! Fico muito feliz com esse fato pois já contei por aqui várias vezes o stress que era checar se os hotéis e apartamentos tinham ou não esse item disponível. Felizmente daqui pra frente não precisamos mais nos preocupar com isso 🙂

O esquema é colocar o colchão no chão e proteger as beiradas para prevenir acidentes. Nessa hora vale usar cobertor, almofadas e o que mais estiver disponível.

7) Banho

 Até nossa última viagem, seguíamos firme e forte na banheirinha inflável para a hora do banho. Hoje em dia, ela já toma banho de chuveiro, mas somente com o chuveirinho. Para as próximas viagens, ainda estamos buscando locais que tenham banheira para garantir a paz nesse momento, mas acredito que logo esse item seja um a menos para nos preocuparmos.

8) Desfralde

Na viagem que fizemos para a Europa em agosto/2016, já havíamos iniciado o desfralde da Camila, porém ela ainda usava fraldas de treinamento. Aproveitamos a oportunidade para irmos descobrindo como seria a logística em viagens após mais esse marco. Um fato que facilitou bastante nossa vida foi já prepará-la no vaso sanitário de adulto e também acostumá-la a fazer xixi em qualquer lugar.

Essa mudança de fase facilitou bastante a logística da viagem, pois achar um banheiro é muito mais fáil que encontrar um fraldário. Além disso, já é algo que faz parte de nossa rotina viajística: planejar onde vamos usar o banheiro, hehe.

E se não encontramos um lugar próxima, achamos um “matinho”, ela faz o que tem que fazer e usamos o lencinho umidecido que continua sempre em nossa mochila.

9) Rotina, rotina, rotina

Eis uma tecla em que continuo batendo! Quanto mais rotina a criança tem em casa, mais fácil se torna a viagem. É claro que férias e folgas acabam sendo uma quebra do ritmo normal do dia-a-dia, porém procuramos manter tudo na mesma ordem de acontecimento para facilitar nossos planos e também para aproveitarmos mais a viagem. O ponto crítico da Camila é o sono e isso procuramos manter o mais próximo possível da nossa realidade cotidiana.

10) Prinicipais mudanças em nossas viagens pós-Camila

As 2 principais mudanças que tivemos em nossas viagens após termos a companhia da terceira passageira foram: passamos a alugar carro com mais frequência e optamos por lugares maiores de hospedagens.

Ainda continuamos amando passear de transporte público nas cidades que contam com um bom sistema. Em Barcelona e Munique nos viramos muito bem andando apenas de metrô. Porém, os últimos destinos que visitamos não contavam com essa facilidade e o carro nos traz uma liberdade que não tem preço. Também foi bem tranquilo andar apenas de táxi em Cartagena, e como era barato nosso orçamento não foi prejudicado.

Em relação às nossas escolhas de hospedagem, com certeza essa foi A mudança que tivemos principalmente a partir do momento em que a Camila começou a andar (com 10 meses). Estamos gastando mais com hotéis e apartamentos para termos mais espaço para ela brincar nos períodos em que estivermos por lá. O que mais temos buscado ultimamente são apartamentos com 2 quartos para que possamos dormir melhor. A Camila dorme muito bem, porém como em casa ela nunca dorme no mesmo quarto que a gente, qualquer barulhinho dela durante à noite acaba prejudicando o nosso sono.

Pra terminar…

Após quase 2000 palavras, acredito que tenha resumido bem tudo o que pensamos e planejamos antes de viajar com a pequena. Repito mais uma vez que a cada fase as viagens têm se tornado mais gostosas e, ouví-la contar as histórias vividas meses após termos ido à algum lugar, me faz ter certeza de que nossas aventuras estão valendo a pena 🙂

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Beach Park com criança

Já tínhamos ido algumas vezes à capital cearense, porém ainda não conhecíamos uma de suas principais atrações. Quando estávamos pesquisando sobre nosso destino para o Carnaval de 2017 não pensamos duas vezes em escolher Fortaleza e o Beach Park. Já estávamos com tudo planejado desde agosto/2016, mas ainda não sabíamos  se ficaríamos apenas no parque ou iríamos para a praia também.

Após pesquisar bastante, vimos que na região não há praias próximas com o mar calminho do jeito que gostamos e assim decidimos comprar o ingresso de 3 dias consecutivos e aproveitar ao máximo o parque aquático mais famoso do Brasil.

Chegamos à Fortaleza quase meia-noite e até pegarmos o carro e chegar ao apartamento que alugamos já era mais de 2 horas da madrugada. Camila ficou agitadíssima no voo e dessa vez decidimos que na próxima viagem apelaremos ao Dramin (para mantermos nossa sanidade mental, rsrsrsr). Para nossa sorte, chegou e dormiu rapidamente. E por falar em sono, essa foi a primeira vez que não solicitamos berço e ela se adaptou super bem a dormir em um colchão no chão com várias almofadas de proteção em volta.

Como o horário de funcionamento do parque é das 11:00 às 17:00h, pudemos acordar, tomar café com calma e assim seguir sem pressa para nosso primeiro dia por lá. Havíamos comprado o ingresso online com medo de grandes filas por causa do feriado, porém a bilheteria estava bem tranquila. O ingresso de 3 dias custou R$310,00 por pessoa e crianças com menos de 1m não pagam. Camila está com 95 cm e assim entrou de graça.

Logo que chegamos, já passamos nos guichês eletrônicos para carregar o cartão de consumo que é a única “moeda” aceita no parque. Você pode colocar quanto quiser, recarregar depois se necessário e também receber de volta caso não utilize todo o valor.

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O complexo do Beach Park conta com vários hoteis, o parque aquático e também um bar na praia, com um visual bem bonito e agradável. Logo na entrada notamos a simpatia e cordialidade dos funcionários e estávamos certos que tínhamos escolhido um destino perfeito para curtir esses dias de folga.

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Já havia mostrado alguns vídeos do local para a Camila e assim que ela chegou disse que queria ir na “piscina da baleia” e foi pra lá que iniciamos o desbravamento do parque. Ela ficou eufórica com tanta água e sentiu-se livre e solta por ali. O que também nos surpreendeu positivamente em nossos primeiros momentos foi a quantidade de salva-vidas presentes em todas as atrações.

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Durante os 3 dias, nos revezamos entre 4 partes do parque: a Arca de Noé, o Acqua Circo, a Ilha do Tesouro e a Piscina de Ondas, todas perfeitas para os pequeninos. Mesmo sendo feriado, encontramos cadeiras facilmente para sentarmos, curtir o delicioso calorão e deixar a Camila brincar até acabar todas as baterias.

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Não alugamos locker porque nos sentimos muito seguros em deixar as coisas nas cadeiras, como vimos várias pessoas fazerem. Que delícia podermos descansar sem ter que ficar correndo atrás da baixinha, rsrsr.

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A única atração que conseguimos ir juntos é a Correnteza Encantada, que a Camila ama! Mas nem por isso deixamos de aproveitar tudo o que queríamos. Para irmos nas atrações mais radicais, nos revezávamos e conseguimos curtir muito os inúmeros toboáguas. Não dava pra saber qual de nós estava curtindo mais o parque, de tanto que gostamos da experiência.

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Assim como em qualquer parque de diversões, os preços dentro do Beach Park são altíssimos, porém há muita variedade de belisquetes, sanduíches e também um buffet por quilo para quem não abre mão de almoçar de verdade. No sábado, nós 3 almoçamos no Grill, porém devido ao alto valor (R$89,00 o kg) nos demais dias levamos sanduíches para nós e mantivemos a opção do buffet pra Camila. Também levamos frutas cortadas no pote para ela ir beliscando antes do almoço e algumas bolachinhas pra fome da tarde.

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Além de todas as atrações aquáticas, durante o dia acontecem dois shows voltados para os pequenos: o da Turma do Parque e o dos Pira Piratas. Conseguimos ver os 2 e a Camila ficava sem piscar observando tudo. Os Amigos do Parque aparecem várias vezes durante o dia para o delírio da criançada e sempre param para tirar fotografias com o público.

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Uma outra área voltada para crianças é o Acqua Show, que tem o famoso baldão que derruba a água de tempos em tempos. A Camila não gostou muito porque há muita água caindo para todo lado, porém descobrimos no último dia que ali estão os únicos toboáguas do parque onde é possível ir com as crianças com menos de 1m no colo. Fomos e adoramos, porém ficamos frustrados de termos descoberto isso apenas em nossas últimas horas no parque. Portanto, fica a dica pra quem vai com os pequenos.

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O parque é enorme e o carrinho foi fundamental para nos deslocarmos de um lado para outro. E foi essencial também para a hora em que íamos embora, que era o momento em que a Camila não aguentava mais e se rendia ao soninho restaurador.

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Nossa experiência no Beach Park foi incrível e já não vejo a hora de voltar! Tudo muito limpo, seguro, organizado e com excelente atendimento. O ingresso pode parecer caro, mas achei que valeu cada centavo. Já estamos cogitando a possibilidade de voltar todos os anos.

O que faríamos de diferente na próxima viagem? Com certeza numa próxima vez escolheremos uma opção de hospedagem mais próxima ao parque. Dessa vez ficamos na Beira Mar de Fortaleza num super apartamento, porém tivemos que encarar mais de 1 hora pra ir e quase esse tempo para voltar. Falhamos nesse planejamento por só termos decidido ficar apenas no Beach Park poucas semanas antes de embarcar. É claro que esse fato não atrapalhou em nada nossa viagem, mas sabemos que a aventura pode ficar melhor ainda se nos planejarmos melhor nas próximas vezes.

Pra terminar, repito mais uma vez que o Beach Park é um excelente destino para famílias e principalmente para papais e mamãe que querem curtir um pouco de paz vendo os pequenos brincarem sem perigo algum. Como ficamos tanto tempo sem conhecer esse paraíso em terras cearenses?

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Playa Blanca: a praia caribenha de Cartagena

Se tem dois passeios que vão te oferecer o tempo todo em Cartagena esses são Playa Blanca e Islas del Rosario, as únicas praias nas redondezas com o mar cor de Caribe que muitos sonham em conhecer. O segundo destino já havíamos descartado por requerer deslocamento com barco, mas a outra praia ainda não tínhamos tirado dos planos por ser acessível também por terra. O meu receio era em relação à Camila. Como ela se comportaria no ônibus, e se quisesse ir ao banheiro no meio do caminho, e se surtasse na praia e não tivéssemos como ir embora, e se, e se, e se…..Como no dia anterior ficamos mais de 12 horas fora do apartamento direto e sem nenhum inconveniente, o Loedi me encorajou a encarar a aventura e assim decidimos agendar nosso transfer terrestre para Playa Blanca, que fica localizada à uma hora de Cartagena.

Você lerá relatos super positivos e extremamente negativos sobre esse destino, mas mais uma vez ressalto a importância de se alinhar a expectativa antes de ir. O preço do passeio é praticamente tabelado entre 40 mil e 45 mil pesos colombianos, com almoço incluído. Reservamos numa agência que nos informou que o horário de partida seria 7:10h da manhã, mas o transporte atrasou e fomos sair um pouco depois das 08 horas.

O veículo que nos levou era um microônibus bem apertadinho e viajar nós 3 no banco não foi confortável. Sorte que o trajeto era curto!

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O caminho para chegar à praia lembra alguns destinos nordestinos, sem nenhum estrutura e com muita improvisação. O estacionamento fica bem próximo à entrada do local onde ficam os restaurantes e barracas. Eu já não iria provar o almoço incluso porque sou super chata com comida, e ao ver as condições das instalações tive mais certeza ainda que não arriscaria, hehe.

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Caminhamos um pouco na areia e quando avistamos o mar pensamos: ainda bem que decidimos vir até aqui! Os lindos tons de verde e azul contrastando com a areia branquinha era tudo que eu esperava de Playa Blanca!

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Como os transfers terrestres chegam antes que os barcos, quando chegamos a praia ainda não estava cheia. Dessa maneira, conseguimos alugar cadeiras e guarda-sol bem perto do mar e fomos muito bem recebidos pela Sra Maria. Os preços em Playa Blanca são bem mais altos que em Cartagena, mas nada tão exorbitante.

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Aquele mar lindo, calmo e quente é minha definição quase perfeita de praia! Camila ficou doidinha vendo os peixinhos passar e não queria sair da água. Reforçando constantemente o protetor solar, até que deixamos ela brincar bastante tempo por lá. Para dar alguns intervalos, construimos vários castelinhos na areia para distraí-la na sombra e ela também curtiu um monte por ali. Contemplando a paisagem, só repetíamos: que mar é esse!!!

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Mas Thaís, li em vários lugares que a praia é lotada, entupida de gente, cheia de vendedores enchendo o saco e com muitos barcos chegando e saindo ao mesmo tempo. Isso é verdade? Sim, pessoal! Tem tudo isso por lá mesmo, e quanto mais tarde vai ficando a lotação vai aumentando. Porém, como chegamos cedo e conseguimos um bom lugar pra ficar, estávamos na “primeira fila” para o mar e quase nem víamos a lotação. Nossa localização também não atraia tantos vendedores, que preferiam ficar onde havia maior concentração de gente. Usamos bastante o “no, gracias”, mas nos incomodamos menos que em Bocagrande. O movimento dos barcos também é intenso, mas eles chegam e saem tão rápido que nem atrapalharam muito. Esses foram os pontos negativos de Playa Blanca, mas aquele mar que estava bem à nossa frente nos fazia esquecer totalmente desses pormenores.

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Curtimos muito nosso dia em Playa Blanca e recomendo o passeio. Muito bom poder aproveitar o calorão da região com essa linda paisagem.

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O horário combinado para sairmos era 15:15h e pouco antes do horário fomos procurar um lugar pra dar uma limpada na Camila. A infraestrutura da praia é precária e não existem duchas por lá. A alternativa que oferecem é a venda de galões de água. Como essa era a única opção, foi assim que demos um “banho” na Camila.

Seguimos a trilha de volta e logo estávamos no busão para voltar à Cartagena.

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A baixinha capotou assim que entrou no ônibus e nós pudemos ir conversando sobre o quanto foi legal essa experiência. Antes de escurecer já estávamos de volta e prontos para descansar após mais um delicioso dia em terras colombianas 🙂

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A lindíssima Cidade Amuralhada de Cartagena

Resolvemos aproveitar o dia 25/12 no ponto turístico mais famoso de Cartagena das Índias: a Cidade Amuralhada. Nosso táxi parou bem em frente à Torre do Relógio, que é a entrada principal do centro antigo e que merece uma parada para a foto.

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Como chegamos cedo e ainda por cima num domingo de feriado, encontramos a região bem vazia e foi bem gostoso poder aproveitar a cidade sem muvuca. Logo de cara, ficamos impressionados com o estado de conservação das construções super antigas e só tivemos mais vontade de sair andando para conhecer mais do local.

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Procuramos pelo centro de turismo para procurar um mapa, porém não o encontramos e também não fizemos questão de procurar muito. Percebemos que andar sem rumo seria bem divertido, e Loedi nem estava tão eufórico por história como costuma ser. Nosso plano então foi caminhar, caminhar, caminhar, e assim curtir a deliciosa vibe da Cidade Amuralhada.

O primeiro ponto em que paramos foi a charmosa Plaza San Pedro Claver, onde há uma igreja com o mesmo nome, várias esculturas decorando o local e também muitas pombas, para a alegria da criançada!

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Após um tempo por ali, nos enfiamos nas ruelas observando as lindas sacadas das casas, as flores enfeitando a fachada, o incrível colorido das construções. A única coisa que estranhamos foi a permissão para o tráfego de carros na região, que atrapalha um pouco o exercício da contemplação uma vez que as calçadas são bem estreitas. Para nós que estávamos com o carrinho, a atenção tinha que ser redobrada, mas nada que atrapalhasse o passeio.

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Quando você acha que a paisagem está ficando parecida, encontra uma igreja, ou uma praça que te faz dizer várias vezes: que lugar massa!

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O calorão após as 10h da manhã era muito intenso, e para refrescar há vários ambulantes nas ruas que vendem frutas picadas (deliciosas), bebidas, suco de limão, água de côco e muitas outras opções. Os preços variam muito, mas ainda assim não são tão caros. Teve momentos em que entramos em alguns supermercados apenas para aproveitar o ar condicionado e dar uma refrescada. Para o almoço da Camila também fizemos esse esquema.

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E já que não tinha condições de continuarmos caminhando com as altas temperaturas, procuramos um restaurante com boa aparência e entramos para passar um tempo num clima agrádavel e também para almoçar. Ficamos quase duas horas no restaurante/lanchonete La Brioche, tomando sucos bem gelados e comendo um hamburguer delicioso. Após o descanso, fomos ao Parque Centenário em busca de ver o famoso bicho preguiça que vive por lá. Encontramos o bichinho, mas ficamos tão decepcionados com o estado de conservação do lugar que nem lembrei de tirar fotos. Nessse intervalo a Camila já havia capotado no carrinho e nós aproveitamos para curtir mais um tanto de ar condicionado em uma sorveteria.

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Ficamos o dia todo nesse vai e volta delicioso pela Cidade Amuralhada, sem mapa, sem roteiro, sem nenhuma pretensão que não fosse aproveitar aqueles momentos maravilhosos. Ainda não estávamos satisfeitos porque faltava o passeio obrigatório pelas muralhas, para ver a cidade de outra perspectiva. Aguardamos até o sol baixar para não estar tão quente e também para podermos ver o pôr-do-sol.

Encontramos uma das entradas e logo estávamos caminhando pelas muralhas, com a linda vista das casinhas lá embaixo. Além disso, a brisa do mar refrescava as ainda altas temperaturas amenizando um pouco de nosso cansaço.

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Essa parte da muralha é totalmente acessível e bem fácil de se virar com o carrinho por ali. Mas nessas alturas no campeonato a baixinha queria mais é correr e subir em tudo que via pela frente. A paisagem por lá  é linda para qualquer lado que se olhe, seja pro mar, seja pros prédios de Bocagrande ou até mesmo para a construção em si.

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O point por ali é o Café del Mar, lugar perfeito para apreciar o pôr-do-sol com um visual incrível. Como estávamos na ativa desde muito cedo, não fizemos questão de sentar lá para viver essa experiência, porém entramos na propriedade para garantirmos uma lembrança de um dos locais mais fotografados de Cartagena.

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Vocês devem estar perguntando, mas e o pôr-do-sol ? Não vimos o espetáculo completo, mas o pouco que vimos já nos deixou extremamente felizes por termos encarado a maratona do dia e ter aguardado até esse horário.

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A dica para curtir a Cidade Amuralhada é chegar cedo e evitar os horários mais quentes, que são insuportáveis até para quem ama o calor, como eu. Em nossa estadia na cidade voltamos outra vez para essa região, pois o Loedi queria visitar o Museu da Inquisição. Chegamos, visitamos o local, fomos ao Parque Centenário para a Camila ver os bichinhos e não tivemos mais condições de aproveitar o passeio por dois motivos: as ruas lotadas e o calor! Ainda bem que tínhamos aproveitado bem na primeira visita 🙂

Cartagena tem mais atrações que a Cidade Amuralhada, porém, para mim, a viagem valeria a pena mesmo se só tivesse essa opção. Um lugar lindíssimo, bem conservado, com total estrutura para o turismo e uma vibe indescritível.

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Cartagena: praia de Bocagrande

Como nossa estadia em Cartagena era longa pelo que a cidade oferece (ficamos 1 semana), tínhamos bastante folga no tempo e assim fizemos tudo sem a menor pressa. Nossas expectativas para o destino não envolviam praia, pois as mais bonitas ficam afastadas, sendo acessíveis por barco e eu não estava disposta a encarar essa aventura sendo que quase todos os relatos que vi falavam de mar agitado na volta. Minha restrição nem era só por causa da Camila, mas também por mim que enjoo muito fácil nesse tipo de viagem. Outro ponto que não ajudava era que as fotos que vi da Islas del Rosario (um dos passeios mais famosos lá) não me faziam ter vontade de enfrentar as 2 horas mar adentro.

Alinhamento de expectativas foi um tema que nós conversamos muito nessa viagem e Cartagena é mais um destino que requer atenção para esse ponto. Pesquisei bastante sobre a cidade antes de embarcar e estava bem claro pra mim alguns pontos que compartilho com vocês após nossa volta:

  1. Cartagena não tem praias urbanas bonitas nem com mar azul bebê
  2. Em Cartagena não há aquele silencioso maravilhoso nas praias como alguns destinos caribenhos
  3. O forte de Cartagena não são as praias, apesar de ter algumas bonitas
  4. O auge do destino é a “Cidade Amuralhada”
  5. 4 dias são suficientes para fazer o basicão (Playa Blanca, Islas del Rosario, Cidade Amuralhada e mais um city tour com outros pontos turísticos como o Castelo de San Felipe de Barajas e o Convento La Popa)
  6. Se você ficar mais de 4 dias na cidade, há opções de bate-volta para algumas cidades e parques nacionais.
  7. Há muitos vendedores por todos os lados, de tudo o que você possa imaginar

Mas porque toda essa introdução? Apenas para dizer que fomos já planejados mentalmente para tudo que iríamos encontrar, portanto não nos frustramos com nadinha! Tive contato com vários posts de pessoas criticando algum dos itens acima na cidade, e não queríamos chegar lá com esse olhar. Dessa forma, tudo fluiu muito bem e nos surpreendemos positivamente com o destino uma vez que já sabíamos o que esperar 🙂

Uma coisa que nos chamou a atenção mesmo já esperando foi o calor! É muito quente lá e dessa forma, tivemos que incluir algumas idas a praia em nossa semana para amenizar a situação. Além disso, como ficamos hospedados com vista para o mar, desde que chegamos a Camila acordava, corria para a janela e ficava fascinada de ver o mar, os barcos, os passarinhos…

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E por que não caminhar 15 minutos e desfrutar da praia dos locais? Já fomos sabendo que não encontraríamos em Bocagrande o mar azul como o de Curaçao, porém encontramos cadeiras e guarda-sóis para alugar por um preço camarada, fomos super bem recepcionados pelo rapaz responsável pela região que ficamos, estávamos a poucos metros das águas quentinhas do mar de Cartagena e pudemos assim curtir deliciosos momentos em família.

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Camila foi ao delírio e curtiu muito estar na praia. Cuidamos bem do protetor solar e a deixamos brincar muito revezando água e areia. Foi bem legal vê-la tão feliz de estar ali 🙂

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E os vendedores ambulantes, enchem o saco mesmo? Olha, quem já foi para as praias mais movimentadas do Nordeste vai se sentir como estivesse lá. É gente te oferecendo de tudo que se possa imaginar! Como já sabíamos que seria assim, afiamos nosso espanhol e só dizíamos “no, gracias” Pra que se estressar à toa nas férias? Aliás, comparações com o Nordeste são várias, até os “repentistas” colombianos aparecem por lá. Como amamos essa região do Brasil, nos sentimos em casa na praia de Bocagrande.

É claro que não sairíamos do Brasil apenas para conhecer a praia dos locais de Cartagena, mas como tínhamos tempo de sobra essa foi uma excelente experiência. Para terminar o dia, experimentamos o delicioso sorvete da Mimo’s e logo voltamos para o nosso apartamento.

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É, pessoal… O alinhamento de expectativas em viagens faz toda a diferença! Tivemos um dia maravilhoso justamente por ir esperando aquilo que o local oferecia. Se você tiver dias de sobra em Cartagena e estiver disposto a viver um dia de local, super recomendo uma ida até a praia de Bocagrande. Se quiser silêncio, mar azul e praia bonita, nem adianta aparecer por lá.

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Cartagena: primeiras impressões e um grande susto pra começar a viagem

Escolhemos um apartamento na região de El Laguito, próximo ao bairro de Bocagrande (região com mais prédios altos e modernos da cidade), contrariando todas as recomendações que lemos sobre a quase que “obrigatoriedade” de escolher uma hospedagem dentro da Cidade Amuralhada que é o principal atrativo turístico de Cartagena. O que nos levou a optar por essa região foi o preço e também a facilidade e rapidez de acesso à parte histórica.

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Essa região é repleta de comércio, restaurantes, mercados e ambulantes! Aliás, umas das primeiras impressões que se tem na cidade colombiana é a quantidade de gente tentando te vender tudo que é possível. Mas quer saber? Nem achei tão chato quanto li em alguns relatos. Basta dizer um bom “no, gracias” que a maioria não te encherá o saco.

Em nosso primeiro dia, acordamos bem cedo e fomos em busca de um lugar para tomar café e também fazer compras, uma vez que ainda não tínhamos nada em nosso apartamento. Eis que nossa primeira manhã em Cartagena se transforma em uma das mais desesperadoras de nossas vidas….

Encontramos uma padaria bem bacana, com grande variedade de pães e doces e resolvemos sentar por ali. De repente, Loedi enconsta no copo de café quente que cai sobre a Camila. Foram os momentos mais tensos de nossas vidas enquanto pais, ver a menina chorando, sem entender bem o que estava acontecendo e outros sentimentos que prefiro nem lembrar para escrever aqui.

A solidariedade dos colombianos foi incrível e em segundos todos que estavam na padaria ficaram ao nosso redor tentando ajudar. Eu estava em prantos, chorando tanto quanto a Camila e felizmente o Loedi se manteve calmo o bastante para raciocinar e pensar que tínhamos que correr para o hospital. E foi isso que fizemos! Pegamos um táxi e logo estávamos no hospital Bocagrande.

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Recebemos excelente atendimento e para nosso alívio o susto foi maior que a queimadura. Nunca irei esquecer a enfermeira que ao me ver chorar me abraçou e disse: “fique tranquila, sua filha está bem e não foi nada grave”. O atendimento ali recebido fez a diferença e só assim consegui me acalmar.

Após um tempo em observação, foi dada a alta para a baixinha e apenas a recomendação de aplicarmos uma pomada que eles nos deram. Pegamos um táxi de volta para o apartamento e ficamos tentando nos recuperar emocionalmente do grande susto. A Camila já estava super bem e parecia ter esquecido o que aconteceu. Loedi estava ainda lidando com o sentimento de culpa e eu meio abobada perante a situação. Foquei em pensar positivo, em pensar que nossa viagem estava apenas começando e propus voltarmos aos planos iniciais e ir ao mercado. Ficar ali no apartamento não ajudaria em nada…

E assim seguimos nosso dia, indo ao mercado, almoçando no shopping e tomando um sorvetinho para refrescar o calorão e a alma.

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Deixamos a Camila dormir bastante de tarde, nós também tiramos um cochilo e pra fechar o dia a levamos na piscina do condomínio.

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Pra um dia como esse, até que aproveitamos nossa ambientação em terras colombianas. Que bom que hoje trata-se apenas de mais uma história de nossas aventuras em família e que felizmente teve final feliz 🙂

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Chegando em Cartagena

Após adiar nossos planos várias vezes, finalmente chegava a hora de conhecermos mais uma país inédito na América do Sul: a Colômbia, mais especificamente a cidade de Cartagena das Índias que já constava em nossa wishlist há tempos. Conseguimos bons preços de passagens em julho/2016 e desde então contávamos as horas para embarcarmos.

A viagem começou com emoção, uma vez que quando fomos buscar nossos novos passaportes descobrimos que não estavam prontos para nosso embarque no dia seguinte (devido a problemas na Casa da Moeda). Após o desespero com a notícia, nos tranquilizamos ao saber que seria possível a emissão do passaporte de emergência e foi com esse documento que viajamos.

A Colômbia permite a entrada de brasileiros apenas com o RG, porém deve ter no máximo 10 anos de emissão. Em nosso caso utilizar o RG não seria possível por isso que precisávamos do passaporte.

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Nossa opção de voos foi Curitiba-São Paulo -Bogotá – Cartagena, numa jornada que durou cerca de 15 horas. Foi a primeira vez que encaramos 2 conexões com a Camila e foi mais tranquilo do que imaginávamos. Uma vez mais, ficou muito excitada com o “avião grandão”  e não dormiu no voo mais longo (GRU – Bogotá), porém ficou bem boazinha curtindo os desenhos do avião e o Ipad.

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Já ao chegarmos em Bogotá, logo que a colocamos no carrinho para passar pela imigração, a baixinha capotou. Nos surpreendemos positivamente com o aeroporto El Dorado de Bogotá e principalmente com a cordialidade do povo colombiano. Fomos orientados com muita simpatia sobre o caminho para a conexão e pra nossa surpresa, foram super gentis ao permitirem que deixássemos a Camila dormindo no carrinho ao passar no Raio-X.

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Nos dirigimos para a sala de embarque e logo fomos chamados como prioridade para entrar no avião rumo à Cartagena. Na Colômbia, consideram como prioridade crianças até 5 anos de idade sendo que aqui no Brasil é até 2 anos. Mesmo com todo o trajeto e barulho, Camila seguia dormindo e assim foi até chegarmos ao nosso destino final.

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O aeroporto de Cartagena é pequeno, porém muito organizado. Pegamos nossas malas, trocando alguns dólares na casa de câmbio na saída do embarque (péssima taxa, diga-se de passagem) e logo pegamos um táxi, que é a melhor opção para se deslocar até o hotel. Os preços dos táxis oficiais são tabelados e logo no final da fila há um guichê que te entrega um papelzinho com o valor final da corrida.

Em menos de meia hora chegamos a nosso apartamento e prontos pra descansar após a longa jornada. Estávamos exaustos, mas a Camila estava super feliz de ter finalmente chegado à Cartagena.

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Apesar da diferença de fuso, o ritual do soninho nem foi tão difícil após a maratona de 15 horas de viagem. Não via a hora de descansar para poder curtir com minha família mais um destino inédito. Acompanhem como foi nossa aventura nos próximos posts.

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